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LES BAGNE S

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SAINT ViNCEN T D E P A U L AU X G A L E R E S D E MARSEILLE .


LES BAGNE S HISTOIRE,TYPES,MŒURES,MYSÈRES

PAR M A U R I C

ÉDITION I

E ALH0

Y

L L U S T R ÉE

PARIS R U E D E S M ATHURINS-ST.-JACQUES

G U S T A V E H A V A R D , 24 DUTERTRE 2 0 M I C H E L LÉVY

, P A S S A G E BOURG-L'ABB É ;

F R È R E S , I , RU E VIVIENNE . 1 845

D E P A R T E M E N T D E L A QUYAN E BIBLIOTHEQUE A. F R A N C O N I

E


il y a

pe u d ' a n n é e s e n c o r e , a u x é p o q u e s de s c o m p t e s

rendus d e l a justic e e n F r a n c e , i l y avai t unanimit é su r l'éta t des lieu x d e réclusion . Le s amélioration s promettaien t à l a société de s g a r a n t i e s prochaine s d e s é c u r i t é , e t e n m ê m e temps qu e l e systèm e d e r é p r e s s i o n s e p e r f e c t i o n n a i t , l a moralisation s e ressentait , disait-on, de s soin s assidu s qu'o n don nait à so n développement . Tou t à c o u p , un e r é a c t i o n s ' o p è r e , le langag e c h a n g e , no s institution s p é n a l e s son t d é n o n c é e s c o m m e le s plu s i n c o m p l è t e s et le s plu s d a n g e r e u s e s, le s bagne s sent considéré s c o m m e un e œ u v r e d e charit é fondé e e n f a v e u r des v o l e u r s et de s assassins , e t auss i c o n t r a i r e à l'amélioratio n inorale de s c o n d a m n é s qu e funest e au x intérêt s d e l a société . Les maison s c e n t r a l e s ne son t plu s qu e de s lieu x d e r a s s e m blement o

ù le s d é t e n u s s'inoculen t r e s p e c t i v e m e n

t leur

s

mauvaises p e n s é e s e t c o n v i e n n e n t m u t u e l l e m e n t e n t r e eu x d e


11 signes d e reconnaissanc e qu i le s feron t s'entr'aider , u n jour , pour d e nouveau x méfaits . Tout es t à détruire , tou t es t à réédifier ; i l n' y a de sali n pour l a sociét é qu e dan s l e renversemen t d e tou t l e régim e punitif. Quand c e mouvement dan s le s idée s s'es t manifesté , j'a i e u Ja pensé e d e combattr e les parole s pa r des faits . Avan t d e me préoccuper du nouvea u régime , j'a i voul u m e rendr e compt e des vice s d e l'ancie n système , j'a i e u à cœu r d e fouille r ce s lieux d e misère s qu e d'autre s pinceau x avaien t reproduit s sous de s couleur s uniformes , comm e s i toute s le s copie s eussent ét é prise s su r l e mêm e calque , e t j e n e tarda i pas à conclure qu'o n avai t souven t fai t u n tablea u d'imagination , qu'on allai t condamne r une institutio n san s l a juger . e t qu'ell e pouvait e n appele r de s homme s qu i l'ignorent , à ceux qu i l'on t étudiée. J'a i voul u dir e c e qu e c'es t qu'u n bagne , e t j e n 'ai reculé devan t aucun e difficulté , devan t aucu n dégoût . Quand me s étude s furen t faites , j e n'étai s qu' à moiti é d e l a tâche qu e j e m'étai s imposée . Plusieur s administrateur s dis tingués, écrivain s d e mérite ; avaien t à diverse s époque s for mulé un e opinio n favorabl e à l'applicatio n d e l a pein e de s travaux forcés , mai s leur s ouvrage s remarquable s avaient à pein e attiré l'attentio n d e quelque s homme s spéciaux . L e résultat d e mes observation s pouvai t avoi r l e parei l sort , l e fon d étai t l e même, j e chercha i l e salu t d u livr e dan s l a forme . I l est de s lieux o ù i l fau t amene r l e visiteu r pa r ruse e t e n l e berçant , pour ainsi dire , l e lon g de l a roul e pa r des recil s étranges . J'ai lait ains i pou r conduir e l e lecteu r a u milie u de s chiourines : I ai di t quelquefoi s le s nom s e t le s action s des grand s coupables; mai s sou s l'anecdot e s'es t placé e toujour s une pensé e sé rieuse. C e n'étai t pa s encor e assez , u n jeun e éditeur , M. Gustave Havard , m'es t ven u e n aide ; i l a voul u pare r c e livre , l e mettre à la mode, l'illustrer; pour me servi r de l'expression con sacrée. Hard i e t Confian t dan s le s diver s élément s réunis , i l a joué gro s je u , i l a gagn é l a partie , e t j'a i e u à m'applaudi r d'avoir donn é de s image s pou r passe-por t à me s idées .


— II I —

L'aspect sou s leque l j'a i reprodui t l a questio n m' a impos é un scrupul e qu e j'aurai

s san s dout e surmont é s i me s

observations eussen t ét é présentée s sou s un e formul e plu s académique. Encourag é lor s d e l a publicatio n d u Bagne de Rochefort pa r l a bienveillanc e d'u n homm e d'Eta t qui , dan s la retraite , a bie n voul u garde r l a mémoir e d e quelques-un s de me s travaux , j'aurai s obéi à u n besoi n d u cœu r e n faisan t un respectueu x hommag e d e c e livre .

A

MONSIEUR L E BARO N HYD E D E NEUVILLE , ANCIEN MINISTR E D R L A MARIN E E T DE S COLONIES .

Le souveni r d e so n administratio n rappell e tou t c e qu i a ét é tenté d'intelligent , d'efficac e e t d'humai n dan s le s bagnes . Son ministèr e fu t un e époqu e o ù l a ferm e volont é d u hau t fonctionnaire comprim a cett e révolt e bureaucratiqu e existan t depuis l'Empire , qui tendai t à étouffer, comm e ell e l e fai t en core aujourd'hui , l'institutio n sou s so n mauvai s vouloir . Le classemen t de s condamné s pa r catégorie s morale s s e nomme encore , dan s les bagnes , classemen t Hyde d e Neuville; cette dénominatio n es t u n monumen t oral . Quand o n aur a étouff é sou s l'insoucianc e administrativ e cette pensé e qu i a ét é e t pourrai t êtr e s i féconde , so n no m rappellera encore un des hommes qu i on t pouss é l e plu s avan t l'étude intelligent e de s lieu x d e réclusion . Le résulta t de s travau x de M . Hyd e d e Neuvill e eû t tourn é au profi t d e l a société , tou t e n laissan t à l'humanit é l a par t dont ell e doi t joui r comm e d'u n sain t privilège . En renonçant , pou r le s motif s qu e j'ai dits , à l'honneu r d e


— I

V—

placer l e no m d e M . l e baron Hyd e d e Neuville en tête d e cette œuvre imparfaite , je m e réserv e un e consolation , cell e d e s i gnaler, comm e historien , le s acte s d e l'homm e d'Éta t qu i a compris c e que l'institution de s bagne s bie n entendu e pourrai t avoir d e socialemen t util e dan s so n développement , qu'i l a secondé d e tout e s a puissance .

MAURICE A L H 0 Y .


LES BAGNES.

I

LES ANCIENNES GALÈRES.

Les v i e i l l e s l é g i s l a t i o n s a v a i e n t p l a c é l e s i n t é r ê t s s o c i a u x s o u s lu p r o t e c t i o n d ' u n e p é n a l i t é s a n g l a n t e . Le l u x e d e s s u p p l i c e s é t a l a p e n d a n t p l u s i e u r s s i è c l e s , en F r a n c e , sa l u g u b r e m i s e e n s c è n e de f a n t a i s i e , s a n s a r r i v e r au s e u l b u t q u ' o n se p r o p o s â t a l o r s , dation,

l'intimi-

c h i m è r e q u e la r a i s o n h u m a i n e , e n g a g é e d a n s l e s l a n g e s

de la r o u t i n e , p o u r s u i t e n c o r e p a r d ' a u t r e s m o y e n s , et d o n t elle n ' o b t i e n d r a j a m a i s la c o n q u ê t e , q u o i q u ' e l l e l a s s e . Aux é p o q u e s où la loi p r o c é d a i t p a r l a c r u a u t é , elle fut b i e n i n t e l l i g e n t e , b i e n i n s p i r é e d a n s l ' a d o p t i o n de ses m o y e n s . Les a r t s , la s c i e n c e , l u i s o n t v e n u s e n a i d e c o m m e a u x i l i a i r e s et c o m m e c o m p l i c e s . P o u r e l l e , l a m é c a n i q u e i n v e n t a des i n s t r u m e n t s i n g é n i e u x , p r o p r e s à b r i s e r o s à os l a c h a r p e n t e h u m a i n e . La m é d e c i n e m o n tra d u d o i g t , au j u s t i c i e r , l e s a g e n t s l e s p l u s s e c r e t s et les p l u s p u i s s a n t s de l a d o u l e u r p h y s i q u e . La chimie r é v é l a le d e g r é a u q u e l le m é t a l d e v a i t se v e r s e r b o u i l l a n t d a n s l e s a r t è r e s de

l'homme

c o m m e dans un creuset. L ' i m a g i n a t i o n a l l a loin ; n o u s n e la s u i v r o n s p a s d a n s ses l u g u b r e s e n f a n t e m e n t s : le b û c h e r , l ' e s t r a p a d e , la r o u e , l a g r a n d e et la petite t o r t u r e , a v e c s o n c o d e é l a s t i q u e , l ' é c a r t è l e m e n t , les fillettes


LES

2

BAGNES.

du roi, disent assez ce que noire pays a déposé pour sa part dans le plateau de la justice executive. Au quinzième siècle, une réaction se manifesta dans les habitudes pénales, car on ne peut autrement qualifier cet assemblage monstrueux de règlements qui servait alors te caprice fiscal et l'arbitraire de la féodalité. Peut-être un homme, dont le nom est passé inaperçu connue tant d'autres noms glorieux que l'insouciance ou l'ingratitude a oubliés, peut-être un h o m m e , aujourd'hui i n c o n n u , devançant la noble tâche que Howard accomplit trois siècles après, éleva-t-il la voix en faveur d'une classe nombreuse vouée à la longue agonie des cachots, à l'immobilité dégradante et inutile que la chaîne impose, et réalisant à la lois une amélioration pour le coupable et un profit pour la société, obtint-il que le prisonnier eût du travail et de l'air. Que ce secours soit venu a l'humanité de celle façon ou d une autre, toujours esi-il que vers l'époque où la vierge de Vaucouleurs prêtait à Charles VII l'appui presque surhumain de son bras, il apparaissait sur les galères du roi de France de nombreux et nouveaux auxiliaires. Sans le bruit des anneaux de fer qui attachaient chacun de ces hommes au banc des rameurs et révélait une expiation, on aurait pu croire que c'étaient la de saintes milices sur lesquelles se reflétait un des rayons de l'auréole de Jeanne, et qui, dans leur enthousiasme, venaient d'elles-mêmes offrir leur sang à la mère pairie en danger, C'étaient des hommes que la société d'alors r e poussait et qu'elle transformait de reclus en esclaves; c'étaient de nouveaux colons faits ouvriers, a temps ou à perpétuité, au port de Marseille; enfin c'étaient les galériens. Quand la paix vint cicatricer les plaies profondes de la

France,

les rameurs des galères continuèrent à se recruter parmi les hommes que la loi déclarait criminels. Jacques Cœur, l'argentier, qui paya de sa ruine l'honneur d être créancier du roi de France, avait quatre coquettes galères aux rames dorées, sur lesquelles se courbaient ses nombreux galériens ou Corsaires, comme on disait alors. Chacun de ses vaisseaux avait à la proue une sainte image sculptée et parée de Heurs, dont il portait le nom.

c'était

d'abord la Madeleine, puis saint J a c q u e s , saint


LES ANCIENNES GALÈRES.

3

Michel et saint Denis. Charles VII fit main basse sur tout c e l a ; il ne laissa pas même une barque au marchand fugitif qui avait placé deux cent mille écus sur l'honneur du roi de F r a n c e ! C'est a dater de cette époque que les galères devinrent des lieux de travaux Forcés, c'est-à-dire travaux où la force est n é c e s s a i r e . 1

L'organisation disciplinaire eut lieu. Quelques historiens pensent qu'aucune loi ne consacrait encore l'institution des galères comme peine, et que ce mode de captivité n'existait que comme coutume non écrite. Quoi qu'il en soit, nous voyons la politique de Louis XI établir le nivellement des peines, et détruire le privilège qui accordait la prison d'État à certaines classes de coupables. Sous ce règne, René de Belestar, pour crimes et méfaits par lui commis, est condamné à être mis perpétuellement aux galères, et s'il échappe, dit l'arrêt, à être pris et mené à la Conciergerie, et d'icelle à S a i n t Georges perdre la tête. Sous

Charles VIII,

nous

trouvons un gentilhomme gascon,

nommé grand officier général de toutes les galères, auquel est a t tribuée la haute surveillance et la direction des chiourmes; il tient un registre des condamnés, et inscrit indistinctement sur ses contrôles le galérien qui sert forcément, et le galérien de bonne v o lonté qui échange sa libellé contre un salaire. Les attributions des bas officiers ou aides sont réglées;

les

comes, sous-comes et argousins fonctionnent. La peine des galères

établie de fait, toutes les juridictions,

quelles qu'elles fussent, la regardèrent comme un centre de c o r rection vers lequel elles avaient le droit de diriger leurs rayons. Ce fut à qui remettrait ses justiciables à la chiourme. L'autorité ecclésiastique, qui allumait les foudres spirituelles dans le bûcher dressé par le bras séculier, crut aussi avoir dans ses privilèges le droit des galères; mais la soutane se déchira cette fois en se frottant contre la s i m a r r e , et l'archevêque de Bourges ayant pris sur l u i , en 1 8 4 4 , d'envoyer à un capitaine des galères deux prêtres qu'il lui concédait à perpétuité et deux clercs qu'il ne lui donnait en garde

1

Nous discuterons plus loin celle définition , dont le sens a dû ètre modifié dans les

codes

moderne.


L E S BAGNES.

4

que pour un temps l i m i t é , le parlement s'éleva contre la prétention ecclésiastique, et le prélat fut condamné à reprendre et à r a mener ses quatre justiciables, à ses frais, au risque d'avoir son temporel saisi. A cette époque de barbarie, la condamnation était toujours accompagnée du fouet et de la flétrissure, et souvent de la mutilation du nez ou de l'oreille. On marquait le coupable d'un fer chaud qui imprimait sur l'épaule les lettres

GAL.

Plus tard, une civilisation qui s'est trop glorifiée de ses œuvres, substitua au fouet le carcan, et, au lieu de trois lettres brûlantes, elle n'en grava que deux sur les chairs du condamne,

T. F ou

T. P., suivant la couleur du bonnet qu'il dut porter. Les galères devinrent bientôt la peine d'adoption des cours et tribunaux. Là vivaient pêle-mêle le sorcier, le blasphémateur, le faussaire, le banqueroutier, l'assassin, le braconnier, le contrebandier, et tous coupables de crimes qualifiés par la jurisprudence bizarre de chaque province. Souvent la loi était inintelligente, cruelle. Mais, à un certain degré, une barrière Semblait l'arrêter. Cette b a r r i è r e , c'était la chiourme. Une fois attaché à la c h a î n e , le condamné, quel qu'il fût, trouvait la fin de sa torture, à la condition cependant d'être soumis à la sévérité du code réglementaire. Les anciennes ordonnances des rois de France qui règlent le r é gime des chiourmes contrastent étrangement avec les règlements d'une époque plus civilisée, et surtout avec le code spécial des bagnes modernes. Une de ces ordonnances porte : « Les forçats seront entretenus, vêtus et nourris ainsi qu'il suit, à sçavoir : chacun de deux paires de chausses de toile appelées bragues; une camisole de drap, un caban à manches de drap, long el ample, surpassant la plante du pied, pour se couvrir, et un b o n net de m a r i n e , comme ils ont accoustumés à estre vestus. « Item, lesdits forçats seront nourris de biscuits ordinairement, tant qu'il en sera besoin et nécessaire, et surtout du potage, trois fois la sepmaine , des febves, ris et autres légumes; et à ceux qui travailleront en terre, sera donné, durant ledit travail, un q u a r t e -


LES ANCIENNES GALÈRES,

5

ron de vin par j o u r ; et aux malades, sera baillé chair et autres choses qui seront ordonnées par le barbier. « . . . Que aucuns gens de salières ne soient si ozés de battre aucun forçat en gallère. Réservé les députez à tel office, sus peine détruis ans a estre a la chaisne et perdre les gages de semblable temps. « Que les barbiers seront tenus de visiter tous les jouis à leurs chaisnes, et faire leur rapport a leur capitaine, du nombre des malades, et la qualité des maux, afin qu'ils soient pansés et gouvernés. Que les dits barbiers soient tenus laver et razer lesdits forçais. » Ces détails sont proprement dits plutôt réglementaires que l é gislatifs; mais nous arrivons à Charles IX et nous allons voir que c'est lui qui a signé la première pièce législative qui mentionne la peine des galères. Celte pièce est aussi un document

historique

de la barbarie de l'époque.

« Enjoignons, dit Charles IX, à nos baillis et sénéchaux, leurs « lieutenants et officiers, chacun en son droit, faire c o m m a n d e « ment à tous ceux qui s'appellent Bohémiens ou Egyptiens, leurs


6 LE

S BAGNES .

« femmes , enfant s e t autre s d e leu r suite , d e vider , dedan s deu x « m o i s , no s royaume s e t pay s d e notr e obéissance , à pein e de s « galères e t punitio n corporelle ; e t s'il s son t trouvé s e t retournen t « aprè s lesdit s deu x mois , no s juge s feron t su r l'heure , san s autr e « form e d e procès , rase r au x homme s leur s barb e e t cheveux , e t « au x femme s e t enfant s leur s cheveux ; e t aprè s il s délivreront le s « homme s à un capitain e d e no s galère s pou r nou s y servir l'espac e « d e troi s ans . » Sous l e premie r d e ce s deu x roi s le s soin s don t le s galérien s étaient l'obje t son t regardé s comm e un e spéculatio n d e l'intérê t administratif. L é moti f qu i faisai t v e i l l e r a l a sant é d u condamn é est l e mêm e qu e celu i qu i engag e l e colo n à conserve r so n esclave . S'il e n es t ainsi , pourquo i don c cett e traditio n pratiqu e n e s'est-ell e pas conservé e dan s le s port s d e mer ? Quan d l a législatio n c r i m i nelle, s i raremen t bie n inspirée , a e u l'heureus e pensée , lor s d e la refonte d u code , d'appliquer , comm e a u temp s passé , l e coupabl e aux travau x de s ports , pourquo i don c n e l'a-t-o n plu s regard é comme un e forc e agissant e don t o n doublai t l a puissanc e pa r un e entente bie n compris e d e se s besoins ? Pourquo i s'est-o n montr é si pe u soigneu x d e ce t instrumen t intelligent , pou r laisse r croir e que l'administratio n avai t mission , no n d'augmente r s a force , mai s de l a diminuer , no n pa s d e l a conserver , mai s d e l a briser . Quant à Charle s I X , apprécian t l'utilit é de s galérien s appliqué s au servic e naval , i l avis a a u moye n d e ralenti r l e mouvemen t tro p rapide de s libérations , e t u n édi t enjoigni t au x juge s d e n e poin t condamner le s criminel s à moin s d e di x an s d e peine . Le s officiel s des galère s secondèren t s i ardemmen t le s intention s d u r o i , qu'i l était rar e qu'u n coupable , à l'expiratio n d e so n châtiment , pu t obtenir s a mis e e n liberté . Le capitain e de s galère s étai t l e maîtr e souverai n ; s'i l étai t n u i sible à se s intérêt s d e brise r l a chaîn e d u malheureux , nu l n'eû t été asse z os é pou r l e faire . L'abu s all a s i loin , qu e Henr i II I fit s é vère défens e au x capitaine s d e reteni r le s forçai s a u d e la d u temp s fixé pou r leu r peine . Si Charle s VII I avai t a u fon d un e intentio n d'intérê t personne l en exigean t qu e le s forçat s fussen t convenablemen t traités , i l y


Gravé par Rouget

juluS NOelETDEMORAINE. FORÇATA

TEMPS .

D'après nature.)


LES ANCIENNES G A L È R E S .

7

avait au moins là une politique a d r o i t e ; s'il voulait faire tourner a son profit la sueur du galérien, il savait au moins recouvrir son astuce d'un apparent intérêt. La conduite de Charles IX est plus conforme à l'idée que l'histoire donne de lui ; son despotisme brutal, sans détour aucun, il l'a appliqué aux forçats comme à tous les actes de son gouvernement. C'était donc Henri III d'immorale mémoire à qui les forçats d'alors durent de n'être pas retenus au delà du temps tixé par la condamnation; mais peut-être avait-il aussi une intention secrète et non moins personnelle que les deux a u t r e s ; ci; sont de ces contradictions dont fourmille l'histoire du monde : en un m o t , les hommes placés au sommet des affaires, on le voit, sont j u s t e s , bons ou cruels, selon que leur intérêt leur dicte d'être l'un ou l'autre. Sous Louis XIII fut créée la charge d'aumônier général des galères, et Vincent de Paul eut ce titre. Ce ne fut pas seulement pour lui une grande mission de c h a r i t é , niais un mandat civil qui prit sa force dans un saint enthousiasme et qui tourna à l'amélioration du régime des chiourmes. Vincent de Paul, fervent apôtre et sévère inspecteur, devint le consolateur et le directeur de cette classe proscrite dont il ne désespérait pas. On écoutait avec respect et confiance le prêtre m o deste dont la parole se mettait au niveau de l'intelligence, et le blâme allait droit à l'oreille de c h a c u n . On bénissait la présence de l'homme puissant, contrôleur inflexible et clairvoyant qui avait le droit d'ordonner qu'on fit b i e n , et le privilège de dire au roi ce qu'on faisait m a l . L'histoire a conservé un trait de Vincent de Paul, à l'époque où il faisait ses tournées en qualité d'aumônier général des galères. C'était en 1 6 2 2 ; Vincent partit incognito pour Marseille, afin de mieux s'assurer par l u i - m ê m e de la situation des c h i o u r m e s , de l'état des condamnés , et pour se dérober aux honneurs que les subalternes ont coutume de rendre à ceux dont ils veulent tromper la clairvoyance ou séduire la sévérité. Vincent de Paul allait de galère en g a l è r e , il s'arrêtait pour tout voir, tout entendre. Il aperçut un forçat nouvellement arrive et dont la douleur s'exhalait en sanglots. C'était le chef d'une nom-


8

LES

BAGNES.

breuse et pauvre famille réduite à la misère et à l'abandon par cette condamnation, qui avait été brusque et n'avait pas laissé à l'accusé le temps ni la possibilité de se procurer les preuves de son i n n o cence. Vincent de Paul se livre à son magnanime enthousiasme, e t , dans l'excès de sa charité, il se substitue, avec l'agrément de l'oflicier, à la place du galérien. On a cherché à mettre en doute ce fait, mais les preuves ont été produites lors de l'enquête pour la canonisation de l'homme qui ouvrit le premier un asile aux entants abandonnés. Ce dévouement semble un fait tout naturel à ceux qui comprennent la nature presque divine de Vincent de Paul. Quant au droit de remplacement d'un c o n d a m n e , qu'on a contesté, il n'est pas invraisemblable qu'il ait existé au seizième s i è c l e , p u i s qu'au dix-neuvième il règne une tolérance qui sera peut-être e n core plus inexplicable pour les historiens à venir, c'est la faveur dont jouit l'homme r i c h e , d'acheter l'homme pauvre , qui va a c quitter à sa place la dette du sang, que tout citoyen devrait payer lui-même à son pays. Quand l'œuvre d'émancipation maritime de la France c o m m e n cée par Richelieu s'accomplit sous le ministère de Colbert, il fallut creuser les roches et les grèves q u i , sous le nom de Rochcfort, Brest, Toulon, allaient devenir de vastes chantiers de construction, de formidables arsenaux; on pensa à utiliser le personnel des b a teaux à rames remplacés par des vaisseaux de haut bord ; les galériens furent affectés aux armements et désarmements, au c r e u s e ment des bassins, aux constructions des quais et des cales, et on les enferma provisoirement dans de vieilles carènes ou sur des pontons. Et quoique les bagnes n'aient reçu une organisation définitive que sous Louis X V , et que le matériel des galères n'ait été t r a n s porté de Marseille à Toulon qu'à dater de ce r è g n e , il est plus que probable que les condamnés aux galères furent employés précédemment aux travaux des ports. À cette époque, comme du temps de Louis XI , on vit souvent le noble mis au même ban que le criminel de bas étage; et nous en avons une preuve dans Haudiquer de Blancourt, l'auteur du no-


'J

LEs A N C I E N N E S G A L È R E S .

biliaire de Picardie, homme trop versé pour son malheur dans la s c i e n c e héraldique.

Haudiquer de B l a n c o u r t , f o r t e m e n t é p r i s d ' u n e d a m e d'assez h a u t e l i g n é e , s'avisa, p o u r rehausser e n c o r e l'illustration de l'objet de sa p a s s i o n , de faire u n e i n c i s i o n i l l é g a l e s u r l ' a r b r e généalogique d'une g r a n d e f a m i l l e , et il y greffa en a p p r o c h e l e n o m de s a p r o t è g é e . L'expert en b l a s o n fut pris en faute et c o n d a m n é . Mieux v a lait a l o r s falsifier l e s p a r c h e m i n s n o b i l i a i r e s q u e de c o m b a t t r e le roi l a p l u m e à la m a i n . Haudiquer de Blancourt fut m o i n s m a l t r a i t é q u ' u n g a z e t i e r de H o l l a n d e d o n t n o u s d i r o n s l'histoire q u a n d

nous p a r l e r o n s d e s o u b l i e t t e s du Mont-Saint-Michel. Q u e l q u e s années après,

le p a r l e m e n t fit œ u v r e de c o u r t i s a n et

s ' a s s o c i a a u s e n t i m e n t de p é n i t e n c e d u vieux roi en o f f r a n t en h o -

locauste l'officier de bouche R u m i n i . Ce p a u v r e d i a b l e , e n f e r m é au C h â t e l e t p o u r q u e l q u e p e c c a d i l l e , s'avisa

de t e n i r u n propos q u a l i f i é

irreligieux. Dénoncé,

il d u t

faire a m e n d e h o n o r a b l e d e v a n t l ' é g l i s e Notre—Dame de P a r i s , p o r tant s u r l a p o i t r i n e et s u r le d o s u n é c r i t e a u s u r l e q u e l on lisait :

Blasphémateur et impie exécrable. Un f e r a r d e n t lui p e r ç a l a l a n g u e , e t l e b a g n e le r e ç u t . A u x p r e m i è r e s p h a s e s de l' Histoire

des Bagnes,

la g r a n d e i m a g e

de L o u i s X I V d e v r a se v o i l e r . Il y a de l a r g e s t a c h e s

qu'aucun

reflet d e g l o i r e n ' e f f a c e , qu'aucun nuage d'encens n e p e u t m a s q u e r . L e s a r c h i v e s des v i e i l l e s c h i o u r m e s s o n t c h a r g é e s de n o m b r e u x e n r ô l e m e n t s a u c o m p t e de l ' i n t o l é r a n c e r e l i g i e u s e . Là s o n t b u r i n é s les n o m s de b i e n d e s v i c t i m e s m a r q u é e s p a r le fer des d r a g o n n a d e s . Le b a g n e devint l ' a m b u l a n c e du c h a m p de b a t a i l l e c a l v i n i s t e . Des a r è n e s a u x g a l è r e s , le f a n a t i s m e r e l i g i e u x t r a ç a une l i g n e de s a n g . Le t e m p s a u r a i t p u l ' e f f a c e r , si la j u s t i c e o u p l u t ô t la p a s s i o n politique n'avait pris souvent à tâche de la raviver. On n'est pas d ' a c c o r d s u r l a signification d u nom donné a u x é t a blissements exceptionnels opinion

q u e nous d é c r i v o n s ; m a i s , selon u n e

assez g é n é r a l e m e n t répandue, c e m o t est d ' o r i g i n e ita-

l i e n n e . Bagno

d é s i g n a i t l e s bains du s é r a i l de C o n s t a n t i n o p l e , près

desquels était la prison des e s c l a v e s , et c e n o m se serait étendu à tous les lieux de r é c l u s i o n d e s États b a r b a r e s q u e s . 2


L E S BAGNES.

10

M. le docteur L a n v e r g u e , d o n t n o u s a u r o n s

p l u s d'une fois

o c c a s i o n de c i t e r le n o m h o n o r a b l e e t de rappeler les s a v a n t e s é t u d e s p h y s i o l o g i q u e s , p e n s e q u e c e s établissements o n t p r i s l e u r dénomination

d e s v i e u x v a i s s e a u x q u i a l o r s t e n a i e n t lieu de p r i -

s o n s et q u ' o n é c h o u a i t à d e s s e i n . A l o r s bagne, p r o v e n a n t de l'an-

cien m o t p r o v e n ç a l bagna, q u i signifie mouillé, r e l l e m e n t a u m o l prisons, a u r a i t a p p e l é e s prisons

s'ajoutait n a t u -

e t . p o u r l e s distinguer d e s a u t r e s , o n l e s mouillées.

Une o r d o n n a n c e d e 1 7 4 8 c o n s t i t u a l e s b a g n e s s u r d e s b a s e s ré-

glementaires qui o n t peu v a r i é jusqu'aujourd'hui, à u n e m o d i f i c a tion p r è s . Du m o m e n t où le condamné cessa de vivre s u r les g a l è r e s et q u ' i l d u t l o g e r à terre ou s u r des p o n t o n s , le p r i n c i p e de l'instit u t i o n fut modifié. L'agglomération, d ' a b o r d évitée, fut a d m i s e en p r a t i q u e ; les g r a n d e s collections de c o n d a m n é s a m e n è r e n t l ' é t a b l i s s e m e n t d e v a s t e s c h a m b r é e s de c i n q à six c e n t s d é t e n u s , et d a n s u n seul p o r t d e g u e r r e o n c o m p t a

plusieurs m i l l i e r s de f o r ç a t s .

J e p r e n d s n o t e d u fait s o u s l ' a s p e c t h i s t o r i q u e ; p l u s t a r d , le c o m mentaire viendra. A l o r s s ' o r g a n i s a la g é r a n c e a d m i n i s t r a t i v e de c e s g r a n d e s agglom é r a t i o n s . L a m a r i n e avait e u l a g a r d e d e s g a l é r i e n s q u a n d ils étaient r a m e u r s , on trouva logique de lui confier leur surveillance quand

ils f u r e n t d e v e n u s o u v r i e r s . On l e s lui d o n n a e n n o m b r e

d o n t elle devait c o m p t e , e t c e l a u n e fois r é g l é , e l l e p u t d i s p o s e r du coupable comme

de sa c h o s e , Ce fut un i n s t r u m e n t q u ' e l l e put

u t i l i s e r c o m m e b o n l u i s e m b l e r a i t , e t s'il a r r i v a i t q u ' i l se b r i s â t p a r la t o r t u r e o u p a r l a m o r t , c ' é t a i t u n e u n i t é de m o i n s d o n t elle recevait q u i t t a n c e . On n ' e n d e m a n d a pas davantage à la m a r i n e , et e l l e n ' e u t g a r d e de faire p l u s q u ' o n n e l u i e n d e m a n d a i t , et cet étal de choses dure e n c o r e . S o u s L o u i s X V s'est p r é s e n t é e de n o u v e a u

la question d e r e m -

p l a c e m e n t en matière de réclusion. Le p r e m i e r e x e m p l e , d o n n é p a r l a c h a r i t é chrétienne, i n s p i r a à La piété filiale u n n o b l e d é v o u e m e n t . En F r a n c e , d e p u i s l a r é v o c a t i o n de l'édit de N a n t e s , l e s p r o t e s t a n t s , f o r c é s d e c a c h e r l e u r c u l t e , se réunissaient p r è s d e N î m e s , d a n s u n lieu retiré n o m m é le d é s e r t .


LES ANCIENNES GALÈRES.

Le l

er

janvier

1756,

11

des troupes envahissent la retraite des

réformés; chacun cherche son salut dans la f u i t e ; un vieillard, nommé Fabre, membre d'une famille honorée, est pris. Son jeune fils, déjà en sûreté, apprend le danger que court celui qui lui a donné la vie ; il revient, se jette aux genoux du chef des gardes et implore comme un bienfait la permission de remplacer son père. Fabre l'obtient, il est j u g é , condamné aux galères. Sa grâce lui est offerte à une condition : c'est que Paul Rabaut, ministre influent du parti proscrit, et qu'on cherche en vain, quittera la France. Fabre n'accepte point cette transaction, il prend la livrée du crime, il la porte six ans à Toulon avec résignation, victime de la p e r s é vérante cruauté du ministre Saint-Florentin. Le duc de Choiseul brise enfin ses fers, mais la persécution elle

pèse encore sur Fabre.

arrêta longtemps la réhabilitation du jeune homme et e m -

pêcha une souscription de cent mille francs proposée en sa faveur. Louis XVI abolissant la question, le bagne vit diminuer sa population de mutilés. Les lois fiscales, abondantes, pourvoyeuses, continuèrent d'alimenter les chiourmes; mais les tenailles de l ' e x é c u teur ne brisèrent plus les articulations du braconnier qui taisait ses complices; les brodequins de fer cessèrent de broyer, par leur étreinte, le pied du faux saunier. Les bagnes ne furent plus une infirmerie de martyrs, ils devinrent un chantier de travailleurs Valides. La révolution de 1 7 8 9 déchira les vieux codes, la loi brisa les chaines d'un grand nombre de victimes de la jurisprudence fiscale. File maintint la peine des galères, dont le nom se transforma bientôt en celui des travaux forces a temps ou à perpétuité. En 1 7 9 3 , le bagne attira l'attention des législateurs; ce ne fut pas pour amender l'institution , il s'agit seulement alors d'une grave question de coiffure. Après avoir brisé l'antique couronne qui parait le front des rois, la révolution prit un dégoût subit pour le chapeau de feutre qui, depuis plusieurs siècles, couvrait la tête de toutes les classes de la société; elle préféra et adopta la coiffure phrygienne, ou. pour parler plus intelligiblement, le bonnet de laine en usage depuis un temps immémorial parmi les pêcheurs g r e c s ; on appela le bonnet


12 L E

S BAGNES .

r o u g e l e b o n n e t d e l a nation.. . M a i s , p a r u n e c o ï n c i d e n c e s i n g u lière à l a q u e l l e o n n e fi t p a s d ' a b o r d a t t e n t i o n , i l s e t r o u v a que le b o n n e t d e l a n a t i o n étai t p r é c i s é m e n t c e l u i de s g a l é r i e n s . Un m e m b r e d e l a C o n v e n t i o n n a t i o n a l e se p r é o c c u p e g r a v e m e n t de c e t i n c i d e n t ; i l m o n t e à l a t r i b u n e e t d e m a n d e q u e l e b o n n e t r o u g e d i s p a r a i s s e d e l a tèt e d e s c o n d a m n é s. ( T o n n e r r e d ' a p p l a u d i s s e m e n t s . ) L a m o t i on es t a d o p t é e . U n c o m m i s s a i r e , c h a r g é d e l'exé c u t i o n d u d é c r e t , s e p r é s e n t e à T o u l o n e t fai t e n l e v e r t o u s l e s b o n n e t s . L a C o n v e n t i on n ' a y a n t pa s p e n s é à

régle r l e mod e d e

coiffure q u e l ' h ô t e de s b a g n e s d e v a i t s u b s t i t u e r à c e l l e d o n t o n l e p r i v a i t , n o n - s e u l e m e n t à c a u s e d e la c o u l e u r , m a i s e n c o r e à c a u s e de s a f o r m e , i l fu t d é c i d é , faut e d e d é c i s i o n , q u e l e força t r e s t e r a i t nu-tête provisoirement . L e provisoir e n e dura pa s l o n g t e m p s .

L a n a t i o n n e p e r s é v é r a p a s d a n s so n g o û t p o u r l e b o n n e t phry g i e n , e t p e u à p e u e l l e r e p r i t l e feutr e h é r é d i t a i r e , e t l e s f o r ç a i s r e p r i r e n t l a coiffur e d i s t i n c t i v e d o n t l a lo i l e u r a r e s t i t u é d e p u i s la p o s s e s s i o n e x c l u s i v e . La r é v o l u t i o n é t a i t t r o p i m p a t i e n t e e t t r o p e x p é d i t i v e d a n s se s e x é c u t i o n s p o u r q u ' e l l e s e d o n n ât l e t e m p s e t l a p e i n e d e r i v e r l e n t e m e n t a u x p i e ds d e se s v i c t i m es l a m a n i l l e o u l a chaîn e d u b a g n e ; la g u i l l o t i n e e t l es b a t e a ux d e la L o i re é t a i e nt p l u s e x p é d i t i f s . Cepen -


L E S ANCIENNES GALÈRES.

13

dant on raconte que Carrier, pendant son proconsulat à Nantes, fit grâce de la noyade à cinq vieillards à la condition qu'ils se rendraient d'eux-mêmes au bagne le plus voisin. Cinq jeunes filles de la famille de ces malheureux furent gardées en otage jusqu'à la nouvelle officielle de l'enrôlement de leurs vieux parents sous la livrée du c r i m e . Sous l'impression des souvenirs de cette époque, les pouvoirs qui leur ont succédé auraient dû se refuser à toute barbare ou injuste extension du texte de la loi sur les travaux forcés. On aurait dù sans cesse protéger la distinction spéciale de ces lieux d'expiation : ils n'ont pas été créés pour l'athlète vaincu dans une lutte civile. Ces chaînes-là ne sont pas faites pour les imprudents qui ont voulu devancer le temps, et faire avec le sabre la conquête, œuvre future, réservée à la raison. Les insurgés du Bocage sont un exemple des déviations coupables de la loi criminelle appliquée par les passions. On a donné la livrée du bagne à des populations entières prévenues, non convaincues, de rébellion a r m é e ; et le fer chaud marqua des épaules qui, plus tard, se mirent à nu avec orgueil, et firent de ce stigmate ineffaçable une sainte bannière qui ranima l'enthousiasme de nouveaux insurgés. Le régime impérial s écoula sans entendre les cris de douleur de deux cents martys qui expiaient à Brest, parmi les assassins et les faussaires, la fidélité à leur foi politique. S'il arriva qu'un sentiment de pitié brisa une chaîne, ce fut à la dure et expresse condition que le gracié irait chercher la mort sur un champ de bataille. L'Empire fit, en un seul j o u r , l'envoi de cinq cents hommes au b a g n e ! Quel était leur crime? le livre d'écrou le dira : ils avaient combattu contre la France. C'étaient des prisonniers de guerre du corps du général prussien Schiller. Lin sergent français, qui faisait partie de l'escorte, faillit être fusillé pour avoir dit qu'il était g r e nadier et non gendarme ni garde-chiourme. 1814 rendit ces cinq cents forçats à la liberté. Dix-huit cents Espagnols que le sort des batailles fit galériens furent rendus à leurs foyers à la même époque. Au moment où j ' é c r i s ces faits, j ' a i près de moi un vieux s e r v i teur, jadis vivant dans une honnête aisance, aujourd'hui tirant sa subsistance d'un modique salaire.

Soupçonné

de royalisme

en

1 8 0 2 , il a passé au bagne de Brest tout le temps que Napoléon


14 L E

S BAGNES .

passa su r J e trône . Fendan t troi s année s i l fu t attach é a u ban c d e la sall e de s condamné s à perpétuité , san s obteni r l a faveu r d'u n pénible travai l dan s l e port . I l a coup é u n pe u d e boi s d e s a couch e de m i s è r e , qu'i l conserv e e t montr e comm e un e saint e reliqu e et u n souveni r de s seiz e année s pendan t lesquelle s i l a port é l e bonnet ver t ! Savez-vous, lecteur , o ù c e vieu x fidèle écoul e se s jours d e fête?.. . Il va dan s un e pauvr e famill e don t l e che f a e u l a mêm e destiné e que lui , ave c cett e différenc e que , solda t d e l'Empire , i l a pri s place a u bagn e quan d Napoléo n à so n tou r a succombé . Car , pou r être just e enver s tous , i l fau t dir e : L'Empire avai t envoy é a u bagn e les brave s athlète s d e l a royaut é vaincue , qu'i l nommai t les brigands de la Vendée; e n 1 8 1 5 , on plaç a l e bonne t d e galérie n su r l a tête de s héro s vaincu s dan s l e due l européen , e t o n le s flétrissait de cett e désignatio n : les brigands de la Loire. La terr e d u cimetièr e d e Bres t recouvr e le s restes d e plusieur s d e ces victime s ; nou s remueron s san s l a profane r l a poussièr e d e ce s sépultures. A toute s le s époque s même s passions , même s actes ; i l n' y a d e changé qu e le s victimes et les bourreaux, le s tortures son t les mêmes.


Il

BREST. — L E PORT.

J e fis, p o u r

la p r e m i è r e f o i s , le v o y a g e de Brest au commence-

m e n t du m o i s de m a i ; j e g a g n a i le F i n i s t è r e p a r le M o r b i h a n . Le c i e l d e B r e t a g n e , si v a r i a b l e , si c a p r i c i e u x , fut c o n s t a n t , c o n tre s o n h a b i t u d e , p e n d a n t p l u s i e u r s j o u r s . Le sol c a c h a i t sa p a u v r e t é s o u s l e s g r a n d e s n a p p e s d'or des a j o n c s m a r i n s et des g e n ê t s en

fleur;

d a n s l e s t e r r e s p l u s f é c o n d e s , le lin m o n t r a i t à c h a q u e

pas sa jolie

fleur

b l e u e ; l ' a u b é p i n e j e t a i t son b a u m e s u r cette

r o u t e fleurie d o n t l ' e x t r ê m e f r o n t i è r e e s t un b a g n e . Les l é g è r e s v o i t u r e s b r e t o n n e s à six r o u e s v o n t v i t e ; m a i s , p a r c o m p e n s a t i o n , e l l e s f o n t d e s h a l t e s f r é q u e n t e s et i n f i n i m e n t t r o p p r o l o n g é e s ; g r â c e à c e t u s a g e , q u ' i l e s t , d i t - o n , i m p o s s i b l e de m o d i f i e r , le t o u r i s t e a de f r é q u e n t e s o c c a s i o n s d ' a r r ê t e r son s u r les n o m b r e u x c l o c h e r s

regard

dont la vieille a r c h i t e c t u r e sacrée a

d é c o u p é l e s d e n t e l l e s d e granit. A c h a q u e r e l a i s , o n peut e x p l o r e r u n de c e s m o n u m e n t s q u i o n t r é s i s t é a u x a t t a q u e s d u t e m p s , c e l t e p u i s s a n c e v a i n c u e p a r t o u t e n B r e t a g n e , où e l l e n ' a p u r i e n dét r u i r e , r i e n c h a n g e r , n i la foi a n t i q u e , n i le c o s t u m e h é r é d i t a i r e , ni le l a n g a g e p r i m i t i f . Cette r é f l e x i o n e s t u n e t r a n s i t i o n n a t u r e l l e q u i m e r e p o r t e à m o n s u j e t ; f r a n c h i s s o n s l ' e s p a c e . V o i c i l e s r o c h e r s de P l o u g a s t e l , c e s p r e m i è r e s vedettes de B r e s t .

Le c i e l b r e t o n

a repris

son

aspect

s o m b r e , et le s o l e i l de B r e t a g n e s ' e s t c o u v e r t d u voile m o b i l e q u e les v e n t s de l ' o u e s t j e t t e n t

presque s a n s r e l â c h e s u r son m a s q u e

de f e u . Si v o u s a r r i v e z à B r e s t s a n s a v o i r fait h a l t e s u r la m o n t a g n e q u i d o m i n e la ville et la rade , et s a n s a v o i r d o n n é a u c u n e a t t e n t i o n


16 L E

S BAGNES .

aux ligne s d e fortification s q u ' i l fau t franchir , vou s pourrie z vous croir e dan s u n e petit e vill e central e d e g a r n i s o n . Le p o r t d e Brest , c e p r e m i e r a r s e n a l d u m o n d e , s e m b l e s e cacher, rie n n e l e r é v è l e ; u n humorist e qu i n'aimerai t pa s à d e m a n d e r so n c h e m i n courrai t risqu e d e quitte r l a vill e san s avoi r trouvé l e port . Cependant, e n suivan t l a pent e rapid e d e l a ru e Royale , o n n e p e u t m a n q u e r d e r e n c o n t r e r u n m a t e l o t q u i i n d i q u e r a l e p o r t, e t , de s o n p r o p r e m o u v e m e n t , c o n d u i r a l ' é t r a n g e r a u b u r e a u d u m a j o r g é n é r a l , a u t o r i t é s u p é r i e u r e q u i s e u l e a c c o r d e l'entrée . P o u r avoir accè s a u bagne , c'es t a u commissaria t d e l a c h i o u r m e qu'i l faut p r é s e n t e r s a d e m a n d e d è s so n arrivé e à Brest . I l e s t b i e n r a r e q u e l ' é t r a n g e r n e rencontr e p a s pa r l a v i l l e q u e l q u e m e m b r e i s o l é de c e t t e f a m i l l e d e s b i r e s p l u s c o n n u s s o u s l e n o m d e

gardes-

ckiourmes, typ e p h y s i q u e s u r l e q u e l t o u s l e s c r a y o n s d ' a r t i s t e s o n t d ' a c c o r d , typ e m o r a l d i v e r s e m e n t t r a d u i t p a r la p l u me d e s écrivains.


B R E S T . — L E PORT.

17

B r e s t est une vaste é c o l e pratique où la question p é n a l e peut être saisie

d'un premier

coup

d'ail

sous tous ses a s p e c t s . C'est u n e

g r a n d e arène o ù se d é b a t en v a i n l'homme d é c h u p o u r r e v e n i r à

la vie m o r a l e , o ù l'athlète réfractaire q u e la loi a terrassé m é d i t e e n c o r e u n e lutte p l u s a c h a r n é e et plus sanglante... grand réservoir où la f a n g e s o c i a l e , q u i r e m o n t e à sa s o u r c e , se corrompt e n c o r e d a v a n t a g e , p o u r s'échapper d e n o u v e a u p l u s chargée d'exhalaisons m o r b i d e s et d e m i a s m e s mortels. V o i l à Brest-bagne, au d i r e d ' u n g r a n d n o m b r e d'écrivains q u i

presque tous professaient,

il y a quelques a n n é e s , des opinions

opposées; o n t - i l s raison aujourd'hui,

avaient-ils raison jadis?

C'est une question que j'ai voulu résoudre. Mes études spéciales, mes travaux encouragés jadis par d ' h o n o rables suffrages, me donnent droit de placer mon mot dans la discussion. Mon

i n t e n t i o n était de procéder au b a g n e de Brest c o m m e j ' a -

vais fait p r é c é d e m m e n t l o r s de ma visite à d ' a u t r e s lieux de r e -

clusion. Pour étudier les prisons et les prisonniers, les bagnes et les forçats, le moyen, selon m o i , le plus mauvais, est le recours à l ' o bligeance administrative, surtout lorsqu'elle se fait un devoir de servir

la curiosité ou de faciliter l'étude. Toutes

les fois qu'il

m'est arrivé de plier sous la règle commune et d'obtenir une p e r mission spéciale de tout voir, j e dois à la vérité de dire que j e n'ai rien vu. Les administrateurs des chiourmes et des geôles ont presque tous la même façon de penser relativement à l'inviolabilité de leur établissement. Les cartes de faveur qu'ils délivrent ressemblent assez à ce singulier laissez-passer que Benjamin Constant donnait aux importuns, en leur disant qu'il était visible p o u r c e u x q u i en é t a i e n t p o r t e u r s , à l ' e x c l u s i o n de t o u t e s a u t r e s p e r s o n n e s ; et l e s p r i v i l é g i é s q u i obtenaient c e s c a r t e s é t a i e n t précisément c e u x q u e le c o n c i e r g e avait o r d r e de ne pas l a i s s e r m o n t e r . Les s u b a l t e r n e s servent a v e c beaucoup d ' i n t e l l i g e n c e la r é p u -

gnance q u e les c h efs r e s s e n t e n t pour u n e i n s p e c t i o n quelle qu'elle s o i t . Ils m a s q u e n t , avec u n e h a b i l e t é peu c o m m u n e , les d é t a i l s

5


18

LES BAGNES.

pour lesquels la lumière serait dangereuse. S'ils permettent une halte, ce ne sera jamais sans fasciner du regard le condamné trop expansif, et plus d'un inspecteur, plus d'un ministre et même plus d'un prince, dupes de cet acte de prévenance traditionnelle qui réduit une visite à une question de bouillon, ont quitté la geôle sans avoir pu apprécier autre chose que le vif éclat de la marmite. C'est le phare vers lequel les cicerone des lieux de reclusion ont ordre de diriger, le plus rapidement possible, toutes les classes de visiteurs, et encore là y a-t-il quelques petits mystères culinaires dont il ne faut pas s'enquérir, mystères qui, du reste, ne s'accomplissent qu'aux j o u r s de certaines inspections prévues ou officiellement annoncées. A cela près de la crainte de la publicité, qui est le fantôme r e douté des directeurs de geôles , on ne peut se faire une idée de l'espèce d'égoïsme avec lequel certains chefs exercent leurs f o n c tions. Ils sont comme avares du trésor de fange dont ils ont la garde. Je me rappelle encore ce commissaire de bagne qui me refusa communication d'un chiffre qui me manquait pour une statistique, « Non, monsieur, me dit-il, vous ne saurez pas combien il y a de maçons, de charpentiers et de terrassiers parmi les condamnes, et il n'y a qu'un ordre supérieur qui puisse me contraindre à vous montrer mes matricules ; met forçats ne vous regardent point. » Il y a certaines natures qui vont plus loin : elles sont jalouses de la possession exclusive d'un grand criminel ; c'est leur bien. D ' a u tres agents sont tiers d'une salle de chiourme nouvellement c o n struite, de la forme exceptionnelle d'un cabanon qu'ils ont édifié. Il y a quelques années, j e pénétrai plusieurs fois dans la maison centrale de Riom, en Auvergne, avec un entrepreneur de travaux; le directeur toléra assez patiemment ma présence, et, en c o m p e n sation, j e lui promis de ne pas donner connaissance d'un atelier dans lequel, malgré la défense du ministre, il occupait un grand nombre de vieillards à fler la quenouille. Un vestibule précède les couloirs qui mènent aux préaux; il est remarquable par sa disposition architecturale, et laisse voir en entrant un escalier d'un effet pittoresque. Quoique peu habile à t e -


B R E S T . — LE P O R T . 1

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nir l e crayon , j e m e disposai s u n jou r à prendr e su r u n albu m l e croquis d u vestibule , quan d j e vi s accouri r ver s mo i l e directeu r vivement ému . « J e vous e n prie , m e dit-il , n e copie z pa s cett e par tie d e l'établissement ; le s travau x d e l a priso n d e Limoge s n e son t pas encor e terminés , e t j e sai s que mon vestibul e excit e l'envie . Chacun pou r s o i ; qu e le s architecte s limousin s inventent. » L e directeur savai t qu e j'avai s de s relation s ave c de s habitant s d u pays, qu'i l redoutai t comm e contrefacteur s d e sa prison . J e donna i satisfaction complèt e à l 'administrateur, e n déchiran t l e dessi n commencé. En d'autre s lieux , l a paniqu e ren d l'administratio n farouche . Chaque visiteu r lu i sembl e u n commi s voyageu r pou r le s évasions , ou u n apôtr e d u suicid e qu i vien t diminue r l e chiffre d u personnel . Une dame , sachan t qu'i l m'étai t possibl e d'avoi r quelquefoi s a c cès dan s un e maiso n d e forc e de s département s o ù vi t agonisant e une condamné e qu e l a loi a mis e hor s d u monde , m'avai t charg é d e remettre à l a reclus e u n exemplair e d e l' Imitation de Jésus-Christ. Quand j'arriva i à la prison , le s personne s su r lesquelle s j e comp tais pou r avoi r entré e n'étaien t plu s e n fonctions . J e m e vis oblig é de dépose r l e livr e a u greffe . I l fu t remi s à l a prisonnière ; mais , auparavant, o n avai t pri s soi n d e fair e subi r à l 'outrage une muti lation préventive ; le s feuillet s furen t séparé s d e l a reliure , e t l e directeur, e n remettan t l e dépô t entr e le s main s d e s a pensionnaire, motiva celt e lacératio n su r l a possibilit é d e cache r d e l'arseni c dan s l'enveloppe d e carton . L a captive pri t cett e craint e e n souriant ; ell e répondit a u directeu r : A quoi bon de l'arsenic ? Je n'ai point écrit à mes amis qu'il y eût ici des rats et des souris. Cett e répons e perç a les mur s d e l a geôl e e l couru t l a ville . Le Journal des Prisons, qu e pendan t hui t an s M . Apper t a rédig é avec un e courageus e persévérance , révèl e comm e documen t c u rieux l a lutt e qu i exist a entr e le s bonne s inspiration s d e so n d é vouement e t le s acte s d e mauvai s vouloi r de s administration s l o cales. L e che f d e l'Eta t protégeai t ouvertemen t le s travau x d e M. Appert , e t cependan t le s porte s de s geôle s semblaien t rouil liées sur leurs gonds quand i l fallai t livre r passag e à l 'homme qui avai t entrée libr e dan s l e palai s d u souverain .


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S BAGNES.

Il y avai t coalitio n entr e l es a g e n ts de l a haute surveillance quand M. A p p e r t a p p a r a i s s a i t . I l n e tardai t p a s à ê t r e s i g n a l é a u x g e ô l es v o i s i n e s ; l e s concierge s d e v i n a i e n t l e c o r s a i r e c o n t r e leque l i l y avait c r o i s i è r e o r g a n i s é e ; a l o r s l e s c o n s i g n e s d e v e n a i e n t p l u s sé vères, o n p l a ç a i t a u x p o r t es l e s commis—bornes, le s a r g us l e s m o i n s

communicatifs. C h a q u e priso n d e Franc e fu t c o m m e u n blockhau s : p o u r l e s connaître a u d e d a n s , i l fallu t l e s e n l e v er p a r un siég e ou par u n e l o n g ue c a p i t u l a t i o n , e t c e l a d u r a di x a n s . Nou s r e v i e n d r o n s sur c e sujet . Je laissa i a u h a s a r d l e s o i n d e m e c o n d u i r e a u p o r t m i l i t a i r e ; i l me m e n a a u por t m a r c h a n d , espèc e d e qua i a u ba s duque l coul e le c h e n a l q u i c o u p e e n deu x l e g r a nd p o r t . La p a r u r e d e c e q u a i c o n s i s t e e n q u e l q u e s b a t e a u x d e c a b o t a g e et e n n o m b r e u s e s t a v e r n e s . I l ne t r o u v e r a i t p a s g r â ce p r è s d u t o u r i s t e , s i là n e s'élevai t l a s u p e r b e m a c h i n e à m â t e r dit e l a

mâture,

qu'on s'accord e à r e g a r d e r c o m m e l e p l u s b e a u m o n u m e n t d e s t a t i q u e q u i e x i s te d a n s c e g e n re e n E u r o p e . Q u a n t à l a p o p u l a t i o n d e B r e s t , e l l e e s t i n t i me , n o m b r e u s e , a ff a m é e , m a l a d i v e , s a n s a u t r e s r e s s o u r c e s q u e l e s e c o u rs d o n n é a la vie a n i m a l e p a r le v o i s i n a g e d e la m e r. L'Océan es t p l us r i c h e q u e la m a i r ie : il fai t l 'aumône de p o i s s o n et d e coquillages . Mai s i l y a d ' a u t r e s b e s o i n s à s a t i s f a i r e : i l fau t du c o m b u s t i b l e p o u r prépare r le s aliments, e t s o u s c e c l i m at b r u m e u x , h u m i d e , i n c o n s t a n t , o ù quelquefoi s d a n s u n j o u r o n r e s sent l e s t r a n s i t i o n s d e s q u a t r e s a i s o n s , i l fau t u n e tièd e e t u n i f o r m e t e m p é r a t u r e a u l o g i s d u p a u v r e , o ù tro p s o u v e n t l e s affec tions c a t a r r h a l e s e t l a m i s è re fon t li t e n s e m b l e.

L'administration d e la m a r i ne n 'est pa s c o m m e ce s mauvais r i c h e s q u i d é f e n d e nt d e g l a n er le s b r a n c h es morte s d a n s l e u r s vaste s

forêts. S u r l e bois qu e travaille l e charpentier d u port, l e pauvre de B r e s t a s a p a r t . Il n'y a

pa s u n vaissea u e u c o n s t r u c t i o n o u

en r é p a r a t i o n , pa s u ne édification de cal e o u de m a g a s i n , q u i n e paie dîm e a u foye r d e l ' i n d i g e n t . Q u e le pauvr e d e Bres t p r i e Dieu p o u r qu e l e b o i s n e c è d e p a s . d a ns le s c o n s t r u c t i o n s m a r i t i m e s , s a p l a c e a u f e r , q u i e n v a h i t t o u t , c a r a l o r s , a d i e u a u x co-

peaux, adie u au x grandes embarcations où chaque pauvr e femm e


B R E S T — L E PORT.

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vient à tou r d e rôl e recevoi r u n e fort e charg e d e b o i s , c e q u i a fait n o m m e r le s i n d i g e n t e s les femmes au

bateau. A

voi r l ' a r d e u r

a v e c l a q u e l l e l e c h a r p e n t i e r p r o m è n e l a b a c h e , o n dirai t q u ' i l a l e

désir d e p a r t i c i p e r à u n e bonn e œuvre . Plu s l e c o p e a u q u ' i l enlèv e est gran d et n o m b r e u x , e t plus es t g r a n d e l a p a r t q u ' i l offr e à l a cotisation. Je n e sai s à q u e l l e époqu e r e m o n t e c e t usage , m a i s o n a i m e à l e

trouver établ i a Brest ; i l d é n o t e l'entent e bie n réglé e d e l a b i e n faisance administrative . Là e n c o r e s o n t a s s i s le s vieu x m u r s d u c h â t e a u d e B r e s t , s i v i e u x , si vieux , q u ' u n é c r i v a i n n a ï f a c r u s é r i e u s e m e n t q u e le s i n g é n i e u r s les l a i s s a i e n t d e b o u t p a r r e s p e c t p o u r l ' a n t i q u i t é . J e n e sai s s i m e s s i e u r s d u géni e d e Bres t s o n t d e c e t t e n a t u r e ,

mais l e g é n ie parisie n n ' e s t pa s d e s i b o n n e composition . I l ferai t s a u t e r le L o u v r e , s'i l n u i s a i t d'u n millimètr e à l 'alignement d ' u n

gazon d e c o n t r e s c a r p e .

J e n'a i poin t à écrire no s a n n a l es maritimes ; MM . Jal. Sue , C o r-


LES

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BAGNES.

bière, e t c . , accomplissent noblement cette tâche, plus douce que celle que j e dois remplir à Brest. À eux les chroniques de la Pointe espagnole, de la Roche Murzan,

du récif les Feuillettes;

la glorification des vaisseaux le Jean-Bart

à eux aussi

et l'Orion, vieux serviteurs

hors rang, transformés, le premier, en salle de discipline, le s e cond, j e crois, en magasin ou en cantine. Leur mâture, leur gouvernail, tout a disparu, comme se cachent les insignes de gloire de ces vétérans de nos champs de b a t a i l l e , réduits à la d o mesticité. En dehors des souvenirs maritimes, un épisode appelle l'attention sur le vieux château de Brest. C'est dans le donjon que fut renfermé, comme prisonnier de guerre, un homme que l'Angleterre pourrait avec orgueil revendiquer comme son compatriote, si l ' a mour pratique de l ' h u m a n i t é , en se portant sur t o u s , n'effaçait pas les distinctions de patrie, et ne rendait citoyen de tous les pays ce grand homme à qui un de nos poëtes a rendu le plus éclatant hommage, et qui prouva par sa mort combien son zèle si fervent lui voilait le danger. I1 mourut d'une fièvre cruelle contractée dans les hôpitaux, ces asiles pour lesquels durent être sa dernière pensée, le dernier battement de son cœur. Eu 1 7 5 5 , Howard, qui n'était pas encore ce schérif de Londres dont le nom devint européen, s'embarqua, modeste passager, sur un bâtiment anglais, dans l'intention de visiter en touriste L i s bonne et le Tage. La frégate; qui le portait tomba entre les mains des Français, et le donjon de Brest le reçut comme prisonnier. Howard, qui avait habitué son corps au régime le plus sévère, souffrit peu des privations imposées par la captivité; son âme, l i bre et ardente, s'inspira à la vue des rigueurs inutiles qu'on exerçait sur les prisonniers. 11 commença à jeter les bases de l ' é difice social qu'il devait élever par son génie et soutenir de sa f o r lune. Au donjon de Brest, Howard prépara ces plans de sage r é forme que la chambre

des Communes

devait

accueillir

avec

enthousiasme, et peut-être c h a r b o n n a - t - i l sur le mur le traie des excursions européennes qu'Ed. Burck nomma des voyages de d é couvertes pour l'avancement de l'art, si négligé alors, de ne faire aux coupables que le mal inévitable.


B R E S T . — L E PORT.

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Sur l'autre rive, et en face du quai Marchand, est située celte partie de Brest qu'on nomme Recouvrance.

Là se trouve une des

grandes divisions du service du port, et notamment l'arsenal. J'avais aperçu dans cette direction comme de larges et nombreuses taches d'un rouge vif, qu'on eût pu prendre pour des tuniques sanglantes étendues sur la terre : c'étaient des forçats au repos. Je me rendis compte, mieux que j a m a i s , de la raison qui maintient la couleur de la livrée du bagne. A une distance où l'œil ne saisit plus les formes matérielles, la casaque du forçat se révèle par sa nuance, qui fait point de mire à la surveillance. Je pris place dans une des nombreuses embarcations de service, et j e passai à Recouvrance, en soumettant mon itinéraire aux incidents qui devaient naître de mes habitudes d'inspecter sans avoir recours, autant que possible, à la protection ni à la faveur. Débarqué près de la grille de l'arsenal, j e crus le moment favorable pour entrer, masqué par un groupe d'employés qui pénétrait dans cette partie du port. Je ne jouai pas de bonheur : un g a r d e portier me héla assez honnêtement, et au désir que j e manifestai de visiter, comme étranger, le Musée maritime, il me fit l'inévitable réponse : Il faut une permission du majorat général;

singulier

terme administratif d'où l'on a pris celui très-plaisant de majorité générale,

qu'on lit imprimé sur le chapeau verni du matelot, et

qui signifie administration du major général,

traduction qui, certes,

mettrait en rumeur toute l'Académie française. Je pris le parti de la retraite, sauf à faire une seconde tentative sur un autre point. Je traversai de nouveau le c h e n a l , et j e montai la ville en tournant le quai Marchand. Je trouvai, à l'extrémité de la Grande R u e , la principale entrée du port; j e renouvelai ma tentative sur une porte flanquée de deux corps de garde; je pressai le pas et j e passai la tête h a u t e ; cette fois je reçus le coup de chapeau d'un vieux sergent de planton qui me prit sans doute pour quelque employé. L'entrée était donc c o n q u i s e , la circonspection devenait nécessaire; j'étais à portée du regard, et il fallait rester froid devant le spectacle de ce port géant, impassible et presque insouciant à la vue de cette longue vallée de granit que peuvent sillonner trente vaisseaux de haut bord, dont


34 L E

S BAGNES .

un do s m â ts d o hune d r e s s é d i r a i t à p e i n e l a h a u t e u r p r i m i t i v e d u

roc, avan t qu'i l s 'abaissât pour d e v e n ir u n e artèr e de l ' O c é a n . J e passa i devan t l e

magasin général, rich e e n t r e p ô t o ù l a marine,

soit q u ' e l l e c o n s t r u i s e , qu'ell e a r m e o u q u ' e l le répare , t r o u v e l e m atériel n é c e s s a i r e . J'avançai san s donne r attentio n à

l a coulevrin e obélisqu e q u i

b u r i n e s u r le rivage d e F r a n ce l a date d e la p r i se d 'Alger, n o n plu s qu'aux atelier s don t l a longue parallèl e bord e l e chenal , no n plu s q u ' a u x c h a n t i e r s o ù les c a n o ns e t les c a r o n a d es s o n t e m p i l é s c o n n u e le s o n t , a u c e n t r e d e n o s v i l l e s, l e s t r o n ç o ns d ' o r m e s e t de c h ê n e s d a n s l e s m a g a s i ns d e c o m b u s t i b l e . J e m ' a r r ê t a i d e v a n t l e s c o l l e c t i o ns d ' a n c r e s c o l o s s a l e s d o n t u n e s e u l e pès e c i n q m i l l e k i l o s , e t d e v a n t c e s g r a n d es s e r r e s d e fer q ui p l o n g e n t p e n d a n t l a tempête , e t auxquelle s l e m a r i n a d o n n e u n n o m q u i attest e s a lo i viv e e n c e l u i d o n t l a miséricorde p e u

t veni r

en aid e à l ' i n s u f f i s a n c e de s s e c o u rs h u m a i n s .

C'était l e m o m e nt d u r e p o s p o u r t o u s . L e p o rt d é r o u l a i t a u x r e g a r d s u n e m u e t te m a g n i f i c e n c e ; tou t étai t c a l m e d a n s l ' i m m e n s i t é , si a n i m é e a d ' a u t r e s h e u r e s . L e travai l avai t c e s s e ; l a p o p u l a t i o n d ' o u v r i e r s et d e c o n d a m n é s s e perdai t d a n s le s a n g l es d e s m i s e s ,


BREST. — LE PORT . 25 dans le s courbes du sol ; e n c e moment , l e por t d e Bres t sembl e transformé e n un e de s inimitable s peinture s de Daguèrr e e t B o u lon, auxquelle s i l manqu e l a seul e chos e qu e l e pincea u n e peu t créer : l e mouvement . Le solei l dardai t su r c e gran d calme . D'espace ; e n espac e , de s couples d e forçai s reposaien t à terre , d'autre s avaien t cherch é l'ombre derrièr e le s large s cale s e t sou s le s hangar s de s chantiers ; d'autres dormaien t su r le s pont s e t entre -ponts d'un e frégat e a va peur e n réparatio n o u e n armement ; tantô t c'étai t u n bivoua c d e casaques rouge s autou r duque l veillaien t le s gardes-chiourmes , l e mousqueton e n sautoir ; ailleur s c 'était comm e mill e embuscades échelonnées; à chaqu e p a s , à chaqu e détour , sou s le s voûte s d e charpente, derrièr e le s empilements, dan s le s barques, sou s le s cabestans, partou t de s escouade s d e condamné s à pla t ventre . A l a statue-fontain e l 'Àmphitrite, un pêle-mêl e d e bonnets verts et d e bonnet s rouges , de s tète s hideuse s s'entremêlaient , s e h e u r taient, de s bouche s haletantes e t sèche s s e disputaien t l'ea u d e l ' a breuvoir. Un mouvemen t qu e j e fi s démasqu a un e têt e presqu e ras e qu i passait entr e le s branche s d e deu x ancres ; u n bra s s'allongea , m e présenta un e boit e d e carto n ouverte , e t j'entendi s un e voi x m é ridionale dir e : Monsieur désire-l-il des ouvrages fail s par les condamnés ! « Ce t homm e es t meilleu r physionomist e qu e l e sergen t d e garde, ponsai-j e e n voyan t c e força i : a u passage , i l devin e qu e je sui s étrange r a u port . » J e chercha i à trompe r l a perspicacité du condamné , moin s à caus e d e lu i qu e pa r rapport à u n garde — chiourme qu i s e tenai t à quelque s pas . J'étai s peu curieu x d'attire r son attention , d e craint» ; d'êtr e reconn u à un e second e visite , c e qui eû t rend u l e gardie n ombrageu x e t tracassier . J e refusa i l'offr e du forçat . A mo n to n s e c , e t à l'indifférenc e qu e j e montra i pou r ces objets, qu e d'habitude le s visiteurs recherchent , l a manche roug e se retir a d e moi . J'eu s regre t d e mo n mouvement ; mo n arrivé e avait fai t naîtr e pou r c e malheureu x l'espoi r d'u n secours ; q u e l ques centime s son t u n tréso r pou r l e força t : c e qu i l e prouve , c es t s a longu e patienc e à façonner , san s l e secour s d'outil s spé -


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LES BAGNES

ciaux, ces sculptures, résultat souvent grossier d'un long apprentissage, que la charité, plus que le mérite de l'œuvre, invite à acheter. Je me ravisai, j e fis un signe, et le condamné revint près de m o i . Je causai quelques moments avec lui; il y avait quelques années qu'il était au bagne, il avait mérité un adoucissement à sa peine, et était employé à une tâche peu fatigante; il numérotait les a n c r e s , et vivait tout le jour sous leurs branches convexes comme dans une longue cage de fer. Je fis quelques emplettes. En m'éloignant de cet h o m m e , auquel je ne demandai aucune révélation sur sa vie ni sur ses fautes, j e lui promis de le revoir et de devenir sa pratique. A cette parole, sa figure, qui portait cette empreinte du jeune et de l'ennui qui est le signe qu'on remarque le plus communément chez les condamnés paisibles, s'anima, et il me remercia. J'attribuai cette sensation à une pensée mercantile. L u i , qui avait dejà deviné, malgré mon soin à la c a c h e r , ma qualité de visiteur exotique, devina encore cette fois l'interprétation que j e donnais à ses paroles. « Ce n'est pas parce que j e vendrai, me dit-il, que j e serai content; c'est que, voyez-vous, ça me fait du bien, de voir quelqu'un, » La signification que le condamné donnait à ce mot quelqu'un est facile à saisir; ce doit être un événement dans l'existence du c o n damné, un incident qui éveille une sensation douce pour lui, que la présence d'un être qui n'est ni son égal ni son m a î t r e , et qui vient rompre pour un moment l'affreuse uniformité de sa vie de brute. Le regard qui n'est pas celui de l'espionnage ou d'une cruelle curiosité doit faire du bien et briser le cercle perpétuel des pensées accablantes. Approcher sans horreur du condamné que la société repousse, n'est-ce pas exciter à l'espoir plus qu'au regret? n'est-ce pas créer pour l'esclave ce rêve consolateur qu'un j o u r la société entière pourra faire comme celui qui vient la isolément, par son propre mouvement, sans répugnance, sans mission, et qu'elle se r a p p r o chera de l'exilé? Cet incident peut être le germe d'une méditation sérieuse pour le présent, féconde pour l'avenir, le point de départ d'une réaction salutaire dans une âme flétrie.


BREST —LE

PORT.

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Près de la cale où le Valmy est en construction, quelques bonnets verts ont suspendu les travaux pénibles d'extraction de pierres sur un escarpement élevé; ils dorment à la base de cette montagne ébranlée par la pioche; une pierre se détache, bondit et vient s'arrêter à quelques millimètres d'un dec ceux qui reposent. Il soulève à peine sa tête, si peu ému qu'il est du danger qu'il a couru. Trois ou quatre têtes se dressent en même temps et retombent aussitôt. Le forçat fait un mouvement, rampe vers la p i e r r e , la prend pour oreiller et se retourne pour continuer son somme. « Otez-vous de l à ! » crie le garde-chiourme; la tête se relève à cette \oi.\ connue, et le condamné semble à peint; comprendre la cause de cet ordre. 11 cède cependant, mais c'est avec peine, il ne reste plus rien à celte intelligence éteinte, pas même l'instinct de sa conservation. Il obéit plus par habitude que par crainte. Une seconde pierre tombe et justifie la prudence du gardien, elle eût écrasé l ' h o m m e ! C'est égal, il regrette sa place, la convoite encore de l'œil, e t , maître de ses a c t i o n s , il irait la reprendre. « I m b é c i l e , dit en souriant le garde-chiourme , dont le regard cherche mon approbation, il tient à sa place parce qu'il y a quinze j o u r s qu'il s'y couche. » Le garde-chiourme ne s'est jamais rendu compte que c'est peutêtre à ce mouvement machinal, à l'habitude, qu'est due la facilité de sa surveillance. Au bagne, comme ailleurs, la léthargie morale de l'esclave fait la force de ceux qui le gardent. En jetant un regard sur cette population, à ce moment oisive, que la fatigue abat et qui repose, comme la fauve , sans avoir comme elle la faculté de regagner sa tanière, vous avez l'exposition publique de toutes les passions humaines. Chaque rayon de la France a envoyé ses échantillons d'immoralité. A cet aspect, la première impression est le dégoût et l ' h o r r e u r , puis une pensée inquiète se glisse dans l'esprit, elle soulève un doute. il y a égalité de misère et de châtiment. On se demande : Y a-t-il égalité dans la dégradation des actes, égalité dans les souillures de l'aine? Dans celte population, n'en est-il pas un grand nombre qui puissent attribuer à la société humaine une large part de complicité dans leur dégradation ?


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LES

BAGNES.

N'y a-l-il pas là de ces êtres privés de Ce sens moral qui se place comme juge entre le bien et le mal, qui ont obéi à la stimulation des besoins, ignorant les limites posées par le devoir? N'y a-t-il pas là de ces natures maladives chez lesquelles, si cela était possible, le meurtre ou le vol semblerait inné? N'en compte-t-on pas qui subissent la loi fatale des instincts, et d'autres qui se sont débattus vainement contre les vices héréditaires des penchants? Il y a la aussi des corps que le jury a refusés à l'échafaud, car il a reconnu que ce qui complète l ' h o m m e , la raison, manquait; et ces corps, on les a peut-être donnés aux gardiens des bagnes, alors qu'on ne devait les livrer qu'au lit de l'hospice et à l'infirmier. La voix de l'homme a sa puissance, comme le poignard. Les assises n'ont-elles jamais été l'arène de ces fatales victoires remportées par de jeunes et ardents magistrats qui n'ont vu dans une cause criminelle qu'un champ de bataille sur lequel il fallait avant tout se faire un nom glorieux? et le bagne n'a—t—il pas des prisonniers faits dans ces combats judiciaires où le juge bourgeois, entraîné par une parole éloquente qui commande le verdict, plie, sans le croire, au joug de l'obéissance passive? Le grand coupable qui se glorifie, dans les fers, du faisceau de preuves matérielles qui ont épouvanté ses juges, n'a-t-il jamais eu pour compagnon de chaîne des accusés atteints par les théories d'une science faillible, vacillante dans sa foi, usant le temps à faire amende honorable de ses croyances de la veille, et cependant p r o nonçant chaque j o u r ses verdicts, comme si le lendemain ne devait pas lui imposer de nouvelles convictions? La chimie légale a son fanatisme, elle doit avoir ses victimes. A côté de ses physionomies hideuses, de ses natures incurables, de ses athlètes terribles, de sa propagande menaçante, le bagne a de nombreux hôtes à l'état d'enfance morale. Il y a là des corps dont l'âme semble absenté-, des Ames qui s'épureraient si le corps était moins flétri; il y a là des dupes d'instincts mal réglés, des esclaves d'appétits impérieux. Le bagne a ses fous, ses malades, ses martyrs sères ! ! !

peut-être ses h é r o s ! Pitié donc pour ses m i -


B R E S T . — L E PORT.

29

A l'heur e o ù j e cherchai s dan s l'observatio n e t dan s l a mémoire de fait s qu e j e dirai , u n argumen t contr e l'impressio n d'horreu r qu'inspire e n généra l l'ensembl e d'u n parei l spectacle , le s con damnés reposaien t e t r e p r e n a i e n t h a l e i n e .

J'ai fai t ainsi ; j e m e sui s arrêt é u n momen t à un e pensé e d 'indulgence rationnelle , afi n d' y puise r l e courage d'êtr e sévèr e quan d ce ser a justice .


III

ERREURS

HUMAINES.

Le bagne a ses martyrs, ai-je dit, et je n'ai été que l'écho des tristes

verdicts que je t r a n s c r i r a i plus t a r d .

Et pourquoi notre époque si impressionnable, si hâtive dans ses idolâtries connue dans ses anathèmes, si fière de son intelligence qu'elle rougit de douter, se croirait-elle privilégiée en matière de faillibilité? Chaque époque a eu son drame lugubre qui s'est placé connue enseignement entre la victime, les juges et la postérité. Je n'ai point la pensée d'écrire l'histoire des erreurs humaines, Mon but est seulement de prouver qu'à chaque époque la pitié a pu justifier ses sympathies pour les condamnés par le souvenir qu'elle a pu produire des erreurs judiciaires qui ne se sont pas toujours arrêtées au pied de l'échafaud. Chaque règne a donné au moins une preuve de ce que j'avance ; ne remontons pas trop loin. A Abbeville vivait, en

1765

une noble et bienfaisante d a m e ,

l'abbesse de Villancourt; sa fortune était aux pauvres; elle n'en prélevait que ce qui était strictement nécessaire à l'éducation d'un orphelin, fils d'un de ses parents, officier supérieur mort au service du roi Louis XV. Ce j e u n e homme était le chevalier Labarre; il se faisait remarquer par ses qualités personnelles et par une chaleur d'imagination peu c o m m u n e . Le chevalier Labarre n'avait pu voir, sans une vive impression , une des jeunes pensionnaires du couvent dirigé par madame de Vil-


ERREURS

HUMAIN E S .

31

lancotiri. Cette j e u n e fille é t a i t la pupille (lu l i e u t e n a n t criminel de S o y e c o u r t , el c e l u i - c i avait préparé-, d a n s d e s vues d'un i n t é r ê t de fortune, l ' u n i o n de la j e u n e fille avec u n de ses n e v e u x . L'abbesse, instruite par sa pensionnaire de l'antipathie invincible qu'elle éprouvait p o u r c e t t e u n i o n , c r u t d e v o i r protéger l'enfant c o n f i é e à sa t e n d r e s s e , et son influence parvint à faire retirer a u m a g i s t r a t la t u t e l l e dont il f a i s a i t , au profit de sa famille, u n odieux

instrument.

Le lieutenant criminel voua une haine implacable à l'abbesse; dans son ingénieuse vengeance, il voulait la frapper dans la p e r sonne du j e u n e Labarre, et attendit une occasion qui lui permît de se servir de l'arme de la loi, si dangereuse quand elle est maniée par une main habile. Les événements secondèrent celle pensée criminelle. Un j o u r le chevalier Labarre et un de ses amis gardèrent leur Chapeau sur la tête à la vue d'une procession de moines. Quelques j o u r s après, un calvaire élevé sur le pont d'Abbeville subit une mutilation. De Soyecourt Comprit le parti que sa vengeance pouvait tirer de ces faits; il informa l'évêque d'Amiens des nombreux qui,

scandales

selon l u i , se renouvelaient chaque n u i t ; il dit que je Christ

était l ' o b j e t des p l u s affreuses p r o f a n a t i o n s ; q u e des h o s t i e s avaient été e n l e v é e s , p e r c é e s à c o u p s de c o u t e a u , et qu'elles a v a i e n t r é p a n d u du s a n g . L ' i n f o r m a t i o n c o m m e n ç a , e l l e fut s a n s r é s u l t a t et n e r é v é l a q u e l'aventure de la p r o c e s s i o n d e s c a p u c i n s . Ce fut assez p o u r le l i e u t e n a n t c r i m i n e l , v e r s é d a n s la s c i e n c e d e s i n t e r p r é t a t i o n s . Il fil j o n c t i o n d e s d e u x p l a i n t e s , et il a c c u s a c i n q j e u n e s g e n s d e s premières f a m i l l e s du p a y s , p a r m i lesquels le chevalier L a b a r r e et M o i s n e l , les s e u l s q u i p u r e n t ê t r e a r r ê t é s ; d ' É t a l o n d e et d e u x a u t r e s accusés prirent la fuite. Labarre

soutint

tous

les i n t e r r o g a t o i r e s

avec

une franchise

c a l m e et c o u r a g e u s e . Il o u b l i a i t ses p r o p r e s d a n g e r s p o u r d i s c u l p e r Moisnel. La t e r r i b l e s e n t e n c e fut p r o n o n c é e le 2 8 f é v r i e r 1766. Le c h e valier

L a b a r r e et d'Etalonde

furent d é c l a r é s c o u p a b l e s « d ' a v o i r


32 LE

S BAGNES .

chanté des chanson s abominable s et exécrables contre l a Vierg e et les saint s » et condamnés à la torture , au supplic e «l e la langu e arrachée et êtr e jetés dan s le s flammes.

Labarre se pourvu t a u parlemen t d e Pari s contr e la s e n t e n c e de l a sénéchaussée d'Abbeville . I l fui transfér é dans le s prisons de la Conciergerie . Un e consultatio n de s huit avocat s le s plus d i s t i n -

gués du barrea u d e la c a p i t a l e , e t p a r m i lesquel s étaien t Gerbie r et Muyart d e Vaugluns, d é m o n t r a ave c l a plu s g r a n d e évidenc e le s nombreuses nullité s d e l a procédur e d Abbeville , l'ignoranc e e t l a partialité de s j u g e s .


ERREURS H U M A I N E S

.3

3

La sentenc e n'e n fu t pa s moins confirmé e à t a majorit é de deu x voix.

Le condamn é fu t ramen é à abbeville dan s un e chais e d e poste , accompagné d e deu x exempt s e t escort é pa r de s cavalier s d e l a maréchaussée déguisé s e n courriers . L e p r i s o n n i e r fu i reconnu; , i l salua san s affectatio n ceu x qu'i l connaissait . L a foul e s e pressai t sur so n passag e et partou t régnai t l e silenc e d e l a d o u l e u r e t d e l'effroi. De Labarr e montrai t l e plu s stoïqu e c o u r a g e . S o n confesseur, l e père Bosquier , dominicain , versai t de s l a r m e s . D e L a b a r r e l e p r e s -

sait d e dîne r avec l u i . « Prenon s u n pe u d e n o u r r i t u r e , lu i disait il , vou s a u r e z besoi n d e f o r c e s autan t q ue mo i p o u r s o u t e n i r l e s p e c t a c l e que j e vai s d o n n e r . » L e trist e r e p a s a c h e v é , l e m o m e n t

fatal approchait . « Maintenan t prenon s le café , lui dit—i l gaiement, il n e n i e m p ê c h e r a pa s d e dormir . » Il devai t fair e a m e n d e h o n o r a b l e . I l s o u t i n t ave c fermet é qu 'il

n'avait poin t offens é Dieu , i l refus a d e récite r la formul e qui lu i fut m i s e s o u s le s v e u x ; o u l a r é c i t a p o u r l u i . E t s u r so n refu s d e

présenter s a l a n g u e , le s b o u r r e a u x n e firent qu e l e s i m u l a c r e d e l a

brûler. I l reçu t l e c o u p fatal , so n c o r p s lu t précipit é d a n s l e bû cher, ce fut l a premièr e e t l'uniqu e victim e d e c e l l e h o r r i b l e p r o -

c é d u r e . L e jeune Moisne s ne resta plu s longtemp s dan s le s fers . Duval d e S o y e c o u r t . d e v e n u l'obje t d e l ' a n i m a d v e r s i o n publiqu e et déchir é pa r lé s r e m o r d s , m o u r u t e n m a r s 1 7 7 1 ; u n e s o m b r e

mélancolie avai t hât é l a f in d e se s j o u r s . Quatre a n n é e s v e n a i e n t a pein e d e s é c o u l e r d e p u i s qu e l e n o m

du chevalier d e L a b a r r e s'étai t plac é d a n s l e martyrolog e de s e r r e u r s h u m a i n e s , quan d l a vill e d e Saint—Orne r y ajout a sa pag e

sanglante. Cett e fois , l a victim e fut prise p a r m i l e peuple .

Joseph Monbaill y habitait , ave c s a femm e e t u n enfan t e n b as âge, sou s l e toi t maternel , o ù F r a n ç o i s e Groman , veuv e Monbailly ,

s e p t u a g é n a i r e , vivai t d u produi t d 'une petit e fabriqu e d e taba c qu i lui étai t c o n c é d é e p a r le s fermier s g é n é r a u x .

Françoise Groma n avai t u n fata l p e n c h a n t pou r la b o i s s o n , qu i

souvent suscit a de s querelles de f a m i l l e . L a vieille m è r e , impatient e de c e l t e tutell e exercé e pa r se s e n f a n t s s u r se s a c t i o n s e t se s goûts .


34 L E

S BAGNES .

v o u l u t s'affranchi r d e l a contrainte , e t ell e fit signifie r à so n fil s e t à s a b r u d' avoir à chercher asile a i l l e u r s . M o n b a i l l y , a t t r i b u a n t ce t o r d r e à u n m o u v e m e n t d ' i r r i t a t i o n p a s s a g è r e , n e s'e n préoccup a

pas, e t i l coucha , c o m m e pa r l e p a s s e , d a n s l a pièc e voisin e d e l a chambre d e s a mère .

Le l e n d e m a i n , à cinq h e u r e s d u m a t i n , u n e ouvrière s e présent e p o u r p a r l e r à l a veuv e Monbailly . Le s épou x n'étaien t pa s l e v é s ;

Monbailly fai t attendre ; enfi n i l pénètr e chez s a m è r e . Que l h o r r i ble spectacle ! I l l a voi t é t e n d u e , san s v i e , s u r u n peti t coffre , p r è s d e so n l i t , l e Iron t e n s a n g l a n t é e t meurtr i pa r l 'angle d e c e

meuble. La funest e nouvell e circule , u n r a s s e m b l e m e n t s e form e devan t la m a i s o n de l a veuve . D e s c o m m e n t a i r e s c i r c u l e n t s u r cett e mor t

survenue l e jour mêm e o ù le s enfant s d e l a défunte devaien t q u i t ter forcémen t s a d e m e u r e . O n a c c u s a h a u t e m e n t le s é p o u x M o n bailly. Les r a p p o r t s de s h o m m e s d e l'ar t é t a b l i s s a i e n t l a p o s s i b i l i t é d'une m o r t a p o p l e c t i q u e ; il s e x p l i q u a i e n t l a b l e s s u r e a u fron t pa r la c h u t e ; m a i s l a p r é v e n t i o n d o n n a i t a u x fait s u n a u t r e sens . Il étai t à l a c o n n a i s s a n c e d e t o u s q u e l a c o m m o t i o n produit e s u r M o n b a i l l y pa r l a v u e d u c a d a v r e d e s a m è r e avai t m i s se s j o u r s en p é r i l , e t qu'une s a i g n é e avai t ét é j u g é e indispensabl e e t p r a t i -

q u é e . Quelque s goutte s d e san g son t remarquée s s u r le ling e d e M o n b a i l l y , u n e f e m m e di t : c'es t l e san g d e s a m è r e ! et m i l l e voi x

répètent c e mot horrible . Et c e p e n d a n t l a vi e de Monbailly avai t t o u j o u r s c l é irréprochable ; i l étai t p è r e et a i m a i t ardemmen t so n f i l s . I l a u r a i t fall u q u ' i l t r o u v â t u n e c o m p l i c e d a n s s a jeune compa-

gne, d o n t l a c o n d u i t e étai t l'obje t d e l'estim e d e tou s

A u c u n e d e c e s pensée s n e m i l i t a e n s a faveur . L'aveuglemen t de l a m a s s e impos a m ê m e a u x m a g i s t r a t s ; il s n e p r o n o n c è r e n t pas l a c u l p a b i l i t é , m a i s il s o r d o n n è r e n t u n p l u s a m p l e i n f o r m e

d'une a n n é e , p e n d a n t l a q u e l l e le s é p o u x Monbaill y devaien t reste r d a n s le s f e r s . Sur l 'appel interjet é p a r l e m i n i s t è r e p u b l i c , q u i v o u l a i t p l u s , le c o n s e i l d ' A r t o i s , séan t à A r r a s , fu t sais i d e l'affaire . É loigné d u t h é â t r e de l'événement , i l j u g e a su r d e vague s i n d i c e s . I1 c o n d a m n a


E R R E U R S HUMAINES . 3

3

le mar i à souffri r l a q u e s t i o n o r d i n a i r e e t e x t r a o r d i n a i r e , à a v o i r l e p o i n g c o u p é e t à m o u r i r s u r l a r o u e , e t l a f e m m e à êtr e pendu e e t livrée a u x f l a m m e s . Ce t a r r ê t fu t r e n d u à l a m a j o r i t é d ' u n e v o i x .

Monbailly enten d ave c c a l m e ce t a r r ê t . Condui t d a n s u n c a c h o t p o u r y attendr e l ' i n s t a n t fatal , u n e m a i n cruell e lu i gliss a u n bille t e n hui t

vers , dans lesquels o n a p p l a u d i t déj à a so n supplice ;

cett e

épreuve es t accablante , i l recul e à l'idé e p o i g n a n t e qu e s a patri e a u r a so n n o m e n e x é c r a t i o n . « N o n ! l a vill e d e S a i n t - O m e r , s ' é c r i e t - i l , n ' a p o i n t e n f a n t é u n parricide! » Monbailly a a p p r i s qu e l ' e x é c u t i o n d e s a f e m m e es t a j o u r n é e , à c a u s e d e so n éta t d e g r o s s e s s e ; i l fai t de s v œ u x p o u r q u e c e déla i amène s a justification ; e t , r é s i g n é , n u - p i e d s e t e n c h e m i s e , a y a n t la c o r d e a u c o u , é c r i t e a u d e v a n t e t d e r r i è r e , p o r t a n t l e m o t parricide, i l fai t a m e n d e h o n o r a b l e d e v a n t l e p o r t a i l d e l a c a t h é d r a l e . D e l à , i l m a r c h e à l ' é c h a f a u d . . . S a m a i n d r o i t e es t a b a t t u e pa r l a h a c h e ; Monbaill y di t a v e c c a l m e : Elle n'a

point commis

le

crime!

Au m i l i e u de s plu s affreuse s t o r t u r e s , i l s o u r i t a u p è r e J o s e p h Vandesmet, p i e u x d o m i n i c a i n qu i l ' a s s i s t e e t l e r a s s u r e s u r l 'état de so n âme.. . Ell e m o n t e à D i e u , pur e d e l a s o u i l l u r e d o n t l a lo i h u m a i n e é g a r é e l e p u n i t ave c tan t d e c r u a u t é .

S o n c o r p s fu t livr é a u feu , s e s cendres jetée s a u v e n t . Le peuple , qu i avai t p r o n o n c é e n q u e l q u e sort e l a m o r t d e M o n b a i l l y , l ' i n v o q u a e n s u i t e c o m m e u n sain t e t c o m m e u n m a r t y r ; c e q u ' o n p u t conserve r d e lu i fu t v é n é r é c o m m e r e l i q u e . Deux année s a p r ès c e l t e exécution , u n n o u v e a u t r i b u n a l r e c o n n u t , p a r a r r ê t u n a n i m e e t définitif , l 'innocence de M o n b a i l l y e t d e sa f e m m e . L 'éloquent e t c o u r a g e u x avoca t M u c h e m b l e d , qu i a r r a -

c h a à l a m o r t l a veuv e d e l a v i c t i m e d 'Arras, reconduisi t à S a i n t O m e r l a veuv e d e M o n b a i l l y . S o n e n t r é e r e s s e m b l a à u n t r i o m p h e , di t M . H. P i e r s , q u i s'es t fait h i s t o r i e n d e ce t é p i s o d e de s c a u s e s c r i m i n e l l e s ; A n n e - T h é r è s e D o u e l , s o r t i e d'u n éta t voisi n d e l ' a l i é n a t i o n , p o r t a i t s u r s a têt e u n e c o u r o n n e d e l a u r i e r s . Ell e d e s c e n d i t c h e z so n s a u v e u r , n o n l o i n d e la Belle-Croix. O

n y a l l u m a s u r le , s o i r u n g r a n d fe u d e j o i e , e t

toute l a vill e fu t i l l u m i n é e . Une c r o i x , a u b a s d e laquell e étai t u n t a b l e a u c o n t e n a n t l ' a r r ê t


36 L E

S BAGNES .

J e r é h a b i l i t a t i o n , fut planté e à l 'endroit o ù q u e l q u e s c e n d r e s d u supplicié avaien t ét é d é p o s é e s . La s e r v a n t e d e Palaisea u est un des plu s triste s e t de s plu s mémo r a b l e s exemple s d e l 'incertitude des j u g e m e n t s h u m a i n s . L e drame et l a traditio n on t vulgaris é ce t é v é n e m e nt ; n o u s n e l e c i t o n s q u e p o u r m é m o i r e , c o m m e n o u s c i t e r i o ns le s c a t a s t r o p h es Calas et Sirven. J'ai choi x parm i le s victimes , e t j e prend s un e pauvr e fille d u village d e Nicautes , e n bass e Normandie. Agée d e ving t ans , un e de s plu s jolie s d 'un hamea u o ù toute s le s vierges son t jolies , Mari e Salmon quitt a e n 1 7 8 0 ses parent s e t so n village, e t pri t d u servic e che z un e dam e Duménil , dan s l a pa roisse d e Formigny . Le procureu r d u ro i a u bailliag e d e Caen , M . Revel de Breteville, était u n de s habitue s d e l a maiso n o ù Mari e servait . L e magistra l remarqua l a jeune Normande , i l eu t pou r ell e de ce s attention s qu i l'ont naîtr e souven t l'orguei l et mêm e u n sentimen t tou t autr e dan s le cœu r d e jeune s fille s pe u faite s au x attention s et au x prévenan ces de s gen s d'u n ran g élevé . Qu e s e passa—t-i l entr e Mari e Salmon et M . d e Breteville ? Le doute; existe . Seulemen t i l sembl e résulte r des pièce s d u procè s qu'un e hain e violent e et implacable avai t rem placé, dan s l e cœu r d u procureu r d u roi , le s sentiment s d e b i e n veillance qu'i l avai t témoigné s à Marie . Quoi qu'i l e n soit , Mari e Salmo n quitt a bientô t l a maiso n d e madame Duménil , et , pe u d e temp s après , ell e s e rendi t à Caen , où ell e trouv a un e plac e d e domestiqu e che z un e dam e Huet-Du parc, qu i l'accueilli t a u premie r abord . Dans cett e maiso n s e trouvaien t sep t personne s : M . e t madam e Duparc, leur s deu x fils, l'un âg é d e ving t e t u n ans , l'autr e d e onze ; leur sœur , qu i avai t dix-sep t ans ; enfin , l e pèr e e t l a mèr e d e m a dame Duparc , M . e t madam e d e Beaulieu , tou s deu x plu s qu'octo génaires. Il fu t enjoin t à Mari e Salmon de fair e tou s le s matin s un e bouilli e à M . d e Beaulieu , et ell e devai t êtr e aidé e dan s le s détail s d u m é nage pa r madam e Dupar c e t pa r s a fille . Marie S a l m o n s ' a c q u i t t a d e se s n o u v e l l e s f o n c t i o n s à l a satisfac tion d e m a d a m e Duparc .


E R R E U R S HUMAINES . 3

7

La j e u n e serrant e étai t d a n s l'usag e d a l l e r chercher , c h a q u e m a t i n , l e lai t p o u r l a bouillie d u vieillard . U n j o u r , contr e l'usage , il lu i fu t a p p o r t é ; l e poëlo n p l a c é s u r l e feu , madam e D u p a r c s'ap p r o c h a , p o r t a l a m a i n su r u n e s a l i è r e , e t s a u p o u d r a l a b o u i l l i e d ' u n e p o u d r e b l a n c h e e t brillante , tout e semblabl e à d u s e l.

La b o u i l l i e fu t s e r v i e à M . de Beaulieu . Mari e S a l m o n c o n d u i s i t m a d a m e d e B e a u l i e u à l a m e s s e , et , à so n r e t o u r , e l l e a p p r i t q u e le v i e i l l a r d r e s s e n t a i t l e s p l us affreuse s c o l i q u e s , et q u ' i l étai t sais i d e v o m i s s e m e n t s . M a d a m e D u p a r c o r d o n n a q u e Mari e S a l m o n restâ t p r è s d u m a l a d e p o u r lu i d o n n e r d e s s o i n s , e n a t t e n d a n t l a v e n u e d ' u n g a r ç o n a p o t h i c a i r e . C e frater a r r i v a , o n lu i e n j o i g n i t d e p o s e r des v e n t o u s e s , i l o b é i t . C e r e m è d e fu t c e q u ' i l devai t ê t r e , i n u t i l e , et M . d e B e a u l i e u e x p i r a d a n s d e s d o u l e u r s h o r r i b l e s . Quand l'agoni e c o m m e n ç a , u n de s fil s d e madam e Dupar c reçu t ordre d e s a mèr e d e monte r à cheva l pou r alle r prévenir d e l ' é v é nement so n pèr e absent . Duran t l e procès, c e j e u ne homm e n e r e parut plus . Marie S a l m o n a v a i t , q u e l q u e s j o u r s a u p a r a v a n t , d é p o s é s u r l e d o s s i e r d ' u n e c h a i s e u n e p a i r e d e p o c h es q u e l l e p o r t a i t d e p u i s u n e s e m a i n e , e t e n avai t m i s u n e p a i r e t o u t e n e u v e . . . M a d a m e D u p a r c r e p r o c h a u n m a l i n à s a s e r v a n t e d ' ê t r e pe u soigneuse , d e


38

L E S BAGNES.

changer trop s o u v e n t do p o c h e s , et elle l u i o r d o n n a d e reprendre les a n c i e n n e s , afin de m é n a g e r celles q u i é t a i e n t p l u s fraîches. La j e u n e fille o b é i t et r e p r i t ses poches q u i p e n d a i e n t a u d o s s i e r de l a c h a i s e , d a n s un lieu a c c e s s i b l e à tout le m o n d e . Ce jour-là m ê m e , madame Duparc, r e m a r q u a n t ou s u p p o s a n t q u e l a fatigue d o m i n a i t la jeune fille a p r è s u n e veille a c t i v e et prolongée, s'offrit à s o u l a g e r Marie S a l m o n ; elle se c h a r g e a des préparatifs du d î n e r , m i t e l l e - m ê m e le pot-au-feu, le s a l a , et fit tremper la soupe. L'heure du dîner venue, la table lut d r e s s é e p o u r sept personnes; et à peine l e potage était-il servi, et Marie S a l m o n s'avançaitelle p o u r r e m p l a c e r les a s s i e t t e s , q u e madame

Duparc

s'écria

qu'elle s e n t a i t craquer quelque c h o s e s o u s la d e n t . M a r i e S a l m o n s'était retirée à la cuisine a p r è s la d e s s e r t e , et chaq u e membre de la f a m i l l e vint se p l a i n d r e à elle d e d o u l e u r s d'estomac.

M a d a m e D u p a r c e n t r e en p o u s s a n t c e cri : Nous

empoisonnés... brûlé.

E t e l l e a j o u t e : Il sent ici une forte

odeur

sommes d'arsenic

Marie S a l m o n , i n t e r p e l l é e , ne c o m p r e n a i t rien à c e q u i se

p a s s a i t . Un h o m m e expert d a n s la s c i e n c e est r e q u i s . C e p e n d a n t , au d e h o r s , des r u m e u r s c i r c u l e n t ;

on p a r l e d'une

n o m b r e u s e f a m i l l e empoisonnée, d'un vieillard m o r t l a veille d a n s des c o n v u l s i o n s h o r r i b l e s . M a d a m e D u p a r c s e m b l e , par ses i n s i n u a t i o n s p e r f i d e s , d i r i g e r l e s s o u p ç o n s . . . Tous les amis de la maison accourent; Marie Salmon est pressée de q u e s t i o n s . . . chacun lui fait subir un interrogatoire à sa façon ; c'est une empiète sans ordre, et faite avec m e n a c e s . . . La jeune fille ne sait que répondre à tant de questions; elle s'enfuit, se réfugie dans sa c h a m b r e , se jette sur son lit, el, accablée par la fatigue, s'endort. Les flots des curieux et des faiseurs de commentaires grossissent, on viole la retraite de la jeune fille, on L'arrache de sa c o u c h e . . . Un médecin, ami de la maison, veut pousser l'enquête plus loin ; il demande à visiter les poches de Marie. La servante lui présente ses poches... Une d'elles contient, parmi des miettes de pain, une poudre blanche et luisante ; elle est s o u m i s e à l ' a n a l y s e . . . C'est de l'arsenic ! Marie S a l m o n e s t d é n o n c é e au p r o c u r e u r d u r o i , a u l i e u t e n a n t


ERREURS

HUMAINES.

39

criminel. Ce magistrat était M. Rerel.de Breteville, qui avait j u r é précédemment haine à Marie. Le c a d a v r e de M. de B e a u l i e u , e x h u m é , r é v é l a un e m p o i s o n n e m e n t . Les t é m o i g n a g e s de la f a m i l l e D u p a r c c h a r g e a i e n t

Marie;

l ' i n s t r u c t i o n é t a i t c o n d u i t e p a r un h o m m e h a b i l e et v i n d i c a t i f ; la p o u d r e t r o u v é e d a n s les p o c h e s de Marie était un a r g u m e n t q u ' i l 1

était facile de faire valoir en faveur de l ' a c c u s a t i o n , Mais c e p e n d a n t l ' o p i n i o n p u b l i q u e , m o i n s p r o m p t e a se p r o n o n c e r q u e d a n s le drame

M o n b a i l l y , s e m b l a i t peser la j e u n e s s e , les

a n t é c é d e n t s , la bonne c o n d u i t e de Marie, avec l'horreur du c r i m e d o n t on l ' a c c u s a i t , et c h e r c h e r q u e l p o u v a i t être son b u t . . . Et p u i s on v i n t à r a c o n t e r q u ' u n j o u r un D u p a r c avait a c h e t é de l'arsenic; on se d e m a n d a c e q u ' é t a i t d e v e n u le fils de m a d a m e D u p a r c , q u i n'avait point r e p a r u . La p a u v r e tille de c a m p a g n e m o n t r a u n e t r e m p e d'âme p e u c o m m u n e . S a n s a p p u i , s a n s e x p é r i e n c e des r u s e s d e l ' a c c u s a t i o n et des 1

piéges q u ' e l l e se c r o i t s o u v e n t p e r m i s de t e n d r e à la c r a i n t e , r é p o n d i t s a n s e m b a r r a s , s a n s d é t o u r s . S a franchise

elle

fut l ' a r m e la

p l u s r e d o u t a b l e c o n t r e l e s a r g u t i e s des i n t e r r o g a t o i r e s ; l a l o g i q u e de l a v é r i t é r e p o u s s a i t l e s s o p h i s m e s d o n t le b o n s e n s n a t u r e l de l ' a c c u s é e se d é l i v r a i t s a n s e m b a r r a s . Elle avait a f f a i r e à t r o p forte partie ; e l l e e u t l e s h o n n e u r s de la l u t t e , m a i s le p r o c u r e u r de B r e teville eut la p a l m e d u c o m b a t . Le r é q u i s i t o i r e de c e l u i q u i avait trouve c o n d i t i o n et digne

d'hommage,

Marie a u - d e s s u s de sa

la d é n o n ç a c o m m e i n f â m e et a u -

d e s s o u s de t o u t e s l e s c r é a t u r e s .

Cette c r é a t u r e dont il avait lait

p e u t - ê t r e e n r ê v e u n e i d o l e , il la d e m a n d a p o u r l ' é c h a f a u d . . . Et le r é q u i s i t o i r e o b t i n t la f a v e u r q u ' i l i m p l o r a i t . Le 1 8 avril

1 7 8 2 , Marie S a l m o n

c o m m e e m p o i s o n n e u s e et c o m m e La s e n t e n c e d ' a p p e l

fut c o n d a m n é e

au b û c h e r ,

voleuse !

n e fut pas f a v o r a b l e , il f a l l u t se p r é p a r e r à

m o u r i r . Q u a n d l a d e r n i è r e h e u r e fut v e n u e , e l l e d o n n a un regret au m o n d e , la p a u v r e e n f a n t ! elle ne r e n o n ç a i t q u ' a v e c a m e r t u m e au pâle r a y o n de soleil q u i d e s c e n d au fond «les c a c h o t s c o m m e u n e c o m m u n i o n m y s t é r i e u s e entre Une i n s p i r a t i o n a m e n a

la v i e et le c o n d a m n é .

un mensonge

à s e s l è v r e s : elle

dit au


.40

L E S BAGNES.

bourreau : Je suis mère! espérant q u e peut-être le lendemain on c r i e r a i t : E l l e est innocente !

Le bourreau se r e t i r a . Deux m o i s a p r è s , l e s funèbres a p p r ê t s recommencèrent.

Marie

S a l m o n leva les veux a u c i e l , se r e s i g n a , et s ' a v a n ç a vers la fatale c h a r r e t t e , q u i l'attendait au g u i c h e t de la p r i s o n . Au

lieu de l'exécuteur, elle t r o u v a un c o u r r i e r de Versailles

p o r t e u r de lettres de g r â c e . Le r o i Louis XVI avait e n v o y é un é c u y e r à f r a n c é t r i e r , p o u r e m -

p ê c h e r q u ' u n e g r a n d e iniquité s'accomplît. E t l a voix vibrante du peuple applaudit a cet acte de j u s t i c e . Le r e s t e de la vie de la j e u n e f i l l e , l e s l u t t e s d ' o r g u e i l d e s parle-

ments au s u j e t de la révision de son procès, l'engouement p o u r la s e r v a n t e de C a e n , q u i a l l a j u s q u ' a u d é l i r e et embarrassa s o u v e n t la m o d e s t e e t s i m p l e paysanne, c e l a s o r t de m o n c a d r e . J'y rentre p a r

le récit d'une c a t a s t r o p h e contemporaine, afin que les t e m p s p r é sents n'aient rien à reprocher aux é p o q u e s p a s s é e s , avec lesquelles ils o n t c o m p t e à f a i r e , en m a t i è r e de c r i m e s juridiques. J a c q u e s le F a t a l i s t e a r a i s o n q u a n d à cette question : O ù v a s - t u ? il r é p o n d : Eh! s a i t - o n o ù T o n va? Le savait—il o ù il a l l a i t , ce c i -

toyen de D o u a i q u i , v e n u à P a r i s p o u r suivre l'éducation de ses t r o i s e n f a n t s , r e n c o n t r a un m a t i n u n de ses c o m p a t r i o t e s et l'ac-

compagna chez l'officier de police judiciaire Daubenton, o ù il d e vait faire régulariser un a c t e . C'était a p r è s les g r a n d e s c o m m o t i o n s r é v o l u t i o n n a i r e s , à u n e é p o q u e o ù l e s r o u l e s é t a i e n t i n f e s t é e s de

brigands, les malles des postes fréquemment attaquées et les derniers de l'Etat e n l e v é s à m a i n a r m é e . Le c o u r r i e r de Lyon venait d'être arrêté, volé et a s s a s s i n é s u r la r o u t e de Paris a Melun ; o n é t a i t à la recherche des coupables. Au m o m e n t o ù l e s d e u x a m i s entrèrent c h e z le magistrat, s o n a n t i c h a m b r e était remplie de g e n s a p p e l é s p o u r déposer dans l ' a f -

faire d u vol de l a m a l l e , e t l à se t r o u v a i e n t d e u x f e m m e s d o n t le t é m o i g n a g e s e m b l a i t d e v o i r j e t e r du j o u r s u r cette a f f a i r e , c a r toutes

deux h a b i t a i e n t le t e r r i t o i r e s u r l e q u e l le c r i m e avait été commis, et toutes deux a v a i e n t pu v o i r l e s a s s a s s i n s assez l o n g t e m p s p o u r l e s

r e c o n n a î t r e en cas de confrontation.


ERREURS HUMAINES . — MARI E SALMON .


E R R E U R S H U M A I N E S . 41

A l 'arrivée de s deu x nouveau x venus , le s deu x femme s le s re gardent, chuchotent , le s examinen t d e nouveau ; elle s insisten t pour êtr e introduite s avant tou s prè s d e M . Daubenton, e t d é c l a r e n t s u r l'honneu r q u e d e u x de s a s s a s s i n s recherché s son t d a n s l ' a n t i -

chambre. Un l o n g d é b a t s 'établit e n t r e l e magistra t e t le s paysannes . Le s d e u x a m i s s o n t m a n d é s ; o n compar e l e u r s trait s ave c l e signale -

ment d e deu x assassin s contumaces ; u n d e ce s signalement s s e trouve e n tou s points conform e e t applicabl e a u pèr e d e famill e qui n ' a p u a v o i r l a pensé e d e q u i t t e r so n pay s n a t a l , o ù i l j o u i s s a i t d e l ' e s t i m e g é n é r a l e , p o u r v e n i r s e fair e a s s a s s in a P a r i s . L e m a g i s t r a t s e

croit dan s l a nécessité d 'ordonner l'arrestation de ces deux a c c u s e s . L'un s e n o m m a i t G u e s n o , e t l'autre , c e l u i d o n t l a physionomie

était l e calque fidèle de la figure d'un de s b r i g a n d s , étai t Josep h L esurques... Lesurques, G u e s n o , s o n t m i s e n a c c u s a t i o n e t e n j u g e m e n t ave c

un sieu r Bruer , e t le s nommés Courriol, Bernard e t R i c h a r d . La c a u s e d e G uesno e t d e Lesurque s n e paraissai t pa s devoi r i n q u i é t e r s é r i e u s e m e n t l e u r s f a m i l l e s , c'étai t u n c o n c e r t u n a n i m e

de l o u a n g e s su r le s m é r i t e s d e Lesurques ; tou s se s concitoyen s c a u t i o n n a i e n t s a m o r a l i t é . L a fortun e d e l ' h a b i t a n t d e Doua i l e m e t t a i t au -dessus de s s o u p ç o n s d 'un vo l q u i , p o u r s a p a r t , lu i eû t r a p p o r t é à penne quelque s m i l le f r a n c s . G u e s n o p r o u v a f a c i l e m e n t so n a l i b i .

Lesurques prouv a q u e , l e soi r d e l'assassinat , i l avait m o n t e s a garde à P a r i s . S e s a m i s certifièren t a v o i r dîn é ave c l ' a c c u s é , qu 'ils ne q u i t t è r e n t q u e for t avan t d a n s l a n u i t . P o u r d o n n e r p l u s d e

force a u x p r e u v e s . Lesurque s s e rappel a avoi r fai t une acquisitio n le jou r d u v o l . c h e z u n orfèvr e d u P a l a i s - R o y a l .

L'orfèvre est m a n d e ; o n o r d o n n e l a vérificatio n de se s livre s d e recettes. L a fatalit é veu t qu 'au j o u r i n d i q u é l e r e g i s t r e port e un e rature et un e s u r c h a r g e . A l o r s le s déposition s a d é c h a r g e s o n t r e -

gardées comm e m e n s o n g è r e s , t n e de s femme s persist e a souteni r q u e LeSUrque s lu i a d e m a n d é d u fil p o u r r a t t a c h e r le s c h a î n o n s

d'un éperon...Ell e l e lui a r e m i s e n mai n propre ; elle le jure devant

Dieu ci devant les hommes.


42 L

ES B A G N E S

.

Guesno e t Brue r furen t acquittés . Richard , qu i avai t prêt é de s chevaux au x assassins, fu t condamn é au x fers . Bernard, Courrio l e t Lesurque s furen t condamné s à mort . Courriel, e n avouan t so n crime , cherch a à en atténue r l'horreu r en sauvan t u n innocent . I1 déclar a n 'avoir jamai s e u d e relation s avec Lesurques, et il expliqu a l'erreu r de s témoignage s e t de l a j u s tice pa r l a ressemblanc e frappant e qu i existai t entr e Lesurque s et un coupabl e qu i avai t p u échappe r au x recherches . La confessio n d e Courrio l pass a pou r u n roma n achet é pa r l a famille d e l 'accusé. Lesurques mont a su r l'échafaud , e t l'institutio n d u j u r y e n matière criminelle , encor e enfant , reçu t l e baptêm e dan s l e san g innocent. Le s parrain s furen t le s juré s d e Versailles . À quelqu e temp s d e là , u n homm e extrai t d'u n d e no s bagne s était remi s entr e le s main s de s agent s d e police , pou r subi r un e toi lette conform e à un e not e détaillé e su r u n procès-verba l criminel , et quan d ce t homm e eu t revêt u le s habit s qu'o n avai t fai t prendr e à Josep h Lesurques , l e j o u r o ù i l du t comparaîtr e devan t le s t é moins, o n mand a le s deux femme s d e Lieursain t qu i avaien t dit , e n voyant Lesurques : Voil à l'assassin ! O n leu r présent a l e forçat.. . Et, comm e s i l e cie l eû t envoy é l e spectr e d e l a victime.. . ce s fem mes reculèren t d'horreur , e n crian t : « L e voilà! c'es t l u i ! . . . Oui , c'est lu i qu i a commi s l e c r i m e ! . . . » Et quan d elle s viren t qu e c e n'était poin t l à un e illusion , mai s un e effrayant e réalité , e t qu e le fantôm e étai t un e second e individualit é vivante ; qu e c 'était, en u n mot , l e galérie n Dubosq , l e complic e d e Courriol , l'as sassin d u courrie r d e Lyon.. . C e fu t alor s de s larme s tardives , un repenti r impuissant . E t le s juge s n e trouvèren t rie n d e mieu x à fair e qu e d e lave r l e san g d e l a victim e pa r l e san g d u cou pable. Dans ce terrible drame , ave c l a vi e e t l 'honneur d e Lesurques , i l y eu t e n j e u s a fortune . L'opinio n lu i a rend u l'honneur , mai s se s biens restèren t longtemps , e t son t peut-êtr e encor e e n partie , l ' i n demnité qu e l 'Etat s 'est attribué e pou r l e vol don t Lesurque s n e fu t pas l'auteur . Un honorabl e s é n a t e u r d e l'Empire , M . Jacqueminot , c o m t e d e


E R R E U R S HUMAINES . 4

3

H a m , repouss a d e s a dotation , pa r u n nobl e refus , un e propriét é patrimoine d e Lesurques . Il a fall u q u e , p e n d a n t d e l o n g u e s a n n é e s , l ' é l o q u e n t e t bo n M. M é r i l h o u a r r a c h â t o b o l e p a r o b o l e , de s griffe s d u fisc , l ' h é r i tage de s e n f a n t s d e l a v i c t i m e d e D o u a i . J e l'a i v u à

cett e tâche ,

q u ' i l avai t a c c e p t é e c o m m e u n e s a i n t e c a u s e . L a veuv e e t l a fill e d e Lesurques, a s s i s e s a u p r é t o i r e , r é f u g i a i e n t l e u r d o u l e u r p r è s d e l a

toge d e l ' a v o c a t , c o m m e c e s p r e m i è r e s chrétienne s qu i avaient lo i ardente a u touche r d e l a rob e d u Sauveur .

Le comba t a ét é lon g e t pénible , e t souven t i l a fall u qu e l'élo quence et la chaleur de l 'âme vinssen t e n aid e à l a logiqu e et a u bo n droit. Maintenant, i l manqu e à la mémoir e d e Lesurque s l a réhabilita tion; e t l e deui l perpétue l qu e port e s a fille di t a u moin s qu'ell e attend encor e cett e réparatio n solennelle . L'ancien cod e dressait , d u moins , un e croi x expiatoir e su r l a place o ù Monbaill y mouru t ! Pourquoi ajourne r cett e l o i ? . . . Est-c e don c dan s l a craint e d'a voir tro p souven t à l'appliquer ? Qu e l a génératio n présent e soi t mieux conseillée , et qu'ell e s e hât e d e couvri r l a faut e d e cell e qu i l'a précédée , afi n qu e le s sienne s s e couvren t dan s l'avenir . Ce qu e Courrio l tent a vainemen t d e fair e e n faveu r d e L e s u r ques, u n autre , plu s scéléra t peut-êtr e qu e l'assassi n d u courrie r de Lyon , l'accompli t a u profi t d'u n innocen t qu e l a lo i avai t c o n damné. C'était sou s l'Empire ; u n meurtr e avai t ét é c o m m i s ; le s coupa bles étaien t tous sou s la main d e l a justice , mais no n pou r c e crimel à ; leu r band e avai t ét é saisi e pou r d'autre s forfaits , e t allai t le s expier su r l'échafaud . Quan t a u meurtr e don t nou s parlons , l a vin dicte publiqu e s'étai t contenté e d'e n demande r satisfactio n à u n pauvre diable , convainc u d'assassina t pa r cel a seu l qu'i l y avai t pour lu i intérê t à c e que l 'assassinat existât. Raisonnemen t qu i s e reproduit dan s u n gran d nombr e d'acte s d'accusation . Il étai t h é ritier d e la victime, donc i l devai t êtr e l 'assassin. Le j u ry avai t admi s cette conséquence , e t Verse , c'es t l e no m d u condamné , gémissai t en priso n a u momen t o ù l e bourrea u commençai t à exécute r l a


44 L E

S BAGNES ,

nombreuse band e de s a s s o c i e s , a laquell e o n n 'avait pa s demand e c o m p t e d u c r i m e d o n t l 'erreur avai t charg é u n innocent . Il r e s t a i t e n c o r e deu x de s brigand s à e x é c u t e r , e t c o m m e i l y

avait rud e b e s o g n e , e t , e n t e r m e s d u terroir : foul e à gerber à la passe . o n m e n a i t le s c o u p a b l e s à t o u r d e r ô l e à l 'échafaud. U n d e c e u x q u i a t t e n d a i e n t s e pri t tou t a c o u p d ' u n s e n t i m e n t d e piti é

p o u r l e malheureux, q u i partageai t l e c a c h o t ave c l a band e déci m é e p a r l a m o r t . Ce t h o m m e , q u i taisai t u n r e t o u r s u r so u i n s e n s i b i l i t é e t qu i é p r o u v a i t u n r e m o r d s , s e n o m m a i t Poncy , e t avai t a c q u i s u n e é p o u v a n t a b l e c é l é b r i t é pa r s a froid e c r u a u t é . I l li t m a n der l e présiden t de s a s s i s e s , e t lu i di t q u ' i l es t t o u c h é , c o n t r e so n

h a b i t u d e e t s a n a t u r e , d e la position d e Verse, qu i v a perdre l a tète p o u r u n c r i m e qu e lui , P o n c y , se s camarade s m o r t s , e t u n qu i a t tend so n t o u r , on t c o m m i s . Le s p r e u v e s s o n t f o u r n i e s , l e lie u o ù le c a d a v r e es t enterr é es t i n d i q u é , le s fait s s o n t r e c o n n u s v é r i t a b l e s .

Verse échapp a ains i a l 'échafaud, i l fu t rend u a sa f a m i l l e ; u n de s assassins, qu i avai t pri s u n e par t activ e a u crime, reçu t so n châti m e n t , e t Poncy , c o n t r e so n a t t e n t e , v it l a p e i n e d e m o r t c o m m u é e

pour lui e n galère s perpétuelles. C'es t u n de s c o l o n s d u b a g n e d e

Toulon. Le j u r y d e Versaille s effaça, autan t q u ' il étai t possible , l 'impression d u verdic t L e s u r q u e s , quan d s e p r é s e n t a d e v a n t lu i l a pauvre Julie.lacquemin. L 'accusation avai t c o n q u i s cett e tèt e p o u r l 'écha-

faud d e Paris . Ce que l a voi x puissant e d u célèbr e Bellart , c e que sa c o n v i c t i o n d 'homme é c l a i r é , c e qu e so n éloquenc e d 'avocat n ' a vaient p u o b t e n i r , u n s i m p l e défau t d e f o r m e , un e omissio n d a n s la copi e d 'un procès-verba l l 'a g a g n é . L ' a r r ê t d e l a c o u r d ' a s s i s e s de la S e i n e annul é p a r l a c o u r s u p r ê m e , l'accusé e vin t s ' a s s e o i r su r les b a n c s d e l a c o u r c r i m i n e l l e d e Seine -et-Oise.

Bellartse présent a d e n o u v e a u ; il demanda l a vie , l 'honneur, l a

l i b e r t é pou r sa c l i e n t e , e t l e jury le s lu i accorda . Toutes le s e r r e u r s d e greff e n 'eurent pa s t o u j o u r s de s consé quences s i h e u r e u s e s . Quelque s a n n é e s a v a n t l ' a b o l i t i o n d e l a flétrissure, un e femm e fut c o n d a m n é e a l ' e x p o s i t i o n , et l e c o m m i s 1

Exécuter .


ERREURS HUMAINES . 4

!

chargé d e l a rédactio n e t l a transcriptio n d e l'écritea u que l'exécu teur plac e a u - d e s s u s d e l a têt e de chaqu e expos é s e trompa , et ind i qua l a marque p o u r cell e qu i n e devai t pa s l a subir .

Les protestation s d e l a victim e furen t vaines , se s c r i s i n u t i l e s l'exécuteur le s regard a c o m m e u n e d e c e s r é s i s t a n c e s habituell e dont i l n e faisai t a u c u n c a s : i l accompli t so n œuvre !


40 L E

S BAGNES .

E n r e m o n t a n t plu s h a u t d a n s l ' h i s t o i r e j u d i c i a i r e , o n t r o u v e l e frère d e C a r t o u c h e p e n d u p a r d i s t r a c t i o n d u b o u r r e a u . Le b a g n e a a u s s i d e s e x e m p l e s de s i l l u s i o n s d e l a c o n s c i e n c e , e t on y t r o u v e s o u v e n t l a p r e u v e d e s b o r n e s é t r o i t e s d e l ' i n t e l l i g e n c e h u m a i n e , q u a n d e l l e s e r e n d l ' a r b i t r e s u p r ê m e de s fait s d o n t e l l e pèse l a criminalité . D a n s u n d e se s i n t é r e s s a n t s M é m o i r e s , a u x q u e l s i l s e r a i t à d é s i r e r q u ' on d o n n â t u n e i m m e n s e p u b l i c i t é , a u m o m e n t o ù l a q u e s t i o n des t r a v a u x f o r c é s s e j u g e s a n s ê t r e p l a i d é e , M . G l a i z e , c o m m i s s a i r e du b a g n e d e B r e s t , c i t e l e fai t s u i v a n t : « 2

Nou s a v o n s v u u n e f a -

« m i l l e, c o m p o s é e d e l a m è r e , d u frèr e a î n é , d e l a femm e de; c e « f r è r e , e t d ' u n e j e u n e p a r e n t e , q u i a fai t à pie d p l u s d e q u a r a n t e « l i e u e s p o u r v o i r u n c o n d a m n é . I l s p l e u r a i e n t tou s e n l e s e r r a n t « d a n s l e u r s b r a s , e n l u i d o n n a n t le s n o m s l e s p l us t e n d r e s , p a r m i « l e s q u e l s j ' e n t e n d i s c e s m o t s : Notr e s a u v e u r ! « S a n s e x p r i m e r m a s u r p r i s e , e t c o m m e s i j e c o n n a i s s a i s l'ai — « freu x m y s t è r e , j ' a i d it à p l u s i e u r s r e p r i s e s à l a m è r e , a u f r è r e , à « l a sœur , à la j e u n e parent e : Aime z bie n c e pauvre g a r ç o n , i l es t « bie n dou x e t bie n tranquille ; n e l'oublie z pas . « L ' o u b l i e r ! s ' é c r i è r e n t - i l s d a n s l e u r s a n g o i s s e s ; l'oublier , m o u « s i e u r, c ' e s t u n e v i c t i m e , u n m a r t y r ! « E n t e n d - o n b i e n c e s m o t s : V i c t i me et m a r t y r ? « Dan s notr e convictio n i n t i m e , c e j e u n e h o m m e , qu i n' a pa s « e n c o r e v i n g t a n s , e st i n n o c e n t , e t s'es t d é v o u é p o u r . . . u n a u t r e . Il fut condamné à la pendaison sou s les aisselles, sort e d'exposition ; l'exécuteu r l e pendit par le cou . 1

* Lors de mon voyag e à Brest, et pendant mon séjour dans cette ville, l a méfiance na turelle que j'a i de s complaisances administratives, en matière de renseignement , m'a fait rechercher les matériaux de mon livre e n dehor s de s communication s officieuse s que j'aurais p u sollicite r d e M. Glaize. J'ai regre t d e n'avoir point, e n celt e circonstance , dévié de mes habitudes . Depuis qu e j'ai publi é le s premières livraisons de cet ouvrage , j'ai ét é à même d'apprécier les écrit s d e M . le commissaire du bagne , e t l'indépendance et l'élévatio n d e ses idées pratiques , ennemie s des utopies hasardeuse s et ele s novation s brusques. Avan t de terminer mon livre, je reverrai Brest , e t je ne croirai plu s qu'il est nécessaire de s'y cacher, quan d on recherch e des documents utiles à la science d e l'humanité. MAI IUCE-ALHOY .

Toulon, l e 27 juillet 1844.


ERREURS HUMAINES . 4

7

« L a vérit é ser a connu e u n j o u r ! » Ce fai t d o n n e m a t i è r e à de s réflexion s à l a foi s s é r i e u s e s e t p é nibles. S i u n c o n c o u r s d e c i r c o n s t a n c e s , l a visit e d ' u n e f a m i l l e e n t i è r e , à u n c o n d a m n é , l ' é m o t i o n spontané e q u i e n es t r é s u l t é e n ' a v a i e n t fix é l ' a t t e n t i o n d'u n o b s e r v a t e u r à

l'espri t exercé , a u

c œ u r q u i , s u r - l e - c h a m p , sen t e t saisi t l a v é r i t é , c e q u e n o u s v e n o n s de r a p p o r t e r s e r a i

t p e u t - ê t r e rest é é t e r n e l l e m e n t enseveli . O n

p e u t , j e l e c r o i s , c o n c l u r e d e l à q u e b o n n o m b r e d e fait s qu i p e u v e n t différe r e n t r e e u x p a r l e s d é t a i l s , m a i s d o n t u n e sublim e a c t i o n es t l e p i v o t , r e s t e n t i g n o r é s faut e d ' u n h a s a r d , d'u n c a s f o r t u i t , d'u n rayo n d e l u m i è r e q u i l e s r é v è l e n t . Ce q u e n o u s d i s o n s l à s ' a p p l i q u e m e r v e i l l e u s e m e n t à l ' h i s t o i r e d'un j e u n e c o n d a m n é don t le s bagne s rediron t bie n longtemp s encore l e n o m . U n dévouemen t mystérieux , rest é i m p é n é t r a b l e , y envelopp e s a v e n u e ; o n veut , mai s v a i n e m e n t , perce r cett e nui t t é n é b r e u s e ; o n s e per d e n c o n j e c t u r e s , e t a p r è s a v o i r e x a m i n é e n tous s e n s l ' a c t i o n d e c e c o n d a m n é , e s p é r a n t t r o u v e r so n m o b i l e , on e n r e v i e n t à c o n t e m p l e r e t a d m i r e r l e fai t e n l u i - m ê m e . A u x e n v i r o n s d e l a vill e d e C a h o r s , deu x r o b u s t e s h a b i t a n t s d u pays s o n t a t t a q u é s p e n d a n t l a n u i t e t d é v a l i s é s p a r p l u s i e u r s b r i gands a r m é s . L ' o b s c u r i t é e m p ê c h e d e r e c o n n a î t r e le s c o u p a b l e s , mais deu x paysan s son t désignés , pui s après

, le s a c c u s a t e u r s ,

c r o i e n t s ' ê t r e t r o m p é s , il s e n n o m m e n t troi s a u t r e s , p a r m i l e s q u e l s , d i s e n t - i l s , est u n e n f a n t t r o u v é n o m m é J o s e p h , q ui h a b i t e l a c o n t r é e . Deux a c c u s é s , n e p o u v a n t p r o u v e r l e u r a l i b i , s o n t c o n d a m n é s aux travau x f o r c é s ; J o s e p h es t d e c e n o m b r e . A quelqu e temp s d e là , un e chaîn e v o l a n t e arriv e à 1

Rochefort .

Un de s a g e n t s d e l a c h i o u r i n e s e p r é p a r e à fair e l a toilett e d u força t d o n t l a c a r t o u c h e p o r t e l e n o m d e J o s e p h , a v e c l ' i n d i c a t i o n : Travaux forcés à perpétuité. Ce c o n d a m n é p a r u t v o u l o i r s e d é r o b e r a u x visite s m i n u t i e u s e s et s o u v e n t b r u t a l e s q u e s u b i t tou t n o u v e a u d é b a r q u é . I l m e t tan t d ' o p i n i â t r e t é d a n s se s r e f u s , q u ' o n v a a v e r t i r l e c o m m i s s a i r e d u b a g n e . I l m a n d e J o s e p h d a n s so n c a b i n e t . L à , le s refu s r e c o m m e n -

1

U n détachemen t po u nombreux . J 'expliquerai ce mot plu s loin .


48 LE

s BAGNES

.

cent. Usan t pou r lu i d e plu s de patienc e qu'o n n'e n me t d'ordi naire, o n lu i demand e de d o n n e r quelque s raison s plausible s d e son o b s t i n a t i o n . L e jeun e condamn é répon d pa r des l a r m e s . U n g a r d e - c h i o u r m e m e t brusquement l a m a i n s u r l u i , enlèv e s a veste , le d é p o u i l l e d ' u n e parti e d e se s vètements.. . c' est une j e u n e fill e ! . . . elle es t flétrie

de s l e t t r e s : T. P. !

Son sex e r e c o n n u , ell e déclar a s e nomme r Marie, s e dit âgée d e vingt-trois ans , p r o t e s t a d e so n i n n o c e n c e , et persist a d a n s l e refu s

de trahi r l e mystèr e don t ell e s'enveloppait . Que s'était—i l pass e depui s l a condamnation ? .Mari e s'était -elle s u b s t i t u é e à Joseph ? L e bourrea u avait-i l c o n s e n t i a r e c h a n g e

quand i l approch a le fer brûlant de so n épaule n u e ? Ou bie n faut-i l croir e qu e celu i que l e j u r y avai t d é c l a r e u n

m e u r t r i e r étai t cett e j e u n e fille qu i p l e u r a i t a u t o u c h e r d'u n garde -

chiourme. Si Mari e o u Josep h n'étai t qu'un , c e secret ignor é dan s l a c o n trée qu'i l habitai t formai t u n e preuv e d e l a puret é d e se s mœurs. c'est l à u n de s mystère s n o m b r e u x qu e c a c h e n t le s bagne s et que l e t e m p s o u de s c i r c o n s t a n c e s f o r t u i t e s expliquen t p a r f o i s . Marie fut t r a n s f é r é e a l a priso n S a i n t - M a u r i c e .


E R R E U R S HUMAINTS

. 49

Nous n e voulon s pa s conclure , die u m e r c i ! d e c e qu e nou s ve nons d'énumérer , qu e l'actio n d e l a justic e n e soi t pa s d e l a n é cessite l a plu s absolue ; nou s voulons , a u contraire , qu'ell e soi t libre, qu'aucu n lie n n e l a paralyse . Tout homm e qu i a promen é u n œi l philosophiqu e su r c e mond e y a reconn u d 'horribles vice s et d 'éclatantes vertus . Le s vices y fon t frémir le s vertus qu i leu r serven t d e raillerie s e t d e risées ; e t i l es t à remarque r qu e dan s notr e civilisatio n modern e le s vice s e t le s vertus son t poussé s l'u n pa r l'autr e à leu r dernie r degr é d 'excentricité. I l fau t don c de s loi s pou r puni r le s crime s et protége r le s vertus. La civilisation , pa r toute s le s merveille s qu'ell e enfante , a droi t à l'admiratio n de s homme s éclairés , san s nu l doute ; se s bienfaits, personne n e le s reni e puisqu'il s s'étenden t su r tous . Mai s n'y a u rait-il pa s a u fon d d e toute s ce s chose s à l a foi s s i brillantes , s i séduisantes, u n relâchemen t effrayan t pou r l e penseur , l e m o r a liste qui , d 'une mai n hardie , déchir e c e résea u d 'or e t de pierreries , et gémi t e n contemplan t d 'un œi l attrist é c e qu'i l recouvre ? Placés su r l e terrai n de s plu s haute s question s sociales , nou s pourrions prolonger , étendr e no s réflexions ; nou s pourrion s dir e surtout qu e s i l a justice, et nou s l'approuvon s de toute s no s forces, est prompt e a frappe r l e crime , ell e es t plu s qu e lent e à reconnaî tre se s erreurs. L e sang innocen t d e l'infortun é Lesurqu e crie , mai s vainement, à l a port e d u templ e d e l a justic e : Juges , vou s vou s êtes trompés.. . Et Lesurqu e es t toujour s a u nombr e de s criminel s ! Arrêtons-nous. Quelque s chiffre s ajouteron t d e l a forc e a u récit . Pendant cin q années , quarante-cin q arrêt s d e mor t on t ét é c a s sés pa r l a cou r suprêm e pou r défau t d e forme . On a recommenc é ces quarante -cinq procè s criminels . D'autres juré s on t prononcé . Vingt e t u n coupable s seulement on t ét é condamné s à perdr e l a vie. Vingt e t u n on t ét é repri s à l'échafaud ! Douze accusé s ont sub i un e diminutio n d e peine ; neu f ou i été reconnus innocent s ! ! !


IV

BONNETS VERTS . — BONNET S ROUGES. — BONNET S VIOLETS.—BONNET S BRUNS.—LE S TURBANS. — LES ARLEQUINS .

On a di t souven t qu e recueilli r le s anecdote s su r l a vi e de s con damnes, c'es t excite r l'orgueil d'un e class e réprouvée , e t conquéri r pour ell e cett e dangereus e sympathi e qu i peu t pousse r l'êtr e faibl e à l'imitation . D'après c e raisonnement , l'actio n l a plu s agissant e su r l e sen timent qu'u n crimine l a d e s a valeur , e t l a plu s capabl e d e l e surexciter, es t san s contredi t l e réquisitoir e d u ministèr e publi c ; car jamai s historie n de s lieu x d e reclusio n ne ser a peintr e auss i expressif, auss i ho u colorist e qu e l e magistra t qu i s inspir e d e so n devoir pou r saisi r jusqu'au x trait s le s moin s saillant s d e l a phy sionomie condamné e à pose r devan t lui . Dan s le s chaleureuse s pa roles d e l'accusatio n son t le s plu s saisissante s analyse s d u dram e sans li n de s assises . Qu'est—ce , a coté d e cela , qu e quelque s page s d'un volum e d e tourist e o u l'esquiss e d'u n visiteu r san s manda i officiel? Quant à l'expressio n d e craint e qui s e fai t entendr e dan s l'inté rêt de s être s enclin s a u mal , c'es t u n éch o d e ce s lieu x communs , pensées bâtarde s que null e paternit é n e vien t réclame r ni défendre . Non, l a publicit é donné e à des scène s d e l a vi e flétri e don t l e dé -


B O N N E T s v E R T S , E T C . 5l

noùment rée l es t l'échafau d o u l a pris e d'habi t d u bagne , n 'est pas un e i n i t i a t i o n a u \ ice ! Les a u m ô n i e r s e t le s s i e u r s hospitalière s de s C H i o u r m e s , qu i r e çoivent p l u s d e C O n f e s s i o ns s i n c è r e s qu e l a justice, n e m ' o n t j a m a i s dit a v o i r e n t e n d u u n força t a c c u s e r l a nal le

Droit, le

Gazette des Tribunaux, le jour-

s l i v r e s d e M . Apper t o u d e M . Lauvergne , d e

l'avoir e n t r a î n é h o r s d e l a bonn e voi e e t d e Vavoir fait tomber dons le malheur (terme c o n s a c re p o u r s i g n i f i e r êtr e c o n d a m né au x g a l è r e s . Je dira i plu s loi n o ù l e b a g u e recrute , o ù i l a se s r a c o l e u r s , se s é c o l e s p r i m a i r e s , se s n o v i c i a t s , se s g y m n a s e s , se s comptoirs , se s

o a s i s , e t où i l trouv e so n Hôtel—Dieu , e t mêm e so n hôte l de s I n v a lides.

Quand o n s e met en quêt e de la vérité, i l faut l a suivr e partou t où elle s e c a c h e , e t n e pa s r e c u l e r a l o r s mêm e qu e l'atmosphèr e es t

putride. Loin d e m a s q u e r c e t e r r a i n f a n g e u x , j e pens e qu e l e momen t es t

v e n u d e l e d é c o u v r ir s u r s a plu s large surface possible . L'étud e des c l a s s e s d a n g e r e u s e s q u e c e r t a i n s p u b l i c i s t e s proclamen t c o m m e

très-avancée, pou r s attribuer u ne part d e l'œuvre , es t m a l h e u r e u s e m e n t e n c o r e c h e z n o u s à l'éta t d'ébauche . L e scalpe l a à p e i n e

effleuré l'épiderm e d u cadavre . Une revue lente e t sévère des popu lations c o m p a c t e s de s c h i o u r m e s . passé e d a n s u n bu t d e r e f o r m e

patiente e t réfléchie , a v a n c e r a i t beaucou p plu s l e perfectionnement du r é g i m e péna l qu e le s c o n c e s s i o n s a c c o r d é e s a u momen t d'êtr e d o n n é e s c o m m e c a l m a n t a cett e f i è v r e d e contrefaço n qu i n e v oit

de salu t pou r la sociét é q u e dans le s cabanons américains . Si Mercie r d e l a Convention , l e peintr e humorist e d u tablea u de Paris , d o n t l a p h r a s e fouettai t a u vi f quan d i l parlai t p r i s o n , h o s p i c e , h u m a n i t é , eû t assist e a ce s s i n g u l i e r s c o n g r è s i l n e s'agi t pas ic i d e l a c h a m b r e de s d é p u t é s ) o ù le s a p ô t r e s d e la lo i n o u v e l l e

ont glorifi é le s miracles lointain s qu'ils vont renouveler en F r a n c e , M e r c i e r s e fût l e v é , e t s'i l n'eû t pa s d e m a n d é , pa r u n e d e ce s b o u -

tades qu i lu i étaien t f a m i l i è r e s , qu'u n de s p h i l a n t h r o p e s voulû t

bien s e dévouer e t fair e s u r lui—mêm e l'expérienc e d e cett e i n o c u lation inoral e c a r l e philanthrop e l e plu s sai n a bie n e n c o r e e n lu i

quelque parcell e d e veni n à éteindr e . i l s e fût d u moin s écri é :


52 L E

S BAGNES .

«O vou s qu i ave z d é c o u v e r t l e m o y e n d e r e n d r e le s h o m m e s m e i l leurs a u m o y e n d'un e form e d e priso n j u s q u ' à c e j o ur inusitée , cessez p e u r u n m o m e n t d e n o u s p a r l e r d e l a coup e d e vo s p i e r r e s , et hâtez— VOUS d e n o u s d i r e U n n o m , u n seu l n o m d e c o u p a b l e r é g é n é r é ! M o n t r e z - n o u s u n d e vo s é c h a n t i l l o n s , afi n q u e j e m ' é c r i e avec e n t h o u s i a s m e : Voil à l'œuvr e d e l a p h i l a n t h r o p i e , voil à c e qu'elle a fait ! J u s q u ' à p r é s e n t , nou s n e savon s qu e c e qu'ell e a dit. » R e v e n o n s au x b a g n e s . A défau t d ' u n e c l a s s i f i c a t i o n d e p e i n e p o u r c h a q u e degr é d e h a u t e c r i m i n a l i t é , l a lo i a fai t l e s u p p l i c e éga l p o u r u n g r a n d n o m bre don t l a s o u i l l u r e n ' e s t pa s é g a l e . Elle a di t à t o u s , s a n s d i s t i n c t i o n , V o u s porterez

la

veste

rouge . 1

I1 y a e u s e u l e m e n t d i s t i n c t i o n d a n s l a d u r é e d u s u p p l i c e , e t l a coiffure m a r q u e l e t e m p s d e l ' e x p i a t i o n . A c e u x q ue l a p a s s i o n a r e n d u s m e u r t r i e r s , s a n s q u e l a r a i s o n ai t eu l e t e m p s de s e p o s e r e n t r e l a p e n s é e e t l e c r i m e , à c e s h o m m e s q u i o n t tu é p r e s q u e s a n s i n t e l l i g e n c e d e l e u r a c t e , e t q u e l e c o d e a f r a p p é s , c o m m e l a j u s t i c e frappai t a u x v i e u x s i è c l e s l e t a u r e a u convaincu d ' h o m i c i d e , à c e l u i qu i a a p p e l é l a v i o l e n c e a u s e c o u r s d e ses a p p é t i t s d e b r u t e , au x c o m p l i c e s r e p e n t a n t s d e c e s a l c h i m i s t e s c r u e l s qu i c h e r c h e n t l ' o r d a n s l e s a n g , à c e u x q u i , p l u s t i m i d e s , o n t i m i t é a v e c p l u s o u m o i n s d ' a d r e s s e l ' œ u v r e d e l a f a b r i c a t i o n de s m o n n a i e s , à l'incendiaire , a c e s r é f r a c t a i r e s i n c o r r i g i b l e s q u i g r o s sissent, à

chaqu e mis e e n libert é o u à chaqu e évasion , l e c u m u l

d e s r é c i d i v e s , à l ' a s s a s s i n , a u p a r r i c i d e q u e l a piti é d u j u r y a a r raché à l ' é c h a f a u d , la loi a imposé le bonnet vert. A v a n t 1 8 3 0 , l e fe r b r û l a n t m a r q u a i t à l ' é p a u l e ce, h i d e u x t r o u peau de s l e t t r e s T . P . t r a v a u x p e r p é t u i t é , c r u a u t é i n u t i l e q u ' o n justifiait alor s c o m m e o n justifi e aujourd'hu i d'autre s tortures . Voyons le s grande s p h y s i o n o m i e s q u i , à notr e é p o q u e , on t par u sous l e b o n n e t vert , e t celle s q u ' o n y trouv e e n c o r e . L ' e n s o i g n e L a veste du forçat , au x termes du règlement, es t une casaque en mouy rouge garance, Sans boutons ni collet ; mai s sa form e vari e suivan t les localités; quelquefois o n tolère un petit collet droit , de s bouton s e n os. L a vest e port e su r plusieurs d e ses partie s l'em preinte GAL . en noie. 1


JUIFS MOE

L FORÇAT A

PERPETUIT E


BONNETS V E R T S , E T C .

ment que je tirerai des faits viendra après. J'élargis l'espace et je prends indistinctement dans les chiourmes de Rochefort, de Brest et de T o u l o n .

Quand Charles N o d i e r , a l'exemple des romanciers e s p a g n o l s , d o n n a à sou

héros Jean Sbogar plusieurs n o m s ou plutôt p l u s i e u r s

masques, plusieurs n a t u r e s , et p o u r ainsi dire plusieurs individualités d o n t il faisait usage s u i v a n t les i n c i d e n t s de sa Vie agitée . l ' é c r i vain n e croyait pas être en cela le plagiaire des s o m m i t é s du bagne.

la prévoyance du f o r ç a t , h o r s l i g n e , lient t o u j o u r s en réserve plusieurs baptistaires, p l u s i e u r s actes d'état civil; c'est ainsi que souvent

il é c h a p p e a l'application de la loi des récidives.

Quand le célèbre S a l v a d o r , dont je vais dire la vie, c o m p t a i t

parmi les justiciables des assises, il dut souvent à u n n o m vierge de c o n d a m n a t i o n l ' i n d u l g e n c e des juges. Il paraît que son véritable était Jean

nom

Ferey.

On pouvait comparer S a l v a d o r a M a n d r i n p a r le c o u r a g e de la résolution, avec cette différence qu'il ne se servit j a m a i s de ses a r m e s que p o u r se défendre. Il avait la vivacité de conception et la promptitude d'exécution de Cartouche. I1 s ' é c h a p p a trente-deux fois de prison,

et neuf fois des b a g n e s .

Grand et de proportions p a r f a i t e s , il portait avec aisance tous les costumes; sa l i g u r e était marquée d ' u n e c e r t a i n e d i s t i n c t i o n ; il d o n n a i t à v o l o n t é à sa

physionomie u n e expression de f e r m e t é et de

douceur qui le s e r v a i e n t

admirablement

dans

ses nombreuses

aventures.

Salvador dut sa chute a u n p r o f o n d s e n t i m e n t d'orgueil blessé et peut-être aussi à un de ces grands ébranlements que certaines c o n s t i t u t i o n s ne peuvent é p r o u v e r sans que leur ordre moral n'en ressente l a r é a c t i o n . S a l v a d o r était n é g o c i a n t dans une ville du

nord de la France, il était marié; à son retour d'un voyage e n t r e pris p o u r

ses i n t é r ê t s , il trouva sa maison d é s e r t e , sa f e m m e avait

pris la fuite avec un jeune commis. Les magasins é t a i e n t d é v a l i s é s , la caisse pillée. La en

pensée d'être le j o u e t de l'opinion publique, t o u j o u r s cruelle

pareille

mes;

il fuit

circonstance, é l o i g n a S a l v a d o r du c o m m e r c e des h o m la ville. O n t r o u b l a sa

retraite par des m e n a c e s de


54 L E

S BAGN E S

poursuites commerciales . I l s'irrit a contr e ceu x qu i réclamaien t à juste titr e leu r bien , e t i l s e li t u n titr e à se s yeu x d e cett e persécu tion pou r fair e un e guerr e implacabl e a u bie n d e tous ; i l n'aspir e plus qu' à un e célébrit é honteuse . Il es t condamn é à Pari s à di x an s d e fer s pou r v ol ave c effraction et à l a i d e d e fausse s clefs. I l s'évade , mai s est repris . Cin q an s s e passent, u n nouvea u vo l ave c complicit é lu i vau t un e nouvell e condamnation d e douz e années . Arrête, aprè s avoi r lutt e contr e douz e agent s d o police , blessé , meurtri d e coups , e t prê t e n apparenc e à rendr e l e dernier soupir , il est condui t a la Force , o n l e plac e dan s un e infirmeri e qu i donn e sur l a ru e Pavée , s a gaieté l e sui t su r l e lit d e souffrance , i l s e dis trait pa r l'espèce d'autorit é qu'il exerce su r se s confrères . I l établi t et distribu e de s primes . « Quell e est , disait -il a u n condamn é qu i lu i demandai t de s secours, l a caus e d e t a détention ? — J'ai volé . — O u o i ? — Une montre en argent . — V a - t ' e n . infâm e » Un autre succédai t : « Pourquoi t' a-t-on arrête ? — j'allai s force r un e caisse ; mais , surpris.. . — Brav e ! prend s cell e poigné e d'or . » Cependant se s blessure s étaien t profondes , so n ma l empirait , l e médecin I avertit qu e s a mor t étai t prochain e ; l e moribon d s e rési gna. Le lendemain , i l n'y avai t plu s d e Salvador.. . a l 'infirmerie, i l roulait dan s un e chais e d e post e su r l a grand'rout e e n compagni e d'une dam e mystérieus e qu i avai t facilit e l 'évasion. L e capti f avai t fait u n tro u a u mu r d e l'infirmerie , et avai t gagn e l a ru e pa r esca lade o u plutô t a u moye n de se s draps . Pris e n Suiss e aprè s u n gran d v ol. e t condamn e a l a pein e d e mort, i l touchai t a u term e d e so n existence ; i l regrettai t d'autan t plus l a vie . qu'i l étai t parven u a creuse r un e profond e excavatio n qui s étendait jusqu'au—dessou s de s mur s d e s a priso n ; mai s o n avait jug é pruden t depui s l a lectur e d e so n arrê t de l e garrotte r étroitement. La veill e d e l'exécution , l e capti f affect e l e plu s profond repentir , la résignatio n l a plu s absolue , i l v a mêm e jusqu' à promettr e d'im portantes révélations . L e jug e s e ren d prè s d e lui . Salvado r lu i


BONNETs VERTs,

ETC .

55

p r o m e t et c o m m e n c e l a confessio n d e tout e s a vie ; puis tout à c o u p il p o u s s e u n cr i qu' i l s'efforc e e n v a i n d e r e t e n i r . « Q u ' a v e z - v o u s ? dit l e magistrat. — Ce n'es t r i e n , e x c u s e z - m o i . . . m o n s i e u r , le s g a r d i e n s on t t e l l e m e n t s e r r é le s c h a î n e s d e m e s j a m b e s qu e le s fer s e n t r e n t d a n s me s c h a i r s . » Le magistra l s e baiss e e t d é t a c h e le s l i e n s de s j a m b e s d e S a l v a -

d o r . L e c o n d a m n e r e p r e n d so n r é c i t , émeu t l'auditeur.. . l u i - m ê m e verse de s larmes.. . et d e n o u v e a u s a physionomi e pren d u n e e x pression d e d o u l e u r ! . . . L e juge compren d qu e le s entrave s de s bra s torturent Salvador.. . T o u s le s fer s tombent . La conférenc e s e prolonge , l a nui t a p p r o c h e ; l e j u g e . Fatigué , mais c u r i e u x d e c o n n a î t r e jusqu' à l a fin le s détail s d ' u n e vi e s i agi tée, s e retire ; m a i s i l reviendr a l e l e n d e m a i n . Il

perme t qu e l e

p r i s o n n i e r pass e l a nui t s a n s se s liens ; un e g a r d e nombreus e v e i l lait, d e l o u r d e s porte s fermaien t l e c a c h o t profon d et bie n voûté , et l e l e n d e m a i n , d a n s c e cachot , quan d i l vin t a v e r t i r l e p r i s o n n i e r de l ' a r r i v é e d u j u g e , l e g u i c h e t i e r n e trouv a q u e le s h ardes d e S a l v a d o r , q u i , p o u r p é n é t r e r d a n s l e tro u q u ' i l avai t c r e u s e , avai t ét é obligé d e s' y glisse r s a n s vêtements .


LES BAGNES .

56

Ne dirait-o n pa s q u e S a l v a d o r a d e v i n é l a s c è n e d e Burida n e t d e Marguerite d e Bourgogn e ? La d a m e m y s t é r i e u s e q u i accompagnai t s o u v e n t S a l v a d o r a p partenait, dit-on , à qui a

u n e f a m i l l e d i s t i n g u é e . Un

ancie n magistrat ,

g a r d é m é m o i r e d e J e a n F e r e y , m 'a a p p r i s q u e c e t t e c o m -

p a g n e q u i l e s u i v a i t d a n s s a vi e e r r a n t e étai t s a f e m m e , e t qu 'ayant sacrifié à so n t o u r so n s é d u c t e u r à

so n m a r i , m a l g r é l a p o s i t i o n

h o n t e u s e q u ' i l s'étai t faite , e l l e lu i étai t revenue , e t avai t m o n t r é , d e p u i s c e j o u r, u n d é v o u e m e n t s a n s b o r n e s à L 'homme s u r l a d e s t i née duque l ell e avai t e u u n e s i fatal e influence . P e n d a n t u n e d e se s f r é q u e n t e s c a p t i v i t é s , S a l v a d o r , qu i avai t l ' a r t d e s é d u i r e le s geôlier s e t le s gendarmes , i m p l o r a e t obtin t la faveu r d e soupe r d a n s l a priso n a v e c s a c o n s o l a t r i c e . L a d a m e a p p o r t e a u prisonnie r de s c o m e s t i b l e s qu 'on v i s i t e , e t e n t r e a u t r e s c h o s e s u n e s a l a d e d e céleri . L e l e n d e m a i n , S a l v a d o r avai t sci é le s b a r r e a u x d e s a f e n ê t r e , e t i l é t a i t part i ; le s c ô t e s d u c é l e r i c a c h a i e n t des l i m e s . S a l v a d o r affectai t quelquefoi s un e b i z a r r e r i e m o q u e u s e d a n s s a m a n i è r e d e b r a v e r l a s o c i é t é . P a r exemple , p e n d a n t le s l o n g s s é j o u r s q u ' i l a fait s d a n s le s p r i s o n s , i l n 'a j a m a i s souffer t q u ' u n c o n d a m n é m a r c h â t à l 'exposition d a n s u n c o s t u m e néglig é o u mal propre; i l v o u l a i t qu 'il s e présentâ t a u c a r c a n ave c é l é g a n c e , e t o n l'a v u vendr e se s propre s h a b i t s p o u r c o n t r i b u e r à l a toilett e d e se s confrères. S a l v a d o r g a r d a i t à se s c o m p l i c e s u n e fidélit é à tout e épreuve ; i l était r e n o m m é p a r m i e u x p o u r s a d i s c r é t i o n e t p o u r so n a d r e s s e à é l o i g n e r tou s le s s o u p ç o n s d e l a police . Dan s u n vo l d e marchan d i s e s , i l fu t aid é pa r u n c o m m i s d u m a g a s i n ; a r r ê t é bientô t a p r è s , i l fut c o n d u i t d a n s l e lie u m ê m e d u d é l i t . T o u t i n d i q u a i t qu 'il n'avai t pu e n l e v e r le s o b j e t s s a n s a v o i r e u de s i n t e l l i g e n c e s ave c le s e m p l o y é s d e l a m a i s o n . O n le s fai t tou s rassembler , e t Salvado r es t a m e n é ; l e m a g i s t r a t épi e le s r e g a r d s d e S a l v a d o r , p e r s u a d é q u ' i l s se p o r t e r o n t d ' a b o r d s u r son complic e : S a l v a d o r e n t r e s a n s r e g a r d e r personne , e t v o u l a n t e m p ê c h e r l e coupabl e d e s e t r a h i r lui même :

« J e n e connai s a u c u n d e c e s messieurs , dit -il, j e n e voi s

personne ic i qu i m 'ait a i d é . »


BONNES

VERTS,

ETC.

57

Cette vie de l u t t e s i n c e s s a n t e s c o n t r e la s o c i é t é et ses lois finit p a r b r i s e r L'énergie de S a l v a d o r ; c o n d u i t a u b a g n e de R o c h e f o r t , il v o u l u t que c e l u i - c i fût son t o m b e a u . Il r e n o n ç a a b r i s e r ses f e r s ; il s e m b l a i t m ê m e fatigué de la s u p é r i o r i t é q u ' i l c o n s e r v a i t s u r les crim i n e l s ; s a r e n o m m é e lui p e s a i t ; il e û t pu f a i r e ses a d i e u x à la vie par u n e de c e s g r a n d e s s c è n e s de r é v o l t e g é n é r a l e d o n t il e û t été le c h e f et b i e n t ô t la v i c t i m e . Il p r é f é r a a f f e c t e r u n e o p p o s i t i o n f r o i d e et p e r s é v é r a n t e a u x r è g l e m e n t s , et u n j o u r q u ' i l t r o u v a q u e le c h â t i m e n t dû à s o n i n s u b o r d i n a t i o n n e r é p o n d a i t p a s à la s é v é r i t é q u ' i l espérait, il prit

u n e l a m e de c o u t e a u , e t , c o m m e s'il e û t v o u l u

n'avoir q u e l a m e s u r e p r é c i s e d u s a n g q u ' i l f a l l a i t p r e n d r e à u n a u t r e p o u r d o n n e r l e s i e n en é c h a n g e , il fit u n e l é g è r e b l e s s u r e à un s u r v e i l l a n t . La p e i n e de m o r t fut p r o n o n c é e , et J e a n F e r o y . o u S a l v a d o r , alla au s u p p l i c e le s o u r i r e s u r les l è v r e s . La vie de cet h o m m e , o s o n s le d i r e , a q u e l q u e c h o s e de m o i n s r é p u g n a n t q u e c e l l e de la

p l u p a r t d e s c r i m i n e l s , C'est q u e la l â -

cheté ne v i e n t pas a j o u t e r a u x c o u p a b l e s a c t i o n s q u e le glaive de la justice a f r a p p é e s . S o u s l e b o n n e t v e r t se m o n t r e de t e m p s à a u t r e le f o r ç a t g e n t i l h o m m e . Il y a q u e l q u e s a n n é e s , j'ai vu à R o c h e f o r t l e célèbre m a r q u i s de C h a m b r e u i l , il était a l o r s âgé d'à peu p r è s c i n q u a n t e a n s , affect u e u x d a n s ses m a n i è r e s , e x p r e s s i f et d i s t i n g u e d a n s ses g e s t e s , et faisait des v e r s c o m m e on en fait d a n s le g r a n d m o n d e . T o u t e s l e s r e c h e r c h e s o n t été i n u t i l e s p o u r l e v e r le d o u t e q u e l a i s s a i t s o n n o m et l ' o r i g i n e q u ' i l se d o n n a i t , A l o r s o n c o n s e r v a i t e n c o r e à R o c h e fort l e s o u v e n i r d ' u n a u t r e a v e n t u r i e r q u i a f f e c t a i t de p o r t e r s o n p r é t e n d u b l a s o n , b r o d é e n s o i e , s u r s o n b o n n e t de g a l é r i e n . C ' é tait l e c o m t e d ' A r n h e i m . Mais le c o n d a m n é q u i s o u t i n t a v e c le p l u s d ' a u d a c e l e v o l d ' u n n o b l e n o m , vol q u ' i l s e m b l a v o u l o i r q u e l q u e f o i s r a c h e t e r p a r d e s a c t e s d i g n e s d ' e s t i m e et de r é c o m p e n s e , ce fut C o i g n a r d , p l u s c o n n u s o u s le n o m de c o m t e de P o n t i s de Sainte-Hélène. Cet h o m m e s e m b l a i t être né p o u r le commandement : sa s t a t u r e était b a i l l e , et d a n s d e s p r o p o r t i o n s c o r r e c t e s ; l e s traits de sa l i gure,

r é g u l i e r s , e f f i l é s , dit Al. le d o c t e u r

Lauvergne à qui j ' e m -

8


58

LES

BAGNES.

pruntë son signalement, contrastaient avec la régularité admirable de sa belle tête; son regard et sa bouche témoignaient de leur longue contrainte à jouer son rôle sur la grande scène du monde, rôle qu'il avait beaucoup médité et étudié, car son œil fixe, scrutateur, œil de lynx, s'il en fut j a m a i s , était caché dans un cadre de paupières à vingt plus qui se déroulaient à mesure qu'il parlait, et en s'échauffant il arrivait à une conclusion toujours à lui. L'orgueil a perdu Coignard ; évadé du bagne, s'il n'eût pas voulu être comte, ou plutôt s'il ne s'était pas t'ait comte l u i - m ê m e , en s'appropriant. on n'a jamais su comment, les véritables litres de la famille Pontis, dont il lit disparaître tous les membres par un moyen dont le secret est également rosté impénétrable ; si le forçat libre n'eût pas rèvé une illustration militaire qui ne se concilie pas avec l'obscurité de la vie dans laquelle le contumax peut chercher asile, le bagne n'eût peut-être jamais repris sa proie. . Ce qui semble invraisemblable dans les événements de la vie de Coignard, c'est qu'après son évasion , il se réfugia en Espagne, qu'il y connut la famille Pontis de Sainte-Hélène, et que le dernier membre de cette famille avant cessé de vivre par mort violente ou naturelle, Coignard se fit l'héritier de ce nom et des papiers de famille , et qu'il obtint facilement une sous-lieutenance

dans les

armées d'Espagne. Bientôt il est fait chef d'escadron et prend une part active à l'assaut de Montevideo, où il gagne le grade de l i e u tenant-colonel. Plus tard il forme une légion étrangère, et va prendre parti dans les luttes politiques de la Péninsule. Il affiche une rigide probité en matière comptable, et à propos du détournement d'effets m i l i taires, il signale à l'autorité supérieure deux officiers coupables. Ceux-ci se liguent contre leur dénonciateur, l'enveloppent dans sa propre accusation, et le général Wempfen fait retomber le blâme sur le chef du corps, qu'il menace de faire arrêter. Coignard, hors de lui, met le général au défi de donner suite à cette parole, la force armée vient en aide au général, Coignard lutte longtemps, mais enfin il cède au n o m b r e ; incarcéré, il s évade; rep r i s , i l tente une nouvelle fuite qui réussit encore; mais saisi pour la seconde fois, il est transféré a Palma, où sont les prisonniers français.


BONNETS V E R T S ,

ETC.

59

Le nouveau venu fait un roman pour expliquer sa position dans les rangs espagnols, et il révèle son audace près de ses compagnons de captivité, par un trait dont le dévouement doit être pour tous la mort ou la liberté. Un brick espagnol est mouillé dans la baie, il faut s'en rendre maître; Coignard dirige le coup, il prend pour lui la part la plus périlleuse de l'action, et bientôt le brick, monté par les prisonniers, fait voile pour Alger. Là on vend le navire, et les fugitifs se d i r i gent vers Malaga, ville occupée par les Français. Le comte Pontis est nommé chef d'escadron dans l'état-major du duc de Dalmatie. Quand l'armée française opère sa retraite, il rentre avec elle en France, il est fait chef de bataillon du 1 0 0

e

régi-

ment de ligne. Au siège de Toulouse, le comte de Pontis à la tète d'une colonne volante prit une batterie importante, à Waterloo il paya h é r o ï q u e ment de sa personne. La destinée lui refusa une place dans ce grand et glorieux sépulcre; c'eût été une fin heureuse : la terre sainte du champ de bataille eût purifié la souillure primitive du forçat. Coignard l'arrosa seulement de son sang, il fut atteint de plusieurs blessures. En 1 8 1 5 , le duc de Berri reçut le comte Pontis chevalier de Saint-Louis, et le nomma chef de bataillon dans la légion de la Seine, dont il devint six mois après lieutenant-colonel. Le prince ayant demandé au forçat colonel s'il était de la famille des S a i n t e Hélène, On dit que Coignard lui répondit avec autant de grâce qu'un marquis de la régence : « Pardieu, de la vieille roche encore...

oui mon prince, je suis noble, et

»

C'était jouer gros jeu, de se poser en tête d'un corps militaire, et de passer chaque j o u r , brillant par l'uniforme et les décorations, à travers cette population parisienne, qui, au premier roulement des tambours, au plus faible prélude des orchestres de régiment, sort du logis et déborde en flots roulants sur les boulevards et les places publiques, entraînant dans son flux les membres de cette grande famille de libérés, de filous réfractaires, de réclusionnaires n o m a des, bande industrielle dont les affaires ne se font jamais mieux que dans les foules compactes.


6o L E

S BAGNES .

A u s s i , u n j o u r q u e l e l i e u t e n a n t - c o l o n e l d e l a légio n d e l a S e i n e a s s i s t a i t c o m m e c h e f d e c o r p s à u n e d é g r a d a t i o n m i l i t a i r e , a u pie d de l a c o l o n n e d e l a p l a c e V e n d ô m e , u n força t l i b é r é o u évad é c r u t r e c o n n a î t r e e n l a p e r s o n n e d e l'officie r s u p é r i e u r u n a n c i e n c o m p a g n o n de c h a î n e d u b a g n e , e t s a p e n s é e s p é c u l a t r i c e fu t d e l e

chanter ( t e r m e d ' a r g o t s i g n i f i a n t r a n ç o n n e r ;

faire

m a i s soi t q u e l e l i e u -

t e n a n t - c o l o n e l s ' e x é c u t â t d e m a u v a i s e g r â c e , soi t q u ' i l n i â t l ' i d e n tité d e s a p e r s o n n e a v e c l e n o m q u e l ' a u t r e lu i d o n n a i t , i l fut

dé -

noncé. Le g é n é r a l D e s p i n o i s m a n d e P o n t i s , et l e s a l u e d u n o m d e g i b i e r de p o t e n c e . P o n t i s m e t l ' é p é e à l a m a i n ; m a i s , sais i tou t à c o u p p a r q u a t r e g e n d a r m e s , i l v a êtr e transfér é à l ' A b b a y e. I l obtien t d e l'of ficier l

a p e r m i s s i o n d e c h a n g e r d e l i n g e , r e n t r e chez

l u i , saisi t

d e u x p i s t o l e t s , e t se s g a r d e s t e n u s e n r e s p e c t , i l s ' é l a n c e d e h o r s e t disparaît.


B O N N E T S V E R T S , ETC . 61

Repris si x moi s après , l e comt e Ponti s d e Sainte-Hélène , lieute nant-colonel d e la légio n d e l a Seine , chevalie r de Saint-Loui s et d e la Légio n d'honneur, fu t convainc u d e faux, soupçonn é d e meurtre , reconnu força t évad é e t jet é pou r l a vi e dan s l e bagne ; i l es t mor t il y a pe u d e temp s à Brest . Au suje t d e cett e célébrit é des bagnes , j ' a j o u t e un e réflexio n qu e j e livr e au x méditation s de s partisan s d u régim e cellulaire . Coignard, força t e n ruptur e d e ban, n e fu t reconn u n i signal é pa r aucun agen t d e l'immens e brigad e d e police . Admetton s qu' a l ' é poque d e c e fai t l e régim e de s cabanon s existât , e t qu'a u lie u d'a voir sub i s a pein e e n partie , a u milie u de s nombreu x compagnon s du bagn e qu e tô t o u tar d i l devai t retrouver , l e comt e d e S a i n t e Hélène eû t ét é emprisonn é cellulairement , dan s u n départemen t éloigné, ave c toutes le s mystérieuse s précaution s qu e l e programm e de l a réform e prome t au x nouveau x masque s d e fe r qu i vivron t in cognito dan s le s cabanons . Aucu n camarad e d e captivit é n'eû t p u trahir l e grand aventurier.. . Qu i eû t di t : Ce t homm e qu i port e l'e paulette e t le s croi x d e Loui s XIV e t d e Napoléo n a port é l e bonne t vert e t l a casaqu e rouge.. . Pa s le moindr e murmur e n e s e fût élevé , pas l e moindr e nuag e n'eû t tern i l'écla t d e l'astr e gravissant . L e forçat Coignar d serai t peut-êtr e aujourd'hu i marécha l d e F r a n c e . . . peut-être plus.. . pourquo i non ; d e pareil s fait s son t réservé s à l'a venir ! . . . Passons à u n autr e gran d type . Il es t pe u d e personne s qu i n 'aient entend u prononce r l e no m du fameu x força t Colle t : c'est un e individualit é su r laquell e l e feuilleton e t le s émotion s d e voyage s on t quelquefoi s brodé . Voic i le s faits principau x d e cett e vi e exceptionnelle. Né à Belley , départemen t d e l'Ain , d e parent s honorable s e t sé vères, Colle t fu t confi é à un respectabl e ecclésiastique , qu i fi t d e vains effort s pou r inspire r à son élèv e le goû t d e l'étude . L'élèv e n e tarda pa s à entrer a u prytané e d e Fontaineblea u ; so n passag e y fu t marqué pa r quelque s trait s d'u n trist e présag e pou r l'avenir . Nommé sous-lieutenan t à l'époqu e d e 1 7 9 6 , i l fu t envoy é a u siège d e Bresci a e n Italie ; bientô t dégoût e d e l a carrièr e militaire , il déserte , trouv e de s ressource s dan s quelque s escroquerie s adroi-


62 L E

S BAGNES .

tement combinées , et s e réfugie à Rome, o ù i l arriv e quelque s jour s après l e naufrag e d'u n bâtimen t marchan d échou é prè s d e Civita Vecchia. Collet appren d qu e tou t l'équipag e a pér i a l'exceptio n d u capi taine, j e u n e homm e d e Lyon , nomm é Tolosant , retourn é dan s so n pays. Voilà u n no m honorabl e tou t trouv é pou r Collet . I1 s e grav e des armoiries, e t d e fau x contrôle s de s gen s d e l'équipage , e t i l s 'en va rôdan t dan s Rome , visitan t e n naufrag é philosoph e le s monu ments, e t montrant , quan d l'occasio n se présentait, tou s le s papier s et procès-verbau x d u sinistr e qu'i l a éprouvé . C'es t ains i qu'i l par vint à gagne r l a bienveillanc e d'u n vénérabl e prêtr e don t i l fi t l a rencontre dan s l a basiliqu e d e Saint-Pierr e ; c e prêtr e étai t inten dant d e l a maiso n d u cardina l Fesc h e t Lyonnais , li é précisémen t par de s rapport s d'intimit é ave c l a famill e Tolosant . Le bo n prêtr e contraigni t Colle t à prendr e domicil e dan s l e pa lais mêm e d u cardinal , i l s e fit so n cicérone , l e fit admettr e prè s d u chef d e l'Église , e t Colle t reçut l a bénédictio n d u pape . Le déserteu r o u plutô t l'escro c me t à profi t le s moment s : i l re çoit le s banquiers , le s négociants , qu i tou s l e regarden t comm e l'hôte d u cardina l e t pa r conséquen t so n ami , i l leu r propos e de s affaires, déroul e de s plan s d'entreprise s colossales, réunit le s hom mes le s plu s capable s pour s 'éclairer d e leur s conseils , e t à chacu n en particulie r i l fai t u n emprunt , c'est-à-dir e u n vo l qu'i l déguis e sous l a form e d'u n escompt e d e papier s san s valeur s couvert s d e noms imaginaires , i l réalis e e n pe u d e jour s 6 0 , 0 0 0 francs , qu'i l convertit e n or . L'abbé protecteu r d e Colle t l e charg e d'un e missio n ecclésias tique, i l par t d e Rom e e n sociét é d e troi s religieuse s e t d'u n carme. A pein e est-i l e n route , qu'o n appren d à Rome que l es t l'homm e en qu i l 'on a e u confiance . De s lettre s son t envoyée s a u carm e ave c ordre d e faire arrête r l e faussaire , mai s Colle t a tou t prévu . I l pren d à l a post e le s lettre s adressée s a u che f d e l a caravane ; cependan t l e secret transpire , Colle t affronte e n rian t l 'orage, et impos e au carm e au poin t d e lu i fair e croir e qu'i l es t victim e d'un e fatal e méprise .


B O N N E T S V E R T S , ETC.

63

Cependant il trouve prudent de faire bande à part; il comprend que le moment approche où il faudra mettre en j e u toutes les inspirations de son intelligence. Voici à quelle pensée il s'arrête : il se rend à Mondovi, chargé de l'impôt qu'il a levé sur les crédules des États romains, il affiche le luxe et l'amour du plaisir. Recherché des jeunes gens de la ville, il éveille en eux le désir de jouer la comédie bourgeoise, il parle d'élever un théâtre; le plan sourit, une cotisation s'ouvre, le plus ambitieux se nomme directeur, Collet se réserve le modeste emploi de costumier, c'est lui qui se charge d'organiser au grand complet le magasin. Le j o u r de la première répétition générale est annoncée, il est convenu que les acteurs paraîtront avec les costumes, cela devait être merveilleux... toutes les broderies étaient en or f i n . . . Mais au j o u r dit, on cherche en vain le costumier. On apprend qu'il est parti en poste, on ne s'explique pas cette absence. On ne pense pas même à l'interpréter désavantageusement. Collet seul a le secret de son brusque départ : il n'a eu qu'un but en faisant faire ces dépenses, c'est de se faire fournir par les souscripteurs tous les costumes dont il aura besoin dans la nouvelle voie aventurière qu'il va tenter. I1 emporte vêtements de prêtres, de dignitaires civils, d'autorités m i l i t a i r e s , costumes diplomatiques, collection c o m plète des signes de toutes les chevaleries, et des croix et rubans de tous les ordres. Les jeunes gens de Mondovi attendent encore la répétition générale. Le premier costume qui servit à Collet fut celui de général; il s'en revêtit, et prit un hôtel,des équipages, des gens. Le second travestissement fut celui de prêtre napolitain. Collet se donna pour une victime du pouvoir ombrageux de la famille Napoléon. Voici comment Collet raconte les épisodes de cette époque de sa vie dans un mémoire dont M. Appert a le manuscrit entre les mains. « Je me rendis à Sion, petite ville dont les autorités m ' a c c u e i l lirent. L'évêque me reçut parfaitement et me prit tellement en affection qu'il voulut que j e disse la messe à la paroisse, ce que je fis pendant quelque temps. A quelques jours de là, monseigneur


64 L E

S BAGNES .

me propos a d e desservi r un e commun e (Saint -Pierre), qu i étai t très lucrative , j 'acceptai de gran d cœur . « O n écrivi t aussitô t a u m aire d e cett e c o m m u n e , qu i vin t lui même m e cherche r pou r mo n installation . J e fu s o n n e peu t plu s agréablement surpris , ca r l a maiso n qu i m'étai t destiné e ressem blait à un vra i palai s d e duc . Bie n n' y manquait . « Je lis dan s cett e commun e un séjou r de cinq mois , pendan t les quels j'exerça i le s devoir s d e curé , confessant , mariant , baptisant , visitant les malades , le s enterrant , instruisan t l a jeunesse e t soula geant le s pauvres . « O n avai t déj à f ait plusieur s quête s pou r releve r l'église , qu i tombait e n ruines ; comm e i l fallai t l a bâti r tou t à neuf , c e n'étai t pas un e petit e dépense , i l y ayai t trent e mill e franc s e n caisse ; niais cett e somm e n'étai t pas suffisant e pou r rétabli r u n semblabl e bâtiment. Toujour s généreux , j e m'engagea i pa r écri t à faire toute s les avance s nécessaire s pou r ce t objet , n e demandan t à

l a com -

mune qu e le s trent e mill e franc s destiné s à cett e opération , e t l a permission d e fair e bâti r derrièr e l e maître-aute l un e chapell e dé diée à mo n patron , e t o ù serai t plu s tar d déposé e m a dépouill e mortelle. Tou t fu t conven u ains i qu e j e le souhaitais , je fu s nomm é président-trésorier d e l a Fabrique , e t tou s le s fond s furen t réuni s chez moi . J e convia i alor s l e mair e a dîner , e t e n s a présenc e j e joignis aux trente mill e franc s e n questio n un e somm e à moi appar tenant d e cinquant e mill e franc s environ . Juge z que l merveilleu x effet produisi t ce t act e d e générosit é ! U n architecte e t u n ingénieu r furent engagé s à quinz e franc s pa r j o u r ; tou s le s ouvrier s qu e j e pus recrute r furen t mi s à l'œuvr e e t procédèren t à la démolitio n d e l'église. J'en vendis le s matériau x e n présenc e d e tou t l e consei l d e la Fabrique , car mo n intentio n avoué e étai t d e l a fair e reconstruir e en pierr e d e taille . Soixant e ouvrier s étaien t employé s a tire r l a pierre, d'autre s à la tailler.. . c'étai t u n plaisi r d e voi r tou t c e mou vement. « Mai s i l importai t d e hâte r mo n départ . Voic i commen t i l s'ef fectua : avan t déclar é qu e j e désirai s qu e tou t fû t prê t à l a fois , j e montai dan s m a voitur e ave c l 'ingénieur, l e mair e e t so n fils , pou r aller a l a vill e voisin e achete r de s tableaux , de s candélabres , u n


63

BONNETS V E R T S , E T C .

tabernacle, deux ou trois autels en beau m a r b r e , un c a l i c e , un ciboire, e t c . , etc. Les divers objets furent achetés, mais non payés, quoique j'eusse sur moi tout mon argent et celui de la f a b r i que. J'engageai le maire à partir avec nos achats, et l'ingénieur à aller retrouver ses ouvriers. Je gardai avec moi jusqu'au l e n demain le fils du maire, que j e chargeai de porter une lettre à son père. « J e ne fus pas plutôt débarrassé de tout mon m o n d e , que je pris des chevaux de poste et allai jusqu'à Strasbourg. » De Strasbourg, Collet prend la route d'Allemagne, traverse les montagnes du Tyrol, rentre en Italie changeant de robe et d'habits chaque j o u r , et suivant les incidents; sur sa parole d'honneur de g é n é r a l , il trouve cent mille francs chez un banquier de

Sa

vone; l'éveil est donné, le général signalé devient évêque, il porte une soutane violette, une croix épiscopale, et se nomme Dominique Pasqualini, évoque de Manfredonia; il se présente à l'évêque de Nice,

lui montre sa bulle d'institution

qu'il a fabriquée

lui-

même, et est reçu par le prélat de la manière la plus cordiale. L'évêque de Nice veut que monseigneur Pasqualini visite son séminaire. Vingt séminaristes, qui, le lendemain, doivent devenir sous-diacres ou diacres, lui sont présentés; l'évêque prie le faux prélat de les interroger. Collet voit le péril, il l'esquive en homme d'esprit : « Votre Grandeur me permettra de refuser

sa propo-

sition, dit-il avec un sourire, j e dois croire que son intention n'est pas d'ordonner des ânes. Ce n'était pas tout, monseigneur de Nice insista pour que monseigneur de Manfredonia ordonnât les séminaristes, et celui-ci ne pouvant prolonger son refus, se rendit à l'autel, se revêtit des habits pontificaux, et ordonna trente-trois abbés. Après ce trait d'effronterie sacrilége, Collet mit la soutane de côté, et il arriva à Fréjus inspecteur général, et plénipotentiaire de Sa Majesté l'Empereur et Boi, chargé de l'équipement de l'armée de Catalogne; l'armée de Catalogne c'était lui. Il montra des titres au maréchal des logis de maréchaussée de cette résidence et le contraignit à lui donner une escorte. Plus loin, il se fit précéder par une ordonnance à Draguignan. Dans cette ville., il se présenta 9


LES

66

BAGNES.

bardé de décorations, au commissaire des g u e r r e s , attribua sa

brusque a r r i v é e s a n s avis officiel, à des r a i s o n s d ' É t a t qui la just i f i a i e n t ; m a i s c o m m e e l l e s c e s s a i e n t d ' e x i s t e r , il

pria l'intendant

d e n v o y e r u n c o u r r i e r p o u r l'annoncer a u siège le p l u s v o i s i n d ' u n commissariat

mi1itaire.

A Draguignan, Collet commença à former son état-major, sa chancellerie. Un chef de bataillon en retraite devient son aide de c a m p ; à Toulon, le f i l s du sous-préfet se trouve glorieux de r e c e voir le titre de son secrétaire i n t i m e ; il nomme deux officiers d'ordonnance, un intendant, un payeur, enfin sa suite se monte à vingt personnes quand il passe à Marseille où il prend cent trente mille francs dans les caisses du gouvernement, et à Nîmes où il enlève trois cent mille francs. A Montpellier, l'étoile de Collet devait pâlir. Un matin qu'il avait passé une revue de t r è s - b o n n e heure, il déjeunait chez le préfet, auquel il promettait de brillantes récompenses et le cordon de grand officier de la Légion d ' h o n n e u r ; l'hôtel de la préfecture est cerné par la force a r m é e . Un escadron de gendarmerie pénètre dans la salle à manger, et le chef met sans façon la main sur l ' o r ganisateur de l'armée de Catalogne, qui tombe du faîte des grandeurs dans un cachot. Tout l'état-major de Collet, qui n'avait à se reprocher que sa confiance en l'inspecteur général de contrebande, partagea le sort de l'escroc, et ce ne fut qu'après vingt jours de captivité qu'on lui rendit la liberté. Quant à Collet, il s'attendait à chaque heure à être fusillé. Un j o u r le préfet avait nombreuse société à dîner ; il ménagea a ses convives une surprise et voulut montrer au dessert celui dont toute la ville s'entretenait et qui avait si bien joué son rôle ; il fit extraire Collet de prison par trois gendarmes, qui le conduisirent à la préfecture. Là on le mit dans une chambre qui servait d'office et qui n'avait d'issue que par la salle à manger, où l'on plaça deux factionnaires. Collet attendait que le spectacle commençât et qu'il lui fût ordonné de faire son entrée, quand il aperçoit un costume complut de cuisinier, qui lui semble placé là providentiellement; il quitte ses vêtements, prend la veste, le bonnet de coton, le tablier, s'empare de deux plats garnis, frappe du pied contre la porte ; les


B O N N E T S V E U T S , E T C . 67

g e n d a r m e s o u v r e n t , i l pass e d e v a n t e u x s a n s ê t r e r e c o n n u , travers é la sall e à m a n g e r e t d i s p a r a î t .

Le préfe t fit couri r aprè s l e fugitif , l e tocsi n sonn a , l a m a r é chaussée galopa , e t pendan t c e temp s Collet habitai t un e chambr e près d e l a préfecture , et d e s a croisé e i l voyai t tou t l e mouvemen t qu'on s e donnai t pou r l e trouve r a u loi n ; i l rest a l à quinz e j o u r s . Collet, aprè s avoi r men é pendan t quelqu e temp s un e vi e errante , choisit l e départemen t d u Tar n pou r théâtr e d'un e escroqueri e audacieuse. I1 se présent e che z l e supérieu r de s école s chrétienne s d e T o u louse sou s l e masqu e d e l a plu s grand e humilité , i l exprim e l e dé sir d e s e mettr e e n pensio n che z eu x e t d e fonde r u n novicia t a u profit d e l'institutio n e n lu i consacran t quatr e mill e francs d e rent e qu'il disai t avoir . Quelque s jour s écoulés , Colle t fai t un e nouvell e visite a u révéren d père , s'accus e d e n e lu i avoi r pa s di t tout e l a vérité, e n c e qu e a u lie u d e quatr e mill e livre s d e rente , i l e n pos sédait réellemen t ving t à vingt-quatr e mille . Colle t s e ren d l e len demain che z M . Lajus , marchan d d e Toulouse ; i l es t couver t d e décorations, s e donn e pou r avoi r ét é sous-préfe t dan s l e départe -


68

LES

BAGNES.

ment de l'Ain, vante ses richesses, achète une superbe pendule sous le prétexte d'en faire don au directeur, et termine par l'aire c o n sentir au négociant une promesse de vente moyennant trente-trois mille francs d'une maison de campagne pour la convertir en m a i son de noviciat. I1 a le secret de faire naître à tel point la c o n fiance,

qu'en terminant sa visite il est déjà maître des clefs de la

propriété. Bientôt les ouvriers sont sur les lieux pour faire des r é parations et de nouvelles distributions; un m u r entier est démoli sous les yeux même du propriétaire. Cependant celui-ci commence à concevoir des inquiétudes, Collet lui-même craint le dénoûment de l'aventure ; voici comment il la termine. Un j o u r au réfectoire il dit aux frères : «Mes frères, vous avez commis des indiscrétions; pour vous en punir et vous mortifier, il faut que vous alliez au noviciat faire vous-mêmes les démolitions nécessaires pour nos travaux.» Tous les frères s'y rendirent à cet effet ;Collet s'était reposé de la surveillance sur le directeur. Il profite de son absence, fait main basse sur tout ce qu'il peut trouver dans la maison de T o u louse, ornements d'église, argent en réserve provenant d'un legs nouvellement reçu. Collet charge son butin dans une voiture, prend la route de l'Anjou, « ne me laissant, ajoute le crédule supérieur dans sa naïve déclaration, que mes lunettes pour y voir plus clair une autre fois. » Il s'était logé à l'auberge de la forge de Bessac. «L'hôte était un bon homme à qui Collet fit croire tout ce qu'il voulut. Son séjour dans cette auberge fit beaucoup de bruit dans le canton. Le maire le crut un homme exilé pour cause politique; il le soupçonna même d'être l'ex-empereur Napoléon. Tout le monde le visitait comme un personnage important et lui offrait plus d'argent qu'il n'en pouvait désirer. Le maire le prévint charitablement qu'il devait se répandre dans le monde avec plus de précaution, qu'il pouvait être assassiné, et que si cela arrivait, on ne pourrait faire de poursuite, vu que cet acte semblerait avoir été nécessité par les circonstances. Collet partit de cet endroit. A La Rochebeaucourt, il prit un appartement chez le commissaire de police, pensant bien qu'on ne viendrait pas l'y chercher. Le brave homme reçut le signalement de Collet ; il lui fut impossible de croire que ce fût son hôte


BONNETS V E R T S , ETC.

69

qu'il eût l'ordre de l'aire arrêter; il n'en eut pas même l'idée, et le contumace resta chez lui dans la plus grande Sécurité. Enfin Collet vit la tin de son impunité. Arrêté au Mans, où il faisait l'honnête homme au milieu d'une population qui avait pour ses vertus la plus grande vénération, il fut condamné à vingt ans de travaux forcés et à la marque. Il traîna sa chaîne de bagne en bagne, et la veille du j o u r où ses fers allaient tomber, au mois de novembre 1 8 4 0 , Collet expira à l'hôpital de Rochefort. Huet le forban est encore un de ces infatigables athlètes qui viennent se briser contre la loi après un combat acharné. Bandit romanesque dont j ' a u r a i occasion de dire quelques actes, il avait déjà revêtu la camisole du supplicié quand une commutation

lui

donna la casaque du bagne. Au moment où j ' é c r i s , dix-huit têtes de parricides portent le bonnet vert. Brest en compte treize. Fort, que l'ambition porta au meurtre et qui voulut s'élever sur le cadavre de son protecteur, dont il enviait l'emploi et le crédit près d'un prince ; Robert, dont la figure reflète l'instinct sanguinaire; André, une des sommités de la grande pègre , qu'on pourl

rait nommer le génie de l'évasion, si Picard, Arigonde et Victor Desbois ne lui disputaient sa renommée ; Casparini, qui vieillit avec la gloire d'avoir vu reproduit sur le théâtre le t r a i t d'audace 2

qui l'a conduit aux galères ; Deham, chez lequel le besoin du vol est tellement impérieux, que lorsque le sang lui bouillonne dans la tète et au bout des doigts, il se volerait,

dit-il, lui-même,

s'il pouvait.

Tout cela fait partie de la nombreuse famille des bonnets verts. Dans cette catégorie se trouve, à Brest, l'abbé Lacolonge, dont la figure a conservé, sous le bonnet des condamnés à perpétuité, la sérénité et l'éclat d'une robuste santé. I1 supporterait avec résignation les misères du bagne, si elles n'étaient aggravées pour lui par la continuelle curiosité des visiteurs, qui s'attache de préférence aux condamnés dont l'éducation et la position dans la vie rendent la chute plus saisissante. Ce condamné préférerait sans doute un cabanon

1

L'Aristocratie des malfaiteurs.

2

Les Embarras de la diligence.


70

LES BAGNES.

pénitentiaire au tollard du bagne . Ce serait pour lui comme une 1

de ces cellules hospitalières que jadis la religion ouvrait au repent i r ; là il pourrait expier dans la solitude son c r i m e . . . s'il y a eu c r i m e ; car Lien que le condamné n'ait

jamais fait entendre un

murmure contre l'arrêt qui l'a frappé, une circonstance a réveillé en moi un doute au sujet de l'épisode sanglant qui a conduit l'abbé Lacolonge au bagne. Pendant mon séjour à Brest, des personnes étrangères au pays étaient réunies à la table d'hôte; quelques-unes venaient de visiter le port, la conversation se porta sur les forçats, et le nom de l'abbé Lacolonge fut prononcé. «C'est un grand scélérat et un profond hypocrite! » dit un des voyageurs, et il raconta comment l'abbé Lacolonge, chanoine au diocèse de Lyon, après avoir assassine, il y a quelques années, une femme avec laquelle il entretenait des liaisons intimes, essaya de cacher son crime en coupant en morceaux le cadavre de sa victime. « Oui, c'est un grand scélérat, si le fait s'est passé ainsi ! » répliqua un convive ; et ces paroles dites, il se tut, et promena son regard sur nous tous, comme pour sonder la conviction de chacun. Personne ne répliqua. L'étranger reprit de nouveau la parole : « S il n'y avait pas eu crime pour l ' h o m m e , et qu'il y ait eu seulement faute pour le prêtre; si la complice des désordres du prêtre et des écarts que l'humanité doit couvrir de sa tolérance avait trouvé, dans l'excès même de la faute, une mort naturelle et spontanée que peut décider, dans certaines conditions de saule, l'acte des passions, la nature des faits se modifierait bien. Le prêtre, rendu au calme des sens, se voit seul, au milieu de la nuit, en présence d'un cadavre... Sa première pensée, c'est la crainte d'un grand s c a n d a l e ; la seconde, le pressentiment d'un affreux s o u p ç o n . . . I1 en faut moins pour créer un de ces expédients extrêmes, une de ces déterminations sataniques, dont la nécessité cache l'horreur et porte l'excuse. « Le c a d a v r e . . . il ne faut songer ni à l'ensevelir, ni à le porter

1

Lit de camp ou planche sur laquelle le forçai repose


BONNETS VERTS , ETC . 7

1

au dehors ; mai s sépare , divisé , le s articulation s brisées.. . l e mys tère es t assuré . « c'es t un e chos e bie n hideuse , bie n repoussante , de lacére r ave c une lam e d'acie r de s chair s qui , u n momen t auparavant , frémis saient sou s l e t o u c h e r ; d e fair e u n apprentissag e d e meurtre , san s être m e u r t r i e r . . . Mai s c'es t auss i un e chos e affreus e pou r u n prêtr e

D'après nature .

que d ' e n t e n d r e l a p o p u l a t i o n a p p l a u d i r f r é n é t i q u e m e n t à l a c h u t e de l ' h o m m e v o u é à l a v i r g i n i t é ; c ' e s t u n e t o r t u r e a i g u ë q u e l a pré s e n c e d e c h a s t e s s u p é r i e u r s q u i l e d é c l a r e n t s a c r i l è g e et d é s e r t e u r de l a lo i c a t h o l i q u e . « C e doiven t êtr e d'indicible s angoisse s q u e ce s p r e m i è r e s t e i n t e s d u j o u r q u i f o n d e n t le s t é n è b r es e t r a p p r o c h e n t l e p r ê t r e d e l ' h e u r e o ù le s voix a c c a b l a n t e s l e n o m m e r o n t i n f â m e , s a c r i l è g e e t p e u t - ê t r e assassi n ! L é d é s e s p o i r a se s i n s p i r a t i o n s e t so n c o u r a g e .


72

LES

BAGNES.

Qui de nous peut dire ce qu'il ferait en pareille circonstance"? Peutêtre Lacolonge trouva-t-il dans son orgueil la force de cacher une faute; il ne réussit pas : il fut condamné pour un c r i m e . « Messieurs, j e dois respect à la chose jugée, dit l'étranger; je dois respect aussi au mystère que l'accusé n'a pas révélé aux assises. Ici, j ' a i été entraîné comme malgré moi à vous dire ma c r o y a n c e ; j e n'ai pas la prétention d'influencer la votre. » Ces paroles me frappèrent vivement; car le même fait m'avait été raconté avec les mêmes détails, quelques années auparavant, par M Wollis, avocat au barreau de Paris, qui avait suivi avec e

attention ce procès criminel, dont il me parla souvent comme d'un drame dont quelques scènes restaient encore inconnues. A Brest, à Rochefort, à Toulon, sous le bonnet vert, se montre la grande variété des meurtriers. Là est le forçat-tigre, qui vit pour le m e u r t r e ; le forçat qui vit du meurtre, mais qui ne l'exécute pas (M. le docteur Lauvergne désigne cette espèce sous le nom de forçat-chacal) ; là, le forçat de race moutonne, qui suit toute route tracée, qu'elle mène à la guinguette ou à l'échafaud. Les hommes de la science nouvelle, qui aspirent au moment d'exercer leur clinique morale, ont-ils bien étudié toutes ces n a tures avant de rédiger leur codex de pharmacie cellulaire, déjà gros de formules, dont l'application ne paraît pas d'une grande puissance curative. Parmi les apôtres de la cellule, les uns veulent qu'une visite quotidienne d'hommes reconnus vertueux soit organisée, et que le visiteur, n' entretenant pas exclusivement le cellulé de ses péchés, lui parle des récompenses qui attendent les travaux des hommes utiles, et que, pour varier, il cause avec lui d'histoire ou bien naturelle

1

l'histoire

!!!

Cela ne semble-t-il pas une ironie cruelle, de parler de la nature, de ses merveilles, de ses richesses, de sa magnificence, à des hommes qui vivront dans des tombes. Un autre réformateur, M. Moreau (Christophe), fait grâce aux

1

.M. Suringar, Çonsidération sur la reclusion individuelle des détenus.


BON NET S V E R T S , ETC.

70

c r i m i n e l s des c o n s o l a t i o n s de l ' h i s t o i r e n a t u r e l l e ; m a i s il veut q u e des f r è r e s de la d o c t r i n e c h r é t i e n n e v i e n n e n t trois fois p a r j o u r é c h a n g e r q u e l q u e s p a r o l e s avec les m e u r t r i e r s , les p a r r i c i d e s , aux h e u r e s o ù ils n e p r e n d r o n t pas l e u r l e ç o n de g r a m m a i r e . Un fait c o n s i g n é d a n s l ' o u v r a g e si r e m a r q u a b l e de M. le d o c t e u r L a u v e r g n e (Les Forçais moral,

considérés

sous

le rapport

physiologique,

etc.) d o n n e r a u n e idée de la facilité q u e t r o u v e r o n t les visi-

t e u r s d a n s l e u r s r e l a t i o n s a v e c c e r t a i n s c o l o n s des b a g n e s : c'est un exemple entre m i l l e . Le f o r ç a t H i e d e k e r v i e n t au b a g n e , c o n v a i n c u d ' a s s a s s i n a t s u r sa f e m m e , s o n b e a u - f r è r e et de la t e n t a t i v e s u r t o u s c e u x q u ' i l s o u p ç o n n e l u i a v o i r ravi sa p e n s é e fixe, sa m o n o i n a n i e , le c œ u r de sa f e m m e . Q u a n d j e le v i s , dit M. L a u v e r g n e , il était e n c h a î n é , c o u c h é d a n s u n c a c h o t , et m a p r é s e n c e l u i s u s c i t e u n a c c è s de m a n i e h o m i c i d e . Si a l o r s v o u s aviez c o m m e m o i c o n s i d é r é cet h o m m e , vous eussiez r e c o n n u la t e n d a n c e a n i m a l e , fière et i n d o m p t a b l e du l i o n . A l o r s il r u g i s s a i t , il se d é b a t t a i t d a n s ses l i e n s , et ses d e n t s c l a q u a i e n t c o m m e c e l l e s d ' u n e b ê t e f é r o c e q u i a i g u i s e ses c r o c s p o u r l e f e s t i n . S o n r e g a r d s o m b r e et é t i n c e l a n t t e n a i t e n r e s p e c t des g a r d e s - c h i o u r m e s , q u i d ' o r d i n a i r e n ' o n t p e u r de r i e n . L ' a c c è s f i n i , j e fis p o r t e r J o s e p h H i e d e k e r d a n s m a s a l l e , et le c o n t i n s d a n s un l i t , à l ' a i d e du gilet de f o r c e . S e u l de tous c e u x q u i l ' e n t o u r a i e n t , j e p o u v a i s m ' e n a p p r o c h e r , p l o n g e r m a m a i n d a n s u n e f o r ê t de c h e v e u x n o i r s et h é r i s s é s , et fixer s o n r e g a r d l a r g e , h a u t a i n et i m p a s s i b l e , q u e le m i e n

finissait

t o u j o u r s p a r f o n d r e et a m o l l i r . A l o r s

je r e c o n n a i s s a i s le b o n H i e d e k e r , m a r é c h a l des logis a u 1 2 des e

c h a s s e u r s à c h e v a l , r e t i r é à T r e s v i l e r , a p r è s sept a n s de s e r v i c e ; b o n m a r i et m o d è l e c o m p l e t , jusqu'au m o m e n t où il p e r d i t son b u t p r o v i d e n t i e l en ce m o n d e , s o n a m o u r p o u r u n e s e u l e f e m m e . Pendant dix-huit jours, cet h o m m e déploya une puissance m u s c u l a i r e p r e s q u e s u r h u m a i n e , et ne se s u b s t a n t a q u e d'eau p u r e et froide. Chaque accès h o m i c i d e , provoqué

p a r la vue de la s œ u r

h o s p i t a l i è r e , d ' u n f o r ç a t t r o p f a m i l i e r , le m a i g r i s s a i t à vue d'oeil, et c o n t r a c t a i t ses m u s c l e s de la t ê t e , de la face et du c o u , j u s q u ' à d o n n e r à l ' a t t i t u d e et a u x traits de la face l ' e x p r e s s i o n de la f a u v e . T o u r à t o u r c a l m e ou p a s s i o n n é , cet h o m m e , lion au r e p o s , était 10


74

LES

BAGNES.

affectueux et expansif; ses yeux alors rayonnaient d'une

mélan-

colie douce et plaignante :« Docteur, me disait-il avec amertume, ne laissez pas votre main sur ma tête; un malheur, qui ne dépendrait pas de moi, pourrait arriver. » Et alors sa chevelure et ses sourcils soudain hérissés, l'œil illuminé de fureur, la bave a la bouche et les dents entre-choquées, interrompaient brusquement l'entretien. Ainsi, pour Biedeker, comme pour le reste des h o m m e s , mais sur des fons divers, la nature morale oscillait entre les v o l i tions de l'instinct et de l'intelligence, entre l'homme et la bête. Ce pauvre h o m m e , que visita le poëte Méry, et qui lui inspira quelques pages d'un intérêt dramatique, n'a jamais voulu, dans l'état de calme, se ressouvenir de l'assassinat de sa femme, qu'il aimait depuis son enfance, qu'il accusa d'adultère avec son frère, qu'il tua e n c e i n t e ; il ne se rappelait plus ces violents homicides ni son jugement : il était là-dessus sans mémoire et sans raison. Un j o u r , j e perdis les bonnes grâces de Hiedeker : « Puisque tu ne veux pas manger, consens à mourir, lui dis—je, à dormir toujours. — Oh ! oui, r é p o n d i t - i l , dormir toujours ! » Je lui tendis un breuvage noir, en l'assurant qu'après l'avoir bu il serait entièrement f o u droyé. Il le prit comme une chose sérieuse, et j e ne pense pas qu Alexandre ait regardé son médecin Philippe avec plus de c o n fiance que Hiedeker avalant un breuvage pour mourir. Il ne mourut pas; mais il fut aliéné à l'amitié comme il l'avait été à l ' a m o u r , depuis lors, ma vue l'exaspérait, et il aurait voulu me mordre. Je l'évitais autant qu'il m'était permis de le f a i r e ; mais enfin, forcé de passer devant son lit, il m'accueillait, du plus loin qu'il m'apercevait, par un aboiement lugubre, pareil à celui d'un chien enragé. Alors qu'il ne concevait plus aucune idée, il ne cessa de m a n i fester ses antipathies contre tout ce qui l'entourait, par ses a b o i e ments, qu'il avait imités, j e crois, d'un des chiens de quelque garde. Mettez donc en contact avec ces natures que les bagnes, avec leur grande puissance comprimante, parviennent à peine a maîtriser, les pauvres frères habitués aux émeutes bénignes des écoles primaires. Leur dévouement ne reculera pas; mais il y aura chaque j o u r un martyr. Hiedeker n est une exception que par la pitié qu'inspire la


BONNETS V E R T S ,

ETC.

75

cause première île sa manie furieuse; mais grand nombre d'autres criminels révéleront leur hydrophobie chronique dans les lieux de reclusion solitaire. D'autres, nourris dans leur orgueil de bandits, imiteront Rose, célébrité que les forçats de France envient à l'étranger, et qui peutêtre a déguisé, sous un nom d'emprunt, sa nationalité. Le fameux bandit Rose, détenu à Leevenden, attenta à la vie du sous-directeur de la prison cellulaire. Rose était farouche et terrible, et cependant ce même homme donna des preuves sincères d'un retour vers de bons sentiments. Une fois, par exemple, il se montra si repentant de sa conduite, qu'il écrivit une lettre pleine de protestations et d'excellentes promesses; mais bientôt son p e n chant Vers le mal se réveilla. Le pasteur évangélique, ayant remarqué ce changement subit, lui dit : « Qu'est-ce qu'il s'est donc passé en vous, Rose? L'autre j o u r encore, vous écriviez une lettre si touchante. — S o t t i s e ! . . . répondit le reclus, j e me suis conduit alors comme une vraie Rosine;

maintenant j'ai repris mon caractère, et

j e suis redevenu l'ancien Rose. » Le bonnet vert, ou le condamné à perpétuité,

embarrassera

longtemps les réformistes, à moins qu'ils ne disent comme M. S u r i n g a r . . . « S'il en est un qui meure en démence, c'est le remords de sa conscience qui l'aura rendu fou. Que le genre humain contemple sa fosse avec pitié, car le père des miséricordes lui fera grâce alors, bien plus que s'il eût persisté dans le mal j u s q u ' à la tin, avec toute sa raison. » Voilà comment les philanthropes coupent le nœud gordien de la pénalité. Le bonnet rouge est la marque générale des condamnés à temps; pour quelques-uns, ce n'est qu'un signe de transition : du bonnet rouge ils passent rapidement au bonnet vert, dont souvent ils ne se débarrassent qu'au pied de l'échafaud. Un des plus ingénieux voleurs dont le bagne ait gardé mémoire, fit son temps sous le régime impérial; il se nommait Baudin, a p partenait à une famille honorable, était homme du monde et joueur effréné, et intelligent, comme nous le verrons. Après avoir subi longtemps les mauvaises chances de la roulette, il se réfugia dans


76

L E S BAGNES.

la loterie, et, en réparation de ses pertes, il ne lui demanda rien moins qu'un million, qu'elle lui donna. Baudin entre un j o u r dans un de ces bureaux nombreux alors, et remarquables par louis façades rouvertes de cadres de toute 1

dimension et enrubanés, indiquant les numéros les plus heureux ou les plus anciens, ou ceux enfin qui, étant c e n t e n a i r e s , devaient 2

d'après les probabilités sortir prochainement. C'était j o u r de la clôture de Bruxelles, alors ville française, et quoique le tirage eùt été fait la veille dans le chef-lieu du département de la Dyle, l'usage autorisait à Paris les mises deux ou trois heures encore avant l'arrivée de l'estafette porteur des numéros sortis de l'urne. Baudin jette quelques pièces de monnaie sur le bureau, il dicte cinq numéros, il joue le quine sec, expression consacrée par le vocabulaire de la loterie impériale de France, c'est-à-dire qu'il r e nonce aux chances de l'extrait, de l'ambe, du terne et du quaterne. Trois heures s'écoulent; une nouvelle circule de bouche en bouche et parcourt la grande ville; l'association harmonique qu'on n o m mait la musique de la loterie fait entendre ses discordantes aubades avec un entrain et un enthousiasme poussés jusqu'au délire, eharivari horrible à ouïr, annonce d'une grande victoire remportée par un j o u e u r sur le Trésor; des groupes se forment à la porte de tous les bureaux de loterie, et bientôt tout Paris sait qu'un quine est sorti et que le joueur a gagné un million. Los bureaux de loterie où venait s'engloutir l'argent qui, aujourd'hui, va aux cais-

1

ses d'épargne ou aux cabarets, avaient quelquefois recours aux arts, à la poésie, pour éveiller la passion du gain. Près de l'Hôtel-Dieu, à un desangles de la rue du Petit-Pont, on voyait une énorme corne d'abondance d'où sortaient des pièces d'or et des billets de banque a profusion. C'était l'enseigne d'un bureau de loterie très-fréquenté par les voleurs et les réfractaires. Au-dessous de la corne d'abondance, ou lisait cette inscription : La fortune nous tend une main seeonrable. Mais c'est au plus hardi qu'elle est plus favorable.

Un autre buraliste de la Cité excitait la cupidité par celle légende : Mon registre en fait loi, chez moi l'on a pu voir Maints joueurs mourir de joie et non de désespoir. 2

Numéros non sortis pendant cent tirages,


BONNETS V E R T S , ETC . 7

7

Ce j o u e u r , c ' é t a i t B a u d i n ; c o m p r e n a n t q u e l a l o t e r i e étai t u n v é r i t a b l e i m p ô t s u r le s d u p e s , i l avai t v o u l u c h a n g e r p o u r u n m o -

ment le s rôles ; entre l e pont e e t l e banquier , et s e fian t plu s à so n intelligence qu' à so n étoile , i l avait résol u u n problèm e for t simple ; il s'agissai t d'avoi r u n courrie r plu s rapid e qu e l e courrie r d e Bruxelles, qu i arrivâ t à Paris , porteu r de s numéro s sortis , à un e heure o ù i l fû t encor e possibl e de fair e s a mise . L e courrie r d e Bruxelles venai t pa r terre : Baudi n e n eu t u n à se s ordre s qu i vin t par le s airs ; i l avai t l'avantag e d e l'agilit é e t l e profi t d e l a lign e droite. Cett e estafette , c'étai t u n pigeo n d e l'espèc e voyageur . Aussitôt l e tirag e d e Bruxelles , u n complic e attach a a u co u d u courrier aérien , dress é pa r plusieur s course s préparatoires , l e b u l letin numérique , e t i l arriv a a s a destinatio n longtemp s avan t l a c o n c u r e n c e officielle . Napoléon, qu i n'aimai t pa s le s razzia s faite s su r l e Trésor , fut ,


78

LES BAGNES.

dit-on, le premier qui conçut du doute sur la légalité de la dîme qu'on venait de prélever sur les fonds impériaux ; il ordonna qu'on connût la vérité, et la vérité fut connue. Le coupable trouva au bagne de Brest son châtiment. Sous le bonnet rouge, I esprit aventureux de Fossard a organise le plan de campagne contre les médailles de la bibliothèque Royale. II s'est évadé pour réaliser cette pensée audacieuse, et on se rappelle avec quelle coupable habileté il accomplit son projet. Poursuivi, il dérobe en pleine rue. à l'étalage d'un marchand fripier, une redingote et une casquette, entre dans une allée dont il fait son cabinet de toilette, se travestit, et protégé par son nouveau costume, circule connue un paisible rentier. Arrêté (dus tard, et enchaîné à son banc, il se console par des saillies, et. taisant allusion aux précautions minutieuses qu'on prenait contre lui, il dit que le commissaire du bagne était bien meilleur conservateur que le conservateur des médailles. Le bonnet rouge a été aussi celui de Mullon. le voleur des diamants de mademoiselle Mars; il se lit graveur de cocos au bagne, afin de faire croire, dit-on, que ses fonds venaient de son travail. Je questionnai à Toulon, sur ce fait, un condamné; il me répondit gravement : Je crois qu'il a doublé ici ses

capitaux.

Sous le bonnet rouge, qu il transforme en calotte grecque en aplatissant le sommet, se révèle par ses traits caractéristiques le forçat de Paris; c'est un genre tout à fait distinct; à quelques anomalies près , il ne faut plus chercher le tigre, ni le chacal, c' est la fouine et le singe

voleur dont la nature

sont ici en exhibition. Son

geste rappelle

et

la

physionomie

la haute école de

Melun et de Poissy. Il parle peu argot devant les étrangers; il craindrait qu'on prit le langage des voleurs pour un patois, et avant tout, il tient à se montrer Parisien. Son esprit, plein de la sève qu'il a aspirée dans les estaminets du boulevard et de la cité, déborde en saillies et en calembours; le Parisien chaîne, il la nomme guirlande;

joue avec sa

il appelle le garde-chiourme, par

sobriquet, l'As, allusion a la plaque en losange du schako du g a r dieu, ou bien encore, le Petit-Carreau,

doux souvenir d un quar-

tier de la grande ville, assez fréquenté par les aspirants au bagne.


B O N N E T S V E R T S , ETC .

79

Quand l e surveillan t tourn e u n momen t l e do s e t s'éloign e d e quel ques pas , l e Parisie n pos e un e mai n à terr e e t fai t l a roue ou l a cul bute, a u risqu e d'entraîne r so n compagno n d e chaîne , e t avan t qu e l'A» o u le Petit-Carreau s e soi t retourné , le condamn é a plu s que l e temps d e mettr e l e pouc e a u bou t d e so n nez , e t d'agite r s a mai n comme u n éventail , gest e d e bravad e trè s e n usag e dan s un e cer taine class e d e l a sociét é parisienne ; u n autr e fai t L a parade ave c son bonne t d e laine , o u s e drap e dan s s a vareuse , e n contrefai 1

sant l a voix d e quelqu e acteu r d u boulevard . Un autr e encor e donn e audienc e à so n chien , qu'i l a mi s e n pension, à se s frais , che z u n garde-chiourine . I l jug e d e se s p r o grès, et , e n récompens e d e l a docilité d e l'animal , i l l e revê t d'u n habillement comple t d e forçat , qu'i l a confectionné e n papier.. . E t

tous le s forçat s tailleur s d'applaudi r à l a grâc e d e l a coupe , e t le s bravos son t nombreux , car , pa r une caus e qu e l a statistiqu e laiss e encore inexpliquée , mai s qu'ell e expliquer a a u premie r moment , et, comm e toujours , suivan t le s besoin s d e l a cause , o n comptai t 1

Espèr e d e surtou t o u blous e d e toile qu e I administration accord e à quelque s con -

damnés, o u qu e ceux-c i s e procuren t à leu r rompt e afi n d e ménager leurs effets.


LES

80

BAGNES.

dans le dernier recensement des bagnes vingt-trois tailleurs d'habits portant le bonnet vert, et cent trente-deux, le bonnet rouge. Le costume des galériens est souvent modifié par une nécessité du service ou un caprice d'un chef de surveillance. A une époque assez rapprochée, à Brest, les condamnés à vie portaient le bonnet b r u n . Chaque changement de commissaire amène une variété dans la tenue. Chacun use de son droit de retoucher la livrée de ses forçats. Les uns adoptent des manches b r u n e s ,

d'autres des j a u n e s ,

d'autres des manches jaunes et brunes, pour les forçais

indociles.

Ailleurs, on trouve le collet jaune pour la même catégorie. Les condamnes admis a la salle d'épreuve ont quelquefois un bonnet violet, et le coupable qui n'a plus que quelques mois de captivité prend un bonnet b r u n . V Toulon, on encadre le bonnet des indisciplinés d'une bande de drap j a u n e , qu'on désigne sous le nom oriental et poétique de turban. Dans ce même bagne, le chef des chiourmes orne l'habit des condamnés d'une énorme lettre majuscule-jaune, initiale du nom de l'endroit ou le forçat travaille; le condamné porte sur le dos la lettre H s'il sert à l'hôpital, T s'il est terrassier, C s'il est canotier. A la sortie de la salle d'asile, qui est appuyée au mur de la c o r d e rie, les enfants, grâce à cette mesure administrative, peuvent apprendre à lire sur le dos des galériens. A Rochofort, il fut un temps où le chef du bagne avait inventé pour quelques-uns des condamnés ce costume: la moitié de la casaque était brune, l'autre moitié était rouge ; du vêtement s o r taient deux manches, l'une jaune par derrière et verte par devant, l'autre jaune par devant et verte par derrière. Le pantalon était un assemblage de morceaux d'étoffes de toutes couleurs. Ceux qui étaient revêtus de ce costume étaient désignés sous la dénomination d'arlequins ; ils étaient toujours placés dans le lieu le plus apparent du port, se tenaient au repos et debout, pour s e r vir de point de mire à la surveillance. M. l'amiral J u r i e u , préfet maritime, abolit cette mascarade. Un des derniers arlequins à R o chefort fut Gérard, dont le nom eut une grande célébrité dans les bagnes.


GARDE-CHIOURME ( D'aprè s nature. )


IV

COMMISSAIRES. ADJUDANTS

. — GARDES-CHIOURMES.

Les h o m m e s q u i d i s e n t m a r c h e r d a n s le s v o i e s n o u v e l l e s e n m a t i è r e d e r é p r e s s i o n n e fon t g u è r e q u e s e t r a î n e r d a n s le s vieu x sentiers qu e l a raiso n e t l ' h u m a n i t é on t depui s longtemp s a b a n donnés. Q u a n d 8 9 c o m p l é t a l ' œ u v r e d e L o u i s X V I e t b r i s a tou s l e s i n s t r u m e n t s d e c r u a u t é q u e l a t o r t u r e , frappé e d e m o r t , avai t l a i s s é s a p r è s e l l e , l e r é g i m e c e l l u l a i r e étai t e n p r a t i q u e à B i c ê t r e , l e c a banon c r o u l a . Aujourd'hu i l'Amériqu e revendiqu e l a gloir e d e c e t t e m o n s t r u e u s e c r é a t i o n ; g a r d o n s - n o u s d e l a lu i d i s p u t e r . Le r é g i m e n o m m é d e p u i s p e n s y l v a n i e n ( s o l i t a r y c o n f i n e m e n t ) recevait alors , au x porte s d e Paris , so n applicatio n san s hypocrisi e de l a p a r t d e se s p a t r o n s ; se s effet s é t a i e n t c o n n u s , a v o u é s , e t tou t était e n h a r m o n i e a v e c le s fins d u s y s t è m e ; i l t u a i t l ' h o m m e , o u il tuai t l a r a i s o n . D a n s l e p r e m i e r c a s , l e c i m e t i è r e C l a m a r t avai t été p r o f o n d é m e n t c r e u s é d a n s l e v o i s i n a g e ; l e s c o r p s lu i a r r i v a i e n t comme un e dîm e périodique ; dan s l e secon d cas , un e cloiso n d e planches s'abattait , e t l e c r i m i n e l s e trouvait , pa r u n c h a n g e m e n t à v u e , d a n s u n e log e d e l a d i r e c t i o n de s f o u s . E n c e qu i t o u c h e l e r é g i m e d ' E m b r u n , p o u r l e q u e l le s état s d e 11


83 L E

S BAGNES .

New-York professen t un e sympathi e paternelle , e t qu i adme t l e travail e n commu n mai s silencieux , e t l a promenad e collectiv e mais muette , so n programm e était , pa r anticipation , exactemen t suivi à Bicètre. Un historie n véridiqu e de s prison s nou s a conserv é ce souveni r : Quan d le s condamné s s e promenaien t dan s l a cou r par u n temp s pluvieux , il s cherchaien t u n abr i sou s l'auven t de s guichets; alor s le s gardien s le s e n chassaien t ave c de s fouet s d e poste pou r le s force r à fair e c e qu'il s appelaien t l e manége . O n a vu de s vieillards , l e fron t chauve , l a têt e n u e , tombe r sou s le s coups d e ce s furie s à visag e d'homme . U n déten u avait-i l commi s une faute , il s l e conduisaien t a u greffe , et , su r leu r rapport , l e con cierge l e faisai t mettr e a u c a c h o t ; un e pair e d e menotte s serrai t les main s d u patient , e t lorsqu'i l étai t parven u à l a second e o u troisième march e de s degré s d e l a prison , se s conducteurs lu i lan çaient u n cou p d e pie d entr e le s deu x épaules , e t i l parcourait , e n roulant d u hau t e n bas , tou t l'escalie r de s oubliettes . Un déten u avai t tent é un e évasion , déj à i l étai t parven u su r le s toits; mai s i l es t aperçu , un e compagni e d e fusilier s l e couch e e n j o u e . L e fugitif fai t sign e qu'i l v a descendre , i l demande grâce ; u n respectable ecclésiastique , L'aumônier de s prisons , s e jett e au-de vant de s fusils . A peine s'applaudit-i l d e conserve r l a vie à c e mal heureux, qu'u n gardie n es t déj à parven u su r l e toit ; i l s'approch e du prisonnier , d'u n cou p d e pie d dan s l e do s l e précipit e dan s l a cour d e l a prison , e t so n san g e t s a cervell e rejaillissent , e t c o u vrent l a soutan e d u ministr e d e paix , témoi n d e ce t affreu x s p e c tacle. Pendant longtemp s o n pu t croir e qu e ce s bourreau x dispersé s par l a Révolution , avaien t trouv é un e terr e hospitalièr e dan s no s ports d e m e r , e t qu'il s reparaissaien t sou s l e no m d e gardes c h i o u r m e s , aprè s avoi r port é précédemmen t celu i d e pertuisanie r et d'argousin . J'ai encor e présent s a u souveni r de s trait s d e révoltant e brutalit é dont j e fu s l e témoi n i l y a quelques année s a u por t d e Rochefort . Plusieurs couple s d e forçats travaillaien t prè s d'un e cale ; le s un s étaient occupé s à l'empilemen t de s b o i s , le s autre s nivelaien t un e partie d u terrai n e t chargeaien t le s brouettes , qu'il s conduisaien t


COMMISSAIRES,

ETC.

85

à l'endroit de la décharge des décombres. Deux forçats rouges étaient près d'une civière à roue fortement chargée; l'un d'eux disait au garde-chiourme : « Je ne puis plus me tenir sur mes j a m b e s , j e ne puis suivre le camarade, j ' a i une fièvre affreuse. » Ses membres tremblaient, ses dents s'entre-choquaient, le frisson agitait son corps. « Tu iras à l'hôpital demain, répliqua le g a r dien ; travaille, et ferme; tiens, voilà un coup de tisane. » En d i sant ce mot, le garde-chiourme lui applique sur l'échiné un v i goureux coup de baguette. Le forçat valide se mit seul à la brouette. Le camarade moribond suivait à pas l e n t s ; à peine pouvait-il traîner sa chaîne ; enfin il fléchit. Son compagnon l'aperçoit, s'arrête, le prend dans ses b r a s , le porte sur la brouette, l'assied, et sous cette double charge arrive à destination. Là il dépose le fiévreux à terre, vide sa brouette et reprend de nouveau son fardeau, avec lequel il retourne à son point de départ. Je ne vis pas sans émotion cette manifestation spontanée d'un bon sentiment auquel on peut supposer étrangère cette classe sur laquelle la pitié s'exerce si peu. Le garde-chiourme n'éprouva pas le même genre d'impression que moi ; l'acte du forçat en bonne santé lui parut une rébellion. Il en punit d'abord l'auteur par deux coups de bâton rudement appliqués, puis il lui sembla sans doute que l'obéissance passive du malade équivalait à une c o m plicité : il saisit le moment où le forçat, chargé de son camarade, passe près d'un monceau de fortes pierres aux angles saillants, et, sous le prétexte que la marche est trop lente, dans un mouvement d'impatience calculé, il pousse vigoureusement la brouette sur le flanc; elle chavire, et la tête du malade va frapper fortement sur les pierres et des grappins, la chaîne commune se trouve e m barrassée dans le brancard, le garde-chiourme accuse le c o n d u c teur de maladresse, et les coups tombent indistinctement sur lui et sur le moribond. Midi sonna : c'était l'heure où cette série de travailleurs rentrait d'habitude au bagne; le forçat malade, tenant d'une main sa chaîne, et de l'autre s'appuyant sur son compagnon, se traîna pas à pas jusqu'au banc de la selle, où il ne fut peut-être pas encore à l'abri de la barbarie. Je donnai quelques pièces de monnaie à cet homme :


LES

84

BAGNES.

le garde-chiourme lui appliqua un coup de canne en le traitant de mendiant. Je pris le signalement de ce garde pour le signaler à l'un des chefs, qui sans doute l'eut p u n i , ou l'eut du moins réprimandé. Mais le lendemain, quand j e cherchai à le c o n n a î t r e , j e trouvai tant de ressemblance entre toutes les ligures de cette brigade de surveillance, qu'il me fût impossible de désigner le coupable sans risquer de commettre une erreur. Bien m'en prit peut-être de n'avoir point poussé plus loin mon enquête. En demandant une p u nition pour l'auteur d'une lâche action, j ' a u r a i s peut-être obtenu pour lui une récompense. Quelques jours après, un forçat nommé Gauzère reposait sur son banc dans le bagne; le garde-chiourme Tremblay, pris de boisson, s'élance comme un tigre furieux sur ce condamné, et lui porte des coups de sabre sur la tête et sur les membres, Gauzère échappe comme par un miracle à la furie de l'assaillant. Le coupable est livré au conseil spécial maritime, et il est condamné à un mois de prison et à treize francs d'amende. Si Gauzère eût donné un coup de poing à Tremblay, l'échafaud se fût dressé pour le forçat. La pitié est un sentiment qui s'inspire de la haine qu'on r e s sent pour l'injustice ou l'abus de la force. Le mépris qui semble devoir peser sur le criminel, se retire de lui quand il est victime, pour se porter sur le garde qui le frappe ou le rudoie; c'est ainsi qu'il faut expliquer cette antipathie profonde qu'éprouve pour les gardes-chiourmes la population des ports de m e r . Le garde-chiourme est peu sensible à cette espèce de réprobation qui pèse sur lui. I1 ne fraternise qu'avec les siens. I1 vit aux jours de fête par bandes ou isolé, s'écartant peu du bagne, comme ces promeneurs prudents qui appréhendent l'orage. Une tète de g a lérien trop chargée d'électricité peut décider une combustion g é nérale, et le garde-chiourme est là qui guette l'éclair. S'il franchit le pont-levis, il porte d'habitude, dans ses pérégrinations une petite baguette; c'est un objet de l u x e , un j o u e t , un symbole de puissance d é c h u e , car au moment où j'étudie ces mœurs excentriques , la cruauté a accordé une trêve. Dans le s é -


C O M M I S S A I R E S , E T C . 85

jour de quelque s moi s qu e j e vien s d e fair e à Bres t e t à Toulon , j e dois à l a vérit é d e dir e qu e je n 'ai pa s v u frappe r illégalement, c'est à-dire san s permission o u arrêt, u n seu l condamné ; bie n loi n d e là, à Brest , u n força t malad e ayan t laiss é tombe r so n bonnet , u n garde l e lu i relev a ; à Toulon , deu x mains , cell e d'un força t e t celle d'un gardien , s e son t plongées , mo i présent , dan s l a môm e taba tière, C e sont l à de s fait s s i inaccoutumés , s i hor s de s habitude s locales, qu'il s son t à remarquer , e t qu e j e le s a i considéré s comm e une preuv e d e l a persuasio n qu'o n a d e l a prochain e abolitio n de s bagnes. A Brest,j'ai vu de s gardes-chiourmes , d'ordinair e solitaires, sem bler vouloi r s e rapproche r d u mond e e t fair e u n nouve l apprentis -

sage d e l a vi e c o m m u n e ; il s figuraient dan s u n q u a d r i l l e a u ba l c h a m p ê t r e d e l a Cal e l a R o s e , e t s' y l i v r a i e n t à u n e d a n s e don t le s


87

LES

BAGNES.

allures n'avaient rien de commun avec toutes celles connues des matelots ou importées par eux. Je laisse un moment le garde-chiourme pour suivre le degré hiérarchique des pouvoirs. Il y a en France trois bagnes pour les criminels. La population générale varie de sept à huit mille condamnés. Chaque bagne est un empire séparé, ayant pour chef absolu un commissaire de m a rine de première classe, dont le rang est celui de capitaine de vaisseau. Les trois commissaires de Brest, de Toulon et de Bochefort n'ont entre eux que des rapports intervicinaux, quoique séparés d'environ

150

myriamètres, et souvent

même

ils ne se c o n -

naissent que par les échanges de sujets qu'ils se font à titre de c a deaux. Ils s'envoient un forçat bonnet vert, un forçat bonnet rouge, un forçat manches j a u n e s , un forçat turban, comme un planteur de la Martinique envoie un nègre ou une caisse de café à un colon de la Guadeloupe. Le pouvoir a été octroyé à chaque commissaire, dans sa circonscription, à la condition de prêter chaque j o u r ses sujets, pendant un certain nombre d'heures indéterminé, aux diverses directions des ports. Ainsi, l'ingénieur chargé de la construction, de la réparation, de l'entretien de tous les bâtiments flottants, des chantiers et des ateliers qui en dépendent, a le droit de faire, le matin, une levée d'hommes dans le bagne. Le directeur d'artillerie qui doit gréer ses lourdes bouches à feu, ne voulant pas fatiguer ses hommes, et préférant écraser

une

vingtaine de novices qui n'ont pas l'habitude de cette manœuvre, fait retenir à la chiourme le nombre de forçats qui lui est utile. Le directeur des mouvements du port a-t-il des bâtiments à r e m o r q u e r ; s'il veut économiser des vapeurs, il opposera à la t e m pête la force musculaire de l ' h o m m e . Il faut des canotiers dont la vie soit peu de chose, afin que l'autorité puisse la j o u e r sans laisser un regret ou un veuvage sur la terre : ordre au bagne de fournir des escouades de condamnés. S'il faut haler un navire, vingt b r i gades seront dirigées sur les grèves, et, maintenues par le mousqueton des gardiens d'escorte, elles s'animeront à l'ouvrage au cliquetis de leurs chaînes.


COMMISSAIRES, ETC. Le d i r e c t e u r des t r a v a u x h y d r a u l i q u e s , le c h e f de s e r v i c e h ô p i t a u x , et e n c o r e

87 des

d ' a u t r e s , o n t le p r i v i l è g e d ' o c c u p e r le f o r ç a t

p o u r le s e r v i c e .

De toutes ces migrations, il arrive que le commissaire du bagne est souvent roi sans sujets, et n'a pour toute réserve que ses forçats double-chaîne et ses marengos (invalides), deux catégories que j e f e rai connaître plus tard. En admettant qu'un chef de bagne accepte cette fonction avec une pensée plus élevée que celle d'être gardien d'un troupeau i m monde, et qu'il se regarde comme investi d'un sacerdoce humanitaire, il est bien difficile qu'il accomplisse cette mission ; aussi, le plus grand nombre de ces fonctionnaires s'occupe-t-il fort peu de l'amélioration de l'espèce qu'on lui donne en compte comme des tètes de bétail. Chacun vit dans cette sphère provisoire comme dans un lazaret de pestiférés ; il accomplit sa quarantaine administrative, insouciant de la haute influence qu'il pourrait avoir sur les destinées sociales. Toute sa vie se concentre dans la surveillance, qui prend comme l'empreinte du caractère du chef. Les uns sont glorieux d'inspirer l'effroi à des êtres qui ont fait trembler le monde : La bastonnade alors est à l'ordre du j o u r , et la terreur règne. D'autres mettent leur autorité à l'abri derrière l'espionnage; d'autres, heureux de succéder à un homme qui n'a rien changé, se font un point d'honneur de remettre à leur survivant le bagne dans l'état où ils l'ont reçu de leur devancier; d'autres (il y aurait dans cette classe peu de noms à citer), acceptent avec courage la position, l'envisagent sous son noble et sévère aspect; ils cherchent la souillure pour l'extraire, et fonctionnent comme ces machines qui creusent le lit des fleuves pour les dégager de leur vase. Ces h o m m e s là, malheureusement si rares, parviennent à faire rentrer le r e mords et le repentir dans les cœurs qui avaient voué une haine implacable à la société et aux l o i s ; mais qui continuera leur œ u vre, qui viendra après eux, quand leur tour d'avancement les a p pellera à d'autres fonctions? Des hommes qui ne comprendront pas l'œuvre ébauchée; peut-être même des spéculateurs, aujourd'hui il y en a partout; ou des hommes-bornes qui ne verront, dans cette position, les uns, qu'une occasion de se faire faire de riches m e u -


88

LES BAGNES

bles, ou d'élever à force de bras de forçats un gracieux village; les autres, vrais rois fainéants, qui se feront promener non, dans des coches, mais dans des yoles, non par des bœufs, mais par des forçats habillés à neuf et parfumés, tiers de porter le titre recherche de canotiers du commissaire. La soif des emplois et du cumul gagne toutes les classes, et a u jourd'hui un marin qui a sa pension, s'il est protégé, ne recule pas devant la pensée de se faire adjudant ou sous-adjudant des chiourmes ; on en compte plusieurs qui sont marins retraités, adjudants en activité et marchands de tabac commissionnés, et qui, pour une haute pave de quelques cents francs, s'exposent chaque j o u r à recevoir un coup de couteau d'un

furieux, ou à se faire écraser entre

les bras nerveux d'un monomane qui veut tuer pour être tué. Ces exemples, quoique fréquents, n'effraient pas les candidats; ils augmentent tous les j o u r s . Les fonctions de simple garde-chiourme sont même t r è s - e n viées, quoiqu'elles ne rapportent, avec les mêmes périls à courir, que 4 5 centimes par j o u r , auxquels on ajoute une prime de 12 centimes par j o u r après sept ans de service, et de 15 centimes après douze a n s . On a souvent eu la pensée de compléter l'organisation régimentaire de cette milice de surveillance, mais une grande difficulté s'est présentée; un écueil presque impossible à franchir, un scrupule qu'on n'a pas osé braver, ont arrêté l'exécution du projet. Quand il s'est agi d'officiers, on a été effrayé de faire porter l'épaulette à un garde-forçats. La question du drapeau était d'une solution i m possible; on s'est arrêté. La difficulté a été tranchée en plaçant le commissaire des chiourmes chef de c o r p s , et, pour compenser le sacrifice

qu'il

fallait faire à l'opinion et à la susceptibilité

de l'armée, on a octroyé aux compagnies de gardes-chiourmes des tambours, et, ce qu'on aura peine à croire, des enfants

de

troupe! Des enfants de troupe gardes-chiourmes! quelle affreuse anomalie morale! A l'enfant né près du drapeau, que l'Étal donne un vêtement, une ration, pour qu'il vive de la vie de son père, et qu'il grandisse


COMMISSAIRES,

ETC.

89

à l'odeur de la poudre, jusqu'au j o u r où il recevra le baptême de l'eu, c'est un devoir dont le pays s'acquitte. Que le fils du soldat suive les cours de l'école régimentaire et qu'il ail sa place aux exercices de l'art gymnastique, c'est une avance de soins qu'il remboursera plus tard au régiment, en devenant instructeur ou on escaladant une redoute. Mais reniant de troupe des chiourmes, bon Dieu! à quelle é d u cation le réservez-vous? À quelles mœurs l'initiez-vous? C'est l'éducation d'un chien de combat qu'on lui accorde par privilège. L'élève jouera de bonne heure avec sa proie, il s'habituera à ses instincts, à ses allures. Son père le mènera en plaine quand il y aura grande chasse, ou évasion ; il lui apprendra à déjouer les crochets que le fugitif fait dans sa course. Il l'exercera au flair, à l'arrêt, à la lutte, à la curée! Quelle affreuse chose! Le forçat joue avec l'enfant du garde-chiourme, il se laisse mor-

dre par lui, il partage avec lui son pain, et le lendemain peut-être, dans un accès homicide, il tuera le père! Tout est contraste dans ce monde-là, tout est imprévu dans cette vie exceptionnelle! La surveillance des condamnés grève le budget de 5 0 0 , 0 0 0 fr. Les économistes de la marine ont trouvé dans cette dépense un ar12


L E S BAGNES.

90

gument en faveur de la suppression des bagnes. Un homme de savoir et de pratique qui, avant 1 8 3 0 , était directeur des travaux hydrauliques à Rochefort, M. Pruss, a prouvé que sans c o m p r o mettre la sécurité on pouvait diminuer les frais de surveillance de moitié, et même remplacer, avec profit de dépense, les compagnies de gardes-chiourmes. Ces observations auraient sans doute trouvé accueil

près de

M. Hyde de Neuville, alors ministre de la marine, qui déjà avait songé aux fécondes et intelligentes modifications du régime des bagnes. Aujourd'hui, il n'est plus question d'améliorer; on demande à détruire. Les réformes du ministre homme de bien, les travaux de l'ingénieur modeste, resteront dans le souvenir de ceux qui tiennent compte du bien qu'on a voulu faire.


LA GRAND E FATIGUE ( D'aprè s nature. )

.


VI

GRANDE FATIGUE . —VIE DU BAGNE .

Dans l a formul e de s loi s pénales , le s législateur s devraient éviter l'alliance de s mot s don t l e sen s n'es t pa s précis . A combien d'in terprétations n' a pa s donn é lie u l'expressio n de s travaux forcés. Par travai l forc e o n peu t entendr e l e travai l d e quelqu e natur e qu'il soit , obligatoir e pour l e condamné , e t c'es t ains i qu'o n l'ex plique administrativemen t dan s le s maison s centrale s o ù le s fem mes subissent leu r peine . Elles s'occupen t d e coutur e o u d e filature . Le mo t chang e d e sen s quan d l a pein e s'appliqu e à l'homm e coupable, e t i l s e tradui t ains i : Obligatio n d'u n travai l pou r leque l la forc e es t nécessaire ; quelquefoi s mêm e o n a étend u l a signifi cation d u mo t force , e t l e coupabl e a ét é livr é à de s labeur s qu'i l n'était pa s d e natur e à supporter . Il arriv e d e cett e diversit é d'application , qu e l a lo i frapp e égale ment le s femme s quell e qu'ai t ét é leu r positio n sociale , e t qu 'elle semble avoi r deu x mesure s pou r l 'homme; L e forçat qu i a vec u dans l e mond e et qu e les statistique s nommen t lettré, c'est-à-dir e le condamn é élevé hor s d e l a c lasse m anouvrière. es t plu s cruelle ment trait é dan s le s port s qu e l'homm e illettré o u l 'homme d e la heur habitu e au x rude s travau x don t le s bra s son t le s instruments.


LES BAGNES.

92

Quelques chefs d'administration ont voulu à plusieurs époques rétablir le niveau entre ces deux positions. Des difficultés s'étant présentées, tous les condamnés arrivant au bagne, quel qu'ait été leur rang dans la société, leurs habitudes, quels que soient leur crime et la durée de leur peine, sont livrés, sans d'autres exceptions que les malades, aux travaux les plus pénibles, travaux nommés la grande

fatigue.

La grande fatigue est la première étape de la vie du forçat. Tous se trouvent, se coudoient, s'entr'aident, se heurtent sur ce champ de travail où disparaissent toutes les distinctions du monde, tous les orgueils de naissance ou d'éducation. Un homme qui était heureux dans le monde est tout à coup frappé dans sa fortune, dans son état, dans son honneur, dans sa liberté, par suite de désordres de conduite, ou par l'entraînement de ses passions, ou par les crimes que la haine, la jalousie, la vengeance lui ont fait commettre : il devient le sujet d'une accusation impérieuse, grave, capitale; il est traîné au pied de la j u s t i c e ; après toutes les tortures des débats, il succombe et il est condamné aux travaux forcés à perpétuité. La vie du m o n d e , la vie dos autres hommes est finie pour lui : plus de b o n h e u r ! une; infortune sans terme est pour jamais son l o t , ses biens lui sont ravis et passent de son vivant à ses héritiers naturels; il ne lui reste plus rien ; l'affection

et la tendresse que des êtres jadis aimés lui

prodi-

guaient s'affaiblissent et s'éloignent sous L'influence d'autres affections et d'autres intérêts; il est seul, deshonoré , dénué de tout secours, abandonné souvent même par les personnes pour l e s quelles il s'est perdu. Une voiture cellulaire le reçoit, triste, démoralisé, encore tout brisé du jugement qui vient de le frapper; après une longue route pendant laquelle il n'a vu ni le soleil ni un visage d ' h o m m e , il arrive au bagne. La porte de la voiture s'ouvre, des soldats l'aident a descendre, on le conduit ou plutôt on le porte dans une salle où l'on s'assure de son identité, où il est dépouillé de ses v ê t e ments, lavé et habillé on forçat, c'est-à-dire avec une robe de mouy rouge, un pantalon de mouy jaune, une chemise de grosse toile écrue, de gros souliers ferrés et la tète

rasée, et reçoit

pour


G R A N D E F A T I G U E , — V I E DE

B A G N E . 93

unique coiffur e u n bonne t d e lain e roug e o u d e lain e verte , suivant l a catégori e qu'indiqu e s a condamnation . Le médeci n d u bagn e l'examine ; s'i l est trouv é valide , i l es t im médiatement accoupl é ave c u n autr e condamné , e t on lu i accord e trois jour s d e repo s dan s l a sall e o ù l e che f d u servic e a ordonn é de l e placer . L e quatrième j o u r , i l es t mené a u cou p d e cano n d e Diane, à six heure s d u mati n dan s l'hiver , à cin q heure s dan s l'été, au x travau x du port , travau x pénible s don t i l n' a pa s l'idée .

Pour l'accoupler , o n riv e a u ba s d'un e dose s jambe s un e fort e manille e n fer a laquell e es t attaché e un e chaîn e e n fe r composé e


94

LES BAGNES.

de dix-huit maillons, posant ensemble, avec la manille, près de sept kilogrammes, presque toujours avec un compagnon inconnu, qui diffère avec lui de caractère, de condition, de goût et de langage. Ne sachant pas se mouvoir avec cette longue chaîne dont il traîne la m o i t i é , marchant avec difficulté et e m b a r r a s , il fait ainsi son apprentissage. Le soir, après une journée de fatigues physiques et morales, il est ramené en salle avec les autres, et il prend sa place sur son banc d'où il ne doit plus sortir jusqu'au lendemain matin, où il est e n h a î n é au Hamas a huit heures du soir, sans en pouvoir descendre que pour aller aux latrines banales qui avoisinent son b a n c . A huit heures

heure du silence général), il s'étend sur son

banc, n'ayant pour se garantir du froid

1

qu'un mince matelas de

dix-huit pouces de largeur et une couverture d herbage qui e n v e loppe son corps recouvert de ses vêtements de forçat. Aller aux excavations et aux mines, aux pompages des bassins, soit la nuit, soit le jour, selon les marées, à fous les ouvrages d'armements et de désarmements, au transport incessant de bois, de pierres, de fer, de plomb, de diverses matières, à dos corvées innombrables, chaque jour dans un pays extrêmement h u m i d e , où il pleut près de 3 0 0 jours par a n , être mouillé toute la journée, rentrer le soir dans cet état, se coucher sans avoir des vêtements de rechange, et ne retrouver en rentrant au bagne qu'une nourriture

frugale,

d u r e , malheureuse

tout

cela

est

une

vie

bien

même pour les c r i m i n e l s ,

triste, et

pour ceux qui y sont soumis (ils sont en très-grand

bien

assurément nombre ,

on peut dire que la loi est exécutée dans toute sa rigueur. Nous qui connaissons les secrets des familles, combien il y a d'hommes à plaindre dans cette agglomération de c r i m e s , de faiblesses et de calamités! Nous nous d i s o n s : Les forçats sont bien malheureux, quels que soient les crimes dont ils se sont rendus coupables! Celle esquisse si expressive de la vie du bagne, ce n'est pas moi

1

D'ordinaire il n'y a que les forçaits de la salle d'épreuve qui oui un matelas. ( v o i r

aux livraisons suivantes.)


(D'apres nature.)

LA SORTI E D U BAGN E L E M A T I N . (Bres t )


GRANDE FA TIGUE. - VI E D U B AGNE . 95 qui l 'ai tracée ; e n disan t l'impressio n profond e qu e caus e l'exis tence d u condamné , pris e dans son ensemble , j'aurai s crain t d 'être accusé d e fair e d u sentimen t su r un e matièr e qu i demand e à êtr e appréciée ave c sang-froid . J'a i emprunt é les premier s trait s d u ta bleau a un e plum e qu i a un e bie n plu s grand e puissance persua sive qu e l a mienne . L'auteu r es t u n homm e d'expérienc e e t d'é tude, u n administrateu r qu i a de s fait s à l 'appui de s phrase s : c'est un moralist e qu i n e cèd e au x élan s d e so n cœur , dan s un e questio n sociale, qu e lorsqu e l a piti é s'associ e a l a raison . J'a i nomm é M. Gleize , commissair e d u bagn e d e Brest . I1 est à regrette r qu e c e soi t a u momen t o ù l e bagn e v a peut -être exporter s a populatio n dan s le s c a b a n o n s , qu'u n homm e s e p r é sente ave c le s preuve s irrécusable s qu 'en amélioran t a u lie u d e détruire l a société , le s mœur s e t l 'humanité peuven t trouve r dan s une lo i existant e de s garantie s qu'u n enthousiasm e irréfléch i v a demander à de s doctrine s paradoxales . A l 'époque o ù l 'on edifi a l e bagn e d e Brest , l'architectur e n'é puisait pa s le s veille s a cherche r l e problèm e d e l'infin i dan s l a division de s diverse s partie s d'u n édifice ; pa r u n princip e tou t à fait oppos é a celu i d e l a maçonneri e cellulaire , dan s u n espac e donné, i l s'agissai t d e place r l e moin s possibl e d e compartiments . Ainsi, quan d M . Choque t Lind u eu t élev é le s troi s étage s d e so n palais de pierre , qu'i l eu t ménag é ave c ar t le s voie - d e circulatio n et donn e d e grand s passage s a l'ai r vital , san s leque l un e priso n es t un sépulcre , i l s e content a d e coupe r chaqu e étag e e n deu x salle s immenses, e t l e bagn e d e Bres t exist e e t montr e ce fron t imposan t qui s e développ e su r u n espac e d e 8 0 mètre s au-dessu s de s cor deries, q u i , à leu r tour , serven t d e piédesta l au x caserne s d e l a marine; ce s troi s édifice s complèten t u n sévèr e amphithéâtr e don t le premie r degr é es t à l'industrie, l e secon d à l'esclavage , l e troi sième à l a surveillance . Au milie u d e chaqu e sall e e t contr e l a colonnad e qu i repos e dans tout e l a longueur , s e dress e su r u n pla n inclin é u n li t d e camp e n planches , nomm é Tollard . A l a parti e supérieur e es t placée connu e u n portemantea u l a légèr e couvertur e e n herbag e dans laquell e l e força t s e roul e pendan t l a nui t san s jamai s quitte r


96

LES BAGNES.

ses vêtements; au sommet du tollard est aussi le numéro de m a tricule du condamné. Il désigne la place qu'il occupe et qu'il doit prendre chaque soir. Chacune de ces salles contient cinq cents condamnés, tous c a marades du même lit. qui est coupé cependant dans sa longueur, de cinq mètres en cinq mètres, par un passage où se trouve, en l'orme de niche, une latrine et un robinet donnant de l'eau abondamment. La desserte de ces latrines appartenait, il y a quelques années, au condamné blanchisseur qui lavait le linge des forçats dans l'urine. Ces détails repoussent à dire, mais il faut bien montrer l'incurie longue qui a régné sur ces lieux qui commencent à peine à sortir de leur fange. Une série d'anneaux destines à recevoir la chaîne de chaque individu se prolonge au bord inférieur sur toute l'étendue du lit de camp. La nourriture frugale

dont parle M. Gleize est réglée ainsi par

jour : 9 1 7 grammes de pain ou 7 0 0 grammes de biscuit, 1 2 0 grammes de légumes s e c s ( d e s fèves), et pour l'assaisonnement d e s quels on

concède 4 grammes 9 centigrammes

3 3 centigrammes d huile et

10 grammes de sel;

de bourre, ou 48

centilitres

de vin ou 9 6 centilitres de cidre sont ajoutés à la pitance quand le forçat est au travail. Chaque condamné abandonne une portion de ses vivres pour alimenter la marmite banale où se l'ait la soupe. Jamais le forçat, a moins de cas de maladie, ne reçoit de viande; souvent les vivres sont des résidus avariés provenant des désarmements. A Rochefort j'ai souvenir d avoir vu distribuer du biscuit humide, presque moisi, ce qui lit dire a un condamné : Ce n'est pas la du biscuit, le biscuit boit le vin. mais celui-là boit de l'eau ; c'est de l'éponge. M. Tupinier, dont j'ai déjà signale les opinions peu favorables au maintien des bagnes, se récrie sur le régime alimentaire, qu'il trouve trop confortable; selon l u i ,

le repas des condamnés est

préférable aux mets grossiers dont se contentent la plupart des paysans de la France et les classes malaisées des grandes villes.


JEAN GASPARD.


GRANDE FATIGUE.—VI E D U BAGNE . 9

7

C'est l à un e d e ce s phrase s banale s qu'o n répèt e à satiét é e t qu i n'ont pa s d e sens , j e l e prouvera i plu s loi n ; i l serai t temp s qu'o n renonçât à c e lie u commun .

Jetons maintenan t u n regar d su r l e condamn e quan d l a journé e du força t commence . Le cou p d e cano n a donn é l e signa l de s travau x dan s l e port . La cloch e d u bagn e sonn e : l e força t es t délivr é d u r a m a s ; 1

la distributio n d u vi n es t fait e à ceu x qu i son t alle r à l a fatigu e ; chacun boi t s a ratio n e n présenc e de s adjudants.. . cett e popula tion compact e s'ébranle , s e me t e n marche , s e pressan t e t s e j e tant au-devan t d e l'air qu'ell e aspirer a à la sortie.. . 1

Anneau auquel viennen t abouti r toute s le s chaînes . 13


LES BAGNES

98

Chaque couple, on franchissant te dernier degré de l'escalier, présente la j a m b e

au rondier,

celui-ci

frappe du marteau

la

manille et les chaînons, et à la note qu'ils donnent, il sait si la lime a mordu le fer au profit de l'évasion. C'est un terrible essayeur de métaux que le sonneur de fors du bagne. I1 sent, au toucher du marteau, quand l'anneau qui unit deux coupables contient de l'alliage, ou quand il est rogné et n'a pas son poids légal. Un écrivain qui craint que l ' h o m m e proscrit par la société ne soit pas assez châtié dans les bagnes a dit : La fatigue n'est pas fatigante. On a dit aussi : Deux ouvriers libres foraient aisément sur le champ de travail ce que font dix esclaves. Y a-t-il donc de quoi s'étonner qu'un homme livré à des travaux dont il n'a pas fait apprentissage connaisse moins le métier que celui qui l'a appris ? Au lourd chariot qui porte la pierre, à ces immenses locomotives nommées diables, dont le premier modèle fut fait par un prêtre ami de l'humanité pour venir en aide aux b û c h e r o n s , placez de vigoureux manouvriers; sans nul doute le bloc de granit ou la charponte avancera plus rapidement que si vous contiez son transporta l'attelage du bagne, accouplement anormal, où le paysan du Morvan, presque à l'état sauvage, se trouve près du jeune homme énervé que les assises ont arraché aux avant-scènes des théâtres, et où l'on voit sous la même c h a î n e , à la même b r i c o l e , le nègre qui a volé son maître et le notaire qui a ruiné ses clients. En admettant l'hypothèse hyperbolique que deux ouvriers f a s sent plus que dix forçats, il y a à répondre que dix forçats coûtent moins en salaire que ne

coûteraient deux ouvriers, puisque le

forçat qui va à la fatigue n'a point de paye et n'est récompensé que par quelques centilitres de vin ; et comme la population des t r a vailleurs esclaves est nombreuse, on peut suppléer à la force ou au savoir par le nombre. Le dessin que nous avons donné hors texte avec la quatrième livraison prouve que la fatigue n'est point au bagne un de ces effets de théâtre qui font illusion sur l'emploi des b r a s . M. J . Noël, auteur de ce sujet, a cru sa probité d'artiste engagée! a peindre sur les lieux


GRANDE FATIGUE. — V I E DU BAGNE.

99

mêmes la nature et les hommes exceptionnels dont j e voulais avoir le calque et les types; il les a fait poser devant lui. La r e n contre en voyage de ce jeune et modeste artiste a été pour mon livre et pour moi une bonne fortune; toutes ses compositions, r e flets de la vie du bagne, sont des arguments irrécusables, et l'épisode de la grande fatigue, le lieu de la scène, connu de tous ceux qui ont visite Brest, témoignent de l'application de la peine dans toute sa rigueur. Sur ce plan escarpé où roule la masse de pierre, si un seul des travailleurs faiblissait ou lâchait pied, il y aurait péril pour tous , et au retour, le camarade d'attelage qui aurait compromis la sûreté des autres

ferait l'épreuve d'un des nom-

breux moyens que le forçat tient en réserve pour la haine particulière et pour la vengeance collective. Il faut que chaque attelé vienne en aide de toute sa force au travail commun; le galérien n'est pas d'une nature à être dupe d'un semblant de labeur : aucun ne trompe, ou ils trompent tous en même temps, et rarement cette entente est possible. Ailleurs, c'est un armement ou un désarmement de navire qu'il faut opérer, des gueuses qu'il faut placer pour lest, des caronades qu'il faut embarquer ou débarquer, des mâtures qu'on remplace; et pour tous ces travaux, quand l'intelligence ou l'expérience fait défaut au bras, il y a péril. Un empilement de charpente c r o u l e , vingt couples sont e m ployés... le cri gare! est prononcé; le forçat l'entend, mais le mouvement est paralysé ou ralenti par la chaîne. Un camarade a pensé à son salut avant de se préoccuper du sort de son compagnon; de son côté, le compagnon a fait de même, et chacun tire dans un sens opposé ; une bille de bois énorme

roule , frappe tout ce

qu'elle rencontre et broie un des deux calculateurs ou tous les deux. S'ils n'ont qu'une fracture ou une contusion, c'est grand profit, grande joie : ils ont conquis l'hôpital. En suivant le cours du ruisseau de Penfeld, le port est serré par une haute montagne qui s'avance sur lui

comme un cap

de granit; le plan est a peine incliné, il faut que ce monolithe s'abaisse au niveau du s o l , comme s'est déjà abaissée cette longue chaîne de rochers dont il est la suite. Ce sera l'œuvre du t r a -


100 L E

S BAGNES .

vait e t d e l a persévérance , c e ser a l a tâch e d e l a g raude fatigue. Les couple s arme s d e pince s gravissen t l e so l ; le s chaîne s bon dissent su r l e rocher ; l'instrumen t de travai l mor d l a pierr e r é fractaire ; c e sentimen t d'orguei l qu i n e s'étein t jamai s dan s l'homme es t surexcit e pa r l a résistance , ell e ro c est entamé . C'es t un triomph e qu e l a chut e d'u n fragmen t qu i s e détach e e t roule.. . Observez c e troupea u d e travailleurs , ce s visage s humide s d e sueur, cett e soi f ardent e qu i s'étanch e fréquemmen t a u bido n c o m m u n . Songe z qu e pendan t le s di x heure s d u travail , l'homm e a ét é souven t expos é dan s l e mêm e jou r à l'actio n d'un e a t m o sphère humide , à u n solei l ardent , à de s pluie s glaciales , qu'i l s e repose à pein e quelque s moments , pui s repren d l'ouvrag e à cie l découvert quelqu e temp s qu'i l lasse . Place z su r u n autr e poin t le s forçats a u nombr e d e ving t dan s d e lourd s bateau x désigné s im proprement sou s l e no m d e chaloupes , e t qu i son t d e l a forc e de s grandes embarcation s connue s su r le s fleuves sou s l e no m d e coches. Exposez , a u moment de s plu s gros temps , à la forc e des vent s et de s flots , ce s embarcation s follemen t chargées , qu i n'on t pou r auxiliaires d e manœuvr e qu e le s rames , pou r matelot s qu e le s condamnés. Transformez encor e u n momen t l e força t e n bêt e d e trait , e t qu'il tir e à grand s coup s d e collie r le s boi s d e mâtur e o u d e c o n structions, riche s trésor s qu e l a marin e conserv e sou s le s vase s d u ruisseau d e Penfeld , e t quan d vou s aure z v u l a somm e d e forc e musculaire dépensé e à c e travail , auque l o n emploi e d'ordinaire , sur l e littora l de s fleuves, le s chevau x o u l a mécanique , vou s n e direz pa s qu e l a f aligne n e justifie pa s so n titre . Quant a savoi r s i l a fatigue , c'est-à-dir e l e travai l forcé , c'est à-dire l a lo i actuelle , vau t mieu x que foule s le s utopique s création s qu'on propose , l a discussio n viendr a e n so n temps . Avan t tout , les faits ; après , le s commentaires . Quand l'heur e d u retou r a u bagn e es t venue , le s condamne s re gagnent leu r salle . A l'entrée , u n garde-chiourm e le s fouille ; le s bonnets vert s son t aussitô t enchaînés ; le s forçat s d e l a fatigu e qu i ne son t pa s rentré s a u repa s d e mid i prennen t leu r repas.. . Af freuses agape s ! Le s ustensile s d e premièr e nécessit é fon t défaut .


(D'aprè« nature.)

LA COU R D U BAGN E


GRANDE: FATIGUE. -

VIE

DU

BAGNE.

101

Chaque escouade mange ou plutôt se repaît à une gamelle, ou plutôt à un

baquet c o m m u n ;

chaque

bouche

s'approche du

même bidon ; pas de privilège : le vase fait le tour et se pose sur la bouche encore fraîche et sur les lèvres flétries par la souillure ou corrompues par le venin. Des appétits avides que la faible ration du bagne ne peut satisfaire se précipitent sur les gamelles vides ou sur quelques restes que le dégoût a fait mettre à l'écart, et souvent deux êtres humains donnent le spectacle de chiens errants qui combattent pour une proie. C'est avec de tels commensaux que vivent et ont vécu dans nos bagnes, des coupables qui dans le inonde menaient une vie p r i n ex-banquier de Montpellier, et le notaire de Mar-

cière : Perron, seille, Amant

Fabre,

et Jour net, poëte ambitieux, q u i , poursuivi

par la loi suisse, vint choisir en France pour sa fiancée la

fille

d'un brave général, et C h . . . , qui, jusqu'au j o u r où il prit place au banquet du bagne, ne croyait pas qu'on pût dîner h o n o r a b l e ment à moins de dix a douze pièces d'or, et qui, tenu dans cette croyance par une sage-femme de Paris, demanda au vol de l'or pour ses orgies; et tant d'autres,

qui furent des amphitryons

joyeux, des convives parfumés, des hôtes magnifiques. Aux repas du bagne, succèdent quelques instants de liberté a s sise ou enchaînée. Un coup de sifflet part; à ce signal, chaque corps s'enroule dans une couverture tissée en herbe m a r i n e , les têtes se baissent. Ce vaste lit de camp sur lequel cinq cents corps sont jetés pêle-mêle, c'est la morgue en grand. Chaque individu est désigne par un n u m é r o ; car au bagne on n'a plus de nom. Les fanaux envoient une pâle clarté sur cette mosaïque de gures haves et

huileuses, dans laquelle s'enchâssent

fi-

quelques

têtes de nègres. La chiourme repose. Le silence règne, on n'entend plus au lointain que les pas du rondier et le bruit sec de son marteau, qui sonne les barreaux des grilles et des fenêtres, et symbolise l'action perpétuelle de la surveillance. Voila la vie du bagne dans son cercle immuable. n'est-elle pas terrible, propre a inspirer l'effroi a celui qui la regarde, a celui qu'elle menace, et a celui qui la subit?


VII

VOLEURS A U BAGNE.—FAU X MONNAYEURS. — FAUSSAIRES.

Chaque força t pren d l a casaqu e d u bagn e ave c de s pensée s e t des résolution s diverses . Le plu s gran d nombr e es t pendan t quelques jour s comm e frappé d'atonie pa r l'imprév u d e cell e existenc e don t i l est impossibl e d e se crée r limag e avan t d'êtr e su r le s lieu x même s ; pui s le s nature s prennent l e dessu s e t s e manifestent ; le s un s s e résignen t e t espè rent un e amélioratio n à leu r Sor t dan s u n aveni r plu s o u moin s prochain; d'autres , e t l e chiffr e e n es t asse z élevé , entren t a u bagne comm e l a hèl e d e somm e dan s u n maigr e pâturage ; il s acceptent l a chaine , comm e l'anima l l e collie r d e pein e ; d'autres , dans leu r orgueil , sourien t à la captivit e : elle donner a occasio n d e montrer ce qu e peuven t l' intelligenc e et l'audac e pou r rompre cette chaine qu'il s n'accepten t qu e sou s bénéfic e d'inventaire ; aprè s examen des lieu x e t de s hommes , s i l a somm e d e gèn e e t d'ennu i à solde r es t tro p forte, il s lèveron t l e pie d ; d'autre s saisissen t d u premier regar d l e profi t qu e l e vic e éhont é peu t tire r d e l'entasse ment de s hommes , e t leu r pensé e s e port e su r de s rêve s d'un e monstrueuse prostitutio n a laquell e il s s e feron t affilier . Quelques-unes de s vari e tes (le s voleur s d e ville , le s cambrioleur s


L E BAGN E L A N U I T

.


VOLEURS AU BAGNE, ETC. à la flan ', les caroubleurs , les boucardiers 2

que changer

3

103

et autres, n'ont fait

de théâtre; la richesse du butin

n'est pour eux

qu'une question secondaire; ils feront main basse dans le port sur tout ce qu'ils pourront saisir. Le singe, dont quelques-uns sont le spécimen, vole indifféremment une noix ou un diamant; et le rouletier , qui sous la blouse emportait les caisses du roulage, se c o n tentera, sous la casaque rouge, d'un outil qu'il aura dérobé à un ouvrier, ou d'un écrou qu'il enlèvera d'une frégate au radoub. L'instinct aura eu sa satisfaction. D'autres hommes, espèce réfractaire. nature indomptable dont l'élément vital est le crime, a c c e p tent le joug du bagne comme l'aliéné furieux subit la douche. Au temps des anciennes galères, dont les règlements punissaient avec une rigueur extrême le vol commis par les condamnés, la crainte du châtiment

n'arrêtait

pas toujours la tentative d'un

coup d'adresse. On raconte qu'un prélat, l'évêque de Fréjus, je crois, visita les galères de Marseille, et que prenant en pitié la douleur feinte d'un criminel, il lui donna sa bénédiction et lui présenta son anneau episcopal à baiser. A peine le prélat avait-il quitté la galère, qu'il s'aperçut de l'absence de son anneau ; le voleur était le galérien hypocrite dont la main ou la bouche avait été assez subtile pour soustraire le bijou sans qu'aucune pression donnât l'éveil. La tradition ne dit pas si l'archevêque de Fréjus recouvra sa bague. De nombreux faits témoignent de l'adresse

traditionnelle des

habitants des bagnes; ils n'ont pas dérogé. Deux étrangers, accompagnant une dame, visitaient il y a q u e l ques années le bagne de Toulon. La dame admira les ouvrages des condamnés et fil quelques emplettes qui furent payées généreusement. Après une courte halte aux magasins de vente, un des étrangers

1

Voleur qui dévalisent les chambres sans aucune indice, allant au hasard.

2

Voleurs à l'aide île fausses clefs.

3

Voleurs a l'aide de comperes dans

le

magasin

» Voleurs qui dévalisent les voitures desrouliersoudesblanchisseusses.


S BAGNES.

104 L E

s'aperçoit qu e s a montr e vien t d e disparaître ; l e commissair e est averti : il questionn e le s visiteurs, e t appren d qu 'ils on t pass é rapi dement dan s un e de s salle s o ù s e trouven t le s homme s les plu s en clins a u vol . Le che f de s chiourme s fai t un e allocutio n énergiqu e au x con damnés e t le s engag e à restitue r l a montr e sou s pein e de s châti ments le s plu s sévères ; i l prome t même un e prim e pécuniair e a u voleur, e n récompens e d e l a franchis e d e so n aveu . L e commissaire fixe à un e demi-heur e l e déla i dan s leque l l e bijo u doi t êtr e r e s titué. La demi-heur e écoulée , aucu n résulta t satisfaisan t n'étan t o b tenu, l e commissair e donn e ordr e à un e compagni e d e gardes chiourmes d e protége r ave c le s carabine s chargée s l'exécutio n dis ciplinaire qu i v a avoi r lieu . La d a m e , témoi n d e ce s terrible s préparatifs , s'évanoui t ; le s étrangers l a reconduisen t à l'hôtel , aprè s avoi r déclin é leur s nom s au commissair e et indiqu é leu r adresse . La bastonnad e fu t donné e à plusieur s condamnés ; d'autre s al laient l a recevoi r encore, quan d un e lettr e fu t remis e a u c o m m i s saire; ell e étai t d e l'étrange r propriétair e d e l a montre . « Monsieu r l e commissaire , « E n rentran t che z moi , j'a i trouv é a u milie u d e l a place , prè s des voiture s qu i y son t rangées , u n homm e vêt u d'un e vest e bleu e et d'un pantalo n roussàtre , qu i m' a restitu é m a montr e enveloppé e dans u n papier , e n m e disan t s e u l e m e n t : Voic i c e qu'o n m' a di t de vou s remettre ; pui s i l a dispar u e n prenan t l a ru e qu i es t à l'angle d e l a place . « J e m'empress e d e vou s informe r d e cett e circonstanc e pou r vous épargne r l e soi n d e fair e d e nouvelle s recherches , et d e puni r ceux qu i n'auraien t pa s pri s par t à c e vol, etc . » Ce vol , accompl i sou s le s yeux mêmes des agent s d e surveillanc e et dan s un e localit é où l e força t es t à pein e e n contac t ave c l e v i s i teur qu i pass e devan t so n b a n c , peu t donne r un e idé e d e l a puis sance d e moyen s qu e le s classes dangereuses, soi t qu'elles habiten t les bagnes , le s cellule s ou le s villes , on t e t auron t longtemp s e n core comm e auxiliaires.


VOLEURS AU BAGNE , ETC . IO5 Dans un e d e se s excursion s artistiques , mademoisell e George s eut l e dési r d e visite r l e bagn e d e Toulon . Le s grille s lu i furen t ouvertes, ell e pu t voi r d e l a couliss e l a lugubr e mis e e n scèn e d'un de s plu s hideu x tableau x d e l a comédi e humaine , et s e c o n vaincre qu e l a réalit é social e laiss e bie n e n arrièr e l a fictio n théâ trale, quell e qu e soi t l a hardiesse d 'imagination du poëte . L a pensé e de l 'artiste s e port a su r l 'adresse traditionnell e de s voleurs ; ell e confessa à so n guide , chef d'administration, son incrédulit é à l'égar d des fait s audacieu x qu'o n prèt e à cell e class e d 'escamoteurs, e t elle prélendi t qu e l e filou n'es t habil e qu e dan s l e choi x qu'i l sait fair e d e se s dupes ; u n pe u d'attentio n d e l a par t d e celu i qu i possède, voilà , di t L'artiste , l a meilleur e de s polices , l a plu s puis sante protectio n contr e l e vol . L a grand e tragédienn e adress a la parol e à quelque s condamnés ; u n entr e autre s attir a asse z long temps so n attention ; s a parol e étai t facile , l e tou r d e se s phrase s

h e u r e u x , l'expressio n c h o i s i e ; i l avai t j a d i s rêv é l a t r a g é d i e , mais alors il était vertueux; i l parl a t h é â t r e e n f e u i l l e t o n i s t e , e t pou r r e n d r e h o m m a g e a u t a l e n t , i l allai t s ' a g e n o u i l l e r q u a n d m a d e m o i s e l l e George s l e prévin t p a r u n gest e o b l i g e a n t e t f it u n m o u v e m e n t e n avan t p o u r l e retenir . 14


106

LES BAGNES. Pendant que cette scène se passait, l'artiste n'avait pu voir un

signe fait par l'administrateur, son cicerone, à un forçat dont la figure soudain s'illumina comme si une faveur imprévue lui était accordée, et quand l'actrice eut quitté la salle du bagne et qu'elle eut fait quelques p a s . . . elle s'écria : On m'a volé mon

cachemire!

En effet, le châle n'était plus sur les épaules de l'artiste, mais la victime fut bientôt rassurée car elle vit un galant forçat, porteur du c h â l e , s'avancer et le replacer lui-même en disant avec un sourire : «C'est la première fois qu'il m'arrive de faire une restitution volontaire. » Applaudir le vol, c'est l'encourager, et peut-être l'administrateur, chevalier de mademoiselle Georges, eut-il un tort en se faisant le compère d'un filou; mais il y eut circonstance atténuante. Le voleur qui avait pris le cachemire était moins un être humain qu'une machine organisée pour le vol, et cet acte ne pouvait avoir aucune influence sur des instincts auxquels il cédait, comme le rouage obéit à un moteur mécanique. C'était un homme d'une nature semblable à celle qu'on découvre encore dans le forçat Deham, à Toulon. Un seul trait le fera connaître : Deham trouvant l'ordinaire des bagnes peu appétissant et son brouet trop sec, voulut arroser ses fèves aux dépens de ses camarades. Malgré la surveillance, il parvient à glisser sous le couvercle de la marmite c o m m u n e , fermée au c a d e n a s , une longue mèche de coton : il en conduit l'extrémité à sa gamelle; la mèche boit dans la marmite, elle aspire l'huile et la transmet dans le vase du rusé gastronome. Celui-ci renouvelle pendant plusieurs j o u r s l'expérience; mais les condamnés d é c o u vrent la manœuvre de D e h a m , et force lui est de renoncer à sa supercherie. Un maître entretenu

1

du port de Toulon avait une tabatière à

laquelle il tenait beaucoup, c'était un don d'un de ses fils, et il ne s'en parait que dans les grandes solennités. Un j o u r on lançait à la mer un b â t i m e n t , toute la population était sur pied en habits de fête, c'était là une belle occasion pour tirer la tabatière de sa retraite, aussi

1

Chef ouvrier aux appointements.

passa-t-elle dans la poche


V O L E U R S AU B A G N E , ETC.

107

du m a r i n ; mais, ô douleur! quand celui-ci voulut prendre une prise, le bijou avait disparu. Le marin suppose qu'un industriel en casaque rouge a l'ait à ses dépens un tour de prestidigitation Le commissaire du bagne l'ait appeler un de ceux qu'il sait être associé à toutes ces sortes d'affaires, et il lui ordonne sous peine de bastonnade avec intérêts composés pour chaque heure de r e tard, de rendre la tabatière s'il l'a dérobée, ou de la retrouver si un autre la possède. Le forçât se met en quête. A peine a - t - i l commencé sa tournée que les tabatières pleuvent de toutes parts; mais la tabatière regrettée n'est pas au nombre de celles qui sont restituées et qui proviennent de razzias antérieures. Le commissaire l'ail donner la bastonnade

1

au forçat qui a

échoué dans sa perquisition, le menace d'une nouvelle exécution s'il n'est pas plus heureux dans une seconde enquête. Heureusement le flagellé découvre que la tabatière a été dérobée par un Parisien, nouvel hôte du bague, qui travaillait seul sans a s socié. le

marin

recouvra sa tabatière, et le Parisien fut livré à la b a s -

tonnade dont sou ancien avait eu les prémices. Le forçat J e a n , surnommé Gaspard, était encore une de ces natures dont la pensée fixe est le vol. 11 semblait par sa conformation appartenir à cette famille de mendiants nomades qui spéculent sur leurs hideuses infirmités et sur leur structure monstrueuse. Jean n'avait qu'un œ i l , il était perclus d'une j a m b e et boitait de l'autre, qui se soutenait sur un appui de bois; il n'avait que les mains valides, et elles semblaient avoir bénéficié de la vie qui s ' é tait retirée des autres membres. Jamais voleur ne fut plus adroit, et ce qui paraîtra plus extraordinaire, plus agile dans une escalade. Il grimpait au faîte d'une muraille en s'accrochant à l'angle, il s'introduisait là où il y avait à peine passage pour sa tête comique. Jean Gaspard n'avait jamais exercé d'autre profession que celle de voleur; c'était un métier héréditaire dans sa famille. Sa mère, son père, ses frères et sœurs étaient morts sur l'échafaud ou dans les prisons; il mourut au bagne, où il était d'autant plus dange-

1

Voir plus loin.


1 0 8 LE

S BAGNES .

roux, qu'i l inspirai t la piti é pa r s a faibless e physiqu e e t qu'ell e lu i assurait souven t l'impunité ; un e fort e bastonnad e l'eû t brisé . Au nombr e de s forçat s qui , soi t à Brest , soi t à Rochefort , soi t à Toulon, son t employé s à de s travau x qu i nécessiten t leu r passag e dans l a ville , s e trouven t quelquefoi s le s recéleur s chargé s d e vendre l e produi t de s vols . Le s escouades , à l a sorti e d u port , son t souvent suivie s pa r un e class e de femme s nommée s Estrassière s o u Camelotières, qu i fon t commerc e illicit e avec le s condamnés , sou s la protectio n d u garde-chiourme , o n bie n e n trompan t s a vigi l a n c e . . . Souven t i l arriv e qu e l e voleu r es t dupe , e t qu'aprè s avoi r reçu l e butin , l a négociant e ni e l e dépô t et l a dette , e t s'appropri e sans bours e délie r l a livraiso n d'u n demi-kil o d e ferraill e qu e le força t a ét é plusieur s semaine s à réaliser . On a di t e t redi t qu e c'étai t entreteni r l a passio n d u vo l qu e d e coloniser de s criminel s a u milie u de s richesse s d'u n por t maritime , J'ai cherch é avec soin à me rendr e compt e de s dépouille s précieuse s dont l e força t pouvai t fair e so n profit , e t e n mettan t à l'enquêt e l a meilleure volont é possibl e , j'ai trouv é qu e l e voleu r qui n'avai t pa s à s a porté e u n cachemir e d e visiteuse » ou un e montr e d e touriste , ne pouvai t guèr e fair e mai n bass e qu e su r quelque s centimètre s d e toile à voile , sur quelque s décagramme s d'étoupe , d e suif , d'huil e ou d e goudron , o u bie n encor e su r quelqu e outi l qu'i l pourr a dé rober à u n ouvrie r libre . c'est trist e à proclamer , mai s l a vérit é impos e l e devoi r d e dir e que s'i l s e commet des vols dan s le s arsenau x d e l a m a r i n e , c e n'es t certes pa s l e condamn é qu i fai t l e plu s d e tor t à l'Etat . J 'écrivais c e chapitre à Toulo n , e t j e cherchai s un e formul e pou r exprime r clairement e t ave c convenanc e m a pensé e à ce t égard , quan d j ' a p e r ç u s u n group e s e forme r devan t un e de s nombreuse s taverne s réquentées e n vill e pa r le s gardes-forçats . J'approcha i d ans l ' e s poir d'avoi r quelqu e fai t curieu x à enregistrer ; j e n e m e trompai s pas, l e garde-chiourm e

1

venai t d'êtr e arrêt é e n flagrant déli t

de vo l ave c effraction; et su r l a plac e d e l 'Intendance, o n s'entrete nait d e ce t incident . 1

Cet homm e n'étan t encor e qu'e n éta t d e prévention , je lai s so n nom ; mai s l e fai t

que j e signal e s'es t pass é dan s l a premièr e semaine d u moi s d e septembr e 1844.


VOLEURS AU BAGNE, ETC.

109

Le soir même de cet événement, j e lisais dans un journal qu'on m'adressait de Brest

1

:

« I1 n'est bruit en ville depuis deux ou trois j o u r s que de la découverte; d'un vol qui aurait lieu depuis neuf à dix ans, à raison de 3 à 4 , 0 0 0 fr. par mois, Ce vol consiste à porter sur les états du port plus d'ouvriers qu'il n'yen a réellement, et à se faire rendre en sous-main par les débiteurs

le surplus de la solde, ce qui impli-

querait nécessairement un grand nombre de complices.» Quelle induction tireront de là ceux qui demandent la suppression des bagnes, en jetant sur les forçats la solidarité de tous les larcins commis dans nos ports ? Le bagne est quelquefois un atelier de fausse monnaie, et l'horloger Dubois, qui porta sa tête sur l'échafaud il y a quelques a n nées, a laissé un souvenir de son dangereux talent, sans jeter l'épouvante par son exemple. On comprend que dans les ateliers de serrurerie ou dans les forges, le forçat puisse faire, malgré la surveillance, des fausses clefs ou des limes; mais il est presque incroyable que sur un banc ou sous une carène de navire où il reposera un moment, il p a r vienne à tailler des monnaies de cuivre, à les frapper ou à les ciseler, quelquefois même à creuser des moules, à couler le plomb ou l'alliage en ébullition et à mêler des métaux simulant la couleur de l'or ou de l'argent, et à créer enfin une pièce qui a plus ou moins de ressemblance avec la monnaie légale. D'ordinaire, les faux monnayeurs vivent solitaires, taciturnes, rêveurs; tous leurs efforts, tous leurs vœux tondent à être séparés de leur compagnon de chaîne. La cellule, si jamais elle s'édifie, sera un bienfait pour les hommes qui ont la pensée incessamment occupée de leur œuvre de falsification. On a souvent répété sur parole d'orateurs que le bagne était une école où l'assassin a p prenait à faire une fausse clef, où le voleur faisait son cours de fausse monnaie. Eh bien ! n o n . . . c'est une e r r e u r . . . chaque c r i minel reste dans sa catégorie ; peu ont l'ambition du cumul, et les tableaux vrais des récidives démentent les phrases de tribune. Le

1

la Bretagne. 31 août 1844.


110 LE

S BAGNES .

voleur, quan d i l revien t a u bagne , revien t voleur , l e fau x m o n nayeur reparaît devan t l e j u r y ave c plu s d'habilet é dan s so n art ; mais j a m a i s pou r répondr e d'u n vo l o u d'u n crim e étrange r à l a métallurgie. Près de s industriel s qu i fabriquen t l a fauss e monnaie , o n trouv e au bagn e ceu x qu i fon t profi t pou r eu x o u leur s complice s d u talent d'imitatio n de s signature s : à Toulon, o n vi t arrive r a u che f du bagn e de s pièce s administrative s qu'o n du t croir e émanée s d u ministère d e l a j u s t i c e, elles étaient revêtue s de toute s le s signature s nécessaires pou r l a mis e e n libert é d 'un forçat.. . L'administratio n allait obéi r au x ordre s supérieur s e t brise r le s fer s d u condamné , quand ell e s 'aperçut qu'i l manquai t un e pièc e a u dossier ; bett e omission donn a lie u à un e recherch é à l a préfectur e maritime , et l à o n découvri t qu e l a dépêch e ministériell e n e venai t pa s d e Paris, mai s qu'ell e étai t parti e d 'un bagn e m ê m e . L e forçat Sultler . pour fair e grâc e à u n compagno n d é c h a î n e , so n ami , s'étai t trans formé e n gard e de s sceau x e t avai t contrefait , entr e autre s signa tures, cell e d u Roi . A l a maiso n central e d e Poissy , l e contre-maîtr e d 'un atelie r reçoit u n jou r un e lettr e timbré e d e Compiègne ; i l l'ouvre , ell e contient u n bille t d e cin q cent s franc s san s aucu n commentair e et sans explicatio n a u c u n e; i l s'étonne , regard e l'adress e su r laquell e le scea u posta l es t i m p r i m é ; l a suscriptio n indiqu e bie n so n no m de famill e e t d e baptême , s a q u a l i t é , i l n e peu t doute r qu e c e soi t bien à lu i qu e cett e valeu r su r l a banqu e d e Franc e es t adressée ; i l fait mill e conjecture s et arriv e enfi n à l a convictio n qu'i l es t l'obje t d'une galanteri e anonym e d e quelqu e condamn é deven u heureu x et vertueu x e t pou r leque l i l aur a e u quelque s bontés . L a joie d u contre-maître n 'est pa s d e longu e d u r é e , i l apprend bientô t qu'i l est l e j o u et d u déten u B u . . . , qu i s'es t amus é a imite r l a signatur e du directeu r d e l a Banqu e e t toute s le s illustration s qu i distinguen t le papie r spécia l d e cett e compagni e privilégiée , e t a contrefai t aussi l e doubl e timbr e d e l a poste . Quand l a révélatio n fu t fait e , l e contre-maîtr e regard a attenti vement l e bille t faux e t prétendi t qu'a u premie r cou p d'oei l i l avai t pu êtr e trompé , mai s qu'i l aurai t v u bientô t l a fraude . B u . . . e n -


VOLEURS AU BAGNE, ETC.

11l

gagea le contre-maître à envoyer changer le billet de banque, en ville. Le billet fut montré à plusieurs négociants, tous le déclarèrent de bonne fabrique, et un d'eux allait le prendre, quand on lui découvrit le taux. L'autorité judiciaire, avertie de ce fait, dirigea une action contre B . . . . Il passa aux assises, mais comme il était évident qu'il n'avait voulu faire qu'une mystification, et qu'il avait d'ailleurs mis dans sa confidence toute la prison, excepté le contre-maître, il obtint un verdict d'acquittement. M. Sers, écrivain modeste, auteur d'un opuscule rempli de renseignements curieux sur le bagne de Rochefort, documents qui sous une plume plus ambitieuse auraient pu fournir plusieurs volumes, donne communication d'une lettre écrite par un forçat qui avait livré un faux commercial comme marchandise dont il r é clamait le paiement. Voici celte singulière lettre : « Lorsque vous vîntes au b a g n e , monsieur, me prier de vous contrefaire une quittance dont vous aviez un besoin indispensable, vous me promîtes deux louis, au cas que la pièce vous fût favorable; ne pouvant douter de sa ressemblance parfaite avec l ' é c r i ture originale, et présumant dès lors que vous avez eu gain

de

cause, j e viens vous réclamer le salaire promis. « Ayez donc la bonté de m'envoyer ces deux louis dans une demi-livre de beurre ; en prenant cette précaution, le tout p a r viendra, j'espère, sans obstacle. « Je compte sur votre empressement à me paver cette petite

1

somme dont vous ne pouvez raisonnablement me priver plus longtemps, e t c . » Cette pièce dont le forçat réclamait le prix de fabrication avait tranché une difficulté judiciaire au profit de celui qui s'en était servi. I1 avait gagné un procès. Mais à quelque temps de l à , un huissier faisant une saisie-exécution chez cet individu, trouva entre autres papiers que le fripon n'avait pas pris soin de détruire, la lettre accusatrice du forçat... Elle fut livrée aux magistrats, et dix années de réclusion frappèrent celui qui avait fait usage de celle pièce.


112 LE

S BAGNES .

L'imitation frauduleus e d u passe-por t n'es t pou r l e faussair e qu'une œuvr e d'écolier . Dans l'éta t d e liberté , l e faussair e s e content e souven t d e lave r par de s acide s le s passe-port s qu'i l dérob e o u qu'i l achète , e t i l sub stitue so n no m véritabl e o u d'emprun t au x nom s de s titulaires . Ainsi faisai t l e fameu x Capdevill e qui , suivan t le s circonstance s e t les pay s s e faisai t appele r Legros, Marquis, Glaudet, Blondel,Marchand ,

Laud, Rioles,

Dural, Darbaux,

Lacroix,

Petit,

Leblanc,

Blanc, Demetrieux o u Demessieux, e t qu i subi t de s condamnation s sous ce s quinz e n o m s , san s compte r celle s qu i l'atteigniren t sou s d'autres pseudonyme s qu e l a justice n' a pa s connus . Le condamn é au x travau x forcés , quan d arriv e l e momen t d e s a mise e n liberté , est rend u a u mond e ave c un e feuill e d e roul e s p é ciale don t j e donnera i l e text e dan s u n prochai n chapitre . Ell e dit à tou s le s agent s d e l'autorit é qu e l e voyageu r qu i s e présent e es t un ex-forçat.. . Cett e mesur e cruell e e t pe u efficac e n e justifie t-elle p a s , j u s q u ' à u n certai n point , l'œuvr e d u faussair e qui , e n fabriquant su r so n ban c u n passe-por t pou r l'époqu e d e s a libéra tion, avis e a u moye n d e secoue r l'ignomini e qu i pèserai t su r lui .


VIII

ÉVASIONS.

En arrivant au bagne le condamné a entendu la lecture du code des chiourmes, et un adjudant l'a initié à la connaissance de la jurisprudence administrative. S'il est à temps, qu'il rompe sa chaîne et soit repris avant ( l a voir accompli l'évasion, il subira la bastonnade ; si la tentative réussit mais que le fugitif soit ramené, il encourra la prolongation de trois années de séjour au bagne. De la récidive naîtra une progression qui pourra monter indéfiniment. Si le forçat est condamné à perpétuité, la tentative d'évasion lui vaudra, comme au condamné à temps, la bastonnade; mais l'évasion accomplie lui méritera trois années de double chaîne. On ne laisse pas ignorer au nouveau venu les difficultés de l'évasion, on lui dit qu'aussitôt sa disparition, trois coups de canon sont tirés pour donner l'éveil, qu'on bisse des pavillons d'alarme, que son signalement est envoyé à la gendarmerie maritime et a toutes les brigades de gendarmerie départementale de dix chefs-lieux les plus voisins, que son corps est mis à prix comme celui d'une bête féroce, qu'on placarde aux portes de la ville et dans les communes une affiche portant le signalement de l'évadé et invitant les agents et paysans a courir sus, moyennant

une prime de 25 francs si le condamne

est arrêté dans le port, de 5 0 francs s'il est saisi dans l'intérieur de la ville où il était détenu, et de 100 francs s'il est appréhendé au corps hors des murs. Le placard porte : « Tout gendarme on tout citoyen ayant repris un 15


114 L E

S BAGNES .

forçat évadé , qu i n'aur a p u l e ramener a u bagne , mai s l'aur a remi s aux autorité s compétentes , devr a fair e parveni r a u ministr e u n certificat d'arrestatio n et l e procès-verba l d e détention ; i l recevr a la récompens e promise . » Cet avertissemen t préliminair e donn é a u nouve l arrivan t p r o duit d'habitud e pe u d'effe t su r lui . I l n e redouter a l e paysa n e t ne comprendr a bie n l'influenc e d e l a prime , qu e lorsqu e l'expé rience lu i aur a appri s jusqu'o ù v a l'enthousiasm e campagnar d pour l a défens e d e l'ordr e social , quan d i l v a 1 0 0 franc s à gagner . Ce qu e l'homm e d u bagn e dépens e e n intelligenc e pou r arrive r à rompr e so n ban , fai t souven t regrette r qu'i l n'ai t pa s port e dan s une voi e d e droiture ; l'énergi e e t l'adress e qu e l a natur e lu i a don nées. C e qu'il réalis e au milie u de s obstacle s de tou s genre s e t d'une surveillance qu i n e s'endor t jamais , tien t presqu e d u merveilleux . Le cod e impérial punissai t l'évasio n d'un e prolongatio n d e vingt quatre année s d e peine ; nou s avon s v u l e pe u d'effe t qu e produi sait cett e sévérit é d e l a lo i su r Fere t Salvador ; ell e n'intimid a n i Collet, n i Coignard , n i tan t d'autres . Quan d l e voleu r rêv e l a li berté o u l e vol , tout e l a puissanc e d e s a pensée es t porté e su r l'ho rizon o ù es t l a libert é o u l e b u t i n , c l i l n e regard e pa s e n arrièr e les lieu x o ù i l peu t rentre r esclave . Entre autre s preuve s d e cett e assertion , je donn e u n mot d e C a . ., voleur incorrigibl e tan t qu'i l es t e n liberté , e t excellen t sujet , pen sionnaire laborieu x e t soumi s quan d le s verrou s l e tiennent . L a première foi s qu e je le vis , c'était à la priso n d e Rio m en Auvergne ; j e lu i demanda i s'i l n'avai t pas , e n accomplissan t u n vol , l a p e n sée d u châtiment ; i l m e répondi t : Si vous saviez, monsieur ! on a tant de choses à faire dans ce moment-là, qu'on ne peut avoir l'esprit à tout... Si x an s après , j e retrouva i C a . . . a u Mont-Saint—Michel , c'était toujour s l e mêm e individu , l e renar d fai t abeille ; s a c o n duite étai t exemplaire , so n travai l soutenu , seulemen t i l avai t appris à fair e l e calembour . J e lu i demanda i d e nouvea u s i l a crainte d e l a priso n n e l'arrêterai t j a m a i s ; i l m e répondi t : S i je n'avais ét é arrêté qu e pa r cela , j e n e serai s pa s à Saint-Michel... Ca.. doi t êtr e depui s quelque s moi s e n liberté ; qu'i l s 'y conserve ! Il serai t difficil e d e dir e l e nombr e d e foi s que l e célèbr e Petit,


ÉVASIONS.

115

dont j e raconterai la fin tragique, s'échappa des galères et de la prison. Pendant longtemps chaque jour de sa vie a été marqué par une victoire qu'il remportait sur un gendarme, sur un geôlier, ou sur un garde-chiourme; c'est Petit, qui, exposé au carcan à Paris, annonçait le jour où il arriverait au bagne de Toulon et le jour où il s'évaderait; et au j o u r dit, il parlait pour le Piémont, travesti en matelot. C'est encore Petit, qui, repris à Abbeville, prévint le maire de cette ville que le lendemain il quitterait sa prison parce qu'elle ne lui semblait pas une habitation convenable; l'autorité s'amusa de cette bravade et ne s'en inquiéta pas ; cependant les verrous s'ouvrirent ainsi que Petit l'avait prédit; le prisonnier gagne une chambre où le geôlier plaçait du linge, il empaquette les chaînes qu'il porte aux j a m b e s , escalade plusieurs murs élevés, tombe dans un jardin, franchit sa clôture, et quoique forcé de; sauter et de marcher a pieds joints, il sort de la ville et le lendemain il se d é b a r rasse de ses fers, qu'il a l'audace de venir vendre en plein marche. Un événement qui sort de la vie uniforme de la chioiirine ne peut passer sans que le forçat ne cherche à en tirer parti au profit de sa liberté. Témoin Cochot : les salves d'artillerie qu'on a coutume de tirer dans les ports pour célébrer la fête du r o i , vont devenir pour lui un moyen de salut. Le gendarme, le paysan, ne seront pas étonnés de ce b r u i t , qui est pour tous un signal de fête attendu. « Eh b i e n ! si au milieu de ces salves j e brisais mes fers et que j e fusse assez heureux pour gagner la campagne, le canon d'alarme resterait muet, car il serait inutile qu'il se fit entendre, il est au même diapason que celui de la fête royale, rien n'indiquerait l ' é vasion qu'il signale... Je profiterai de cette fête, moi aussi j'aurai une part de j o i e . . . » C'est la réflexion que faisait le condamné dont je parle, et le lendemain, j o u r de la saint Philippe, à peine les premiers coups de canon ont-ils retenti, qu'on annonce au commissaire un vide dans son troupeau... Cochot courait tranquillement les champs , laissant la surveillance aviser au moyen de prévenir la répétition de ce fait à la prochaine fête royale. Malheureusement pour lui. Cochot n'était un ardent ami de la liberté qu'à la condition que la liberté lui rapporterait des profits, et ces


116

LES

BAGNES.

profits c'est au vo1 qu' il les demandait. I1 vola et fut pris et mis en dépôt dans une maison d arrêt. Le geôlier eut pitié de sa position, de son appétit et surtout de sa passion pour les carpes frites, et il permit qu un de ces ovipares bien doré et paré de persil se; p r é sentât sur la table du prisonnier; mais la carpe de Cochot, comme le céleri de Salvador, cachait un ressort de pendule dont le prisonnier eut bientôt fait une lune qui lui rendit de nouveau la liberté. Une des évasions de Victor Desbois a Brest justifie l'aphorisme qui promet a l'audace les bonnes grâces de la fortune. Un adjudant se rend dans une des salles du bagne pour faire une inspection; a peine est-il e n t r é , qu'un sosie se présente au factionnaire qui est a la grille, et d un geste impératif se tait ouvrir; ce sosie est Victor Desbois,

qui a eu l'adresse de confectionner en

papier

un habit d uniforme semblable a celui que porte le sous-officier ; il avait scié sa chaîne, s'était coiffé avec des cheveux de sa fabrique, chaussé proprement, paré de fausses moustaches presque sous les veux de celui dont il avait imité si parfaitement le costume, que la liberté fut le prix de ce trait d'effronterie. Souvent l'occasion fait l'évasion; le forçat Hautdebont, employé a l'atelier des tailleurs des compagnies des gardes-chiourmes, aperçoit accroché a un clou un vêtement neuf qui semble fait à sa taille; on ne doit le livrer qu'au bout de quelques jours, parce que celui à qui il est destine est a l'hôpital ; il ne manque qu'une chose pour que l'uniforme soit complet, c'est le bonnet de police. Hautdebont on confectionne un pendant les nuits, au moyen de plus de cent petits morceaux de drap qu'il dérobe peu a peu ; puis un jour il saisit le moment où le maître tailleur est distrait, il décroche l'habillement, le revêt et se dirige vers la porte du p o r t . . . Malheureusement pour Hautdebont, le maître tailleur porta les veux sur le clou où l'habit neuf était un moment auparavant suspendu, il donna l'éveil, et le faux garde-chiourme poursuivi ne tarda pas a échanger son travestissement contre la casaque du bagne. Il perdit sa place a l'atelier et fut accouplé. Piercy. condamne a vie pour meurtre, aperçoit un échafaudage dresse, pour une réparation, contre un mur qui isole le port de Toulon de la ville; la pensée de la fuite est instantanée (d l'exécu-


ÉVASIONS. 11

7

lion rapide ; Pierc y jett e s a veste , cach e s a chaîn e sou s so n larg e pantalon, i l tourn e autou r d e s a têt e u n mouchoir , coiffur e e n usage che z le s maçons provençaux , i l s'élanc e su r l e mur élevé , tombe dan s l a ru e Bourbon a u milie u d'u n group e d e daine s e t d'enfants, s e relève , s e sauve san s qu e la population fass e aucu n effort pou r l'arrêter , e t i l aurait gagn é un e des porte s d e la ville si un garde-chiourm e agil e n'eût e u l e temp s d e faire l e tou r d u mur escaladé pou r mettr e l a main su r l'évadé . Un autr e condamn é auss i hard i n e fut pa s plus heureux , i l e scalada à l'aid e d'un e cord e l a muraill e qu i sépar e l e por t d u champ d e bataille . D'aprè s so n calcu l topographiqu e i l a r r i vera dan s un e ruelle solitair e derrièr e l a rue Saint-Roch; mai s par malheur pou r l'évad é i l descen d dan s u n tomberea u o ù u n gard e

c h i o i f r m e faisai t p a i s i b l e m e n t s a méridienne. L a fortun e vin t e n


118 L E

S BAGNES .

donnant a c e garde ; c e força t tomb é de s nues , hor s d u por t e t dan s la Ville, acquit a u dormeu r un e prim e d e cen t t r a m s a u tau x légal. Les condamné s trouven t quelquefoi s dan s leur s parent s de s auxiliaires dévoué s qu i le s seconden t dan s leur s tentative s d'éva sion. Ainsi , i l y a quelques années, u n négociant , propriétair e d'u n bâtiment d e commerc e e n mouillag e au x île s d'Yères , fit savoi r a deux forçat s d e Toulon , condamné s pou r fau x e n écriture , qu'un e chaloupe serai t envoyé e à u n j o u r conven u a u ca p Sepet , e t qu'ell e attendrait le s évade s pou r le s ramene r à bord . I1 ne s'agissai t plu s pou r ce s deu x criminel s que d e trompe r l a surveillance o u d e séduir e l e gardien . L e ca p Sepe t es t à pe u d e distance d e l'hôpital d e Saint—Mandrier, bât i a u fon d d e la rad e d e Toulon. U n ordr e d'alle r à Saint-Mandrie r e n cano t es t fabriqu é e t montré à u n garde-chiourm e qu i a un e extinctio n d e voi x et qu'o n a chois i d e préférence . C e gard e s'embarqu e ave c le s deu x con damnés, persuad é qu'i l obéi t au x ordre s supérieurs . Les deu x fugitif s suspenden t u n momen t leur s préparatif s pou r adresser a u commissair e d u bagn e un e lettr e ironiqu e dan s l a quelle il s l e remercien t d e l'hospitalit é paternell e qu'i l leu r a a c cordée, e t il s prometten t d e teni r bientô t correspondanc e ave c lui . en langu e italienne , qu'ils von t aller apprendre, disent-ils , à Milan... Les évadé s et le s complice s d e leu r fuit e avaien t compt e san s l e vent d u sud... ; i l s'élev a e t souill a avec violenc e ; le s forçats qu i ve naient d e fair e confidence , à leu r gard e muet , d u proje t d e gagne r le ca p Sepet , e t qu i n e redoutaien t pa s le s cri s que tou t autr e au rait fai t entendre , n e puren t teni r l a m e r ; malgr é tou s leur s ef forts, il s furen t jeté s à l a cote , ramené s a u bagne , et l e commis saire revi t le s évadé s a u mêm e momen t o ù i l recevai t leu r lettr e d'adieu. Quelques—uns s'échappen t pa r forfanteri e o u pou r donne r u n gage d'insoumissio n qu i le s mett e e n bonn e odeu r prè s d e leur s camarades, o u le s lav e d'u n soupço n d'espionnage , t n e vieill e marchande d e taba c qu i occup e à Bres t un e petit e boutiqu e sombr e dans l e bas d e l a ville , cru t voi r u n soi r brille r dan s u n angl e d e sa grand e cheminé e e t à hauteu r d'appu i deu x gro s charbon s ar -


ÉVASIONS.

119

d e n t s . . Elle pousse un cri, persuadée que le diable est chez elle; les voisins accourent, on fait perquisition sans rien découvrir qui puisse justifier la terreur de la marchande; enfin elle se rassure et se met de nouveau à son comptoir. Quelques minutes se passent et une nouvelle apparition glace d'horreur la vieille Bretonne; elle voit s'élever devant elle un grand corps rouge auquel la peur donne des proportions s u r h u m a i n e s . . . ; un bras décharné s'avance vers le vase où elle dépose sa marchandise, s'y plonge et en retire une énorme prise de tabac. La marchande appelle du secours; à sa voix les voisins reviennent, et cette fois ils trouvent un forçat en tenue de bagne, qui se dit évadé et raconte sa fuite dont il n'a nullement occasion de profiler, et qui est le résultat d'une gageure. Chaque évasion révèle un instinct particulier, elle porte le c a chet de l'individu qui l'accomplit. L'assassin ne s'évade pas comme le faussaire, on dirait que chacun met son orgueil à continuer le rôle qu'il a choisi à son début dans le crime. Il y a des libertés conquises par le sang : Six canotiers forçats s'embarquent un j o u r dans une chaloupe avec un garde-chiourme; sous le prétexte que les courants entraînent la barque, ils perdent de vue le rivage, et loin des témoins ils égorgent leur garde, changent de vêtements et gagnent un lieu de débarquement éloigné où ils se débandent. D'autres évasions attestent une patience longuement soutenue dans l'exécution d'un projet; ainsi l'évasion déjà ancienne de Léger: il s'échappe du bagne de Brest, aidé par un ouvrier libre qui lui fournit des vêtements et un asile. Le forçat arrive heureusement chiez son hôte qui habite aux environs de la ville; là on tient conseil... Non loin d'Orléans demeure une famille qui protège le condamné; il veut se rendre prés d'elle, et le travestissement qu'il adopte est celui de inanouvrier qui a servi à son évasion; il n'a pas de passe-port, il avise au meilleur moyen pour qu'on ne lui demande pas ses papiers. Pour masquer la coupe de ses cheveux, taillés en brosse suivant l'usage du b a g n e , il couvre sa tête d'un mouchoir de couleur qu'il 1

1

Los forçais ont les chevenx taillés en brosse ou en échelons, suivant la catégorie


120 LE

S BAGNES .

noue su r le côt é et su r leque l i l plac e u n vieu x chapeau ; i l e m prunte à so n hôt e un e brouette , un e pioche , i l s e plac e a u bran card, e t comm e u n journalier qu i irai t à s a besogne , i l s'achemin e lentement dan s l a directio n d 'Orléans, don t i l est éloign é d e prè s de quatr e cent s kilomètres . Tout l e jou r l a brouett e roul e su r le s La s coté s d e l a grand e route; l e pa s modér é du voyageur , so n allur e paisible , ses fréquentes haltes pendan t lesquelle s i l s e repos e su r so n instrumen t d e travail , lui donnen t l'ai r d'un campagnar d de s environs . Les gendarmes disen t e n passan t bo n jour a l'homm e à la brouette, plusieurs mêm e trinquen t ave c lui , e t quan d o n lu i adress e quel ques question s su r le s travau x o u su r le s personne s d u voisinage , il fai t sign e qu'i l es t frapp é d e surdité ; e t montran t un e h o n te il le, i l donn e à comprendr e qu'i l es t encore plu s altér é qu e sourd .

Quand l a nui t arrive , l e força t pren d le s sentier s qu i borden t l a grande route , e t i l press e s a m a r c h e ; se s bra s s e fatiguent-il s d'une tensio n tro p longue , i l charg e s a brouett e et s a pioch e su r

dans laquell e il s son t placés ; les trace s de s ciseau x son t u n indic e pou r l a gendarmeri e que l e barber o ( perruquie r d u bague ) a mi s l a mai n su r un e tête.


1-21

EVASIONS.

ses épaules et se soulage sans s'arrêter; au point du j o u r , il reprend sa route comme il a fait la veille; si le sommeil le gagne, il se couche en évidence sous un arbre et retourne sa brouette dont il se fait un abri contre les ardeurs du soleil. Après quinze jours de marche cet homme arriva à sa destination, et plus tard il gagna, mais alors sans sa brouette, les pays étrangers, où il trouva un asile. Un des plus audacieux et des plus habiles marrons (fugitifs) qui ait déserté tous les bagnes dont il fut tour à tour el a plusieurs reprises le pensionnaire, est André Fanfan, Le regard s'éçartait-il un moment de lui, bientôt trois coups de canon avertissaient les brigades voisines de gendarmerie de courir après le plus rusé des condamnés. Un garde-chiourme brusquait-il Fan fan, demain, disait-il, on ne me vexera plus ; et douze heures écoulées, Fanfan était dans les champs caché sous une meule de foin ou blotti dans le creux d'un rocher. Fanfan avait-il un rendez-vous d'amour ou un projet d'orgie, le billet de faire pari de sou évasion parlait en même temps que lui, et ils arrivaient ensemble a destination. Quand il disait a un camarade : le pied me démange, celait le signe infaillible d une fugue prochaine. Soumis à une surveillance des plus sévères, sans cesse sous les yeux d'un garde-chiourme qui n'avait d'autre occupation que d'observer ses mouvements, Fanfan André trouvait moyen de vaincre tous ces obstacles. Ramené au bagne de R o c h e fort après une évasion, André conçut encore le dessein de vivre un moment en liberté. Se glisser par ruse au nombre de ceux des camarades qui travaillent dans le port était impossible, l'œil du garde-chiourme faisait une trop sévère inspection des figures au moment de franchir la grille de la salle. « S'il existait, se disait André dans ses rêveries, un souterrain qui traversant toute la largeur de la cour du bagne, eut une issue dans le port, il ne serait point impossible, avec un peu de patience, en me glissant la nuit sous mon banc, de faire dans la muraille une saignée qui me c o n duirait à la l i b e r l é . . . » I ne difficulté grande surgissait, elle eût arrêté tout autre que Fanfan;

ce souterrain n'existait p a s . Fanfan

résolut de le creuser. Qu'on juge de la difficulté d'une telle entreprise et de la patience soutenue qu'elle exigea. André n'est arrêté 16


LES BAGNES.

122

ni par la longueur du travail, ni par la privation d'outils, ni par la crainte qu'un grain de terre ou de plâtre trouvé dans le bagne ne trahît la démolition; il choisit plusieurs camarades pour p a r t a ger avec lui les chances de l'évasion, mais lui seul en prépare les voies. A la nuit close, quand le signal du repos a été donné et que chaque forçat est étendu dans sa Couverture, André, par un de ces moyens dont il a le secret, se dégage de ses fers, se glisse sous le banc, arrive à la pierre qu'il a marquée connue attache de l'artère qu'il va conduire à travers la pierre; pour instrument il a quelques clous et ses ongles qu'on dirait métalliques et trempés comme un ciseau d ' a c i e r ; la tranchée est bientôt ouverte; le sol attaqué cède à chaque assaut quelques fragments de sa masse compacte, il se creuse, il se c o u r b e , il se voûte en étroit tunnel. Aucun signe, aucun

bruit causé par l'inattention ou la maladresse n'éveille la

surveillance; l'outil mord profondément et en silence, on dirait qu'il se nourrit de la matière qu'il e n t a m e , car l'espace s'est fait, et pendant six mois que dura ce travail, pas une molécule de plâtre, pas un milligramme de terre trouvé dans les salles ne révéla une dégradation de muraille. Avant le coup de canon de la diane, André avait replacé la pierre qui servait de porte a son chantier de terrassement;

il la

scellait en apparence avec la mie de pain détrempée dont il diminuait sa faible ration, la forçat reprenait paisiblement sa place 1

sur le lit c o m m u n , sa jambe s'unissait de nouveau à sa chaîne, et pendant toute la longue journée attaché à son banc, sans travail, dans l'atmosphère infecte de la salle Saint-Gilles, tendait que la nuit vînt pour continuer

le forage

il

at-

de ce long-

tube horizontal à l'extrémité duquel il devait respirer l'air de la liberté. La trahison vint mettre obstacle a la réussite de la tentative; un des confidents de Fanfan se lit condamner au cachot pour une légère faute ; se dérobant ainsi aux regards de ses camarades, il sollicita la visite du commissaire du bagne, et lui dévoila les projets d'André. Le chef de la surveillance veut prendre la nuit même le coupa-


EVASIONS.

123

ble e n flagrant délit; à minuit il pénètre d a n s le bagne, des gardes

l'accompagnent, il prète l'oreille, un léger grattement l e guide ; la sourde jette sa c l a r t é s u r le t r a v a i l l e u r . Le lendemain le

lanterne

coupable est livré à l ' e x é c u t e u r des basses-œuvres des c h i o u r m e s ; il reçoit la bastonnade. Au milieu des t o r t u r e s . André s o u r i a i t , il était victime, il est Vrai, mais le commissaire du bagne était dupe; André avait sa p o l i c e aussi, et ses a g e n t s s e c r e t s l u i a p p r i r e n t à temps l a p r o c h a i n e Visite n o c t u r n e q u ' o n lui ménageait. Le d é nonciateur ignorait à pratiquée.

quelle p a r t i e du m u r se trouvait l ' o u v e r t u r e

André profita de la c i r c o n s t a n c e , il fit u n e fausse ma-

nœuvre, se p o r t a c e soir-là d a n s u n e d i r e c t i o n o p p o s é e à s o n sout e r r a i n , enleva u n e grosse p i e r r e , s i m u l a un

commencement de

et c e fut là enfin o ù il se lit prendre.

fouille...

Là bastonnade déchira c r u e l l e m e n t le c o n d a m n é , l'hôpital le

reçut. Après u n s é j o u r d e quelques s e m a i n e s ,

il revint à son

banc, et d è s le soir m ê m e il v o u l u t r e v o i r s o n s o u t e r r a i n . P e n -

dant quelque temps encore il travailla à la voie commencée, mais pour la s e c o n d e fois la d é l a t i o n d é j o u a ses p r o j e t s . Assailli p a r la brigade de s u r v e i l l a n c e , André s'avoua vaincu et la bastonnade fut d'autant m i e u x a p p l i q u é e , c e t t e fois, q u e l'exécuteur crut d e v o i r v e n g e r la m y s t i f i c a t i o n d o n t le c o m m i s s a i r e avait été

l'objet. Le c o m m i s s a i r e

ne put retenir

l'expression

de sa s u r p r i s e

quand il p r i t c o n n a i s s a n c e du t r a v a i l e x é c u t é p a r André. Le c a nal

creusé

avait plus de six m è t r e s : é t r o i t au p o i n t de d é p a r i ,

il allait s'élargissant, et à l'extrémité l'ouvrier avait ménagé un espace

assez large pour servir de v e s t i a i r e ; là se t r o u v a i t u n e

collection cette

de v ê t e m e n t s de t o u s

genres p r o p i c e s à l'évasion. A

hutte s u c c é d a i t u n c o u l o i r assez large p o u r donner p a s -

sage au c o r p s placé horizontalement ; il avait son issue s u r le port. Dans

mes premières

presque oculaire

excursions à

Rochefort j ' a i é t é t é m o i n

d'une des é v a s i o n s en plein vent e x é c u t é e p a r

Arigonde, une des célébrités des bagnes. Si je n'ai pas vu le changement

de c o s t u m e s'opérer, les gardes-chiourmes, plus attentifs

que moi, ne l'ont pas vu davantage.


124 L E

S BAGNES .

J'étais à c a u s e r prè s d e l a scieri e mécaniqu e ave c Collet , qu i l a 1

bêche e n mai n et l e bonne t ver t e n têt e étai t a u repos ; u n sous adjudant vin t m e dir e asse z brusquemen t d e m e retirer . Colle t s e prit à sourir e e t murmur a : il y a du gros temps dans la chiaurme, Arigonde vient de filer. Colle t connaissai t déj à l 'événement... Quelques moment s auparavant , Colle t m'avai t désign é d u doig t ce condamné , obje t d e l a plu s activ e surveillance ; j e m'approchai d'un group e d e gardes-chiourme s : l'u n tenai t à l a mai n l e bonne t et l'autr e l a casaqu e e t l e pantalo n qu e l'évad é avai t laissé s su r l e terrain; i l y avai t aussi plusieur s mèche s d e cheveu x frisé s e n tire bouchon , à l a faço n d e ceu x qu e porten t le s matelots ; c'étai t l e reste de s postiche s qu e l e fugiti f avai t collé s à se s tempes.. . L'évad é était part i sou s l 'habit d e marin . Un vieu x condamn é traînai t seul , non loi n d e là . un e longu e et lourd e chaîne a u bou t d e laquelle , quelques minute s auparavant , étai t attach é Jea n Arigonde . On n e peu t s e fair e un e idé e d e l a prestess e ave c laquell e l e

forçat exécut e u n travestissemen t quan d c e moye n doi t profile r à l'évasion. 1

Aujourd'hu i défens e est fait e au x condamne s d e parle r au x personne s étrangère s a u

bagne sous pein e de la baslonnade ; mai s cet articl e d u règlement , comm e tan t d'autres , est san s force .


ÉVASIONS.

125

Mettez en présence une troupe de clowns et une escouade de Forçais dans une lutte de travestissement, le forçat aura coupé sa c h a î n é , fait ses cheveux, ses favoris, défiguré les signes particuliers qui peuvent le faire reconnaître et mis son costume, quel qu'il soit, avant que le mime de profession ait seulement ôté sa cravate. Après son évasion, Arigonde vint effrontément à Paris d e m a n der un billet de spectacle à M. Alboise de Pujol, un des auteurs de l'intéressante et dramatique histoire de la Bastille; membre du barreau de Toulouse, avant que des motifs de santé décidassent sa retraite, il avait défendu le fugitif avec talent et succès. En additionnant le nombre d'années d'augmentation de peine qu'Arigonde avait gagnées par ses évasions, elles s'élevaient à cette époque à cinquante—trois; depuis, le chiffre a grossi. Une évasion par escalade des plus extraordinaires est celle qu'on connaît à Brest sous le nom de l'évasion du rempart. J'ai décrit le plan architectural du bagne, qui, dans l'amphithéâtre des constructions de cette partie du port, forme le degré intermédiaire entre l'atelier de la corderie, qui est la b a s e , et une c a serne, qui est le sommet. Cette caserne est elle-même dominée par le rempart de la ville. Sur ce rempart est placée une batterie de deux pièces de canon, signaux d'alerte des évasions. I1 y avait peu d'heures que ces pièces, tournées vers la c a m p a gne, avaient annoncé la disparition d'un forçat, quand celui qui était l'objet des recherches gravissant, au milieu d'innombrables obstacles, la toiture; de la caserne, trouvait le moyen de se d é pouiller de son costume, et rampait adroitement j u s q u ' à la plateforme où les canons venaient de signaler son départ. Non loin des pièces d'artillerie,, un factionnaire veille; mais, placé plus bas que le terrain de la batterie, il peut à peine apercevoir ce qui se passe sur ce plan. le fugitif est muni d'une forte et longue corde qu'il a tournée 1

autour de ses reins. Sa pensée est d'attacher une des extrémités de ce cordage a l'affût des pièces, de laisser tomber l'autre le long du rempart extérieur, et de glisser par cette rampe perpendiculaire jusqu'au sol. terre de liberté.

»


126

LES BAGNES .

A pein e l'évad é a -t-il mesur é la hauteu r du rempart . I l sai t qu e sa corde , tro p courte , n 'atteindra guèr e qu e le s deu x tier s d e l a muraille d e fortification . D'u n bon d i l fer a l e rest e d u c h e m i n . Le voil à d o n c , au x première s teinte s d e l a n u i t , qu i amarr e l a corde à u n affût , et , confian t e n s a bonn e étoile , i l franchi t l e pa rapet e t descen d silencieusemen t l e lon g d e s a cordelle . Déj à i l a calculé, pa r l e nombr e d e foi s qu'i l a chang é d e main , qu'i l doi t être à pe u prè s a u bou t d e so n cordage , e t i l v a s'élance r dan s l a plaine a u risqu e d e s e brise r le s os . I1 regard e l a terre , et , sou s se s pieds, i l aperçoi t un e sentinell e qu'i l n e croyai t pa s placé e dan s celte direction . L e soldat s e promèn e san s avoi r rie n aperçu ; mai s dans u n momen t l e força t ser a découver t s'i l persist e à descendre . L'homme à l a cord e compren d s a positio n critiqu e ; agil e comm e le sing e qu i jou e dan s le s lianes , i l pren d s a cours e ascensionnelle , et remonte , san s êtr e vu , su r l e rempart . I1 détach e s a corde , et , a l'aide d'u n coutea u qu'i l port e dan s so n nécessaire, à l 'aide auss i de se s ongles, don t i l s e fai t u n instrument , u n tro u asse z profon d pour l e cache r es t creusé , i l s' y tapit ; de s plaque s d'herbe s recou vrent s a tête . I1 demeur e l à deu x j o u r s ; dan s ce t espac e d e temps , si u n autr e força t s e fû t évadé , celui-c i eû t ét é découvert , foul é au x pieds o u étouff é pa r le s artilleur s qui sciaien t venu s tire r le s pièce s d'alarme. Le fugiti f jou a d e bonheur , i l n'y eu t pa s d'évasion . So n espoi r était dan s l 'inconstance d u cie l b r e t o n . . . ; i l n e fu t pa s t r o m p é . . . Bientôt i l plu t abondamment . L'évad é sor t d e s a tombe , regard e a u pied d u rempar t : l e factionnair e est dan s s a guérite , san s dout e couvert d e l a capot e d e gard e qu i laiss e pe u libre s le s m o u v e ments. L a corde es t d e nouvea u attachée ; l e força t s' y cramponne, descend, e t quan d l'appu i manqu e à s a main , i l saut e e t touch e l a terre l i b r e . . . L e factionnaire n' a rie n entendu , e t l'homme de s b a gnes s e jett e dan s le s crypte s profonde s de s travau x d e fortifica tions, résol u à défendr e s a libert é contr e le s chasseur s d 'évadés, s i l s'e n présente . Le condamn é est méfiant , e t quand i l avisc à conquérir sa liberté , presque toujour s i l est seu l possesseu r d e so n secret . Souvent , pou r déjouer l a trahison , i l fait un e fauss e confidenc e à u n camarade .


ÉVASIONS. 1 2

7

L'évasion isolé e es t plus commun e qu e l a fuit e collective . Cepen dant, malgr é l a craint e d e l a délation , l e força t a souven t besoi n d'aide dan s se s préparatifs , surtou t lorsqu 'il procèd e pa r l e moye n de l a cachette . On nomm e cachett e l e lie u o ù s e réfugi e l 'évadé aussitô t qu'i l disparaît d e l a collectio n de s condamnés . L'expérienc e a montr é que le s tentative s audacieuse s exécutée s spontanémen t on t r a r e ment e u d u succès . Celle s préparées ave c intelligenc e et accomplies pour ains i dir e pa r gradation o u pa r étape , on t plu s d e chance s d e réussite. Aussitôt l 'évasion connue , u n gran d cordo n d e surveillanc e en veloppe l'arsena l : c'es t c e qu'on appell e mettr e l e port e n bivoua c ; jour e t nui t le s gardes-chiourme s son t e n vedett e e t s'échelonnen t là o ù l 'on suppos e qu e l e fugiti f a p u s e prépare r u n gît e provi soire. L e réci t d e quelque s épisode s v a montre r c e qu e son t ce s gîtes, e t le s torture s auxquelle s s 'exposent le s fugitifs . Le força t Plasso n , employ é su r le s chantier s d e constructio n , creuse l e so l à deu x mètre s ; i l édifi e u n petit e nich e d e pierre s dans laquell e i l s e tapi t e t qu'i l referm e intérieuremen t ave c d u c i ment; l e condamn é espère , à l'aid e d e se s mains , pouvoi r briser , après quelque s nuits , l a toitur e qu i l e cache , et prè s d e laquell e l e commissaire d u bagn e pass e plusieur s foi s pa r j o u r ; mai s quan d il veu t sorti r d e s a cage , l e cimen t a durc i , i l fai t d e vain s effort s pour sépare r le s pierres ; d e l à i l enten d l e contre— maître qu i donne ordr e d 'amener de s brique s attendue s depui s longtemps , et dont l a destinatio n es t d e revêti r le s travau x sou s lesquel s Plas son a fai t s a cachett e : l e malheureu x crain t d 'être mur é vivant . Quand l e soi r est venu , l e désespoi r doubl e se s forces , i l parvien t à renverse r l e mu r qu i l e lien t captif , i l précipit e l'exécutio n d e son proje t d e fuit e ; à l 'aide d 'une cord e i l s e laiss e glisse r a u bor d de l a mer . mai s i l descen d entr e deu x pêcheur s qu i l e capturen t e t le ramènen t a u bagne . Tercet e t Nercy , du bagn e d e Toulon, creusen t un e foss e dan s u n terrain pe u compacte, derrièr e l a cabane du contre-maîtr e tailleu r de pierres. Cett e œuvr e s'accomplit lentement , ca r il s n e peuven t t r a vailler qu' au momen t d u repos , dan s le s court s intervalle s o ù l a


128 LE

S BAGNES .

surveillance s e ralentit . Quan d l e sépulcr e est prêt , et qu'o n y a porte de s provision s pou r plusieur s jours , Terce t e t Nerc y s 'y cou c h e n t ; le s camarade s scellen t su r cett e tomb e un e larg e pierr e qu e les deu x inhumé s soulèveron t pendan t l a nui t pou r ressuscite r à la liberté . Mai s Tercet e t Nercy , l e lendemai n d e leu r enterrement , sont trahi s e t rendu s à l a lumièr e pa r u n adjudan t qu i a e u révé lation d u complot .

Souvent, pendan t l a nuit , l e garde-chiourm e voi t s'éleve r d'u n baril o u d'un e jarr e laissé s à l'extérieu r de s magasins , dan s l e port, un e têt e humain e qu'illumin e u n rayo n lunaire ; s'i l n'es t pas terrifi é pa r l'apparitio n i l fai t l'e u d e s a carabin e o u i l lanc e son sabr e à tou r d e bra s ver s l e but , et souven t i l ramass e u n c a davre d'évadé . C'est d'un e d e ce s cache s que sortirent , a u milie u de s éclair s e t pendant un e nui t orageuse . Schunc k et Lucan . forçat s d e Toulon , réfugiés dan s celt e parti e d e l'arsena l nommé e l e Mourillon . U n


É V A S I O N S . 129

garde le s aperçoit , le s suit , mai s n e peu t le s atteindr e d e so n arme. Schunc k et Lucan , traqués , n'on t qu'un part i à prendre, c'es t de traverse r l e cana l qu i sépar e l e Mourillo n d e l'îl e d e l a B u a n derie e t d e passe r d e l a à l a rade . L'u n n e sai t pa s nager , e t tou s deux porten t leur s fer s qu'il s n'on t p u rompre . Schunck es t l e nageur , i l charge Luca n su r se s épaules e t s e jette dans le s flots ; malgr é l a tempêt e i l lutt e contr e le s vagues : le gardechiourme a renonc é à la-poursuite , i l sui t d u regar d le s deu x fu gitifs qu i roulen t ave c l a lame . I l es t à croire qu'il y eu t dan s cell e nuit u n dévouemen t héroïqu e d e l a par t d'u n de s deu x évadés ; i l est vraisemblabl e que Schunck , qui seu l eû t p u s e sauver, n e voulu t pas sacrifier son camarad e à son salut , ca r le lendemain deu x corp s de forçat s furent aperçu s su r le s grèves; il s s e tenaien t encor e unis . Quand l e garde-chiourm e avai t v u Schunc k e t Lucan , il s sor taient d'un e cach e qu'il s s'étaien t fait e sou s de s boi s d e mâture , qu'on avai t fouillé e à plusieur s reprise s san s découvri r aucun e trace d u passag e o u d u séjou r de s évadés .

La constructio n de s cache s au x évasion s a donn é lie u dan s le s bagnes à un e industri e confi e laquell e l 'administration sévi t ave c 17


130 L E

S BAGNE S

rigueur. I l y a un e class e d e condamné s q u i , moin s aiguillonné e par l'amou r d e l a liberté , o u meilleur e logicienn e qu e l a n o m breuse class e d e ceu x qu i s'échappen t san s calcule r le s p r o b a b i lités de l a capture , s e content e d e protéger , moyennan t un e prime , ceux qu i veulen t couri r le s chance s d e l a fuite . Quand u n nouvea u ven u es t conn u pou r avoi r de s ressource s pécuniaires, le s faiseur s d e cache s lu i dépêchen t u n courtier . S i o n trouve e n lu i un e natur e énergique , o n lu i propos e d e creuser , a son intention , quelqu e chambr e souterraine , o n lu i fournir a de s approvisionnements pou r l e temp s qu'i l devr a reste r c a c h é , e t les travestissement s nécessaires ; s i l'affair e s e conclut , celu i qu i accepte l a propositio n d u faiseu r d e cach e pai e comptant ; u n ca marade es t l e témoi n d u pact e , o n pren d j o u r e t heur e conve nables pou r introduir e l'acheteu r dan s so n refuge ; quan d i l est dans l a cach e o n lu i souhait e bonn e chanc e e t o n l e laiss e à se s propres ressources . Cette espèc e d e négociatio n a bie n so n mauvai s côt é : i l es t a craindre qu e l e vendeu r n e fass e deux opération s commerciale s d'u n coup, e t qu'aprè s avoi r livr é l a cache , i l n e livr e pa r trahiso n celu i qui es t c a c h é . C e fai t s'es t renouvel é souvent . Une opinion asse z généralement répandu e dan s le s ports d e mer , est qu'i l exist e un e horribl e exploitatio n d e l'instinc t d e l'homm e pour l a liberté . Je n'a i jamai s p u vérifie r l'exactitud e d u fait , mai s on racont e qu e quelque s ba s agent s d e l a surveillanc e feignen t quel quefois u n ralentissemen t d e sévérit é o u d e vigilanc e afin d'excite r le dési r d e l'évasion . Il s suiven t d u regar d le s apprêt s d u départ , connaissent l a cach e o ù l e condamn é peu t êtr e pri s a u tau x l e plu s bas d e l a prim e accordé e à celui qu i l'arrête ; mai s le s spéculateurs , voulant laisse r grossir l e chiffre, laissen t l e condamn é franchi r l a limite d u bagne , e t n e couren t su s qu e lorsqu e l a capture , a u lie u d e cinquante francs , doi t e n produir e cen t o u cen t cinquante . Un fai t qu i es t moin s contestabl e e t qu e le s arrêt s d e l a justice ont plu s d 'une foi s atteint , es t l'appu i que l e g a r d e - c h i o u r m e , moyennant salaire , prèt e au x évasions . I1 n'y a

pa s longtemp s e n -

core qu'u n d e ce s milicien s a ét é condamn é à l a reclusio n pou r avoir favoris e l a fuit e d'u n Corse .


ÉVASIONS. 13

1

Outre l a délation , l'évad é qu i a p u parveni r a s e place r dan s une cache , a encor e à redoute r u n mouvemen t d e stratégi e admi nistrative. Quan d u n homm e a romp u so n ba n , i l est à supposer , s'il es t encor e dan s l e port , qu e se s camarade s rapprovisionnen t d'eau e t d'aliments, e t déposent les munitions d e bouche dans u n lie u dont o n es t conven u à l'avance . Dan s c e doute , le s chefs d e l a sur veillance retiren t le s brigade s o u escouade s d e condamné s d u lie u où elles étaien t occupée s quan d l 'évasion s'es t effectuée ; elle s son t remplacées pa r d'autre s qui , n 'ayant pa s connaissanc e d u pla n d e l'évasion n i de s lieu x secret s choisi s par le s condamné s précédents , ne peuven t porte r aucu n secour s a u patient , qu i es t ains i r é duit au x aboi s e t es t oblig é d e veni r demande r m e r c i , o u qu i , enfermé sou s de s décombre s o u de s madrier s qu e se s complice s seuls pouvaien t démoli r o u déplacer , meur t dan s cett e horribl e oubliette. Souven t i l es t arriv é qu e de s matelot s o u de s visiteur s ont entend u le s gémissement s d'u n agonisant , et on t donn é l' éveil pour qu'o n portâ t secour s à c e malheureux . Quelques évadés , aprè s s'êtr e soustrait s longtemp s au x recher c h e s , on t dû leu r retou r a u bagn e à c e sentimen t impérieu x qu i attache l'homme, quell e qu e soi t s a natur e morale , a u so l qui l' a v u naître; c'es t ains i qu e l e fameu x Lacolonge , su r leque l pesaien t d e nombreuses e t sévère s condamnations , étan t parven u a s e sous traire à l a polic e d e Franc e e t ayan t trouv é u n asil e e n Suisse , pendant quelque s mois , préfér a couri r le s chance s d'un e arresta tion su r l e so l nata l à l a continuatio n d'un e vi e d'exil . I l n e tard a pas à êtr e victim e d e so n imprudence . I l e n fu t d e mêm e pou r Allard , qu i march a su r le s trace s d u fau x comt e Ponti s d e S a i n t e Hélène; comm e lu i évad é d u bagne , i l serai t peut-êtr e parven u aux première s charge s militaires , s'i l avai t p u résiste r a u besoi n d e revenir e n France . Solda t d e l'armé e d e Mina , e n Espagne , i l gagna e n pe u d e temp s le s épaulette s d e capitain e adjudant-major , et plusieur s décoration s attestèren t le s service s qu'i l avai t rendus . Malheureusement pou r lu i , un e promenad e qu'i l li t imprudem ment à BayOnn e mi t fin à la carrière qu'i l avai t adoptée , e t l e bagn e de Rochefor t l e reçu t d e nouveau . Chez quelque s condamnés , l'impatienc e d e recouvre r l a libert é


132 L E

S BAGNES.

est telle , qu'il s risquen t tout e un e existenc e pou r devance r d e quel ques année s e t mêm e d e quelque s moi s l'époqu e fixé e pou r leu r libération; ains i l e Piémontai s Anselme , condamn é pou r cin q ans . accumula jusqu' à cinquant e le s année s qu'i l doi t passe r a u bagn e par suit e d e se s évasions. Quelques-un s d e ce s homme s à idé e fixe regardent l a captivit é comm e un e parti e d e carie s o ù le s chance s sont variables . Aprè s un e évasio n manquée , il s disen t ave c c a l m e : Le coup est nul, c'est à refaire. Rarement l a capture de s forçat s décid e de s lutte s sanglantes . Au x environs d e Rochefort , un e jeun e paysann e ramen a u n j o u r u n fugitif qu'ell e avai t arrêt é dan s l e verger d e so n père . L a prim e lu i constitua un e dot .

A Brest , e n dehor s de s fortifications , dan s l e creu x de s rocher s qui formen t l a ceintur e d e l a cot e d e Bretagne , vou s rencontre z quelques groupe s isolé s d'individu s couvert s de ; haillons , qu i on t un typ e de physionomie étrange ; il s s e montren t e n bande s dan s le s


ÉVASIONS. 13

3

gorges d u littoral ; espèce s d e gitanos , leu r nourritur e d e choi x est le poisso n mor t qu e l a me r rejett e su r l a plage ; il s viven t prè s d u bagne, comm e le s chacal s prè s de s charnier s o u de s champ s d e bataille : c'est qu e l e bagn e es t pou r eu x u n pourvoyeu r abondant ; c'est l e bagn e qu i pai e le s libation s alcoolique s don t hommes , femmes, enfant s s'abreuven t quan d i l y a fête , c'est-à-dir e quand i l y a e u butin . Ce s famille s s e livren t comm e pa r instinc t à l a chass e d u galérien , elle s connaissen t le s issue s qu e l'homm e

évadé choisir a aprè s avoi r échapp é au x long s bivouac s d e l ' a r senal. Elle sai t le s chemin s creux , le s vallée s désertes , le s masure s isolées o ù l e força t ir a prendr e halein e dan s s a course . L e bohémie n de Bres t es t toujour s dan s l 'attente du cou p d e c a n o n ; à pein e l a lueur d e l'amorc e a-t-ell e roug i d e so n refle t l'atmosphère , l a famille es t su r pied , ell e s'arm e d e pierres , d e bâtons , d e c o u teaux, d e vieu x mousquetons , s e divise , s e multipli e su r tou s le s points stratégique s qu'ell e a marqués . Pou r u n homm e qu i s'es quive, i l y e n a cen t qu i cherchent , e t quan d l a class e es t heu -


134 LE

S BAGNES .

reuse, l a prim e est partagé e l e plu s souven t pa r cin q o u six douair s ou tribu s qu i viven t d e l a mêm e industrie . Le força t qu i s'évad e emport e toujour s ave c lu i u n nécessaire qu'il a fabriqué . C e nécessair e es t un e boît e e n boi s o u u n étu i e n fer qu i contien t souven t un e pair e d e moustache s o u d e favori s que l e condamn é confectionn e ave c le s poil s qu'i l s'arrach e d e l'estomac e t qu'i l coll e su r u n taffetas , u n tou r d e cheveux , u n couteau, u n cisea u à froid , u n bastringu e , quelque s instruments , 1

tels qu e rasoir , canif , e t mêm e u n peti t fragmen t d e miroi r pou r la toilett e e n plei n c h a m p . U n condamn é d e Toulo n avai t mi s son troussea u d e dépar t dan s un e form e à soulier s qu'i l avai t r e couverte d'u n morcea u d e c u i r , clou é comm e s'i l eû t voul u com mencer un e chaussure ; mai s l a form e étai t à pivo t e t contenai t l a collection complèt e de s objet s d e premièr e nécessit é pour l'évadé ; il y avai t mêm e u n d é à coudre , d u fil , de s aiguilles , un e écritoire , une plum e e t d u papier . Ce t homm e laissai t traîne r su r so n ban c sa form e à souliers , e t souven t i l l a plaçai t sou s so n bra s e n allan t au travai l d u port . U n gard e trouv a qu e l'ouvrag e d u cordonnie r avançait for t peu , i l eu t quelqu e méfianc e e t découvri t l e secret . Le nécessair e fu t confisqu é e t fai t parti e d e l a curieus e collectio n d'objets saisi s qu e possèd e M . l e commissair e d u bagn e d e Toulon . Pour trouve r l e nécessaire d u força t quan d i l a la form e d'étui , i l faut souven t fair e de s recherche s dan s le s partie s le s plu s secrète s de so n corps . I1 e n es t d e mêm e pou r l a pris e de s pièce s d'o r o u d'argent qu'i l c a c h e . L a bours e secrèt e d u força t es t so n estomac . Un évadé , ramen é a u bagne , avai t soustrai t ains i à l a fouill e ving t pièces d e quarant e francs . Quelquefois, comm e nou s l'avon s dit , le s évasion s son t c o l l e c tives, et , dan s le s archive s d u bagne , o n conserv e de s note s c u rieuses su r de s rupture s d e ba n qu'o n nomm e l'évasio n de s dix , l'évasion de s onze , l'évasio n de s neuf . L'évasio n de s di x n e fu t pa s heureuse pou r ceu x qu i l a tentèren t a u bagn e d e Toulo n ; ell e s'ef fectua à l'aid e d'un e chaloup e d e fatigue , sou s le s yeu x même s de s gardes-chiourmes, Qui n e puren t empêcher les réfractaires d'aborde r 1

Petite s ci proprt e à SCier les fers, fait e d'u n resort d e montre .


ÉVASIONS. 135 sur un e plag e o ù il s s e débandèrent . L a vigie d u por t aperçu t ave c sa lunett e le s conjuré s qui , gagnan t l a haut e mer . s e dépouillaien t de leur s vêtement s e t opéraien t l e travestissemen t qu i devai t le s protéger. Deu x j o u r s aprè s tout e l a bande , à l'exceptio n d'u n seul , était ramené e a u port . L'évasion de s neu f s'effectu a à Brest; u n condamné , reten u à l a double c h a î n e , s e procur e un e fauss e cle f e t ouvr e l a port e d e l a salle o ù i l es t détenu ; pou r escalade r l e toit , i l n' a qu'u n seu l moyen, c'es t d e s e hisse r à forc e d e bra s l e lon g d'un e cord e qu i pend prè s d'u n factionnaire ; mai s cett e cord e es t cell e d e l a cloch e du bagne , e t l e moindr e mouvemen t l a fer a tinte r aussitôt . L e che f de l'entrepris e es t asse z adroi t pou r monte r j u s q u ' à l a cloch e san s qu'elle rend e aucu n son . I1 envelopp e l e battan t d e linge s . fai t un e ouverture a u toit , redescend , montr e l e chemi n à huit d e se s cama rades qu i l e suiven t a u moye n d e l a c o r d e , e t tou s disparaissent . Cependant l'évei l es t donné , l'évasio n es t découverte , l'arsena l est fouill é dan s toute s se s parties , l e por t es t mi s à l'éta t d e b i vouac e t bientô t hui t de s fugitif s son t repris . L e plu s audacieux , celui qu i l e premie r s'étai t fray é un e rout e s i hasardeuse , échapp e aux recherche s e t recueill e le fruit d e so n audace . Le dési r d e recouvre r l a libert é pass e quelquefoi s à l'éta t d e manie che z l e condamné. I1 y a des homme s qu i n'on t aucun e de s qualités d'adress e o u d'audac e qu'i l fau t pou r combine r e t réalise r ce proje t d'exécutio n difficile , e t qu i cependan t son t incessammen t occupés à prépare r leu r fuite . Te l fut , i l y a quelque s années , l e forçat Gonne l : c'étai t u n vieillar d d e soixante-hui t ans , hôt e d u bagne d e Toulo n ; i l fu t repri s hui t foi s aprè s de s tentative s mal adroites qu i n'avaien t aucun e de s condition s voulue s pou r l e succès; se s compagnon s d e chaîn e popularisèren t s a maladresse , qui devin t proverbiale . O n nomm a longtemp s dan s l a chiourm e une évasio n ma l combiné e une gonette. Quand l'évad é a franch i l e por t e t l a limit e d u département , i l n'a pa s encor e vainc u toute s le s difficultés . S a vi e es t tourmenté e de crainte s incessantes . Mille circonstance s peuvent l e ramene r su r le ban c d u bagne . O n cit e u n d e ce s malheureux , Germai n L qui hui t foi s s'échappa , hui t fui s fut livr é pa r de s haine s d'asso -


136 LE

S BAGNES .

ciés, de s jalousie s une famille, de s vengeance s d e concurrents ; pen dant quinz e an s i l erra d e vill e e n ville , de villag e e n village , cher chant a s e créer un e honorabl e industrie, luttan t e n honnêt e homm e contre s a mauvais e fortune . L e suicid e allai t termine r l a destiné e de ce t homm e condamn é primitivemen t à si x années d e fers , quan d la clémenc e royale l e rendi t à l a libert é don t i l faisai t toujour s u n noble usage , e t l e décharge a d e trent e année s d e bagn e que se s nombreuses évasion s lu i avaien t méritées . Un évad é écrivai t à M . Apper t le s détail s d e se s course s aventu reuses, e t entr e autre s fait s qu i avaien t faill i compromettr e s a liberté, i l racontai t l'épisod e suivan t : Mon intentio n étan t d e m'embarque r à Nantes , j e me logea i dan s un endroi t fréquent é pa r le s marins no n embarqués. . J e mangeais u n morceau avan t d e me coucher , lorsqu'u n individu , qu e j'avais vu au bagne d e Brest , vin t s'asseoi r à l a tabl e o ù j e prenai s mo n repas . Je l e reconnu s s u r - l e - c h a m p ; lu i m'avai t reconn u d u d e h o r s , e t c'était pou r m e parle r qu'i l étai t ven u s'asseoi r prè s d e moi . J e l'avais conn u tro p particulièremen t la-bas , e t tro p pe u d e temp s s'était écoul é depui s notr e séparatio n pou r qu e j e puss e nie r mo n identité. J e fis don c bonn e contenance , et j e chercha i à lu i fair e croire qu e j'avais ét é gracié . I l sorti t u n papie r d e s a poche , e t je vis sur-le-champ à qui j'avai s affaire ; i l avai t ét é forcé , m e dit-il , d 'entrer dan s l a police , e t depui s si x j o u r s i l avai t mo n signalement . Deux individu s entrèren t a u mêm e instan t et vinren t s'asseoi r a notre table . B o m i n g o , c'étai t l e no m d u libér é deven u espion , changea sur-le-cham p d e langage . I1 leu r parl a à l'oreill e et le s deux homme s s'e n furent . J e me croyai s perdu . « Rassurez—vous, m e dit-il , il me revient cent francs pour votre capture ; donnez-les-moi, et je renonce, en raison de notre ancienne connaissance, à l'avancement que voire arrestation ne manquerait pas de me procurer. — Mais , malheureux , lu i dis -je. j e n'ai poin t d'argent . — J'e n sui s fâché , m e répondit-il ; alor s j e fera i mo n devoir. » Et i l s e disposai t à sortir . « Restez , restez , lu i d i s - j e ; mais , qu i m e répondr a d e votr e d i s crétion ?


ÉVASIONS.

137

— Soyez sans inquiétude, je vous conduirai où vous voudrez. » Il ignorait que j'avais un petit bagage avec moi, et je me fis mener sur le chemin d'Angers. Il m'accompagna pendant deux heures environ ; je lui remis cent Francs et je le quittai. Dès que je l'eus perdu de vue. je me cachai dans un champ de blé. Une heure s'était a peine écoulée, que je vis passer sur la route deux gendarmes courant bride abattue ; je ne doutai pas alors que Romingo ne m'eût été dénoncer. Je traversailes champs, et me rendis en ville par la porte en bois. Je me cachai dans une maison en construction ; j'y attendis la nuit. Je me rendis alors a mon auberge; je pris mes effets et je me dirigeai sur la route de Rennes. Une diligence, d a n s laquelle je fus assez heureux pour trouver une place, me conduisit en trente-six heures à Saint-Malo. Ce condamné; ajoute M. Appert, est maintenant eu pays é t r a n g e r , heureux et honnête homme. Je pourrais citer quelques exemples d'évadés secourus par une pitié intelligente, et de cures morales obtenues par des hommes de bien sur des natures que la rentrée au bagne aurait peut-être gangrenées sans retour. Je citérai le souvenir que j'ai consigné dans le tableau que j'ai trace, il y a quelques années, du bagne de Rochefort. Dans une excursion un peu lointaine, un hasard heureux me fil rencontrer une personne qui, après avoir exercé à Paris, où je l'avais connue, de modestes fonctions administratives, s'était retirée dans la Saintonge. M. *** était devenu maire d'une commune importante par sa population. Ce maire du village était un homme d'un esprit peu cultivé, mais le bon sons était développé chez lui de façon a racheter ce que l'éducation avait laissé d'incomplet, Chez ce fonctionnaire le cœur dominait; du reste, il vivait un peu en épicurien

campagnard.

Je dînai chez lui , nous parlâmes longuement du bagne de Rochefort, que le fonctionnaire ne connaissait que par les récits plus ou moins véridiques d'après lesquels les hommes du monde et souvent même les magistrats et les orateurs se forment une idée de ces lieux exceptionnels, la question de la libération du c o n damné à l'expiration de la peine, la position sociale qu'il trouve 18


138 LES

BAGNE

S

lors d e s a mis e e n liberté , fut u n thèm e su r leque l nou s nou s éten dîmes longuement . Ce s question s intéressaien t l e maire ; quan d o n administre un e commun e , o n s'occup e volontier s de s élément s d e moralité qu i peuven t avoi r su r ell e un e influence . Nou s parlâme s aussi de s évasions , e t j e raconta i qu e l a veille , à Tonnay-charent e j'avais ét é témoi n d e l'arrestatio n d'u n fugitif . Jamai s j e n'avai s v u figure humaine empreint e d'un e expressio n d e douleu r plu s é n e r gique qu e cell e d e c e condamné , quan d i l vi t s'évanoui r so n rêv e de liberté.. . I l étai t tomb é à genou x et . san s demande r grâc e au x hommes, i l avai t élev é ver s l e cie l se s bras décharné s e t s'étai t écri e avec u n accen t déchiran t : « Ah ! mo n Dieu ! » on eû t di t qu e ce t homme avai t compt é su r un e protectio n divin e qu'i l croyai t peut être avoi r mérité e pa r so n innocenc e o u pa r so n repentir . Si j'avai s e u l a puissanc e d e neutralise r le s recherche s ou l a cap ture, disais—j e a u maire , j e n e sai s s i je n'aurai s pa s intercéd é pou r cet homme , o u s i j e n'aurai s pa s répond u pa r u n act e d e piti é à c e cri d e misèr e s i éloquent . A cett e phrase , l a ligur e d u mair e s'épanouit . L'influenc e d e deux flacon s d e vi n vieu x l e rendi t plu s causeur , plu s c o m m u nicatif qu e d e coutume ; peut-êtr e auss i lu i inspirai-j e c e besoi n d'épanchement qu'o n éprouv e prè s d e ceu x ave c lesquel s o n s y m pathise d'opinions . I1 s e pench a à mo n oreill e e t m e di t à voi x basse : Moi, j'a i fait ce que vou s aurie z désir e pouvoi r réaliser . J ' a i , dan s ma commun e , u n força t évadé ; c'es t u n bo n ouvrier , e t je croi s aussi u n bo n h o m m e ; i l es t bourrelier , i l occup e un e petit e b o u tique e t travaill e pou r tou t l e village , qu i ignor e so n passé . I1 m 'a confie so n secre t e n m e disan t qu'i l m e trouvai t un e figur e à r e c evoir un e confidence . Possesseu r d'u n pe u d'argent , i l vin t m e trouver et m e donn a à choisi r entr e deu x chose s : l e voi r s e jete r à l'ea u sou s me s yeux , o u lu i permettr e d e s'établi r ic i en feignan t de l e connaître . J'aim e asse z le s expérience s : j'e n fai s ave c me s arbres fruitiers , ave c me s animau x domestiques , ave c me s c h a r rues; j e me promi s d'e n l'air e auss i su r l'homm e coupable , e t j ' a c cueillis l e forçat . J'observe ce t homm e ave c soin , j e l e surveille , continu a l e


RETOUR après 40 an s d'évasion .


ÉVASIONS.

139

maire, et je ne pense pas qu'il puisse devenir dangereux tant qu'il aura du travail et tant qu'on ne connaîtra pas ses antécédents, incident que j'aurai soin autant que possible de détourner. I1 v a plus, ajouta le bon m a i r e , cet homme a été condamne pour de nombreux vols avec effraction, et dans son petit c o m merce , j e vois se développer en lui une probité si scrupuleuse, que souvent il a été choisi pour arbitre dans des contestations entre paysans. Un jour mon forçai s'oublia au cabaret, il rentra chez lui danun état complet d'ivresse; j'allai le visiter, j e lui remontrai

les

dangers de l'ivrognerie; pour donner plus de force à ma leçon, je lui dis devant témoins l'histoire d'un homme que la débauche conduisit au vol , et qui du banc des assises passa à la chaîne des forcals; ce souvenir de sa vie opéra dans ses mœurs une révolution complète. Depuis ce j o u r , il s'abstint de vin, fit usage d'une boisson du pays faite avec de l'eau jetée sur des fruits. Le maire du village aurait voulu qu'après une étude sérieuse de la nature de chaque c o n d a m n é , l'administration du bagne fermât de temps en temps les yeux et facilitàt, même au besoin, l'évasion de quelques condamnés repentants; une surveillance sagement organisée, disait-il, pourrait les suivre dans la nouvelle vie qu'ils embrasseraient, et on n'invoquerait la loi pour les ramener au bagne, qu'alors qu'ils seraient dangereux pour la société. » C'était là l'utopie d'un bon cœur. « Ne pourriez-vous solliciter la grâce de cet homme? lui d i s - j e . Sa bonne conduite depuis son évasion, la garantie morale qu'il donne pour l'avenir, appuieront votre supplique. — Et quelques mois après, reprit ironiquement le m a i r e , je verrais le gracié sur les bancs d'une cour d'assises! L'amnistié et le libère ne se trouvent-ils pas dans la même position? Partout la proscription ! Qui danserait avec mon protégé? qui trinquerait avec lui? qui le recevrait aux veillées d'hiver? Les enfants s'en éloigneraient avec crainte, les vieillards avec mépris. Non. il sera temps d'appeler en grâce quand je ne pourrai pas faire autrement. Qu'on découvre l'évadé,

alors je fais une pétition, j'obtiens son pardon,

dis de mettre ses économies dans sa poche, j'y joins

je lui

quelque


140

LES BAGNES.

don et, lui montrant la grande route, j e lui dis ces paroles d'un personnage des romans de WalterScotl : «Va l'établir dans un lieu où l'on connaisse les bonnes qualités que lu possèdes à présent, mais où les mauvaises voies de ta jeunesse soient inconnues; ici tu ne trouverais plus ni repos ni plaisir.» .Mais, ajouta le maire, nous n'en sommes pas encore là, et j'espère que mon protégé vivra tranquille et sans inquiétude dans un pays où nous n'apercevons pas deux l'ois par an la corne d'un chapeau de gendarme. et où chacun est trop occupé de ses affaires pour se distraire en r e m o n tant à l'histoire de son voisin. » Un fait que j e tiens de M. le commissaire Renault, qui, pendant quinze ans. administra le bagne de Toulon, donnera une idée des angoisses qui pèsent sur une existence d é l i b é r é . Un petit vieillard vêtu d'une blouse et coiffé d'une perruque blonde, et s'appuyant sur un bâton, se présenta un jour à la porte Royale du port de Toulon : il demanda avec instance à un planton qu'on

voulût bien le conduire près du commissaire du bagne. A

ce moment l'administrateur rentrait à ses bureaux. M. Renault s'étant lait connaître, l'étranger demanda à lui parler en p a r t i c u lier; et quand le commissaire et lui furent dans un endroit écarte, le vieillard dit qu'il était un forçat évadé, et que de l u i - m ê m e il venait reprendre sa chaîne. Le commissaire regarda avec étonnement cet homme, dont la ligure exprimait la bonhomie, et une certaine candeur qui c o n t r a s lait avec la position qu'il réclamait. —

Vous n'êtes pas du bagne de Toulon? dit M. Renault.

J'etais à ce bagne, dit le vieillard.

Le commissaire le regarda encore : ses veux et sa mémoire ne retrouvèrent pas des traits ni une individualité de connaissance. —

Il y a douze ans que je suis administrateur des chiourmes de

Toulon, ajouta M. Renault, et j e n'ai point souvenir de vous. —

Moi non plus, monsieur le commissaire, je ne vous connais

pas, dit le vieillard : mon évasion est bien antérieure à votre arrivée... Il y a quarante-sept ans que j ' a i rompu mon ban. J'avais alors vingt-quatre ans, et j ' e n ai maintenant soixante et onze. Interrogé sur le motif qui le forçait à prendre une résolution si


ÉVASIONS. 141 désespérée et à

quitter l e mond e o ù l'œi l l e plu s exerc é aurai t été

dans l'impossibilit é d e reconnaîtr e e n lu i u n évadé . l e vieillar d ra conta qu e depui s ving t an s il étai t a l a têt e d'un e maiso n d e c o m merce dan s un e petit e ville , qu e se s affaire s étaien t e n bon éta t e t qu'il jouissai t d e l'estim e d e se s concitoyens ; mais , pa r fatalité , depuis quelque s années , i l s'étai t associ é ave c u n d e se s proche s parents; i l l'avai t rend u dépositair e d u secre t d e s a faut e e t d e s a fuite... e t dan s un e discussio n d'intérê t dan s laquell e i l s'agissai t d'une somm e d e cen t é c u s, son paren t l'avai t menac é d e l e dénon cer à l a gendarmerie.. . comm e força i évadé , «.j'a i mieu x aim e m'exécuter moi-même , di t l e vieillar d a M . Renault ; j e serai s mor t de hont e d'êtr e pri s pa r l a forc e armé e a u milie u d e ceu x qu i m e connaissent, e t j e sui s ven u tou t doucement , à petite s journées , me constitue r prisonnier.. . J'a i u n peti t bagag e à l'auberge , per mettez-moi d'alle r l e prendre , et demain , à l a point e d u jour , j e vous promet s d e m e trouve r à la port e d u port. » Le commissair e n'étai t pa s fâch é d'avoi r u n pe u d e temp s devan t lui pou r avise r a u part i à prendre en cett e circonstance . I1 reçut l a parole d u peti t vieillard , qu i s'éloigna . L'administrateur fit de s recherche s su r se s vieille s matricules , et e n remontan t bie n hau t su r le s contrôle s o ù plusieur s généra tions d e criminel s s'étaien t inscrite s depui s l'époqu e d e l'évasio n qu'il recherchait , i l trouv a l e no m d u réfractaire . .Mai s i l y avai t prescription depui s longtemp s acquise . Le lendemain , l e vieillar d étai t a u rendez-vous . L e commissair e lui li t connaîtr e l e bénéfic e d e l a lo i qu i l e libérait , Ce pauvr e homme n'avai t pa s accompl i l'act e d e so n desespoi r san s u n ébran lement mora l : l a fievr e l e saisit.. . l e li t d e l'hospic e l e reçu t pen dant quelques jours , et quan d i l revin t à l a santé , l e commissair e obtint d e lu i qu'i l retournâ t a u pay s o ù i l avai t acqui s un e bonn e renommée. « A l'époqu e o ù vou s fûte s condamné , lu i di t l e c o m missaire, aucu n journa l n'enregistrai t le s arrêt s d e l a justice ; tou s les témoin s et le s juge s doiven t êtr e morts , l a matricul e d u bagn e est ici . c e n'es t don c q u a l'administratio n qu'o n pourrai t deman der de s renseignement s s i l a hain e vou s poursuivai t encor e J'y veillerai : je vou s promet s d e dir e à tou s le s curieu x qu e votr e no m


142 LE

S BAGNES .

n'existe pa s parm i ceux de s condamnés . S i o n vou s accuse , niez , et votr e paren t aimer a mieu x s e réconcilie r avec vou s qu e d e passe r pour u n calomniateur . Ces parole s miren t d u baum e a u cœu r d u vieillard ; i l remerci a avec attendrissemen t l e bienveillan t administrateur , et i l retourn a continuer s a carrièr e d'honnêt e homme . La lo i qu i trapp e d'un e prolongatio n d e captivit é l'homm e qu i satisfait a l'instinc t impérieu x d e l a liberté , es t un e lo i inqualifia ble. I 1 serai t plu s logiqu e d'attribue r l a pein e a u gardie n qu' à I esclave ; mai s i l serai t mieu x encor e d'oppose r l a précautio n à l a rus e sans qu' i l y eû t châtimen t pou r celui qu i obéi t a l a lo i naturelle . Quant à l a dispositio n légal e qu i me t à prime l a poursuit e d'u n fugitif, elle ne peu t justifie r so n immoralit é pa r l'intérê t de l a so ciété. S i le s individu s qu i poursuiven t le s évades , s i l a populatio n ne s e lèv e pa s d e plei n gr é et san s autr e mobil e qu e celu i d e l'intérêt social , vou s ave z alor s pou r auxiliaire s de s agent s auss i immoraux que le s homme s qu'il s poursuivent , ca r il s cèden t à un e ignoble spéculation . J e sai s très-bie n qu e c'es t à c e mécanism e financier qu'o n doi t le retou r à l a chiourm e de s quatr e cinquième s des évades ; mai s j e di s : s i o n veillai t mieux

o n s'échapperai t

moins, e t l a pudeu r social e devrai t récompense r O U renforce r l a surveillance ave c l'argen t don t o n encourag e l a chass e humain e et la truit e du forçat.


LA VOITUR E CELLULAIR E


IX

_ FERS . — ACCOUPLEMENT . — DOUBL E CHAINE . — TRANSPORT DE S CONDAMNÉS .

Pour l'homme , l a pein e de s travau x force s c'es t l e travai l ave c la chaîne . Puisqu e dan s s a fo i religieus e l e chrétie n reconnaî t l'ange tombé , i l fau t qu'i l reconnaiss e l'homm e déchu ; et alor s même qu e cett e chut e n e serai t qu e temporair e et qu e l e r e pentir pourrai t e n relever , l'homm e déch u doi t avoi r u n sign e distinctif qui marqu e so n bannissemen t d e l a grand e famill e h u maine. N'est-c e pa s un e organisatio n social e qu i e n vaill e un e autre , que cell e o ù L'homm e d e bie n rest e l e maîtr e et di t à l'homm e qu i forfait a u pact e d e famill e : Tu es esclave! un e chaîn e ser a forgé e pour to i e t pa r toi ; t u l a portera s dans te s travaux , no n pa s comme attache, ca r t u brise s l'acie r comm e l e fer , no n comm e tortur e physique, ca r je l a rendra i auss i légèr e que possible , mai s comm e peine morale , connu e u n d e ce s signau x visible s à tous , placé s sur le s demeure s atteinte s d e l a contagion ; tu l a portera s comm e un symbole.. . e t l e repenti r seu l pourr a l a fair e tombe r mail lon pa r maillon . Voil à l a théori e pénal e de l a chaîne d u forçat . Sous c e poin t d e vu e e t à ce s condition s bie n comprises , l a chaine es t util e e t efficace , mai s i l fau t qu e l'homm e déch u l a port e comme l a lo i l a lu i a imposé e e t no n connu e l'interprèt e l e règle ment qu i a ajout e l'accouplement , c est-a-dir e qu i a substitu é à l a chaine pou r un seul , l a chaîne don t chaqu e extremitéest u n homme . C'est l e hasard , l e caprice , qui déciden t d u compagno n d e misèr e qu'on traîner a ave c so i o u qu i vou s traîner a ave c lui . l'espèc e h u maine, que l qu e soi t l e lie u qu'ell e habite , a de s instinct s d e


144

LES

BANGS.

144

LES

BANGS.

domination; et là où il y a deux êtres, il faut toujours qu'il y ail m a î t r e et e s c l a v e . L ' e s c l a v a g e d a n s l ' e s c l a v a g e est le lot de la m o i t i é des a c c o u p l é s . A l o r s ,

que de petites tyrannies subies par le mar-

tyr, que de l u t t e s s o u r d e s et inaperçues d a n s l'association! S o u v e n t la p r u d e n c e

administrative accouple une n a t u r e p l e i n e de

séve et une i n d i v i d u a l i t é i n e r t e

qui n'a de l'homme que l'enve-

loppe. A l o r s l'idiot fait les Fonctions de machine à enrayer; il a r r ê t e 1'elan de 1 ' a u t r e , il

paralyse sa f o r c e ; car, au bagne, l'éner-

gie reçoit sa puissance électrique du frottement : si le c o r p s d o n t elle attend le fluide ne l'a pas, elle t o u r n e à l ' a t o n i e . C'est un s u p p l i c e a j o u t e à un s u p p l i c e , que cette vie a d e u x que

le vocabulaire du bagne nomme accouplement. C e l l e communauté de chaîne est une servitude imposée au plus faible au profit du plus

fort ou du p l u s vicieux; c ' e s t s o u v e n t une exhortation a u x

plus h o n t e u x

penchants : u n i o n s i m p u r e s que c e r t a i n s a d m i n i s t r a -

t e u r s n ' o n t pas c r a i n t , dit-on, de faire t o u r n e r aux

intérêts de l e u r

surveillance. T o u s les condamnés m i s en couple n e t e r m i n e n t pas les diffé-

rends qui s'élèvent e n t r e e u x comme l e s d e u x forçats d o n t je vais parler. A l ' h e u r e du r e p o s , en plein air, p o u r les b r i g a d e s qui ne r e n t r e n t pas au

bagne, un condamné s'était étendu s u r u n e p i è c e de bois (d

se préparait a faire sa méridienne. S o n c a m a r a d e de chaîne v o u lait au c o n t r a i r e user de sa liberté et se promener d a n s un rayon

de quelques mètres. La c h a î n e du forçat est composée de dix-huit m a i l l o n s : chaque

maillon a 33 centimètres. « J e joue tes m a i l l o n s » dit le c o n d a m n e qui se préparait à d o r m i r , et

il tira de son b o n n e t un jeu de c a r i e s d o n t la n u a n c e

attestait que l'article du règlement qui défend de jouer sous peine de la b a s t o n n a d e , n'est pas plus en v i g u e u r que celui qui défend de fumer. Celui qui proposait la partie était d'une nature a imposer sa volonté, plutôt qu'à r e c e v o i r le joug d'un caprice étranger. Il eût pu c o m m a n d e r a l ' a u t r e le r e p o s , et aussi le

l'autre eût obéi. Il ne lefitp a s .

promeneur accepta-t-il la proposition c o m m e u n e f a v e u r .


FER S. — ACC0 U PLEMEN T,E TC

145

Le garde-chiourm e li t semblan t d e n e pa s voir , conten t qu 'il es t quand l e força t jou e a u lie u d e penser . 1

La parti e commença , l a chaîn e rapproch a se s deu x pôles , il s s e trouvèrent e n contact ; le s anneau x intermédiaire s s'entassan t les uns su r le s autres , tiren t m asse, e t ce t enje u d e ferraill e qu i pou r le gagnan t représentai t l a libert é d'agir , donn a a l a parti e u n a t trait qu'ell e n'eu t pa s reç u d'un e pièc e d'or. On j o u a l'impériale . D'abord cin q chaînon s luren t risqué s d e par t e t d'autre , l e dor meur l'emporta . A u secon d cou p l e promeneu r reconqui t s a perte , au troisièm e e t quatrièm e cou p i l gagn a l a partie . Le perdan t s'exécut a d e bonne g r â c e, i l suivi t l e camarade , qu i se promen a e n conquérant , moin s étonn é de s a victoir e qu e d e l a soumission d u vaincu . Au retou r dan s le s salles, l a revanch e fu t probablemen t donnée , et l a fortun e change a les destinées, ca r pendan t deu x jour s je revi s dans l e por t l e promeneu r d e l a veill e a u repo s forcé , don t i l p a raissait pe u apprécie r l a douceur ; à so n tou r l'adversair e jouissai t de s a victoir e à s a manière , i l dormai t profondément . A Rochcfort , devan t l e magasi n de s vivres , i l y avait un e pomp e à laquell e de s condamné s étaien t journellemen t occupés . Je vi s une disput e s'engage r entr e deu x forçats ; il s en vinren t au x main s sur l e bor d d'u n foss é large , profon d e t plei n d'ea u bourbeuse . L'un de s combattant s étai t u n força t chaussette, no m qu e por taient, parm i le s condamnés , i l y a quelque s années , ceu x que pa r laveur o n délivrai t d e l a chaîne , à laquell e o n substituai t u n a n neau à l a j a m b e ; l'adversair e étai t e n couple , e t so n camarad e d e chaîne, domin é pa r l a natur e féroc e d e so n compagnon , n'osai t s'interposer pou r fair e cesse r l a lutte ; i l restai t impassible , assi s sur l e lie u d u combat , attendan t qu e l e sor t décidâ t s'i l serai t en traîné dans l a fosse, où il se serait infailliblemen t noyé, ave c le vaincu. Lu garde-chiourme , qu i s'étai t éloigné , parut ; l e calm e fu t r é tabli. 1

U n ancie n commissair e de s chiourme s avai t donn é pou r consign e à se s agent s

d'empêcher autan t qu e possible , te s condamné s d e penser , persuad é qu e leu r idé e fix e ne peu t être qu'un e tentativ e dangeureuse contr e l'ordr e ou contr e l a propriété. 19


146 LE

S BAGNES .

Voici commen t s opère ce t accouplement . A pein e descend u o u plutôt transporté , d e l a voitur e cellulair e don t j e parlera i tou t à l'heure, l e condamn é es t plac é à pla t ventr e su r l a souche ; u n 1

forçat lu i fai t plie r l e genou e n lu i élevan t l a j a m b e j u s q u 'à l a hau teur d'un e enclum e fixe; u n annea u d'acie r nomm é la manille lu i embrasse l a j a m b e , e t aussitô t es t ferm é e t riv é parl e martea u d u chaloupier . 2

La chaîn e es t pris e dan s l a manille. A l'aide d'u n annea u d e jonc lion, o n mari e le s deux ; chaîne s e t o n opèr e l' accouplement o u l a mise e n couple . Le condamné revê t un e ceintur e e n cui r à laquell e es t attach e u n crochet de fe r qu i support e un e parti e d e s a chaîne , e t l a relèv e l e long d e l a j a m b e jusqu'à l a ceinture .

Le brui t de s chaîne s qu e port e l e força t a inspir é d e belle s page s à l a piti é de s poëtes , a l'humanit é de s philanthropes ; il s en on t 1

1

Pièc e d e boi s propr e a u ferrement . Forçat qui ferre et déferre.


FERS. —ACCOUPLEMENT, ETC.

147

appelé au temps et au progrès de ce qu'ils nomment une insulte à la dignité de l'homme. Après les philanthropes et les poètes sont venus les économistes : ils ont calculé combien chaque milligramme de métal qui charge le condamné, porte de

dommage à la force vive du travailleur, et

ils ont vu dans l'adoption des chaînes un désordre

financier.

Cependant, j e pense, et mon témoignage n'est ici que l'écho de l'opinion d'hommes éclairés qui ont étudié cette matière,

que

s'il faut choisir entre les chaînes et le cabanon, sous le rapport moral comme sous le rapport hygiénique et professionnel, la chaîne du bagne, qui permet à l'homme le travail en plein a i r , qui lui laisse l'exercice de son libre arbitre, espèce de thermomètre moral par lequel l'administrateur peut connaître les degrés ascendants ou descendants de sa moralité, est préférable, pour le résultat qu'on doit en attendre, à l'isolement individuel qui tue le corps et l ' i n t e l ligence, et place l'âme dans un état léthargique qui neutralise la faculté d'agir suivant sa volonté. Quand un condamné aux travaux forcés sera resté plusieurs années au milieu des ouvriers et du matériel d'un port de guerre où naissent de nombreuses occasions de larcin, quand cet homme aura vécu près de l'ouvrier libre sans lui dérober sa montre ou son vêtement, qu'il aura regardé, sans succomber à la tentation, le fer, le cuivre, l'étoupe qu'il a incessamment sous la main et que seul il a le droit d'appeler des richesses, puisqu'il peut se procurer, par leur moyen, une nourriture un peu plus abondante que sa ration journalière ; si cet h o m m e , dont le sang fermente, a subi sans révolte les brutalités dont ne sont pas toujours exempts les agents secondaires de la surveillance; s'il a résisté au désir de l'évasion que les circonstances souvent favorisent; s'il a fait taire des haines qu'il pouvait assouvir et des instincts qu'il lui eût été possible de satisfaire; si enfin cet homme a été, ce qu'on nomme en langage administratif un bon forçat, on pourra croire à bon droit, que pour ce condamné rendu au monde, le châtiment aura porte fruit et que cet homme deviendra un membre de la société, sinon honorable, du moins paisible. Enfermez au contraire, dans les cellules, un homme dominé par l'habitude du vol, qu'il demeure


148 LE

S BAGNES .

quelques année s entr e quatr e muraille s étroites , aucu n obje t n e pourra tente r s a cupidité . I 1 n'aur a e u à lutte r contr e aucun e p a s sion; captif , i l ser a forcémen t honnête . Qu i dir a qu'un e foi s rend u à l a société, l e premie r act e d e so n libr e arbitr e n e ser a pa s u n dé menti e n actio n à l a contraint e qu'i l aur a éprouvé e ? Quelle preuv e matérielle aurez-vou s d e s a conversion ? Au bagne , d e nombreu x exemple s prouven t qu e l e faussair e peu t tirer part i d e so n ar t c r i m i n e l ; s'i l s'abstien t d e so n industrie , s i la surveillanc e intelligent e voi t ce t homm e préfére r su r so n ban c le jeûn e e t l a privatio n à u n gai n illicit e qu i pourrai t adouci r s a vie d e condamné , l'administrateu r pourr a avec : confianc e signale r à l a clémenc e royale , comm e repent i sincère , l'homm e qu i avai t l a possibilité d e persévére r dan s l e c r i m e . Dan s l a cellule , que l act e pourra prouve r qu e l e faussaire s e soi t amendé ? I l e n ser a d e mêm e de celt e nombreus e class e d e meurtrier s que l e moindr e excè s a l coolique, o u qu e l'exaltatio n naturell e arm e d u poignar d o u d u couteau. A u bagne , i l a chaqu e j o u r moti f à se s emportements ; l à , le s vive s antipathie s s e dessinent , i l y a de s vengeance s terribles accomplie s malgr é l a vigilance; . E h bien ! s i ce s na tures s i c o m m u n e s , qu e l a sévérit é d u j u r y attein t fréquem ment, peuven t s e dompte r elles-même s alor s qu'elle s avaien t sou s la mai n e t le s instrument s d e vengeanc e e t l'obje t d e leu r haine , o n pourra dir e encor e : l e bagn e a fai t un e cure , l a pein e a amend é l'homme. Dan s l a cellule , aucu n argumen t n e viendr a témoigne r de l a transformatio n d'u n meurtrier ; s i l'homm e a soi f d e sang , c'est a u suicid e qu'i l devr a avoi r recours . Au bagne , i l y a de s homme s qu i couren t au-devan t d u prêtre , qui cherchen t l a consolatio n dan s s a parole ; ce s homme s son t e n minorité, e t souven t il s son t l'obje t de s sarcasme s d e l a mass e c o r rompue a u milie u d e laquell e il s viven t e n victimes . O n peu t dir e : cette foi-l à es t vive , cett e contritio n es t sincèr e e t désintéressée . J e le prouvera i pa r de s fait s quan d j e parlera i d u respectabl e abb é Marin, aumônie r d u bagn e d e Toulon , cett e providenc e qu e l e cie l a envoyé e dan s c e lie u d e misères . Dans l a cellule , l'hypocrisi e aur a bea u j e u . L e prisonnie r ser a en contac t ave c l'homm e d e charit é san s avoi r à lutte r contr e le s


FERS.—ACCOUPLEMENT,

ETC.

149

vociférations ou les actes de brutalité de ses compagnons de captivité. La classe des condamnés est, de sa n a t u r e , essentiellement hypocrite; elle a l'intelligence des hommes qui ont momentanément un pouvoir sur sa liberté ; elle devine d'un coup d ' œ i l les qualités et les défauts des surveillants; elle flatte leurs idées ou leurs manies. Un fait entre mille. Dans une maison centrale des environs de P a r i s , le directeur avait coutume de se laver la tête et le visage avec de l'eau glacée; plusieurs détenus le surprirent un j o u r pendant cette ablution, et dès le l e n d e m a i n , à l'heure à laquelle cet administrateur

vint

faire son inspection dans la c o u r , il aperçut plusieurs condamnés excitant, au moyen de paille enflammée, le dégel de la pompe. Quand l'eau vint à couler, il vit ces détenus se placer à tour de rôle la tête sous le conduit; le lendemain, le nombre des amateurs d'eau froide doubla. I1 y en eut même qui poussèrent la manie imitative si loin, qu'ils exposèrent à l'action de l'air leurs cheveux mouillés, qui bientôt se couvrirent de glaçons; il fallut que le chef de la prison intervint pour mettre fin à ces actes de bizarre c o u r tisanerie. Là où il faudra être pieux pour être l i b r e , le condamné ne se fera pas défaut de pieuses démonstrations. L'agglomération des condamnés est souvent un préservatif contre l'invasion de l'hypocrisie morale ou religieuse. Enfermez l'homme vicieux, dites-lui que votre but est de le ramener à la vertu, j e ne sais si vous parviendrez jamais à en faire un honnête h o m m e ; mais j e suis certain que vous aurez improvisé un hypocrite, et le développement de ce vice sera logique, puisqu'il sera un premier pas vers la liberté. Pour être conséquent avec le principe p h i l a n thropique avoué, vous ne pourrez pas garder captif un criminel régénéré, donc tous les efforts du criminel tendront à faire croire à sa conversion. Nous sommes peut-être appelés à voir de tristes résultats de ces expériences humanitaires. Déjà la classe vicieuse a fait son plan de campagne. En allant de Nantes à Brest, au mois de mai dernier, j ' a i rencontré sur les bateaux de la Loire une

cara-

vane de gardiens de la maison de fontevranlt, émigrant de cette


150 LE

S BAGNES .

prison don t il s venaien t d e remettr e l a surveillanc e subaltern e à de pauvre s frère s do s école s chrétiennes , aujourd'hu i transformé s en guichetiers . U n d e ce s gardions m e cit a de s chanson s d e c i r c o n stance faite s pa r le s beau x esprit s d e l a maiso n centrale . Ce s cou plets, écrit s e n mauvai s françai s e t e n argo t mélangés , son t un e obscène e t sacrilég e préfac e à l'histoir e d e l'établissemen t d u r é gime cellulair e e n France . Un d e ce s couplet s étai t conç u ains i : Au lie u du larto n qu i s'use , 1

Le havr e i l fau t morfile r ; 3

2

Au radeau d e l a cambus e 4

Le raz e est l e fricolier 6

5

7

C'est un e nouvell e voi e criminell e ouvert e a u vic e ; la piété feint e deviendra un e protection , u n sauf-COnduit , un e lettr e d e grâce ;

1

Pain . —

sinier.

2

Dieu . —

3

Manger . —

4

Comptoir . • — Cantine . — 5

6

Prêtre . —

7

Cui -


FERS — ACCOUPLEMENT. ETC . 151 devant l 'aumônier l e prisonnie r priera ; e n arrièr e i l aur a l e b l a s phème au x lèvres . Je l e redis , le s chaîne s d u bagne , mêm e l a doubl e chaîne , m e paraissent préférable s au x moyen s d e répressio n d u régim e s o litaire. La doubl e chaîn e es t un e longu e e t lourd e entrav e qui attach e a son ban c l'indocile , l e récidivist e o u l'évad é quan d i l subi t u n juge ment à perpétuité . Cett e attach e laiss e a u condamn é l a facult é d e faire quelque s pa s dan s l a sall e o ù i l vi t tou t l e jou r parm i ceu x qu i subissent l a mêm e peine , e t o ù i l a surtou t abondanc e clai r vital . Un maillo n triangulaire , qu'o n nomm e martinet, réuni t pendan t l a promenade dan s l e port , qu'o n accord e quelquefois , plusieur s chaînes de s condamné s d e cett e catégorie ; e t l a nui t i l es t fix é a u ramas, annea u o ù aboutissen t toute s le s chaînes . Il y à de s homme s qu i passen t a l a doubl e chaîn e de s année s entières; c e son t d e ce s nature s indomptable s o u incorrigible s qu i ne voulan t fair e aucun e concessio n à l 'obéissance o u à l'esclavage , partagent leu r vi e entr e l a révolt e e t l 'évasion. Voilà l e degr é qui , aprè s l 'échafaud, es t l e dernie r su r l'échell e des châtiment s d u bagne ; mai s cett e captivit é prolongé e qu i n'es t qu'exceptionnelle e t qu i n e s'appliqu e qu'à u n peti t nombr e d'in dividus, es t encor e moin s cruell e dan s se s acte s qu e l a répressio n cellulaire ave c s a pendaison , se s anneaux , so n piton 1

1

2

3

e t tou t c e

La pendaison. — L e condamn é à l a pendaiso n a le s bra s fixé s derrièr e l e dos , à

l'aide d'un e barr e d e f er lian t le s deu x ayant-bras , i l es t plac é su r u n peti t marchepie d élevé d e terr e d e quelque s centimètre s et plac e contr e u n mu r auque l es t scell e u n anneau très-fort . L e patient, à l'aide d u fe r qui li e se s bras , es t accroch é à l'anneau scell é dans l e mur , pui s o n relèv e l e marchepie d su r leque l i l reposait . 2

Les anneaux. —

Le s lira s mi s e n croix , son t fixés a u moye n d'anneau x scelle- : le s

jambes son t fortemen t liée s prè s d u mur , et l a dispositio n de s anneaux est ell e qu e tou jours l e corp s d u condamn e doi t repose r sur l a point e de s pieds . Cett e pein e a pou r l e patient u n effe t terrible . 3

Le piton. — Quatr e clou s o u pilon s son t fixe s dan s u n mur , deux u n pe u plu s hau t

que le s hanches , à l a hauteu r de l a saigné e des bra s d u patient , plac e debou t contr e l e mur, e t le s deu x autre s u n pe u au-dessu s de s jarrets . Ce s clou s serven t à mainteni r une forte cord e qu i comprim e le patien t pa r chaque bras , l'estoma c et le s jambes , et l e main » tiennent dan s un e immobilit é complète . L a duré e de c e genr e d e tortur e es t d e deu x o u quatre heures . Quelque s moment s suffisen t pou r arrête r l a circulatio n du sang , et i l es t rare qu e l'évanouissemen t n e s'ensuiv e pa s


152

LES BAGNES.

qu'elle a déjà illégalement enfanté sous la protection de son i s o lement. Au chapitre des évasions, nous avons vu que la double chaîne n'était pas toujours un obstacle insurmontable quand il s'agissait de gagner la liberté. I1 est vrai qu'il faut une adresse et un esprit de ruse peu communs pour tromper la surveillance des gardes, qui tiennent le forçat indocile étroitement resserré; mais une fois qu'il est parvenu à couper ses liens avec le bastringue ou la lime, il a moins à redouter l'inspection des fers, que le condamné qui chaque jour la subit en allant aux travaux et en en revenant. S'il est facile au forçat de se débarrasser de sa chaîne , il n'en est pas de même de la manille. Aussi, il arrive souvent qu'un évade est repris après une longue course sans qu'il ait pu se dégager encore de l'anneau fatal; quelques-uns , tirant parti d'une conformation physique exceptionnelle, ou se livrant à des expériences orthopédiques sur e u x - m ê m e s , parviennent, par de longs efforts, et après des souffrances cruelles, à passer le pied par l'anneau qui embrasse la jambe. Un condamné, pris en flagrant délit et redoutant la bastonnade, révéla à un administrateur du bagne douze moyens de rompre les chaînes , ou de cacher les morsures que la lime ou le ciseau ont déjà faites ; pour compléter sa confidence . il détacha de son bonnet la plaque, d'ordinaire en fer-blanc, sur laquelle est inscrit le numéro de chaque c o n d a m n é ; il la présenta à une c h a î n e , qui fut sciée à l'instant. On comprend qu'à la plaque primitive avait été substituée une plaque dentelée en acier fondu et trempé. Le même fonctionnaire confisqua un jour un panier en paille, dont chaque chalumeau écrasé cachait une scie presque imperceptible. Fichon, forçat à vie, subissant trois années de double chaîne, est rencontré, se promenant un jour dans le port de Toulon, r e g a r dant complaisamment travailler les autres condamnés. Repris et ramené à son b a n c , qu'il venait de déserter,

étroitement s u r -

veillé, et attaché a des liens plus forts, il recommence le l e n d e main sa promenade de la veille , et vient se replacer en observateur tranquille près du lieu où le jour précédent il avait été saisi. Pour cette seconde fugue, M. Renault, qui alors était commissaire


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC . 15

3

du bagne , f it mettr e Ficho n a u cachot . Quelque s jours se passent ; M. Renaul t était ven u inspecte r le s travau x ave c M . le commissaire général; i l s'informe , d'u n adjudant , s i Ficho n es t tranquille ; l'adjudant lu i appren d qu'o n vien t d e saisir , i l n' y a qu'u n m o ment, dan s so n cachot , un e fauss e cle f caché e dan s u n pain , e t un e lime a u fon d d'un e cruch e d 'eau. Ce s instrument s lu i ayan t ét é enlevés, e t d o forte s chaîne s l e retenant , i l es t à croir e qu e c e p r i sonnier n e tenter a pa s un e nouvell e évasion . L'adjudant avai t a pein e parlé , qu e l e commissair e aperçu t Fi chon, qu i s e promenai t tranquillemen t les main s derrièr e l e dos . « Qu e faite s vou s là , Fichon ? lu i di t M . Renault. — Mai s comm e vou s l e voyez , mo n commissaire , j e prend s un pe u d 'air. Qu e m'ordonnez-vous ? J e vai s vou s obéir . Faut— il retourner d'o ù j e viens ? — Comm e vou s voudrez , lu i di t l e commissair e d'u n ai r i r o nique; puisqu 'il paraî t qu e c'es t u n part i pri s chez vou s d e n e plu s obéir, agisse z à votr e fantaisie . » A cett e réponse , qu i contrastai t ave c l a sévérit é s i connu e d u commissaire, Ficho n fu t stupéfié ; i l n e pu t qu e balbutie r : « Je vais alle r reprendr e me s fers . » En effet , un e heur e après , l'adjudan t vin t annonce r que l a port e du c a c h o t , bie n fermée , avai t ét é ouvert e pa r Ficho n , qu i avai t trouve moye n d e l a reboucler , e t qu' à l a grand e surpris e d e l'a 1

gent, le condamn e s'étai t referr é d e lui-même , san s qu'o n trouvâ t auprès d e lu i aucu n instrumen t d e chaloupier . Cette aventur e li t sourir e l e commissaire . Quelques jour s après , d renvoy a Ficho n à sa salle , l e soumettan t à un e surveillanc e par ticulière. Un des moyen s le s plu s ingénieu x mi s e n pratiqu e pour l e bri s des fers , fu t dan s u n temp s l a substitutio n d 'un boulo n creu x e t d'une clavett e mobile , a u boulo n plei n e t à l a clavett e fix e qu e l e règlement a adoptés ; m ais s i d 'un cot e l e condamn é es t habil e à trouver l e secre t d e rompr e se s entraves , l 'administration est intel ligente dan s le s recherche s métallurgique s qu'ell e fai t pou r c o n server so n personnel . C'es t ains i qu e M . l e commissair e Renaul t 1

Refermer . 20


154 LE

S BAGNES .

était parvenu , aprè s n u nouvea u mod e d e ferrement , a neutrali ser Ion s le s effort s de s serrurier s e t mécanicien s d u bagne . L e forçai se venge a e n faisan t de s caricature s contr e l e commissaire ; ca r le bagn e a auss i se s artiste s satiriques . Il y a quelques années , la philanthropi e s'es t beaucou p émue, au nom de l a moral e publique , d u transpor t au bagn e descondamné s par grande s chaîne s e t chaîne s volantes ; e n effet , c'étai t u n trist e spectacle a voir , qu e cett e mis e e n scèn e qu i commençai t dan s un e cour d e Bicêtre , e l s'étendai t su r tout e l a rout e d e Pari s à Bres t e t do Pari s à Toulon .

Les premiers apprêt s d u ferremen t s e faisaien t dan s l a cou r d e Bicêtre, qu i étai t alor s un e maiso n d e forc e e t u n hospice . Quelque s hommes à figure sinistr e s e promenaien t d e lon g e n large . De s condamnes a la détention , remplissant . dan s cette maison, l'offic e d e valets, apportaien t bientô t de s charge s d e chaîne s pesante s e t un e quantité d e ferrements . C'étai t l e prélude d e l a cérémoni e qu i allai t avoir lieu . A u n cou p d e sifflet , un e band e d e ving t à trent e c o u -


I55

FERS.—ACCOUPLEMENT, ETC.

damnée sortait de la petite porte ou guichet qui conduisait à la seconde c o u r ; on les dépouillait du vêtement de la maison, un examen rigoureux se faisait dans toutes les parties de leurs corps; on leur jetait après cette visite une espèce de sarrau en toile grisâtre pour couvrir leur nudité. Pendant cette opération, un des geôliers avait rangé a terre une ligue de pesants colliers. Un second bruit de sifflet se faisait entendre, et chaque forçat était placé derrière un ferrement;

une main habituée à l'œuvre élevait jusqu'au cou

du condamné cette sorte de carcan fait en triangle. Quand toutes les têtes avaient reçu ce collier, un porte-clefs ouvrier, arme d'un lourd marteau, passait derrière chaque condamné, et d'un énorme coup porté adroitement, il rivait le boulon qui fermait le triangle. Au moment du coup, le forçat inclinait la tête en avant par un mouvement de crainte. La chaîne qui retenait les forçats unis ensemble, passait du collier a la ceinture, et remontait de la ceinture au collier de celui qui suivait, jusqu'à la fin du peloton; puis une longue chaîne longitudinale reliait toute la colonne, qui se composait quelquefois de plus de deux cents condamnes. Le représentant de 1'entrepreneur du transport, auquel on d o n nait le titre de capitaine de la chaine, prenait le commandement de ce bataillon d'esclaves, et avait pour auxiliaire une compagnie de salariés, soldats volontaires recrutés sur les places publiques, qui s'enrôlaient pour une campagne, séduits par une forte paye. Après une messe dite a la chapelle et quelques paroles d'espoir et d encouragement

prononcées

par un aumônier,

un dernier

signal se faisait entendre; l'énorme porte de la prison ouvrait ses deux battants; les forçais, placés sur des charrettes longues, sortaient de Bicètre, et derrière eux suivaient les fourgons

de

cuisine et un cabriolet-patache, dans lequel montaient le c a p i taine de la chaîne, le chirurgien préposé aux soins à donner aux forçats malades, et un employé du ministère de l'intérieur, qui prenait le nom de commissaire, et était revêtu d'un mandat d'inspection sur l'exécution des articles imposés à l'entrepreneur du transport par le cahier des charges, et une forte escorte de gendarmerie se plaçait sur les lianes du convoi.


156

LES BAGNES.

A quelques kilomètres de la ville, les forçais descendaient de: leurs chariots, la chaîne se dirigeait vers un lieu écarté ; là, chacun se dépouillait de ses vêtements. A un coup de sifflet, ils battaient des mains pour montrer qu'ils n'avaient rien de caché entre les doigts; quelques gardes procédaient pour la seconde fois à l'investigation la plus minutieuse de toutes les parties du corps. Sur plusieurs points de la route, des détachements plus ou moins nombreux d'hommes condamnés par les cours d'assises des départements du centre étaient amenés par la maréchaussée; ces g r o u pes ou chaînes volantes qui portaient le nom du chef-lieu, et qui s'appelaient, sur la route de Brest : cordon d'Angers, cordon de Nantes, e t c . , et sur la route de Toulon : cordon d'Auxerre, cordon de Moulins, cordon de Clermont, e t c . , venaient se fondre dans la masse et la grossir. Les haltes pour le repas et pour le sommeil se faisaient clans les étables ou clans les écuries d'auberges; la chaîne marchait par étapes, et celle de Toulon, qui parcourait le plus long trajet, arrivait à sa destination après trente-cinq j o u r s . Le départ de Bicètre avait pour témoins une nombreuse p o p u lation d'oisifs qui se ruaient au-devant du spectacle des misères et de l'abaissement do l ' h o m m e ; quelques-uns des spectateurs avaient le sarcasme ou l'injure à la bouche, et le condamné, objet d'une avide curiosité, ou point do mire du mépris qui s'exhalait en paroles outrageantes, se redressait dans son ignominie, et lirait à vanité de se montrer en révolté incorrigible; il s'enorgueillissait de livrer un dernier combat à l'ordre moral et à la société, on jetant à cette foule empressée des paroles obscènes et des menaces pour l'avenir. La surveillance se composait, comme j e l'ai dit, de quelques hommes miliciens de contrebande, sans organisation, sans intelligence de: leurs fonctions, et qui semblaient le plus souvent ne se préoccuper pendant le trajet que d'une seule chose, c'était de veiller à la marmite en plein vent, dans laquelle se préparait leur o r dinaire; la garde du condamné semblait pour eux un objet d'un intérêt secondaire, aussi de nombreuses évasions s'effectuaient-elles. Thierry, qui fut longtemps capitaine de la chaîne, reconnaissant l'insuffisance des moyens qu'il avait a sa disposition pour retenir les


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC.

157

condamnés, eut r e c o u r s à un e x p é d i e n t qui rarement manque son effet près de ces nommes dont ta nature m o r a l e s e m b l e quelquefois inexplicable. Le c a p i t a i n e Thierry, quoique sévère, était trèsbon avec les prisonniers; q u a n d une fois il les avait a m e n é s à leur d e r n i è r e d e s t i n a t i o n , il se chargeait volontiers d être l'intermédiaire des c o u p a b l e s avec les p a r e n t s qu'ils avaient l a i s s é s d a n s le monde.

Quelquefois il se faisait le m e s s a g e r d'une p a u v r e mère, qui e n voyait à son fils condamné le fruit de ses é c o n o m i e s .

C'est au capitaine T h i e r r y que venaient s a d r e s s e r , à Paris, les rares

a m i s qu'un malheureux,

souvent

frappé r i g o u r e u s e m e n t ,

c o n s e r v e q u a n d il est mort au m o n d e ; Thierry, à chaque voyage, a p p o r t a i t au b a g n e des lettres, de l'argent, dos p a r o l e s de c o n s o -

lation. Plus d'une fois il se fil lui-même l'avocat d'une victime ou

d'un c o n v e r t i , et sa franchise b r u s q u e gagna des p a t r o n s et des protecteurs à un r e p e n t i r .

Le nom de Thierry était en v é n é r a t i o n parmi les condamnés, et il n'est pas étonnant qu'il ait o b t e n u de cette classe i n d o c i l e u n e s o u m i s s i o n que d'autres agents n'auraient pas t r o u v é e .

Quand un homme c o n n u par son audace et sa r u s e était a la c h a î n e , Thierry s'approchait et lui d e m a n d a i t de s'engager s u r pa-

role d'honneur à ne p o i n t t e n t e r une é v a s i o n pendant la r o u t e . Le f o r ç a t , g l o r i e u x de c e t hommage que le c a p i t a i n e de la c h a î n e r e n d a i t à sa renommée, et c é d a n t a u s s i à u n e sympathie qu'inspir a i e n t la f r a n c h i s e et la bouté du commandant, r e f u s a i t r a r e m e n t

de donner la parole qu'on lui demandait, et quand il l'avait accordée, il la tenait religieusement. Le f a m e u x Petit que j'ai

montré

v e n d a n t au marché d'Abbeville les fers d o n t il s'était d é b a r r a s s é la

veille dans sa prison, et qu'aucun lien ne pouvait retenir, lit avec r é s i g n a t i o n et à la g r a n d e chaîne, le long voyage de P a r i s a T o u l o n

sans tenter d'évasion. J a m a i s , au dire de ce f o r ç a t , il n'avait p o r t é si longtemps les fers s a n s s'en débarrasser. Petit avait p r o m i s s o l e n n e l l e m e n t à Thierry de r e s t e r d a n s les rangs.

« I1 ne faut pas faire de la peine a Thierry, » disaient les prisonniers qui avaient déjà fait le voyage, aux nouveaux qui se sentaient aiguillonner par le désir de briser le j o u g ; et souvent cette seule parole a suffi pour faire avorter le projet de fuite.


158

LES BAGNES.

Quelquefois aussi ce sentiment que le capitaine avait su inspirer transformait les condamnés en gardiens officieux, prêts à réprimer une tentative de la part de leurs camarades. J'avais entendu répéter toutes les doléances philanthropiques sur le transport des Forçats au moyen de la chaîne, et j'avoue que, partageant l'opinion de ceux qui veulent avant tout qu'un c h â t i ment effraie par l'exemple et par sa solennité, sachant combien le criminel redoute d'habitude l'exposition dont la chaîne me semblait une imitation sur sur grande échelle, j'avoue, dis-je, que je ne comprenais pas la répulsion énergique qui se manifestait contre ce mode de transport; je voulus me rendre compte par

moi-même

de 1'application de cette disposition pénale. En 1'année 1 8 3 5 , M Tournemine, homme de lettres et employé au ministère de l'intérieur, reçut mandat temporaire de surveiller en qualité de commissaire la chaine qui allait de Paris à Toulon. Je connaissais M. Tournemine, je lui fis part de l'intention que j'avais de faire quelques observations sur le personnel qu'on avait confié à son contrôle; lui-même espérait tirer des enseignements utiles de la mission que le gouvernement lui confiait, il me donna rendez-vous à bicètre. Le capitaine Thierry avait résigné ses fonctions; depuis quelques mois il était remplacé. .M. Lebert, chirurgien chargé du service spécial de la c h a î n e , avait déjà fait plusieurs voyages on cette qualité, et avait Sacrifié une nombreuse clientèle civile à des f o n c tions pénibles qui cependant rattachaient par les fréquentes occasions qu'elles lui fournissaient de se livrer à ses nobles instincts de bienfaisance. Le cahier des charges accordait au médecin de la chaîne un cheval de selle pour faire le voyage ; le commissaire du gouvernement devait se pourvoir d'un moyen de transport, mais il fut convenu, pour ce voyage, que le cheval du médecin serait attelé à une petite carriole. M. Tournemine m'y proposa une p l a c e ; le c a p i taine devait aussi y monter : il était fort g r o s ; il y avait à peine place pour trois, niais ce voyage n'était pas une partie de plaisir. « Nous nous gênerons un peu, dit M. Tournemine, et nous t i e n drons quatre. »


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC.

159

La chaîne était nombreuse, on y remarquait un grand nombre de ces types parisiens effractionnaires ou voleurs récidivistes ; la plupart reçurent le collier de fer avec l'insouciance d'une mule qui tend le sabot au maréchal; et à ce moment, s'il n'échappa pas un lazzi au forçat pendant l'opération, c'est que son attention était entièrement saisie par l'étrangeté du spectacle qui était nouveau pour lui ; et quand le terreur noua sur l'enclume le col de fer du forçat, aucun ne me parut préoccupé de la possibilité d'une maladresse; et comme jamais aucune tête de condamné n'a encore été brisée par le marteau, j ' e n ai conclu qu'un malade qu'on saigne est au moins tout aussi exposé à une section de l'artère que le forçat l'était alors à un brisement de crâne; la garantie de la vie était dans l'habileté éprouvée du praticien. Quand la chaîne vint à franchir le seuil de Bicêtre, quoique protégée par la gendarmerie qui refoulait les flots de spectateurs amoncelés au dehors, elle eut peine à entamer la masse compacte qui formait comme une muraille, et il s'éleva tout à coup une a f freuse tempête de huées vibrantes, de cris sauvages, de voix g l a pissantes, de sifllets aigus; des imprécations, des jurons se m ê l è rent à des chants dans une langue inconnue, et les acteurs de ce concert étaient à peu près en nombre égal dans les rangs de ceux qui portaient un collier de fer, et parmi les gens libres venus à cette solennité pour renforcer d'une note stridente cette gamme infernale. Et quand la foule perdit de vue les galériens, elle regagna tranquillement la grande ville. Mais la colonne des condamnés, qui suivait une direction opposée, continua ses clameurs; ce long cordon de fer semblait une longue chaîne électrique qui transmettait à tous le fluide dont quelques tôles étaient chargées; et on entendit des mots obscènes, on vit des tètes se dresser vers le ciel avec l'écume et le blasphème à la b o u c h e ; puis après un moment de silence, un Parisien convia ses compagnons de voyage à l'audition d'une chanson de circonstance de sa composition; il dit seul les paroles en idiome de prison, et à un temps marqué par un geste du chef d'orchestre,

chaque

exécutant secouait fortement sa chaîne, ce qui formait un accompagnement d'un nouveau genre et d'un lugubre effet.


160 LE

S BAGNES .

L'exaltation s e prolonge a a u del à d e l a halle , a Essonne , jusqu' à l'étape du villag e d e Ponthierry ; l a band e de s condamnés , descendue de s chariot s et marchan t e n colonn e serrée , aprè s avoi r effrayé, d e parole s impudiques , l a populatio n villageois e qu i a c courut au -devant d 'elle, vin t tombe r épuisé e su r l a paill e d 'une écurie o ù l e repa s d u soi r lu i fu t servi .

Les écrivain s qui réclament , a u mépri s de s droits d e l'humanité , la plu s grand e somm e d e cruaut é possibl e pou r le s homme s qu e l a loi criminell e a frappes , e t qu i veulen t continue r a u dix-neuvièm e siècle le s toiture s physique s de s temp s d'ignorance , auraien t e u sujet d e jete r l e blâm e su r le s acte s d e piti é d e l'administratio n d'alors, ca r elle pensai t qu e l e forçat , pondan t u n voyag e d e plu s de deu x cent s lieues , devai t êtr e trait é alimentairemen t ave c un e abondance e t u n soi n qu e raremen t i l eû t trouvé s dan s s a vi e d'homme libre . La ratio n journalièr e d u força t mi s a l a chaîn e de voyage , se com posait d e : Une livr e e t demi e d e pai n ; Deux once s et demi e d e pai n à soupe ;


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC.

161

Un litre de bouillon; Une demi-livre de viande; Deux onces de fromage; Un litre de vin; Cinq livres de paille fraîche pour coucher. J'avais suivi à pied, depuis Bicêtre, cette affreuse caravane. J'assistai à la distribution des vivres et au coucher de cette bande enchaînée, dont le nombre des individus s'élevait à cent vingt, et qui devait grossir le long de la route de plus de deux cents nouvelles recrues. Là, j e vis que M. le commissaire Tournemine et le jeune et habile chirurgien monsieur Lebert prenaient à cœur et au sérieux leur mission , l'un

par son active surveillance

des

aliments,

que la cupidité des agents de l'entreprise s'efforçait de diminuer, l'autre par le pansement des nombreux individus atteints de m a ladies résultant de la débauche ou de leur long séjour dans les prisons. Au départ de Bicêtre, un grand nombre d'hommes destinés à la chaîne avaient feint des maladies ou des indispositions graves pour tâcher d'ajourner leur départ; un d'eux, entre autres, paraissait saisi d'un crachement de sang; il avait intéressé à son sort l ' a u mônier de la prison, et M. Appert, qui se trouvait présent au ferrement, et tous deux insistaient pour qu'on différât son départ. Quand cet homme vit les soins que lui prodiguait le docteur, il renonça subitement à sa comédie, et se mit à plaisanter les hommes c h a r i tables et crédules qu'il avait convaincus de son infirmité fictive. Les condamnes, qui, presque tous, savaient que le marché fait par le gouvernement avec l'entreprise du transport tolérait le pesage de la viande avec les os, furent tout à coup surpris quand le c o m missaire annonça hautement au capitaine de la chaîne, agent de l'adjudicataire, qu'il ne permettrait pas que celle tolérance passât certaines limites, et qu'il voulait que la bonne qualité fût reconnue avant d'être livrée à la cuisson. Les hommes de la chaîne, qui s a vaient encore par tradition que d'habitude, pendant la route, les corrections étaient fréquentes et motivées par des infractions l é gères, se trouvèrent à l'abri de la brutalité et de l'arbitraire quand 21


162 LE

S BAGNE S

le mandatair e d u pouvoi r défendi t qu'aucu n cou p fû t port é à u n condamné, o u qu'o n administrâ t un e punitio n san s qu'i l lu i e n eût ét é préalablemen t référé . Le commissair e mesur a l a longueu r d e l a paill e fraîch e sou s le s yeux do s homme s don t ell e devai t compose r l e lit , et i l di t a haut e voix qu'i l n e permettrai t pas , lorsqu'o n trouverai t e n rout e d e l a litière dan s un e établ e o u é c u r i e , qu e l e fermie r d u transpor t de s condamnes profitâ t d e cett e circonstanc e pou r bénéficie r de l a fourniture qu'i l n e ferai t pa s ; mai s qu'i l fallai t a u contrair e qu e l a quantité no n employé e dan s un e localit é fû t distribué e e n plu s dans le s lieu x d e passage , pendan t le s jour s d e plui e o u de froi d qui pourraien t survenir . Le lendemain , à l a point e d u j o u r , l a chaîn e parfai t d u villag e de Ponthieri y sou s l a surveillanc e d e l'escorte ; l e commissaire , l e capitaine e t l e majo r n e devaien t l a rejoindr e qu e quelqu e temp s après : je pri s l e devan t et je marcha i prè s de s condamnés . On étai t alors dans le s premier s jour s d'avril , e t l e temps , d'ordinair e b r u meux e t froi d a cett e époque , promettai t un e magnifiqu e journée . Les habitant s d u villag e n'avaien t pa s encor e ouver t leur s d e m e u r e s ; l a roul e étai t déserte , et , à traver s champs , o n voyai t à pein e quelques cultivateur s qu i s e rendaien t à leur s travaux . Ce s p r e miers feu x d u soleil , tomban t d u hau t de s vieu x orme s qu i borden t la rout e d e Fontainebleau , rayonnaien t su r ce s hommes,don t le s membres étaien t encor e engourdis pa r l'ombr e humid e de s prisons . Ce gran d calm e de s première s heure s d u jou r semblai t s'êtr e c o m muniqué a ce s natures , l a veill e s i effervescentes ; ce n'étai t plu s une chaîn e d e forçat s qu i cheminait , o n eû t di t d e paisible s pèle rins enchaîné s par u n d e ce s vœu x bizarre s e u usag e dan s le s temp s reculés. L a rout e n'étai t plu s bordé e pa r cett e hai e vivant e d e spectateurs, don t l a présenc e es t u n reproch e o u un e moqueri e ; su r ce gran d chemi n encadr é pa r u n cordo n d e gardes , l e condamn é pouvait s e croir e dan s le s étroite s limites d'u n mond e nouvea u o ù régnait l'égalit é d e l'esclavage ; i l n'avai t n i outrag e à recevoir , n i représailles à exercer , e t i l s e laissai t alle r à se s instinct s natifs , que l a fauss e voi e d e l'éducation , l a contagio n d e l'exemple , l a t y rannie do s passions , relâchen t tro p souvent , mai s qu i s e retrempen t


FERS.—ACCOUPLEMENT, ETC . 163 par intervalle s quand l'homm e peu t oublie r qu e l a flétrissure pès e sur lui . Comme a u villag e d e Ponthierry , de s chant s s e firen t entendr e ; mais combie n il s différaien t d e ceu x d e l a veill e ! O n sai t c e qu'il s avaient ét é l e soir , mai s ceu x d u mati n étaien t tantô t d'un e poési e toute harmonieuse , tantô t u n éch o d e tendre s émotion s d u cœur , ou quelquefoi s u n refle t d e l'amou r d u toi t paternel . Un de s con damnés, D e g . . . , avai t un e remarquabl e organisatio n vocale ; i l eu t 1

été u n excellen t ténor d'opéra ; u n autr e s e distinguait pa r un e voi x dont le s basse s corde s avaien t u n charm e mélancolique ; e t l e hasard réunissai t à l a mêm e chaîn e plusieur s d e ce s hommes , membres oisif s d e ce s association s ouvrière s don t tou t l e travai l consiste à apprendr e pendan t l a semain e u n répertoir e d 'airs p o pulaires qu'il s fon t entendr e l e dimanche , e n s e promenan t su r la voi e publique . Ce fu t d'abor d l a vieill e et naïv e romanc e d e l'Amandier , qu i fu t dite à deu x voix , e t don t l'éch o port a a u loi n le s sentimentale s pa roles. Pui s Deg.. . brod a d'inflexion s gutturale s un e tyrolienne , tableau tan t soi t pe u imaginair e d e ce s villages , asil e de s amour s sans lin . lieu x inaccessible s à l a mauvais e loi . o ù l a fortun e d e chacun es t sou s l a gard e d e tous , o ù l'orguei l et l'ambitio n n'on t pas l e droi t d e cité , o ù l e san g n'es t jamai s vers é qu e pou r l a patrie. Et à c e tableau , qu i devai t paraîtr e l'imag e d'un e vi e exceptionnelle à ceux don t tout e l'existenc e avai t ét é donné e a u vo l e t a u meurtre, le s condamné s battaien t de s main s ; e t j e m e demandai s s'il n e serai t pa s possibl e d'amene r l'homm e déch u a l'imitatio n des douce s vertu s e t d e l a vi e tranquill e qu'i l s e sen t entraîn é à ap plaudir. L'infatigable Deg.. . li t auss i entendr e l e choeu r de s chevalier s d'Avenel d e l a Dame Blanche, e t d e nombreuse s voix , qu i devaien t avoir étudi é précédemmen t c e morceau , complétèren t u n e n s e m ble qu'eû t envi é plu s d'un e troup e d'artiste s libres . 1

Je ne doi s désigne r qu i pa r des initiale s le s condamné s qu i firen t parti e d e cell e

chaine; l a plupar t n'avaien t qu e cinq année s d e pein e à subir , e t ont , depui s c e temps, recouvré leu r liberté.


164

LES BAGNES.

Une lois, la marche de la colonne s'arrêta tout à coup, comme si le bruit des pas ou le mouvement eût pu nuire à l'effet musical. L'escorte elle-même fit halte sans qu'il y eût eu commandement. Dans les villes méridionales, dans nos Alpes et nos Pyrénées, aux frontières d'Allemagne, j'avais entendu souvent de ces chants nationaux que les montagnards et les pâtres jettent le soir aux échos des vallées; mais jamais je n'ai ressenti l'impression produite en moi par le chant matinal des condamnés. Et depuis, j e n'ai pas écoulé un chant de théâtre ou d'atelier, sans reporter mon souvenir sur cet épisode de mes excursions. J'en conserve une impression durable, elle m'inspire le regret de ne pas voir soumise à l'expérimentation la théorie de ceux qui regardent la musique comme un auxiliaire puissant dans le traitement d'un grand nombre de maladies morales. Nous marchions depuis plusieurs heures ; le commissaire,

le

chirurgien et le capitaine avaient rejoint la chaîne depuis longtemps; j e pris place dans le cabriolet, et je retraçai le tableau dont j'avais été témoin. Nous approchions de Fontainebleau, et la voiture s u i vait la chaîne d'assez près pour me permettre d'observer la t r a n s i tion graduée qui s'opéra. A chaque pas vers la ville, les chants se ralentirent ou devinrent d'une autre nature ; les habitants des localités environnantes affluaient, et semblaient remettre en mouvement dans l'âme du condamné le levain que la solitude avait comprimé. Et quand arriva de la ville un piquet assez fort de gendarmerie pour faire l ' e s corte d'entrée, le forçat releva la tête, il s'agita dans ses fers, et, jetant, comme la veille, le défi à la civilisation et aux l o i s , à un signal invisible ou plutôt par un élan spontané, il sortit de toutes les poitrines un chant de guerre, terrible ultimatum que l'association des malfaiteurs a prononcé dans sa langue expressive; et toutes les bouches répétèrent avec un enthousiasme fébrile ce refrain populaire des bagnes et des prisons. La pègre ne périra pas.

1

Un incident survenu au commencement de la route avait attiré 1

Les voleurs ne périront pas. En argot, pègre, famille des voleurs


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC.

165

l'attention des condamnés sur les penchants à l a bienveillance du commissaire de la chaîne. Un des hommes de l'escorte s'étantenivré, l'administrateur refusa de le laisser continuer la route : il fut dépouillé de son uniforme et de ses armes et renvoyé à Paris. A ce moment passait un soldat de la ligne qui rejoignait son régiment en garnison à Toulon ; il avait rencontré la chaîne à Ville j u i f et marchait près d'elle. Cet homme souffrait d'une ancienne blessure à la j a m b e , et il gagnait difficilement la solde de chaque étape. Le commissaire pensa qu'il pouvait être utile à ce soldat; il lui proposa de mettre son sac sur les fourgons et de se joindre à l'escorte, avec une paye qui s'élevait à peu près à cinq francs par j o u r , avec la nourriture en sus. Le soldat hésita un moment : il r é p u gnait à cet homme de se trouver dans l'escorte des condamnés, le respect dû à l'uniforme l'arrêtait; mais le commissaire leva cette difficulté en proposant le vêtement de l'homme congédié. Dès que le soldat put voyager incognito sous la capote des volontaires, il accepta avec joie la proposition, et arriva à destination avec un pécule de près décent cinquante francs. A cette halte, pendant une de ses visites, le docteur Lebert fut à même d'apprécier la dextérité manuelle de quelques hommes de la chaîne, et l'habileté des voleurs à la détourne,

qui étaient

en assez grand nombre dans cette caravane. Un matin, avant de commencer le pansement, il avait tiré de sa poche une tabatière en métal brillant, comme s'il eût voulu offrir aux condamnés un objet de tentation, et tous les regards de la bande s'étaient portés en même temps sur ce bijou. Bientôt le chirurgien passa dans les rangs, donna des soins aux malades, s'arrêta, se baissa ou mit un genou en terre devant quelques-uns pour soigner leurs plaies; après le pansement il revint sur le front de la colonne, il lira de nouveau sa tabatière, et la fit miroiter avec complaisance comme s'il eût été surpris de la retrouver encore dans sa poche ; à ce moment, un rire général éclata, et une voix cria : Poitou d'orient, 1

Ce n'est pas de fur.

orient, or ; rouget, cuivre.

c'est, du rouget !

1

c'est du cuivre ! Termes d'argot. Poitou, expression négative,


166 L E

S BAGNES .

Celui qu i élevai t l a voi x parlai t e n connaissanc e de cause , e t étai t l'interprète d u n e expertise . L a tabatièr e n'étai t pa s resté e dan s l a poche d u docteur , un e mai n agil e l'avai t enlevé e légèremen t p e n dant qu'i l étai t occup é à bande r un e plaie , e t l'avai t remis e entr e celles d'u n tier s qu i reconnu t qu e l e bijo u étai t e n cuivre , e t pou r que l a convictio n fû t acquis e pa r tous , l'obje t avai t cour u rapide ment d e mai n e n main , i l avai t pass é pa r tout e l a chaîne , étai t re venu à so n poin t d e départ , e t avait ét é remi s dan s l a poch e d u c h i rurgien. Le docteur , n e redoutan t plu s un e second e tentative , substitu a à sa boît e d e cuivr e un e très-joli e tabatièr e e n or , don t i l s e servi t pendant l e voyage . A Fontainebleau, M. Tournemine voulu t connaîtr e quell e p u i s sance moral e pouvai t avoi r su r le s prisonnier s le soi n qu'i l avai t de leu r bien-êtr e ; i l pens a qu e peut-êtr e i l pourrai t obteni r d'eux , par u n sentimen t d e gratitude , c e qu e l a forc e o u l a brutalit é n'au rait san s dout e p u gagner . 1 1 leur li t un e court e allocutio n , leu r promit d'avoi r égard , autan t qu e se s fonction s l e lu i permettraient , à leu r position ; mais , e n retou r d e s a bienveillance , i l exigeai t d'eux un e promess e unanim e d e garde r l e plu s profon d silenc e dans le s localité s habitée s qu'il s auraien t à traverser . Tou s l e p r o mirent, e t tou s tinren t parole ; et quand , aprè s la troisièm e journée de marche , l a chaîn e ouïra dan s l a vill e d e Sens , o n s e trouvan t e n contact ave c un e populatio n avid e d e j o u ir d e c e spectacle , l e plu s grand calm e régna ; o n n'entendi t que l e pa s de s condamné s e t l e bruit d e l a chaîn e qu i frappai t l e pavé . U n seu l eu t un e velléit é de désobéissance, i l voulu t chanter ; mai s i l fut mainten u pa r l a masse , et l a chaîn e traversa , en ordr e et silencieuse , tout e l a longu e ru e jusqu'à l a vieill e église , dont l a vast e enceint e reçut le s condamnés , qui y passèren t l a nuit . L e commissair e récompens a ce t act e d e soumission pa r un e nouvell e faveur . J'a i di t qu' à bicêtr e o n avai t fait un e premièr e visit e pou r saisi r le s instrument s d'évasion . Le règlemen t voulai t que cett e visit e s e renouvelâ t pendan t l a route, e t d'habitud e celt e inspectio n s e faisai t dan s u n cham p et e n plei n air , c e qu i avai t quelqu e chos e d 'humiliant pou r l e coupable; l'agen t supérieu r d e l a surveillanc e promi t que

le


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC. rapiol

1

167

aurait lien, pendant le voyage, dans un endroit couvert et

à l'abri des regards des curieux. Les condamnés se montrèrent sensibles à cette nouvelle preuve de bienveillance. Le commissaire remporta encore un petit triomphe sur une n a ture qui paraissait peu disposée à subir avec calme le joug de la c h a i n e ; un Parisien dont la gaieté cynique éclatait de temps en temps, s'était amusé, pendant une nuit, à tresser avec de la paille un énorme chapeau, dont la forme élevée serecourbaithait en espèce de trompe; il s'était coiffé avec orgueil de ce bonnet excentrique qui attirait tous les regards. A une étape, le commissaire qui, a u rait pu ordonner à cet homme d'ôter celte coiffure, lui en proposa l'achat, moyennant quelques pièces de m o n n a i e ; l'artiste en paille, fier de sa marque distinctive, refusa, Je ne sais trop quelles p a r o les le commissaire dit à cet homme en s'approchant de lui à p l u sieurs reprises sur la route ; peut-être lui dit-il qu'il était plus avantageux d'arriver au bagne avec des notes certifiant du r e p e n tir qu'avec une renommée d'insoumis ou d'incorrigible; peut-être prouva-t-il à cet histrion de la chaine que dans toutes les positions sociales il v a des règles de pudeur et de soumission dont l'observance montre un sens droit et révèle quelques bonnes qualités. Supposant le commissaire occupé à quelque œuvre de conversion, je n'eus pas l'indiscrétion de me mettre en tiers dans la conférence, j ' e n attendais le dénoùment, et j e faisais mes observations sur d'autres individualités, quand tout à coup, me retournant, je vis le Parisien tête nue, se couvrant d'un mouchoir noué simplement, et avant sur la figure l'expression d'un homme vaincu par une logique supérieure à la sienne ; il venait de jeter son grand bonnet de paille, et toute la chaîne l'avait foulé aux pieds. Ces détails, qu'on peut trouver oiseux, sont des arguments t r è s puissants et curieux pour l'étude de ces natures exceptionnelles, de la conversion desquelles souvent on désespère, faute de connaître les secrets du traitement. Comme l'homéopathie, la médecine mo-

1

Rapiot. terme de prison passé dans le langage administratif, qui exprimé une inspec-

tion sur la personne les condamnés.


168 LE

S BAGNES .

rale doi t agi r pa r le s infinimen t petits , e t l a concession d u bonne t de paill e aurai t ét é peut-êtr e l e premie r symptôm e d'un e cur e complète, s i l e traitemen t spécia l eû t p u êtr e continu é pa r celu i qui l'avai t commencé . L a conquêt e fait e su r le s mauvai s instinct s d'un individ u isol é peu t réagi r su r le s être s qu i son t e n contac t avec lui , e t l a parabol e d e l a brebis galeuse , don t o n a étrangemen t abusé quan d i l s'es t ag i d'apprécie r le s classe s dangereuses , peu t être bie n souven t réfuté e pa r de s fait s ; e t s i dan s l' ordre physiqu e une simpl e émanatio n d e parfu m s e divis e à l'infin i et détrui t d e grandes masse s d e miasme s fétides , n e peut-o n pa s transforme r au moral ce t effet physique , et croir e qu e le s bonne s qualités d'un seu l peuvent s'infiltre r dan s un e masse , e t fondr e le s mauvai s instinct s collectifs? Un gran d nombr e d e fait s combatten t pou r l'affirmative , e t l ' a vantage remport é su r l 'homme a u chapea u d e paill e vien t encor e à l'appui . Plusieur s d e se s compagnons , qui avaien t manifest é de s tendances à l'indocilité, tiren t soudai n u n retou r su r eux-mêmes , quand il s viren t leu r che f de file s'amender . Une atteinte névralgiqu e m'ayant empêch é d e continuer l a route , je lu s oblig é ave c bie n d u regret , d e quitte r M . Tournemine , l e quatrième jou r d e l a m a r c h é ; mai s comm e i l prenai t de s note s étape pa r étape , j'ai pu , depui s so n retou r à Paris , connaîtr e l e résultat d e se s observations . S a modesti e a voul u m e cache r l e bien qu'i l a p u faire , mais , entr e autre s lait s qu e j'ai p u connaître par de s tiers , i l e n es t u n qu i m' a révél é l e degr é de puissance m orale qu e ce t administrateu r intelligent avai t conqui s su r le s c o n damnés. A Dijon , l a chaîn e séjourn a à l a prison ; quelque s habitant s de l a vill e pénétrèren t dans l a cour , o ù To n réunissai t le s c haines volantes a u gran d cordon . Cett e invasio n contrari a l e c o m m i s saire, e t i l di t à haut e voi x qu'u n repo s de condamné s n e devai t pas êtr e u n spectacl e don t o n pu t joui r ave c de s entrée s d e faveur. L'insistanc e de s curieu x n e fléchissant p a s , l e commis saire di t e n souriant , e n passan t devan t le s condamné s : « Puis que ce s messieur s veulen t absolumen t rester , c e ne ser a pa s pou r eux u n spectacl e gratis, e t i l fau t qu e ç a devienn e un e représenta -


FEUS. — ACCOUPLEMENT, ETC.

169

lion à bénéfice.» I ne j e u n e religieuse de l'ordre de Saint-Augustin s'offrit pour faire la recette; elle pénétra dans la foule, qui racheta sa curiosité par l ' a u m ô n e ; l'offrande lut abondante; chacun des hommes de la chaîne en eut sa part, et le lendemain les c o n d a m nés, couchés dans des barques et remorqués par la vapeur, descendaient rapidement le Rhône. Le commissaire qui montait, avec le chirurgien, un grand barco orné d'une cabine en planches, et qu'on désignait sous le nom pompeux de bateau amiral,

fut averti qu'un forçat indocile c h e r -

chait à ameuter ses compagnons, sous prétexte d une altération dans la ration de vin. Quand M. Tournemine se présenta, le m o teur du désordre porta la parole et accusa tous les chefs, sans distinction, de faire une spéculation coupable; le commissaire devint alors un homme sévère : il dit que c'était par son ordre que le mélange d'eau et de vin avait eu lieu pour la première fois, et que cette mesure se prolongerait tant que l'on n'aurait pas franchi les cotes du Rhône, dont les produits vignicoles sont trop capiteux pour qu'on en donne

une grande quantité sans

en tempérer la f o r c e ; il dit que L'ivresse résulterait d'une distribution faite sans intelligence, que la rébellion viendrait après l ' i vresse; que pour réprimer la révolte, il faudrait recourir aux armes et peut-être verser du sang, ou du moins infliger des punitions rigoureuses, et que lui était parti de Paris avec la pensée qu'en étant j u s t e , vigilant, sévère et humain, il devait arriver à sa destination sans avoir ordonné un châtiment ni éprouvé une évasion. Vous serez cause, dit-il au révolté, que toutes mes intentions ne seront pas remplies ; les soins que j ' a i de votre bien-être en route auraient dû étouffer votre plainte, et votre insubordination est plus qu'une faute, c'est un acte d'ingratitude dont vos camarades, je suis sur, ne sont pas les complices. Les manchettes! les manchettes! s'écrièrent alors plusieurs condamnés; et les autres, plus sévères encore, crièrent : La clef d'arrêt ! la clef d'arrêt 1

1

!Le commissaire ordonna les poucettes, et un cri

On nomme clef d'arrêt une barre de fer passée le long de l'épine dorsale, et qui se

reliant aux bras et la la tête par des ferrements, lient le patient dans une constants immobilité. 22


170

LES BAGNES.

général d e : Vive le commissaire! sanctionna l a c t é de sévérité. Au moment où le capitaine de la chaîne allait faire exécuter le jugement, le coupable parut repentant et avoua qu'une libation de vin du Rhône, obtenu par contrebande, lui avait un moment troublé les esprits; il demanda sa grâce avec instance; le commissaire la lui accorda, et après un mois de marche, la chaîne, composée de deux cent cinquante-sept condamnés, arriva à Toulon. Au retour, une nouvelle chaîne se forma de tous les hommes à perpétuité ou à vingt ans, qui, aux termes d'une nouvelle ordonn a n c e , aujourd'hui modifiée, étaient destinés aux ports de Brest et de Rochefort. M, Tournemine ramena cette nouvelle colonne, en persévérant dans ses principes de sévérité tempérée par une bonté intelligente, et les forçats à long terme furent aussi résignés et soumis que les forçats de cinq à dix ans. Aucun châtiment ne fut infligé, et il n'y eut aucune tentative d'évasion. J'ai la conviction justifiée par l'expérience, qu'à une époque où l'on s'occupe de la régénération des classes dangereuses, M. Tournemine serait un excellent administrateur des prisons; mais par un de ces bizarres déclassements de capacités qui sont si fréquents auj o u r d ' h u i , l'homme qui devrait être directeur d'une maison c e n trale est directeur d'un théâtre. On a prétendu que les mœurs ont beaucoup gagné au changement du mode de transport des condamnés; c'est trancher une q u e s tion qui certes est loin d'être résolue. Aujourd'hui, on transporte les forçats dans des geôles roulantes distribuées en douze c o m p a r timents, qui portent le nom de voitures cellulaires. Onze cellules ou plutôt onze niches étroites reçoivent chacune un condamné. 11 est ferré à sa place, isolé entièrement de ses compagnons de route. La forme des voitures ne lui permet de recevoir d'air que par en haut, et ne laisse à ses mouvements que la liberté de se lever jusqu'au faite constamment, quand sa taille ne. le condamne point à se tenir courbé. Le douzième

compartiment est réservé à un

brigadier de gendarmerie; il fait les fonctions d'agent

ministé-

riel et d'économe des fonds appartenant aux prisonniers, qui ne peuvent excéder vingt-cinq francs. Les voitures cellulaires menées en poste.

sont


FERS.—ACCOUPLEMENT, ETC.

171

A la vue de ces voitures, on se fait une demande qui, du reste, se renouvellera toutes les fois qu'il s'agira du système de l'isolement. E s t - c e une œuvre d'humanité, est-ce une institution d'une sévérité systématique? Quant au système cellulaire, mon opinion est fixée à cet égard, et si l'expérience se fait en grand, j e donnerai dans quelques années, pour argument, le chiffre et les noms des victimes de cette utopie : mais quant à la voiture cellulaire, j e l'ai vue au départ, j e l'ai vue sur la roule, j e l'ai vue à la halte, j e l'ai vue à l'arrivée, et j e suis encore à interroger les faits, pour savoir si ce progrès n'est pas un retour vers cette époque de torture que la raison et l'humanité condamnaient. Un partisan de ce moyen de voyager dit que l'autorité a dû s'entourer des précautions les plus sûres; car il est à craindre que des hommes redoutables se servent pendant la route du couteau ou du poignard pour recouvrer leur liberté. Les cellules, d i t - i l ,

sont

propres, bien rembourrées, si bien confectionnées, que le cahot s'y fait à peine sentir. Voilà des phrases qui attestent que c'est à un sentiment d'humanité, d'accord avec la loi de sécurité, qu'on doit rétablissement de ces voitures; voici les faits que j'oppose aux phrases : Le commissaire du bagne de Brest, M.Gleizes, parle, dans ses intéressants mémoires, d'un parricide, venu de Paris à Brest, et qui pendant plusieurs jours et plusieurs nuits, atteint d'attaques é p i leptiques, a été abandonné à lui-même sans secours, sans doute en vertu de l'article du règlement, qui défend de déferrer le condamne voyageur sous quelque prétexte que ce soit. Cet homme poussait des cris affreux, se brisait les membres contre les parois de sa cage de bois doublé de tôle, et quand il arriva à sa destination ce n'était plus guère qu'un cadavre; les préposés à la conduite de cette voiture cherchèrent à justifier le fait, en mettant sur le compte de la justice divine le châtiment qu'elle avait infligé à un criminel que la justice des hommes n'avait pas frappé, disaient-ils, assez sévèrement. Dans les rapports des commissaires du bagne de Toulon, les partisans de la voiture cellulaire pourront trouver plus d'un fait de nature à tiédir leur enthousiasme.


172 LE

S BAGNES .

En l'anné e 1 8 3 9 , une voitur e qu i avai t transport é u n group e d e condamnés e n traversan t l e mid i d e l a France , arriv a à Toulon , e t quatre de s homme s qu'ell e portai t avaien t e u pendan t l e traje t le s pieds gelés . Un argumen t qu'o n a fait valoi r pou r l'établissemen t de s voiture s cellulaires e t qu e l'expérienc e n' a p u justifier , c'es t l a garanti e que ce s voiture s devaien t donne r contr e l'évasion . Au bagn e d e Brest , vou s entendre z l e força t Picar d fair e u n récit qu i est

loi n d'établi r l'inviolabilit

é d e l a voitur e cellu

-

laire; Picar d aim e à raconte r qu'aprè s s a condamnatio n i l pri t

place dan s s a stall e roulante , o u de s entrave s étreigniren t se s pied s et o ù l'ai r atmosphérique , absorb é pa r se s aspirations , l e m e n a çait d'un e asphyxi e prochaine ; i l report a so n souveni r su r les haut s faits d e Salvado r q u i , plac é su r un e charrett e pendan t l a nuit , entre deu x gendarmes , embrass a d e se s j a m b e s un e branch e d'ar -


F E R S . — A C C O U P L E M E N T , ETC.

173

bre, et par la force de ses reins, s'éleva jusqu'à des rameaux supérieurs, où il percha pendant que la voiture et les gendarmes poursuivaient leur route sans l u i ; il se rappela Petit dont les ongles creusent le sol, et tant d'autres : et il se demanda si une barrière de forte tôle pouvait l'empêcher de mettre pied à terre sur un sol l i b r e ; Picard résolut mentalement et d'une manière satisfaisante cette première difficulté, puis il pensa que la liberté sans argent ne valait pas beaucoup plus que l'esclavage. I1 n'y avait pas de capitaux dans la poche de Picard, mais il y avait une forte somme dans le sac que le brigadier de gendarmerie placé dans la cellule de surveillance portait avec lui pour payer les frais de la route; le bruit métallique du sac avait éveillé l'attention de Picard, et quoiqu'il y eût des cloisons de fer entre lui et le financier, il se dit qu'il fallait par un coup hardi compromettre la réputation de cette voiture vierge d'évasion. Du rêve à la réalité, du projet à l'exécution, il n'y eut qu'un moment. Par un de ces mille moyens qu'on ne peut expliquer, parce qu'en les commentant on les rend encore moins intelligibles, Picard se trouva à plat ventre sur la grand'route ; la voiture passa sur lui, elle le couvrit un moment comme le tunnel couvre le wagon ; et quand un instant après, il se releva, il pressait sur son estomac une énorme sacoche conquise sur la maréchaussée, qui, d'après les calculs du fugitif, ne devait s'apercevoir du sinistre qu'au prochain relai, c'est-à-dire à cinq ou six kilomètres du lieu où il avait pris terre. Picard a eu des imitateurs. Dans ses conquêtes, chaque j o u r la justice a besoin d'appeler près d'elle, pour s'éclairer par une confrontation, quelques c o n damnés aux travaux forcés; il faut extraire ces hommes de ports de mer éloignés, et bien souvent leur présence est reconnue inutile quand ils sont au terme du voyage. Un exemple récent de ce d é placement s'est présenté il y a encore quelques jours dans le fameux procès des quarante-trois voleurs. On lisait dans le Droit : Deux gardes amènent le condamné Boudin; il est vêtu de la veste de toile des forçats. Le président lui demande : « Savez-vous quelque chose d'un


171 LE

S BAGNES .

vol commi s à Berry ? vou s n'ête s appel é qu e pour , vou s explique r à ce sujet . » Boudin répon d : « Je ne m e rappell e pa s celui-là ; » e t l e prési dent di t alor s : « L a présenc e d e c e condamn é n e nou s es t plu s utile, qu'o n l e fass e retire r ; » en d'autre s termes , qu 'on l e remèn e au bagne . Certes l a justic e n e peu t pa s arrête r s a march e pa r le s p r é o c c u pations d u plu s o u moin s d e souffrance s qu'éprouver a u n crimine l en s e rendan t à so n appel , mai s c'es t à l'administratio n qu'i l ap partient d'adopte r le s moyen s qu i son t à l a foi s humain s e t r a s s u rants pou r elle . S i l e força t Boudi n es t immatricul é a u bagn e d e Toulon, ce t homm e aur a don c sub i un e augmentatio n d e pein e e n faisant deu x foi s u n voyag e cellulaire ; i l aur a parcour u prè s d e 2 5 0 myriamètres dan s c e cabanon-poste , qu i es t u n lie u d'effro i poul les criminel s le s plu s intrépides . Aujourd'hu i aucu n hôte de s bagnes n'aurai t l e dési r d e suivr e l'exempl e d'u n força t d u por t de Rochefor t ; ce t homme , ennuy é d e l a vi e d u bagne , lit parveni r par se s affidé s d e Pari s plusieur s lettre s à l a police , lor s d e l ' a s sassinat d u du c d e Berri , e t toute s ce s lettres , qu i semblaien t d i c tées pa r l a vengeance, le désignaient comm e u n agen t d e complicité, ou mêm e comm e confiden t d'u n de s ami s d e l'assassin . Un e d é pêche télégraphiqu e ordonn a l e transférement d u condamn é à Paris, il parti t e n poste ; recommandatio n fu t fait e à l'agen t charg é d e l a garde e t d e l a conduit e d u forçat , d'avoi r pou r lu i pendan t l a rout e les soin s qu e justifiai t l'attent e d e révélation s d e s a part ; l e c o n damné voyageai t e n prince . A moiti é chemin , i l feigni t un e m a l a die local e qu i motiv a u n séjou r e t prolonge a quelqu e pe u l a douc e vie et l e copieux régime alimentaire qu'o n lu i donnait . Lutin , aprè s un voyag e gastronomique qu i contrastai t ave c l e séjou r e t l'absti nence d u bagne , l e condamné arriv a à Paris , fit pendan t quelque s j o u r s l e discret ; o n l e press a d e questions , i l hésit a longtemp s en core avan t d e parler , e t quan d i l ouvri t l a bouch e c e fu t pou r avouer qu'e n s e faisan t appele r à Paris , i l n'avai t céd é qu' à un e dé mangeaison d e tourist e e t qu'i l s'étai t asse z héberg é au x frai s d u gouvernement pou r alle r reprendr e s a plac e a u banque t d e l a chiourme.


FERS. — ACCOUPLEMENT, ETC.

175

Je ne sais lequel des deux modes de transport est préférable, de celui qui promène les condamnés en grande chaîne en m o n trant à tous le triste dénoùment d'une vie criminelle, ou l'entrée dans un port de deux ou trois voitures de poste dont il faut descendre,

à force de b r a s ,

pieds perclus , mutilés

ou

les voyageurs dangereusement

aux jambes et aux engorgés de

vari-

ceuses ulcérations, et qu'on va jeter sur le banc du bagne jusqu'à ce que le médecin ait décidé si le nouvel arrivant doit avoir pour couche le lit de l'hôpital, bien près de l'amphithéâtre mortuaire. Chaque forçat voyageant par la chaîne, coûtait à l'État quatrevingts francs ; j e ne sais quel est le chiffre de l'adjudication du transport cellulaire, mais comme il y a économie de temps, r é duction de surveillance,

et,

malheureusement

aussi, réduction

d'inspection, car le brigadier de maréchaussée ne me paraît pas avoir remplacé l'administrateur mandataire du gouvernement, il y a sans doute avantage pécuniaire; mais quant au profit qu'en r e t i rent l'humanité, la morale et la sécurité publique, il reste inaperçu. La voilure cellulaire est rarement une arche inviolable, elle est toujours un lieu de supplice, quelquefois elle est un tombeau. Ce n'est qu'a la dernière épreuve de celle livraison, et à mon retour de voyage, an moment de mettre sous presse, que j'ai pu voir les gravures du ferrement à Bicètre et de la halte des forçats en route.

Ces deux dessins, qu'il eût été impossible de remplacer,

manquent de vérité dans certains détails. Les faits appartenant à une époque passée, l'artiste n'a pu les étudier et son crayon s'est égaré. Quand le condamné recevait le collier de fer, il se tenait droit et non couché, et l'enclume du ferreur était placée derrière sa tête ; à la halte, les condamnés étaient rangés en plusieurs cordons sur la litière des fiables, leurs vêtements consistaient en sarraux de toile, en chemises, chaussures, casquettes, que l'adjudicataire du transport fournissait et qu'on brûlait à destination, en les échangeant contre la casaque du bagne. MAURICE

ALHOY.


X BASTONNADE. — BOURREAUX . — ESPIONNAG E E T VENDETTA AU BAGNE

Autrefois, avan t le s ordonnance s sur l'organisatio n de s galères , contre-signées Colbert , e t qu i portaien t qu e lorsqu'u n condamn é parvenait à s'échapper , l'argousi n (gardien ) d e l a chiourm e serai t mis à l a chaîn e jusqu' à c e qu'i l soi t repris , l e généra l de s galère s avait u n bourrea u à se s ordres , e t l e march é pass é entr e l e che f des chiourme s e t l'exécuteu r de s arrêt s d e s a justic e portai t qu e le bourrea u recevrait : Pour rompr e 2

0 livres .

Pour pendr e 1

5

Pour brûle r vif . 15 Pour coupe r le s oreille s 6 Pour coupe r l e ne z 2 Pour coupe r l a langu e 2 De no s j o u r s , dan s le s bagnes , l 'office d e l'exécuteu r exist e e n core; mai s se s fonction s s e réduisen t presqu e toujour s à applique r la bastonnade , châtimen t qu i résum e là , à quelqu e exceptio n près , presque tout e l a collectio n des peines ; car , i l fau t l e dire , l e ocd e criminel, quelquefoi s s i sévèr e pour l e coupable , lu i donne l a fran chise d u déli t e t du crime , quan d un e foi s i l a pri s plac e su r l e ban c des galères . L e força t voleur , faussaire , faux monnayeur , vi t sou s la tutell e d e l a loi , qu i sembl e mort e pou r lu i comm e i l es t mor t pour elle, e t i l peu t commettr e impunémen t tou s le s crime s contr e la propriété , i l n e cour t risqu e qu e d e s e voi r étend u su r un e souche qu'o n nomm e banc de justice, e t frapp é pa r u n bra s vigou reux d'u n nombr e d e coup s d e garcett e o u cord e goudronnée , qu i varie d e di x à c e n t ; e t à moin s qu e l e condamn é n e jou e d u couteau contr e so n gardien , qu'i l n e l'étouff é dan s se s bras o u qu'i l ne l e jett e dan s le s flots , i l rachèter a tou s le s crime s pa r l a flagellation.


LA B A S T O N N A D E . D'après nature .


BASTONNADE. —BOURREAUX, ETC . 17

7

I1 y a quelque s années , l e salair e d u bourreau , a u bagne , consis tait dan s l a jouissanc e d u privilèg e qu'i l avai t d e boir e l a ratio n de vi n d e celu i q u i l allai t frapper ; aujourd'hu i cett e prim e a ét é supprimée presqu e partout ; le s bourreaux viven t isolé s de s autre s

condamnés. Leu r zèl e qui . presqu e toujours , provien t d'instinct s sanguinaires, est excité ou récompens é pa r une prim e d e quelque s centimes e t un e augmentatio n dan s l a ratio n alimentaire . Quand un e plac e d e bourrea u devien t vacant e a u bagn e pa r la mort o u l a mis e e n libert é d u titulaire ; le s candidat s a u rempla 25


178 L E

S BAGNES.

cernent o u à l a survivanc e son t nombreux , e t le s ambition s s u r gissent d e tou s côtés . Le s natures sanguinaire s son t excitée s pa r ce t appât offer t à leu r instinct , e t elle s braven t pou r l e satisfair e tou tes les haine s qu i s'attachen t à c e privilége , e t le s danger s qu i m e nacent l e condamn é élev é à c e post e exceptionnel , non-seulemen t tant qu'i l vi t parm i se s victimes , mais lorsqu e aprè s l'expiratio n d e sa peine , i l es t rend u à l a société . Un seu l ca s existe , o ù l e força t semble pardonne r a u bourrea u d u bagn e l e post e privilégi é qu'il remplit , c'es t lorsqu e ce t homm e avan t d'êtr e condamn é o c cupait dan s l a sociét é l'emploi d'exécuteu r o u d e vale t de s hautes œuvres; s'i l accept e au bagn e le s même s fonctions , c e n'es t plu s u n camarade d e captivit é qu i romp t l'égalit é d e s a positio n pa r l ' a p pât d'u n honteu x salaire , e t s e fai t u n bien-êtr e a u pri x d u san g d e ses compagnons d e m i s è r e ; le s autre s forçat s l e regarden t comm e un individ u qu i continu e e n captivit é l'industri e qu'i l exerçai t e n liberté : i l paraî t logiqu e qu e l'homm e qui , à un e époqu e a n t é rieure, dressai t le s poteau x d e l'infamie , préparai t le s collier s pou r l'exposition publique , prenn e e n mai n quan d i l es t força t le fouet des châtiments , e t qu'i l ai t l e manda t d'étendr e l e patien t su r l e banc de justice. I1 y eu t à Rochefor t u n força t surnomm é Jea n l e Bourreau , qui accomplissai t se s fonction s ave c u n appéti t carnassie r qu i s'exaltait tellemen t quan d l e san g venai t à saillir , qu'i l fallai t mettre prè s d e lu i plusieur s agent s afi n qu'i l n e prolongeâ t pa s l e supplice d u patien t a u del à de s limite s fixée s pa r l e jugement . Ce t homme étai t d'un e haut e stature , e t quoiqu e bancal , s a forc e étai t prodigieuse. Le s cicatrices d'u n cou p d e coutea u dan s l a mai n e t plusieurs autre s blessure s don t le s stigmate s tatouaien t se s m e m bres, témoignaien t d e l a hain e profond e qu'i l inspirait . Le s liens d e la parent é o u d e l'intimit é n'avaien t aucun e puissanc e su r l a n a ture d e ce t h o m m e ; o n l e voyai t ver s l e soi r attendr e l'heur e d e l a rentrée de s c o n d a m n é s , comm e l a fauv e qu i guett e u n troupea u dans leque l i l lui fau t un e proie . U n j o ur o n lu i livra pou r l a correction so n propr e neveu , força t comm e l u i ; e t celui-c i fu t s i vigou reusement châti é pa r so n inflexibl e oncle , qu'i l failli t perdr e l a vie. J'ai v u à l'hôpita l l e força t Pitrou , qu i avai t pass é pa r le s main s


BASTONNADE. —BOURREAUX, ETC.

183.

décrétée. A l'heure du repos, sous une carène de vieux navire, au moment où le garde se promène à quelques pas, une partie de dés est proposée et acceptée par quatre joueurs couverts d'un sarrau de travail ; le point le moins élevé nommera l'exécuteur de l'arrêt, le choix du genre et de l'instrument de supplice lui sera laissé. Les dés allaient rouler, quand un homme portant un bonnet vert s ' a vance, c'est le forçat Mourrieu ; il a le sourire sur les lèvres, il sait de quoi il s'agit, il ramasse les dés, et prenant pour lui la mauvaise chance de la partie, il ne dit que ces mots : J'en fais mon affaire, et il s'éloigne. Quelques moments a p r è s , on vit un condamné tomber sous le couteau d'un camarade! Mourrieu venait d'accomplir l'œuvre de la vengeance. Je me suis défait de cet homme, dit-il froidement; il ne méritait pas de vivre parmi nous; j ' a i rendu service aux condamnés comme aux chefs. Le forçat Mourrieu parut quelques jours après ce meurtre devant le tribunal m a r i t i m e ; la victime survécut, et l'assassin fut c o n damné à la bastonnade. Les juges ne pouvaient lui appliquer d'autre peine que celle écrite dans le code des chiourmes. Je ne sais si le forçat Mourrieu a encore un long séjour à faire au bagne, mais si ce n'est lui qui rentrera bientôt dans le monde, c'est un grand nombre d'autres qui reparaîtront dans les villes et dans les campagnes, tandis qu'une loi intelligente des chiourmes pourrait préserver la société de ces hommes si prompts a s'armer du poignard. Je reviendrai sur ce sujet. J'aurai plusieurs fois à citer des exemples des vertus de c o n v e n tion de cette société à part qui, dans sa morale comme dans sa grammaire, transforme le sens des mots connus et leur donne une valeur que les initiés seuls comprennent. Quand le forçat Mourrieu frappa le camarade qu'il accusait d'être renard,

il dit : J'ai tué cet homme

parce qu'il ne méritait pas notre estime. L'estime des siens c'est la conquête la plus précieuse que puisse faire un condamné; elle a ses degrés, et Dieu sait à quelles conditions il faut satisfaire pour atteindre le point le plus élevé! Mais s'il n'est pas donné à tous de se placer au sommet par les exploits bril-


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BAGNES.

lants contre la propriété, ou par quelque audacieuse attaque i n d i viduelle, chaque condamné a vivement à cœur de prendre sa place et de la conserver; il sait qu'au bus de l'échelle est écrit le mot mépris, et mépris, dans la langue du bagne, est synonyme de mort. Quand je publiai mes visites au bagne de Rochefort, j'avais parlé assez longuement du fameux Gasparini et du coup audacieux dont il était l'auteur, épisode judiciaire dont Théaulon s'empara pour faire une des scènes les plus gaies d'un vaudeville. Giovani Gasparini, natif de Modène, habitait depuis quelques années les environs de N a r b o n n e ; une profonde gorge située aux environs lui rappelait souvent ces sites favorables aux drames des grandes routes, qu'on nomme en Italie des nids de brigands. Vers le milieu de la nuit la diligence de Toulouse passe dans ce ravin. S'il y a des voyageurs nombreux et chargés d'argent, s'il y a du butin a faire et de la résistance à éprouver, voilà la part mystérieuse qu'il faut laisser au hasard de la rencontre. Gasparini fait provision de cordages, il déracine quelques ceps de vigne, charge sur ses épaules quelques bâtons de h o u x , et se rend au lieu qu'il a choisi pour théâtre de son expédition. Là il fixe à un arbre de chaque côté du chemin les deux extrémités de sa corde à la hauteur du jarret des chevaux, il couvre d'une chemise et d'un chapeau les ceps de vigne, sur lesquels il ajuste transversalement les bâtons qui simulent l'arme à feu. Ces mesures prises, il attend patiemment sa proie. Après une heure et demie d'attente, la diligence paraît; aussitôt (iasparini s'élance : Arrête,

arrête, postillon, ou tu es mort! Le postillon s'arrête,

Gasparini court à lui, le saisit, le désarçonne, et le place à la tête des chevaux avec défense de bouger sous peine de la vie; il ordonne aux voyageurs de descendre, ceux-ci hésitent; pendant qu'ils d é libèrent, Gasparini passe sous les roues, se présente à l'une et l'autre portière, montre à celui-ci un pistolet, à l'autre un poignard, il feint d'appeler des camarades, il contrefait plusieurs voix, il essaie tous les moyens possibles de prouver qu'il est soutenu, que la voiture est entourée, et qu'à un seul mot de lui ses hommes de ceps de vigne vont faire feu. Les voyageurs intimidés descendent; la main droite de Gasparini les menace du pistolet, sa gauche lient


BASTONNADE-BOURREAUX,

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le poignard levé sur leurs têtes; chacun livre sa bourse, sa montre, ses bijoux. Gasparini promet La vie aux voyageurs, et les entasse dans un fossé où ils se croient sous le feu de l'ennemi. Le conducteur ouvre les caissons, et l'argent change de maître, Gasparini pousse le conducteur dans la rotonde et l'enferme. Pendant toute cette opération, le voleur parle à ses deux mann e q u i n s , et il leur ordonne, en j u r a n t , de tirer sur le premier qui fera le moindre mouvement. Enfin, charge des dépouilles, il part sans avoir versé une goutte de sang, et ce n'est qu'un quart d'heure après sa fuite, que le plus hardi des voyageurs se hasarde à lever la tête; mais les mannequins étaient toujours là. Enfin on se regarde, on cherche à se rassurer; en voyant les factionnaires présumés, on se demande le motif de leur présence; il n'y avait plus rien à prendre, peut-être même leur fait-on une belle harangue pour leur demander grâce. Le plus courageux marche droit au danger, et il fait main basse sur un mauvais chapeau, une vieille chemise et quelques ceps de vigne. Si des hommes volés et battus peuvent rire, ceux-là ont dû finir gaiement leur voyage. Ce coup hardi éveilla soudain les recherches de la justice, G a s parini avait eu l'audace de rester dans le pays; il n'y était pas en trop bonne odeur. On remarqua que cet homme, qui n'avait aucun moyen d'existence et vivait dans la pauvreté, se mettait à fréquenter les cabarets, à traiter ses amis et à faire beaucoup de d é pense. Bientôt il passa aux assises. Le jury prononça la penne des t r a vaux forcés. Quand je vis Gasparini à Rochefort, il était au bagne Martrou , ou petit bagne ; il était invalide et travaillait le coco avec talent. Sa physionomie était gaie et j o v i a l e , et il lui était impossible de ne pas sourire à la pensée de la victoire frauduleuse qu'il avait r e m portée sur de nombreux voyageurs dont quelques-uns étaient armés ; et plus d'une fois j e me suis repenti d'avoir attristé cette existence insouciante de condamné. Voici c o m m e n t : J'avais reçu une note sur Gasparini, d'une personne qui d h a bitude puisait ses renseignements à des sources authentiques, et qui. cette fois, pressée par ses occupations, avait chargé un employé

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S BAGNES

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secondaire d e m e fourni r les document s qu e j e demandais , Ce ren seignement portai t qu e l e condamné , mutil e à l a j a m b e , avai t ét é blessé pa r suit e d u n e vendett a d e se s camarades , e t qu e pendan t des travau x d'empilemen t d e bois , un e charpent e avai t été , à des sein, dirigé e su r lu i e t lu i avai t fractur é le s j a m b e s. Je raconta i l e fai t dan s mo n ouvrage , e t quelque s moi s aprè s l a publication, j e reçu s un e lettr e ains i conçu e : je n e changera i rie n au style , qu i san s dout e est celu i d'u n payole

1

A M . MAURIC E Alhoy , AUTEUR DES BAGNES DE ROCHEFORT . « Monsieur , « J'a i l u l e livr e qu e nou s ave z pri s l a pein e d'écrir e ave c talen t « su r nou s e t notr e bagne . vou s ave z v u bie n de s chose s vraie s qu e « vou s dite s e t surtou t à propo s d e votr e conversatio n ave c Collet, « e t d e so n idée , qu i es t b o n n e , d'un e cou r d e cassatio n à éta « b l i r , don t le s juge s seraien t le s condamnés ; mai s perméttez « moi , monsieur , d e m e plaindr e qu e vou s ave z ét é tromp é dan s « votr e expérienc e pa r d e mauvai s rapport s su r mo n c o m p t e , e n « disan t qu 'on m' a pouss é un e poutr e d e bois , comm e renard , su r « le s j a m b e s, e t qu e c'es t ç a qui m' a fai t invalide . C'es t sans dout e « Duma s o ù l e marquis d e Chambreui l qu i vou s auron t di t ce s ren «seignements fau x ave c méchant e intention . Non , monsieur , j e n e « sui s pa s capabl e d e m e fair e j e t e r , comm e à u n renard , de s pou « trè s d e boi s su r le s j a m b e s , croyez-l e b i e n . . . i l n e fau t pa s l e « croire ; vou s pouve z demande r au x camarades , l e désir e vive «ment qu

e vou s disie z l e contrair e dan s votr e prochai n ouvrag e

« su r nous . S i je vou s demand e cell e bienfaisance , c e n'est pa s qu e « j e craign e rie n d e me s camarades ; bie n a u c o n t r a i r e , il s on t « tou s di t : N e t e fâch e pas , c e monsieu r a ét é tromp é pa r Cham « breuil . Mai s s i j e vou s demand e cett e bienfaisance , c'es t pou r « qu e tou t l e mond e sach e qu e j e n e sui s pa s capabl e d'êtr e c e « qu'o n vou s a dit . J e fai s honnêtemen t mo n temp s à perpétuit é , 1

Payole . condamn e chargé , dan s chaqu e sall e d u bagne , d e l a correspondanc e de s

forçats no n lettrés


BASTONNADE. — BOURREAUX, ETC.

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« je tiens beaucoup à ma réputation de condamné, j e me lais esti« m e r ; et vous-même, monsieur, je serais triste si vous pouviez « dire que Gasparini est un renard. « J'ai l'honneur d'être, etc. « GIOVANI GASPARINI. »

Cette lettre était datée de Brest, (iasparini ne s'était pas contenté de l'écrire ou de la faire copier en un simple exemplaire, dans l ' e s pace de deux mois il m'en parvint cinq ou six que, dans l'ignorance de mon adresse, il avait envoyés soit à des libraires de Paris, soit à des aubergistes de Rochefort. En cela il avait été moins subtil qu'un condamné du même bagne, qui me voyant causer avec C o l let, s'était approché de moi et m'avait dit : Monsieur, j e vous e n verrai des notes. En rentren à-mon hôtel, on me dit qu'on venait de trouversur la table de la cuisine un paquet de papier grossièrement fait, portant cette suscription : Au mosieu qui s'ocupe des condanné. Le chef d'office n'avait vu aucun messager, et personne n'était entré dans sa cuisine, à l'exception de quelques pourvoyeuses ou marchandes de marée. Sans doute une de ces femmes avait été l'agent mystérieux de la correspondance du forçat. Les notes reçues ainsi étaient fort curieuses. J'ai parlé des actes d'insoumission individuelle que la bastonnade châtie et qui sont de la juridiction du commissaire des chiourmes; mais il arrive quelquefois que l'insubordination est collective, que les voix de la révolte grondent; que cette lave bouillante qui fermente dans les cerveaux de cette grande population du bagne fait éruption, et alors il y a lutte, souvent sanglante, la force reste toujours à la l o i , mais il faut qu'elle s'arme de la c a r a b i n e , et quand elle a vaincu , elle dresse l'échafaud et fait tomber quelques têtes. A Brest, un commissaire des chiourmes vient a supprimer le l é ger matelas d'étoupes qu'il était alors d'usage de laisser aux c o n damnés, sous un climat h u m i d e ; l'administrateur craignait qu'on ne cachât dans le serpentin des limes et des objets d'évasion. Aus1

Serpenlin mince matelas d'étoupes qu'on accorde par laveur aux condamnes


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BAGNES.

sitôt après cette suppression, une révolte éclate au milieu de la nuit, dans une des salles; mais la localité de Brest est à l'abri de l'émeute, elle a ses barreaux de fer qui peuvent servir de m e u r trières à la surveillance et sur lesquels peut se braquer le mousqueton. c'est une position militaire; peut-être serait-il possible par un mécanisme simple de diviser, en cas de sédition, les conjurés, dont la plupart sont sans armes, afin d'éviter d'avoir recours à la mousqueterie, qui frappe indistinctement l'innocent comme le coupable; mais ce moyen n'est encore qu'à l'état de projet, il y restera p r o bablement longtemps encore, et on se contente de ce qui est, c'està-dire d'une bonne position stratégique qui permet de tirer p r e s que à bout portant sur les condamnés. Mais au j o u r dont j e parle, un détachement d'artillerie se hasarda à faire face au danger, il pénétra dans les salles et s'aventura au milieu de cette population indomptée, et protégea quelques arrestations; envisageant plus tard le fait sous le rapport m i l i t a i r e , le chef comprit que si la r é volte avait été plus sérieuse, que si les condamnés avaient usé de tous les moyens et utilisé leur nombre et leur chaîne, son détachement eût été étouffé avant qu'il eût pu faire usage de ses armes. A Toulon, une dépêche ministérielle ordonne une translation à Brest de deux cent dix condamnés. Ces h o m m e s , que chaque expérience pénale jette du midi au nord, d'un climat brûlant à un pays brumeux, qui souvent sont exportés d'un bout de la France à l ' a u tre sans qu'il y ait utilité réelle, regardent presque toujours le transfèrement comme une addition de supplice; et l'ordre qui arriva a l'époque où j e place les faits que j e vais dire, causa un soulèvement général. C'était le soir, en rentrant des travaux, que l'ordre du départ pour le lendemain avait été communiqué. Un murmure sourd, auquel succéda un silence menaçant, accueillit cette communication. A peine le coup de sifflet, signal du repos, s'est-il fait entendre, que les condamnés s'étendent sur leur tollard. Des mots d'ordre s'échangent et circulent d'un bout à l'autre de la salle. Un forçat, plus impatient que les autres, se dresse sur son banc et invite ses camarades à la résistance. Les gardes-chiourmes accourent et escaladent le banc de l'orateur; une lutte s'engage, le forçat est emporte.


BASTONNADE. — B O U R R E A U X ,

ETC.

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on le jette dans un cachot. Un bonnet vert se dresse, c'est le forçat Bourgeois; il reproche à ses camarades leur l â c h e t é , car pas un n'a osé s'opposer à l'arrestation ; il se montre comme drapeau de la révolte, un coup de carabine tiré à bout portant, l'étend mort. Le forçat Besson le remplace sur la brèche, mais à peine a-t-il jeté le premier cri de guerre qu'il n'est plus qu'un cadavre. Une d o u ble décharge fait ruisseler le sang; les rebelles, intimidés, courbent la tête, et au point du j o u r l'embarquement s'effectue. Quelques années auparavant, la partie du port de Toulon qu'on nomme le Mouraillon avait été le théâtre d'une prise d'armes encore plus sanglante. A l'heure où les forçats rentrent d'habitude dans leurs salles pour prendre le repas, les condamnés à vie occupés à la grande fatigue allaient se mettre au repos sous un hangar. Depuis quelques j o u r s , un complot s'était tramé dans l ' o m b r e ; il s'agissait de tenter par la force une évasion qui devait rendre à la liberté un grand nombre de condamnés à perpétuité. I1 avait été dit que le premier coup de couteau porté au sergent Grisolles serait le signal de la révolte, et alors chaque escouade devait frapper l'argus qui la tenait en surveillance; Le sergent Grisolles tombe assassine. Un cri de révolte se fait entendre. Plusieurs gardes-chiourmes menacés se réunissent, se rangent en petite colonne et ripostent par le feu. De tous côtés les agents armés de la surveillance accourent. Les forçats travaillant à la fosse aux mâts, veulent prendre part à la révolte; réunis aussi sous un hangar, ils tentent la sortie. Les rondiers d'élite accourent au pas de course Sous la conduite d'un adjudant, les révoltés se jettent sur eux dans l'espoir de les envelopper; mais, de son mousqueton, le chef étend mort à ses pieds un des mutins; les gardes, rangés en bataille, ne se laissent pas entamer et ripostent par de vives décharges. Les cadavres jonchent la terre; le forçat combat avec des pierres, avec des fragments de fer arrachés à sa c h a î n e , et celui qui ne peut faire une arme d'un outil de travail ou d'une pierre, combat comme la fauve, avec ses dents. Le .Mouraillon est séparé du grand port par la mer. Si les révoltés désarment les gardes-chiourmes, ils peuvent avoir le dessus dans la lutte : on ne peut prévoir les graves conséquences de cet événe-


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ment. Mais les détonations ont été entendues, le commissaire du bagne est arrivé avec une escorte; elle eût été insuffisante, et l ' a d ministrateur allait être peut-être l u i - m ê m e victime de son zèle a r dent, quand il vit déboucher deux compagnies d'infanterie envoyées par le commandant du tort Lamalgue, sous la conduite d'un l i e u tenant-colonel. La révolte fut apaisée; quarante blessés furent relevés et seize; cadavres furent portés à l'amphithéâtre. Dans ce complot dont on conserve à Toulon le souvenir et qu'on nomme l'affaire du Mouraillon, les révoltés trouvèrent la punition dans le sang répandu. Ce fut une grande exécution militaire; Il n'en fut pas de même dans une autre circonstance où le même commissaire des chiourmes, M. Renault, ne dut la conservation de sa vie qu'à un hasard providentiel. Un coup de poignard qui lui était destiné fut reçu par un adjudant. Au cri du mourant, un sous-adjudant accourt à son tour; blessé mortellement, il tombe, et un troisième sous-officier qui survient reçoit quatre coups de couteau dans la poitrine. C'était au moment de la rentrée dans les salles après les travaux. Les condamnés, enhardis par ces meurtres, se r é p a n dent sur les quais de l'intérieur du port. Les gardes ne peuvent maîtriser l'émeute; le forçat Lejoile la commande, il a une influence terrible sur ses camarades. Les armes se chargent : Lejoile semble animé par la m e n a c e ; il se présente au-devant des carabines, une halle le frappe, elle semble rebondir sur son front, qu'elle n ' e n tame pas; il jette en riant un lazzi à celui qui l'a ajusté, et faisant allusion a la vie civile qu'il a perdue, il crie en ricanant : On ne lue pas les morts ; il essuie de nouveau plusieurs coups de feu sans être atteint, enfin, poursuivi et acculé contre un m u r , un gardechiourme le perce d'un coup de baïonnette; il tombe, mais la vie lui reste encore. ce forçat se rétablit prompteinent... Traduit devant la cour maritime, il est condamné à mort. I1 monta sur l'échafaud et mourut avec indifférence, comme meurent la plupart de ces h o m m e s - l à , qui ne voient dans le supplice qu'une dernière occasion de se faire applaudir, ou qu'un moyen assez doux de terminer une vie qui leur devient pesante par sa monotonie. La mort par le bourreau


BASTONNADE. — BOURREAUX, ETC est un geint

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de suicide particulier à l'homme des bagnes : c'est

un dénoûment qu'il cherche souvent à utiliser au profit de ses camarades en satisfaisant une haine collective, et que souvent aussi il désire pour rehausser sa fatale renommée, .le prends les faits au hasard : Le forçat Ache tue le sergent Rolland, contre lequel il avoue n'avoir aucun sujet d'aigreur; il plaint même sa victime et dit : Je regrette que ce brave homme ait été pour moi un moyen , sa mauvaise étoile le poussait à se trouver toujours devant moi quand j'avais le spleen. Le forçat Pierre Blot, condamné à vie, poignarde le soir dans la salle du bagne le sous-adjudant Garrier : Qu'on ne cherche personne, d i t - i l , c'est moi qui ai fait le c o u p ; j e m'ennuyais de vivre, et l'adjudant Garrier s'est trouvé là. Un forçat, malade à l'hôpital, dit à un condamné occupant le lit voisin, avec lequel il n'avait toujours eu que de bons r a p p o r t s : Tu ne te réveilleras pas demain m a t i n , j e te couperai le cou cette nuit; quelques jours après, il y avait deux unités de moins sur les matricules du bagne : le comptable marquait comme manquants un forçat égorgé la nuit dans son lit, et l'assassin mort sur l ' é chafaud. « Depuis trois ans j e suis à la double chaîne, disait un forçat à « son camarade. Mon Dieu, qu'il me tarde de sortir ! C'est après« demain que cela finit, et ces deux jours me paraissent plus longs « que les premiers mois. Jamais de repos! Enfin, je n'ai plus que « deux jours de cette vie-là, c'est ce qui me console. » Ce malheureux s'endormit. Jaloux de l'instant de repos qu'il goûtait, un chef lui donna un soufflet. Quelques heures après, ce chef passait près du condamné. Celui-ci, ayant brisé ses chaînes, se jette sur lui. le tue et va lui-même s'offrir aux gardes pour être conduit au cachot. Le lendemain, il est traduit devant le tribunal spécial et condamné à mort. A B r e s t , le forçat Rognon, condamné à temps, voulut aussi en finir avec la vie, qui lui pesait. Les circonstances ne secondèrent pas sa manie du suicide. Deux fois il chercha vainement à attentera ses jours. Il eut enfin recours au moyen extrême, à l é c h a -


192 LE

S BAGNES .

faud, e t pe u s 'en fallu t qu 'il n e manquâ t encor e c e dernie r but . Dans l'espoi r d'un e condamnatio n capitale , Rogno n feigni t d'être engag é dan s u n prétend u complo t contr e l a personn e d u ro i Charles X e t i l déclar a qu 'à s a sorti e i l deviendrai t régicid e mal gré toute s le s précautions . Ce t aveu n e valu t à Rognon qu 'une sur veillance plu s sévère . L a condamnatio n lu i ayan t fai t défaut , i l l a chercha pa r l e meurtre , et frapp a à plusieur s reprises , d'u n c o u teau, u n d e se s gardes . Le s juge s reconnaissen t s a monomanie , qu'il es t loi n d 'invoquer, comm e circonstance s atténuante s ; a u lieu d e l a mort , i l gagn e le s travau x forcé s à perpétuité . Enfin, u n jour, malad e à l'hôpita l e t obéissan t à s a pensé e fixe, i l saisi t pa r le milie u d u corp s u n garde-chiourm e qu i pass a prè s d e lui . I l l'étreint entr e se s j a m b e s pa r s a forc e surhumaine , et

frapp

e

d'un cou p d e ciseaux . Va-t'en, dit-il, tu en as assez, j'espère que celle fois ils ne me refuseront pas ce que je demande depuis si longtemps. L e vœu d e Rogno n fu t a c c o m p l i ; e t jusqu' à s a mor t i l répétai t j o y e u sement ce t affreu x j eu d e mot s : Rognon, lu vas être rogné. La fi n d u fameu x Peti t ajout e encor e au x table s nécrologique s du bagn e u n fai t d e suicid e pa r l'échafaud .


I95

BASTONNADE. — BOURREAUX, ETC.

Petit, dont j'ai signalé l'adresse au chapitre des évasions, s'était acquis une grande popularité par les nombreux actes de charité qu'il accomplit dans sa vie excentrique. Un jour il entre dans une modeste auberge, à peine v est-il attablé qu'il voit arriver des agents du lise accompagnés d'huissiers chargés d'opérer la vente m o b i lière chez la cabaretière en retard de paiement d'impôts; la somme due par celle femme s'élevait, avec les Irais, a plusieurs centaines de francs. L'exécution judiciaire fut immédiate. Petit en fut témoin, on le contraignit même à céder, comme faisant partie des objets saisis, la chaise sur laquelle il était assis. L'évadé du bagne assista jusqu'au dénoùment a cette

scène

d'expropriation, il vit la douleur des pauvres gens que la loi dépouillait si brutalement, et quand la vente fut terminée, l'huissier lit sur les lieux mêmes son compte avec le percepteur et remit à celui-ci ce qui lui était dû par l'aubergiste. Quelques heures s'écoulèrent, l'hôtelière ne pouvait se consoler des désastres dont elle avait été la victime, elle pleurait amèrement, l'ont a coup la croisée s'ouvre avec bruit, un homme paraît, il escalade la fenêtre, jette aux pieds de la femme éplorée un sac contenant la somme produite par la vente de son mobilier et disparaît. Cet homme était Petit; il avait suivi jusqu'à son domicile le percepteur des contributions, il s'était introduit chez lui, et au m o ment où le comptable mettait dans sa caisse l'argent de la saisie, le forçat s'empara d'un sac d'argent et de plusieurs rouleaux d'or et laissa le fonctionnaire muet de stupéfaction. Le sentiment de pitié qui inspira Petit dans cette circonstance se manifestait d'habitude vis-à-vis des gens de sa profession, il s e m blait s'être créé lui—même grand maître d u n e nouvelle chevalerie errante. Plus d'une fois, on le vit rêveur au pied du mur élevé d'une prison, ou bien il en parcourait tous les abords comme un homme de guerre qui cherche à se rendre compte des forces d'une place d'armes. Le but de sa promenade ou de sa pensée était la délivrance de quelque prisonnier ou même l'enlèvement complet d'une bande retenue sous les verrous. Il arrivait encore que Petit, dans ses caravanes solitaires, se plaçât sur le passage des convois de condamnés et que, sans avoir eu aucune relation antérieure avec

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194 L E

S BAGNES .

ces hommes , i l cherchâ t à se s risques et péril s à leu r rendr e l a liberté, pa r un e rus e qu i souven t eu t d u succès . E n fai t d e res sources e t d'expédients , Peti t étai t surhumain . Dans l e mid i d e l a France , o n conduisi t u n jou r devan t le s m a gistrats u n homm e qu'o n avai t trouv é vagabondant ; ce t homm e s'exprimait e n anglai s e t n e comprenai t pa s u n mo t d e français . On fi t veni r u n interprète , e t l'on su t qu e c 'était u n matelo t an glais qu i traversai t un e parti e d e l a Franc e à pied , pou r alle r r e joindre s a corvett e à Livourne . O n l e relâcha . C'étai t Petit ! S'il étai t habil e à déguise r so n no m e t à se fair e passe r pou r c e qu'il n'étai t pas , i l n e l'étai t guèr e moin s quan d i l étai t bie n r e connu e t bie n emprisonné ; c'es t alor s qu'i l mettai t e n usag e tout e son adress e d'espri t o u d e corps . Enfermé à l'étroit dans u n cacho t apparemmen t tro p solid e pou r qu'il pû t espére r d e l e forcer , i l obtin t d 'être condui t devan t l e juge d'instruction , sou s prétext e d'avoi r a fair e un e révélatio n im portante. Effectivement , i l rapport a le s conversation s vraie s o u fausses d e deu x prévenu s enfermés avec lu i dan s l e mêm e cachot , et qu i causaien t entr e eu x e n argot qu'i l connaissait . « Mais, ajou ta— t-il, ce s gen s s e son t aperçu s qu e j e le s écoutais . Il s son t fu rieux, e t m a vi e n'es t pa s e n sûret é auprè s d'eux : ainsi , monsieu r le juge , servic e pou r service , j e vou s pri e de me fair e mettr e dan s un autre ; cachot . » S a demand e lu i fu t accordée ; deu x jour s après , il étai t parti . Mis a u cacho t a Saint-Ome r le s fer s au x pied s e t au x mains , on l e faisai t quitte r so n cabano n deu x foi s par j o u r pou r prendr e l'air. Dan s ce s sorties , i l s e procur a u n bou t d e fil d e fer don t i l lit u n c r o c h e t ; toute s le s nuit s i l démaçonnai t le s dormant s d 'une croisée qu i étai t mastiqué e à l'aid e d e pai n m â c h é , et i l cachai t son travai l ave c d u plâtr e gratt é l e lon g d u mu r e t de s toile s d'a raignées. La veill e d u jou r fix é pou r so n évasion , i l fein t u n violen t ma l de dents , obtien t d u concierg e u n pe u d e genièvr e pou r calme r s a douleur, mai s l e genièvr e lu i ser t à pétri r d e l a mi e d e pain , i l e n confectionne de s boulettes , e t le s donn e a u chie n d u geôlie r qui fai t une gard e active . L'animal, enivré , n e tard e pa s à s'endormir , Peti t


BASTONNADE. —BOURREAUX , ETC . 19

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sort pa r l a croisée, escalad e l e mu r d e l a prison , quitt e l a ville , et a une lieue trouv e le camp des Anglais . « Réfugié dans ce bivouac , dit Petit dan s u n mémoir e manuscri t don t es l possesseu r M . Appert , j'y resta i sep t à hui t j o u r s , servan t d 'interprète. L e cam p étai t fréquenté pa r le s femme s publique s d e Saint-Omer ; un e d'entr e elles m e reconnu t e t all a m e d é n o n c e r a l a gendarmerie ; alor s le s gendarmes demandèren t u n ordr e à M . l e procureu r d u ro i pou r m'arrêter; l 'ayant obtenu , il s vinren t e n asse z gran d nombr e a u camp. Le s Anglais , surpri s d e voi r tan t de gendarmes , e t n e s a chant à quo i attribue r cette visite , m e demandèren t s i j'e n con naissais l e motif ; su r l a répons e qu e je leu r li s qu'il s venaien t pou r enlever le s femme s qu i s e trouvaien t là , le s soldats , qu e cett e m e sure contrariait , s e soulevèren t contr e la gendarmeri e ; l e maré chal de s logi s s'approch a alor s d'eu x e t s 'efforça d e leu r fair e com prendre qu'i l cherchai t un voleur . Le s Anglais m e demandèren t c e que l e marécha l de s logi s voulai t leu r dire . J e leu r répondi s qu'i l disait que le s Anglai s étaien t tou s de s voleurs ; il s fondiren t alor s sur le s gendarmes , qu i luren t obligé s d e prendr e l a fuite . » Petit parti t l e soi r pou r Amiens , e t quatr e o u cin q jour s après , soupçonné d 'un autr e délit , i l fu t arrêté . L e juge d 'instruction l e lit appeler . L u attendan t l'interrogatoire , i l fut mi s dan s un e es pèce d 'antichambre. Près de l a était l e vestiaire de s avocats . L'accusé voyait le s membre s d u barrea u dépose r leur s costume s avan t d e rentrer e n ville ; e t a u momen t o ù so n propr e avoca t venai t d e s e déshabiller aprè s avoi r conféré ave c lui . Peti t profit a d e l a circon stance, s e gliss a dans l e vestiaire , pri t l a dépouill e d e so n défenseu r et pass a devan t le s gendarmes , qu i l e saluèrent . E n ville , l e c o n tumax vendit l a rob e troi s franc s e t donn a l e bonne t par-dessu s l e marche. Petit a trouv é que c'étai t tro p pe u fair e pou r so n défenseu r que de lu i prendr e s a robe , un e autr e foi s i l lu i pri t so n nom . Voic i comment M . Apper t racont e c e lai t : « Trouvé pa r un garde-champètr e et somm é pa r lui d e l e suivr e chez l e mair e d 'un bour g voisin , i l obéi t (ca r il n e résistai t jamais ; il étai t su r c e poin t d'un e docilit é parfaite) . Arriv é devant l'officie r municipal, i l n e put exhibe r le s papier s qu'i l n 'avait pas . Qu e


196 L E

S BAGNES .

f a i r e ? « .Monsieu r l e maire , dit-il , connaissez-vou s .M . M . . . , a v o c a t ? — Oui . mai s d e réputatio n seulement . — E h bien ! monsieu r le maire , c'es t moi . .l e vai s à l a cou r d 'assises d e S a i n t - O m e r dé fendre de s malheureu x à qu i mo n absenc e pourrai t êtr e funeste ; et s i vou s m e retenez , j 'en laiss e pese r su r VOU S toute l a respon sabilité. J'allai s à pied , botanisant , quan d u n garde-champêtr e es t venu m e dir e d e l e suivre . » « Excuse s de l a par t d u maire , qu i rendi t l a libert é a u prison nier. « Peti t avai t faim . c'étai t à l'heur e d u dîner , i l rappelle a u mair e que s a femm e tenai t au x .M.. . pa r so n aïeul , e t établi t d e lu i à elle une parent é a u dixièm e degr é : Nou s somme s cousins ! s'écrie—t-il. Là-dessus o n s e reconnaît, o n s'embrasse . o n l'invit e à dîner , i l ac cepte, dîn e bien , e t s 'en va . » Une class e d e voleurs , di t .M . Lauvergne , s e compos e d e jeune s 1

hommes doue s d un e intelligenc e heureuse , d'un e imaginatio n brillante, ayan t l e do n de s langues , celu i d e l a persuasion ; e n u n mot, de s comédien s consommés . Il s son t toujour s à l a hauteu r d u rôle qu e le s circonstance s leu r imposent , e t dan s l e cour s d e leu r vie qu i s e heurt e enfi n et s e bris e sou s l a guillotine , il s on t jou e tous le s personnage s d e l a comédi e et d u drame . L'histoire d u galérie n Peti t est, à ce t égard, l e chef-d'œuvr e d u genre. Duran t so n séjou r à Toulon , i l a été réellemen t un homm e que l a meilleur e compagni e pouvai t avouer , c ' e s t - à - d i r e que , su bitement transport é d e so n ban c dan s le premie r salon d e l a c a p i tale, i l eû t ét é remarqu é pa r se s manière s distinguées , so n espri t fin e t délicat , e t s a gracieus e ligure . Tou t e n lu i respirai t l e gentil homme. Affectueu x ave c se s égaux , i l étai t pou r se s supérieur s et maîtres s i attenti f e t s i exac t dan s se s devoirs , qu'i l faisai t presqu e oublier s a chaîn e et qu'o n eû t pay é l a ranço n d e s a liberté . Ains i cet homme , n é imitateu r du beau , posai t encor e e n comédie n su r le ban c étroi t d e so n bagne . Cependant. avec cell e constitution d e femme , cell e voi x flûtée , une mai n d e sultane , Peti t étai t u n monstr e qu i a e u de s moment s 1

Les forçats considéréssous le rapport mirai ri intellectuel.


BASTONNADE. — BOURREAUX , ET C 197 de grandeu r et d e véritabl e générosité . L e commissair e Reynau d considérait l a personn e d e Peti t comm e l a plu s gracieus e envelopp e que l a natur e ait p u donne r au crim e incarné. Nu l força t des temps présents e t passé s n' a e u autan t d e ressource s qu e Peti t pou r plaire, endormi r se s gardien s et s'évader . La vie criminell e d u força t Peti t n'eû t pa s ét é complèt e san s un e condamnation à perpétuit é : le s récidive s l a lu i valurent . L a forc e du brigan d fléchi t sou s l'arrê t : dès qu e l'horizo n d e l a libert é lu i échappa, quan d i l s e trouv a plac é dans l a catégori e d e ce s homme s qui n e doiven t plu s revoi r l e monde , quan d i l rencontr a partou t et a tout e heure un e surveillanc e plu s ingénieus e qu e s a pensée , plu s active qu e so n imagination , i l dout a d e lui-même , se s faculté s s e ressentirent d e cett e méfiance , l e dégoû t d u comba t l e saisit , i l re nonça à l a lutte , et , san s s e résigner , i l s e soumit . Petit devin t alor s u n condamné vulgaire , i l vécu t quelqu e temp s confondu, san s typ e saillant , a u milie u d u gran d troupeau . Ce pendant u n jour l'humiliatio n d u jou g lu i li t senti r so n aiguillo n ; il s e réveill a d e s a léthargie , no n plu s pou r prétendr e à cette vi e aventureuse qu i avai t été pou r lu i s i remplie , mai s pou r satisfair e un nouve l instinc t qu i s'élevai t e n lu i : l e dési r d e l a mort , qu i souvent es t plu s qu'u n besoi n e t devien t un e ardent e passion . C e forçat, dan s l e bu t d e paye r d e s a têt e l e san g qu'i l allai t verser , frappa à deu x reprise s d'un e branch e d e ciseau x u n adjudan t qu i entrait dan s un e de s salle s pou r fair e un e inspection . Petit fu t condamn é à mort . Quan d l e greffie r vin t lu i signifie r l'arrêt, « N e vou s donne z pa s l a pein e d e m e lir e cela , dit-il , j e « sai s qu e c'es t fini pou r moi , j e l'a i mérite . J'a i v u exécute r a « Toulo n mo n compagno n d e chaîn e accus é d'assassinat ; c'es t mo i « qu i étai s coupable , c'es t lu i qu i a reçu l a mor t ; j'ai laiss é faire , « c e jour-l à j e n'avai s pa s envi e d e mourir ; aujourd'hui , c'es t dif « férent , j e suis fatigu é d e l'existenc e e t j e veu x e n finir. » Le lendemai n l e condamn é montai t su r l'échafau d e t adressai t ces parole s à ses camarade s : Adieu, mes

amis, je meurt content de

cous avoir servis. Jen'aurais jamais été assassin pour une autre cause. Dieu me pardonnera. A celle époqu e le s Jugement s rendu s pa r le s tribunau x spéciau x


198 L E

S BAGNES .

maritimes n e souffraien t n i appe l n i révisio n . L e j o ur q ui suivai t 1

l'arrêt l'exécutio n avai t lieu . Quand i l s e trouve , parm i le s forçat s correcteur s o u bourreaux , un homm e qu i avan t s a condamnatio n étai t exécuteu r de s haute s œuvres dan s l e ressor t d'un e cou r royale , i l es t charg é d e conti nuer a u bagn e se s fonctions . I l es t rar e qu e parm i le s homme s habitués à verse r légalemen t l e sang , i l n e s e trouv e pa s quelque s maîtres o u valet s qu i aien t assouv i leu r instinc t sanguinair e en dehors de s tolérance s d u c o d e ; mai s cependan t s i aucu n força i n a été exécuteur , o n fai t veni r celu i d u chef-lie u d e département . I l y aurait cruaut é à agi r autremen t : l'ar t d e tue r juridiquemen t a ses règles , se s principes , so n rudiment . Ce n e fu t qu e ver s le s dernier s temp s d e l'Empir e e t aprè s plu — sieurs exécution s dan s lesquelle s l e patien t avai t souffer t d e l a maladresse de s garde s chargé s d e passe r pa r le s arme s le s c o n damnés, qu'o n substitu a l a guillotin e à l a fusillade . L'adminis tration, dan s u n bu t d'économie , avis a a u moye n d'évite r le s frai s qu'occasionnaient l e voyag e d e l'exécuteu r e t l e transpor t de s boi s de justic e du chef-lie u jusqu' à Toulon . Dan s l'intérê t d u budge t d e la m a r i n e , i l fu t décid é qu e l e bagn e aurai t s a guillotine , e t l e crime ayan t amen é parm i le s condamné s u n praticie n qu i avai t déjà lai t se s preuve s e n liberté , l a chiourin e eu t so n exécuteur . Il n e manquai t plu s qu e l'instrumen t d e mort , l'administratio n chercha à fair e confectionne r l e terribl e apparei l dan s le s ateliers ; mais le s condamnés, charpentiers , menuisiers , mécaniciens , refu sèrent tou s d e mettr e l a mai n à l'œuvre ; pa s u n souffle t d e forg e ne s'alluma , pa s u n martea u n e batti t l ' e n c l u m e , quan d i l fu t question de forge r l e coutea u fatal . L e retranchement de vin , l a bastonnade,le cachot , n e puren t dompte r l a coalition, i l fallut avoi r recours a u fournisseu r ordinaire d e l a cou r d'assises , et 1'apparei l arriva tou t confectionn é d e Draguigna n à Toulon . L'appareil d e mor t rest a quelqu e temp s san s fonctionner , et quand vin t le momen t d'e n fair e usage , i l s e trouv a qu e le s boi s

1

Aujourd'hu i l'exécutio n d'u n força t ne peut avoi r lieu que lorsqu e le s pièce s ont été

mises sou s le s veu x d u roi.


BASTONNADE. - BOURREAUX , ETC . 199 avaient sub i de s déviation s e t qu e l e fe r s'étai t oxydé . Un e répara tion étai t ingénie , un e exécutio n devai t avoi r lie u l e lendemain . La résistanc e qu i s était déclaré e précédemmen t dan s le s atelier s se continua ; mai s l e commissair e Heynau d démontr a au x récal citrants qu e leu r refu s d e prête r l a mai n à l a mis e e n éta t d e l'in strument d e mor t étai t u n act e d e cruaut é : en ajournan t l 'exécution, o n prolongeai t inutilemen t le s angoisses d'u n dernie r jou r sans espoir , e t e n réduisan t l' exécuteur a s e servi r d'u n apparei l dont l e je u n 'était pa s réglé , c 'était expose r l e patien t à un e longu e torture o u à un e mutilatio n incomplèt e auxquelle s un e mor t prompte e t san s douleu r es t bie n préférable . « Le quart-d'œil a 1

raiso n ! » s'écrièrent le s récalcitrants, e t ce fut a

qui s 'emparerait de s pièce s d e l 'instrument d e mort ; o n rivalis e d e zèle pou r opére r l 'ajustage de s bois . L e fata l coutea u passe » e t r e passe entr e le s main s d e ce s homme s qui , dan s u n intérê t d'hu manité, travaillen t a l'env i a aiguise r l e tranchant , ave c l a pensé e que peut-êtr e bientô t d'autre s camarades e n feron t autan t pou r eux. C'est u n affreu x spectacl e a voi r qu'une exécutio n dan s le s con ditions ordinaire s réglée s pa r l e code criminel; mai s un e exécutio n au bagne , et surtou t a u bagn e d e Toulon , dépass e tou t c e qu e l'i magination peu t enfante r d e plu s lugubre . Tantôt su r u n ponto n flot tant, tantô t su r u n emplacemen t voisin de s localité s du bagne , u n échafau d s 'édève. Autou r de l'instru ment d e mort , circulen t l 'exécuteur c d deu x forçat s qu i l'assisten t comme valets . Du bagn e à l'échafaud, un e rout e est tracé e pa r une doubl e hai e d'hommes a veste s rouge s o u bigarrées , a genou x e t l a têt e nue . D'une main , il s relèven t le s maillon s d e leu r chaîne , rosair e inter nai qu i pen d à l a ceintur e d e cett e légio n d e réprouvés , et d e l'au tre il s tiennen t ba s leur s bonnet s d e laine , diver s dan s leur s nuan ces, comm e l e vic e dan s se s variétés . Sur ce s hommes agenouilles , su r ce s tète s nue s e t presqu e rasées , sont braqués le s mousqueton s de l a milic e d e surveillance, qui s'é chelonne derrièr e e n amphithéâtre ; les arme s étincellen l sou s le s 1

En argot le commissaire.


200

LES BAGNES.

feux du soleil méridional et semblent autant de foyers d'où l'éclair s'échappe et sillonne ce champ de mort. Bientôt arrive la victime, appuyée sur le bras du vénérable aumônier du bagne. Une bière la suit, escortée par la confrérie de pénitents à cagoule grise qui. pendant trois jours, a quêté par la Ville le prix des messes pour le repos de l'âme du supplicié. Le patient avance grave et solennel; il adresse quelques paroles d'adieu à ceux qu'il peut avoir aimés et auxquels il laisse son héritage de souffrance. Quelquefois se retournant vers le commissaire du bagne, et faisant allusion aux peines disciplinaires qu'il lui a infligées, ou à la privation de vin qui lui a été imposée, le condamné dit en souriant : Demain, monsieur le commissaire,

on ne me retranchera plus.

Ou bien, reprochant avec un sourire, le trop de soin qu'on a pris de sa conservation, le supplicié dit : Si on m'avait laissé a c complir mon projet, j ' a u r a i s épargné au commissaire tous les frais qu'il fait aujourd'hui pour moi. Ou d'autres, comme Petit, élèvent une voix forte du haut de l'échafaud (d se glorifient d'avoir commis un crime pour rendre s e r vice à la masse des condamnés. Presque tous, à ce moment où la vie leur échappe, embrassent le prêtre avec transport. I1 n'y a pas d'exemple au bagne qu'un supplicie ait repoussé 1 homme qui l'accompagne de sa bénédiction jusqu'aux dernières limites de ce monde où il a vécu en réprouvé. La justice satisfaite, l'échafaud tombe, les carabines se redressent, les pénitents se perdent dans la foule, les curieux se dissipent, les hommes du bagne se relèvent,

rentrent

insouciants

dans leur salle, ou vont reprendre machinalement leurs travaux. L'exemple a été terrible; est-il efficace? L'échafaud, qui bientôt reparaît, répond à cette question.


(D'après nature.)

U N E EXECUTIO N A U BAGN E


X

PETITE FATIGUE. —

I

PÉCULE. —

DEMI-CHAINE. —

SALLE.

D'ÉPREUVE. — EMPLOIS DE FAVEUR AU BAGNE.

J'ai montré le bagne tel qu'il est sans en adoucir le tableau, j'ai peint sous son jour véritable cette vie de misère pour les condamn é s . J'ai suivi pas à pas ces hommes depuis le coup de canon de la diane jusqu'au ramas, où chacun se jette pêle-mêle sur la table de bois qui lui sert de couche, sans jamais quitter l'unique vêtement dont la marine lui fait le don. Dans l'esquisse de cette existence collective, j ' a i appuyé mon témoignage de celui d'hommes spéciaux qui ont vu aussi les faits que j ' a i dits. En agissant autrement, j'aurais craint qu'on ne doutât des renseignements donnés par moi, qui n'ai pu consacrer que quelques mois à une inspection

officieuse qui demanderait plu-

sieurs années d'enquête. J'ai placé les faits sous le patronage d'hommes éclairés et dépouillés de l'esprit de coterie qui se glisse partout, même dans l'étude des classes dangereuses. Au commencement de cet ouvrage, j'ai cité les paroles de M. le commissaire de marine Glaize, et j ' a i pris ainsi une position qui ne permet pas qu'on accuse mes p a r o les d'exagération quand j e répète : Les forçats, tels coupables qu'ils soient, sont bien malheureux;

et cependant je me hâte d'ajouter que

les bagnes bien dirigés me semblent préférables au régime cellu26


202

LES BAGNES

laire, et j e dis que si les prisons doivent être un j o u r les hôpitaux de l'ordre moral, c'est peut-être à un régime bien entendu des travaux forcés qu'on devra le plus de guérison. Quelques écrivains regardent le bagne comme une des erreurs de notre civilisation. On a écrit : Celui qui a visité ces lieux exceptionnels, peut se vanter d'avoir vu le tableau du crime heureux sur la terre. On a dit : Le bagne est un établissement de charité en faveur des voleurs et des assassins. Et les journaux les plus graves, les hommes les plus réfléchis, qui dans les relations de la vie craindraient de prononcer une p a role qui n'eut pas pour base la vérité, se laissent aller à paraphraser ces déclamations trompeuses qui sont le thème invariable de ceux qui se dispensent de visiter les lieux dont ils parlent. Le principe admis sans étude et sans examen, chacun ne s'est plus préoccupé que de broder la formule ; et témoin c e l l e - c i , que j ' e m p r u n t e à un journal qui l u i - m ê m e l'a empruntée à un livre : De toutes les prisons, celles qui méritent le moins ce nom, ce sont les bagnes. Tel homme réputé libre est plus esclave qu'un forçai ! ! Moyennant un bout de chaîne, le forçat communique avec ses semblables. Il respire l'air du ciel, il va et vient dans de vastes espaces, et il ne se fatigue guère en dépit des mots, Travaux forcés ; il peut travailler pour

un pécule, trouve en rentrant au bagne une nourriture

frugale,

mais préférable aux mets grossiers dont se contentent la plupart

des

paysans de la France et la classe malaisée des grandes villes. On voit des forçats désespérés de quitter le bagne ; des assassins s'y trouvent heureux.

Ils ont là ce qu'ils voulaient : le vivre, le couvert, et

peu de fatigue ; ils vivent tranquilles; ce sont de bonnes gens qui vieillissent et meurent doucement. S'il est un sujet qui doive être interdit aux écarts de l ' i m a g i n a tion, il semble que c'est celui qui intéresse à un si haut degré la société. La question des lieux de détention ne devrait jamais être traitée avec la légèreté que peut mettre un touriste à la description plus ou moins exacte des localités qu'il se dispense souvent de visiter. J'ai déjà démontré la valeur de cette objection banale, élevée au sujet du régime alimentaire des chiourmes; je répète encore


PETITE FATIGUE. — PÉCULE, ETC.

205

qu'il est impossible que le plus malheureux des ouvriers libres ne trouve pas dans le travail, si peu rétribué qu'il soit, desaliments meilleurs et plus abondants que l'éternel brouet de fèves des forçats, a r rosé d'huile o n d e beurre rance. le condamné, dit-on, peut augmenter son ordinaire à la cantine, s'il a quelques ressources. Triste supplément, croyez-moi, que celui qui se compose d'un litre de bouillon de cinq centimes, ou de mets, dont le plus raffiné ne peut excéder la somme de vingt c e n t i m e s . Voilà les satisfactions que 1

le condamné, quand il est aisé, peut d o n n e r a sa gourmandise. La grande fatigue est un travail continu, dur pour l'homme qui a l'ait l'apprentissage d'ouvrier; pénible, accablant pour le c o n damné qui sort d'un monde oisif. À Toulon, il s'accomplit sous un ciel de feu; à Brest, sous des brouillards ou des pluies glacées. On voit des forçats désespérés de quitter le bagne. Cela peut être, car le code a fait de la liberté, pour le libéré, le prix de toutes les misères. Ils vieillissent et meurent doucement. Après dix ans de séjour au b a gne, demandez à un condamné qui est arrivé, lui dixième, combien il compte encore de camarades entrés dans la même année que lui ; et si le chiffre est deux, vous pouvez dire qu'il y a exception à la destinée commune, et que la mort a retardé sa moisson périodique. On a dit aussi : Les coupables grossissent leurs délits ou se chargent d'un délit étranger pour passer de la prison au b a g n e ; un député a répondu à la tribune à celte objection, et ce député est un magistrat. Il a dit que depuis qu'on expérimentait sur les hommes le système des tortures cellulaires, depuis qu'on avait inventé des supplices en dehors de la peine que la loi impose,

quelques-uns

préféraient le bagne à la prison. Maintenant, savez-vous quand le sort du condamné aux

tra-

vaux forcés s'améliore? Savez-vous quand il y a un terme à cette égalité d'existence qui nivelle toutes les conditions antérieures? Savez-vous quand ce séjour affreux cesse d'être un e n f e r ? . . . C'est quand le coupable s'est réhabilité par la bonne conduite et le r e -

1

Dans le tarif des cantines affiché au bagne aucune ration n'excède ce prix.


204

LES

BAGNES,

mords. Alors il y a allégement à sa peine; pas

un établissement de charité,

le bagne ne devient

comme disent

les

écrivains

que j ' a i c i t é s , mais il se change en ateliers réinunératoires, en gymnase de travail industriel, en un lieu de concours où l'homme qui a dompte ses instincts reçoit une prime pour la victoire Qu'il a remportée sur lui-même : c est ce que malheureusement vous ne trouverez pas dans l'application de votre

loi

d'emprisonnement

cellulaire. Si vous croyez que tous les criminels sont à l'épreuve des e x hortations morales, et j e ne combattrai pas encore cette fatale e r reur, venez aux salles du bagne, la vous verrez que l'espoir du bien-être peut être une excitation à la bonne conduite, et décide souvent le retour aux habitudes d'ordre. C'est à un ministre philanthrope, à un homme dont on peut, sans être courtisan, louer les vertus et dire les travaux utiles, car il vit retiré du monde politique, c'est à M. Hyde de Neuville qu'on doit la première pensée de cet ordre de choses. I1 a voulu qu'on ouvrît les salles d'épreuve dont j e vais parler, institution dont on trouverait des résultats bien consolants, si la pensée qui a préside à leur création n'était étouffée par l'insouciance ou par cette sorte d'orgueil qu'y mettent les hommes d'Etat à effacer les traces du bien de ceux qui les ont devancés au pouvoir. Il comprit le premier le danger de laisser l'homme sans espoir; il rappela à la vie, par un intérêt positif, ceux que la loi frappait de mort dans le grand sépulcre du b a g n e ; il entr'ouvrit la pierre de cette grande tombe, et la lumière y descendit pour raviver les êtres qui y séjournaient en léthargie. M. Hyde de Neuville créa le premier, dans les bagnes, les catégories morales, pensée d'un grand administrateur qui avait entrevu ce

que le régime du travail

forcé bien entendu

peut avoir de

puissance et d'effet. Cette pensée amena la création de la salle d'épreuve, institution dont les résultats appréciés par quelques administrateurs, eussent tourné au profit de l'étude des classes dangereuses, si l'esprit de routine et le mauvais vouloir que j ' a u r a i à signaler, n'avaient cherché à étouffer le germe bienfaisant de cette mesure à la fois sociale et charitable.


PETITE FATIGUE . — PÉCULE , ETC . 205 Aujourd'hui, l a distinctio n de forçat s à temps et d e forçat s à perpétuité n'exist e guèr e qu e pou r mémoir e dan s le s bagnes ; l a véritable classificatio n admis e es t cell e de s Indociles e t de s Eprouvés. L'heureu x effe t obten u d u classemen t pa r catégorie s morale s s'est présent é comm e u n argumen t puissan t e n faveu r de s adou cissements gradués , l'appliquan t indistinctemen t a tous , a des con ditions réglée s d'amendemen t e t d e soumissio n , e t a d û encou rager quelque s administrateur s éclairé s à persévére r dan s cett e expérience, conseillé e pa r l a raison . De l a grande fatigue , l e condamné , aprè s de s preuve s d e bonn e 1

conduite, peu t êtr e admi s à la petite fatigue, c'est

-à-dire à de s

travaux qu i s'effectuen t dan s le s partie s couverte s du port , dan s les magasins , à bor d de s bâtiments , dan s le s atelier s d e l a voileri e ou dan s ceu x d e l a corderie , etc.

Une de s récompense s q u o n accord e a u condamn é es t l a dis pense d e l'accouplement ; i l es t mi s alor s e n demi-chaîne, autre ment di t e n chaîne brisée. Le s fer s qu i l'associen t à u n autr e son t rompus; l e bou t libr e d e s a moiti é d e chaîn e s e relèv e jusqu' à l a ceinture, o ù elle rest e fi xée; quelques-un s l a cachen t sou s u n larg e 1

Voir page 92.


206

LES BAGNES.

pantalon de toile et cherchent à tromper ainsi leurs proprés r e gards en masquant le signe de leur esclavage. Le condamne qui partageait la chaîne de celui qu'on soustrait à l'accouplement,

est aussitôt réattaché à un autre compagnon.

c'est un moment poignant pour la plupart de ces h o m m e s , que celui qui les sépare de leur camarade, objet d'une faveur qu'ils ne partagent pas. Les hommes de la petite fatigue reçoivent un salaire qui peut s'élever, non pas comme osent le publier des personnes étrangères à cette matière, au taux d'une journée d'ouvrier libre, mais à une somme qui varie de cinq à vingt-cinq centimes. La paye s'effectue une fois par mois. Sur le prix du travail de chaque c o n d a m n é , il est fait une retennue d'un tiers; cette retenue, qui se nomme pécule, est remise en partie au condamné lors de sa libération, et le reste est envoyé à l'autorité municipale de la résidence du libéré. Les condamnés à perpétuité admis à la petite fatigue ne subissent pas celte retenue, ils reçoivent leur salaire intégral. En cas de mort, le salaire du condamné forme un fonds de r é serva» sur lequel on prélève les gratifications accordées à quelques travaux extraordinaires, et les primes dont on récompense quelques actions de dévouement et de courage, beaucoup moins rares qu'on ne le croit dans celle population flétrie. One la marine se fasse héritière du forçai, elle peut justifier son droit par les sacrifices que lui impose l'entretien du bagne, sacrifices qui, du reste, cesseraient le j o u r où l'administration entrerait franchement dans la voie d'organisation du travail par le c o n d a m n é ; 1

mais est-il juste, est-il humain, est-il moral que le pécule, petite fortune sur laquelle repose souvent la garantie à venir que le forçat donne à la société, soit, pour son propriétaire, une masse morte et improductive? Comment! un pécule si laborieusement

acquis

se grossira par jour de quelques centimes, pendant cinq, dix ou quinze ans. et le propriétaire, s'il échappe aux chances de m o r t , 1

Je montrerai par des chiffres, dans un prochain chapitre, qu'à plusieurs époques,

les bagnes ont couvert leurs dépenses par le travail, et qu'aujourd'hui même où la désorganisation règne , il existe une charge à peine sensible pour l'administration de la marine.


PETITE

F A T I G U E . — P É C U L E , ETC.

207

si nombreuses dans un bagne, ne retrouvera, en rentrant dans le monde, que la somme exacte et inféconde qu'il aura déposée! On aurait du penser que plus le condamné a de ressources en rentrant dans la vie c o m m u n e , moins il emporte de chances de redevenir coupable. Les faits combattent encore victorieusement ici contre le paradoxe, et j e dirai des faits .Et peut-être de cette pensée sociale 1

serait né le projet d'une accumulation progressive de l'épargne du condamné. Peut-être aurait-on pu créer un placement productif pour ces valeurs; et si l'administration ne voulait pas se transformer en comptoir de b a n q u e , il se serait trouvé quelque homme de finances qui eût accepté le bénéfice moral de cette œuvre utile. L'admission dans les localités nommées salles d'épreuve, a c c o r dée à ceux que leur repentir rend dignes de bienveillance, porte et sur le régime et sur les emplois de faveur. Les aliments, à la salle d'épreuve, sont plus copieux, et deux fois par semaine il y a distribution de viande. Le poste le plus recherché, comme le plus lucratif, dans l'intérieur du bagne est celui de payole, OU écrivain. Ces fonctions ont pour objet la correspondance des forçats. Le payole est le confident des secrets les plus intimes. Moyennant salaire, il est le conseil du condamné; c'est lui qui rédige, pour les non-lettrés, les longues épîtres à la famille ou aux protecteurs que l'homme du bagne peut avoir encore dans le monde, les réclamations au commissaire. Pontis de Sainte-Hélène

et Faure

ont été payoles dans leurs

salles. Plus d'une fois il est arrivé que le payole, abusant de la connaissance qu'il avait des affaires d'intérêt des condamnés ses clients, a cédé à de mauvaises inspirations et a obtenu au nom d'un malheureux auquel il ne rendit pas compte du résultat de ses demandes, d'abondants secours qu'il s'appropria; d'autres fois le payole s'est servi de son talent de calligraphe pour adresser à des p e r sonnes crédules une de ces épîtres connues dans les geôles sous le nom de lettres de Jérusalem . 2

1

Voir plus loin, le chapitre i n t i t u l é Après le bagne.

* Des c o n d a m n é s , simulant

p a r lettres u n e infortune a r r i v é e à u n e personne r e c o m -

mandable, excitent souvent l'intérêt de gens c h a r i t a b l e ! , et p a r un récit m e n s o n g e r et sous


208 LE

S BAGNES .

Les éprouvé s peuven t êtr e nommé s balayeurs , barber o , l

fourgonniers , gardes-bidons ; quelques-un s son t réparti s dan s 2

3

les diver s jardin s qu i appartiennen t à

l a m a r i n e , d'autre s

deviennent tonneliers , matelassier s à l'infirmerie ; d'autre s e n core peuven t s e livrer , dan s l'inférieu r de s salles , à u n peti t commerce d'épiceries , etc .

Quelques-uns de s condamnés , le s plu s méritants , obtiennen t la faveu r d 'un peti t matela s d'étoupes , épai s d e deu x o u troi s doigts, conn u sou s l e no m d e strapontin o u d e serpentin. O n ne saurai t croir e combie n c e privilége , don t l a jouissanc e es t à peine appréciable , f ait d'envieur , e t d e que l stimulan t i l es t des noms supposés, à l'aide d'adroit s compères, escroquent d'abondantes Ramènes . O n nomme ces sortes d'écrits ou de placeS, o n ne sait trop pourquoi, lettres de Jérusalem. 1

Barbie r d u bagne . —

2

Cuisinie r d u bagne . —

3

Allumeur s d e réverbères .


PETITE F FATIGUE. — PÉCULE, ETC . 209 à l'émulatio n de s dernier s venus, qu i quelquefoi s n'y prennen t part qu'aprè s un e longu e attente . L e straponti n es t l'idé e fixe, l e rêve d 'ambition e t d e bien-êtr e pou r l'homm e qu i souven t couch e depuis de s année s entière s su r l e lollard , ave c un e simpl e couver ture. c'es t surtou t dan s le s région s d e l'Ouest , à Bres t et à Rochefort, qu e ce t adoucissemen t es t sensible . Il fut u n temp s o ù l'administratio n de s chiourme s permi t qu e la lo i de s travau x forcé s fû t faussé e dan s so n espri t et dan s so n application. Sou s l e Directoir e et pendan t le s première s année s

de l'Empire , de s privilége s existèren t dan s le s bagnes , a u profi t de condamné s favorisés , e t notammen t d e ceu x qu i avaien t de s ressources pécuniaires . I l es t vra i qu e Napoléon , quelquefoi s s i inflexible, transige a ave c d e grand s coupables , e t qu e de s compta bles o u de s munitionnaire s puren t rachete r l e vo l pa r l e do n d'une frégate . La toléranc e entr a dan s le s mœur s vénale s de s subalternes ; ell e 27


210

LES

BAGNES.

négocia au bagne la liberté ou le bien-être des hommes qui pouvaient payer l'impunité ou l'injustice. On vit alors grand nombre de forçats passant leur vie hors du port, employés comme commis ou comme domestiques chez lés notables habitants de la ville et chez les employés de l ' a d m i nistration de la marine. Ainsi, à Brest, à Toulon, à Rochefort, on avait son forçat, comme on a ailleurs son chasseur, son groom, son brosseur. Dans chaque maison, le cuisinier, le palefrenier, l ' i n s t i tuteur, le professeur de m u s i q u e , se présentaient avec le bonnet de laine rouge sur la t ê t e ; quelquefois même on les autorisait à ne conserver que le gilet du bagne, qui se cachait sous un habit ou une veste bourgeoise. Au pied seulement un simple anneau, e m blème de captivité, trahissait l'expiation d'un crime. La sécurité dut se ressentir de cet état de choses. Lu çat servit

longtemps

chez M. B a r b i e r ,

for-

chef des mouvements

du port. Croyant sincères les nombreuses protestations de r e tour à la vertu que lui faisait le condamné, n'ayant que des é l o ges à faire de la régularité

de

sa

conduite , la confiance de

M. Barbier fut bientôt assez grande pour le laisser seul à la maison. Le forçat rêva bientôt la liberté, et il voulut la conquérir d'une manière remarquable sous le brillant costume

d'officier

supérieur. Il étrille un des chevaux de selle de son protecteur, l'équipe avec soin et se dépouille de la livrée du bagne, revêt l'habit de grande ordonnance du chef des mouvements du port, pose le chapeau militaire sur sa tête, s'élance sur le coursier qui hennit, et s'approche en caracolant de la porte principale. La sentinelle crie Aux a r m e s ! le poste se place sur deux rangs, le tambour bat, on rend les honneurs militaires au faux officier supérieur ; il salue, met son cheval au trot, et disparaît. L'alerte est donnée le soir, à l'heure de la rentrée au bagne ; mais l'évadé a de l'avance, il est arrivé à Niort, où il vend sa monture pour prendre place dans une diligence. Pelage fut condamné, sous l'Empire, pour concussion et faux en écritures publiques. Son extérieur séduisant, sa mise recherchée, sa physionomie gracieuse, lui avaient fait donner le surnom de joli forçat. Quand


P E T I T E F A T I G U E . — P É C U L E , ETC.

211

l'exécuteur de la justice avait approché le fer brûlant de son épaule, des cris de grâce s'étaient fait entendre. La clémence se tut d e vant la loi. La fortune de Delage lui acquit dans le bagne une position exceptionnelle. Deux gendarmes l'amenèrent en chaise de poste à Rochefort : on lui accorda une chambre particulière; il la lit meubler avec élégance. Il avait aussi obtenu un appartement isolé à l'hôpital. Sa femme et ses enfants vinrent habiter Rochefort. Delage quittait le bagne le matin, après le coup de canon ; il se rendait au domicile de sa famille, qui ignora longtemps, dit-on, dans quel lieu d'infamie le crime avait conduit le f o n c tionnaire. Voyons cet homme donnant lui-même à ses fils leurs premières leçons, leur enseignant les principes de la vertu, les règles de la vie honnête. Si le pied d'un de ses enfants eût louché le sien, il eût senti l'anneau des galères ; si les plis de la chemise du condamné se fussent dérangés, la flétrissure se fût révélée. Le soir Delage prétextait la nécessité de sa présence à bord d'un bâtiment sur lequel il était employé, il quittait sa famille et retournait au bagne. Delage était coupable, il devait, comme tous ses compagnons, subir toutes les douleurs et toutes les humiliations du bagne, et voilà que sa captivité prend toutes les apparences de la l i b e r t é ; la société, qui l'a rejeté, semble l'adopter de nouveau , elle affaiblit autant qu'il est en elle toutes les marques de son infamie, elle revient à lui, elle lui laisse la faculté de voir sa femme, elle protège le mensonge officieux qui trompe la tendresse de ses enfants : loin de lui la gamelle dégoûtante des condamnés ! ce forçat s'asseoit à une table élégamment servie; il a un lit et non un grabat; et, riche faussaire, il s'étend sur le duvet moelleux auprès du faussaire pauvre, son voisin, qui s'agite sur des planches. On cite à Rochefort un autre condamné qui, comme Delage, jouissait d'une très-grande liberté. C'était un vieillard fort spirituel, reçu, accueilli partout. Il était condamné à cinq ans, j ' i gnore pour quel c r i m e ; il avait inutilement demandé à paver sa grâce d'une partie de sa fortune. Il avait été jusqu'à offrir au gouvernement impérial de construire et d'équiper à ses frais un vais-


2 1 2 LE

S BAGNES .

seau à troi s ponts ; cett e f ois o n refus a l a transaction , e t l e cou pable subi t u n châtimen t qu'i l trouv a moye n d'adoucir . Les emploi s accorde s a l a bonn e conduit e doiven t puissammen t seconder l'émulation , niai s i l fau t qu e l a répartitio n e n soi t l 'aile avec intelligence e t surtou t ave c moralité . A l 'époque o ù l e relâchemen t réglementair e s'étai t fai t senti r dans le s chiourmes . le s payole s semblaien t plutô t apparteni r à l a Société qu'a u bagne ; il s avaien t usurp é de s fonction s administra tives, étaien t devenu s le s dispensateur s de s grâces , e n imposan t leurs favori s à l 'administration. Il s faisaien t u n honteu x trafi c de s faveurs. Malheu r au condamn é qu i croyai t pouvoi r traite r se s af faires san s eu x !

aujourd'hui, tou t est rentr é dan s l'ordre ; le s forçat s travaillen t dans le s atelier s d e l'intérieu r d u bagne ; il s n e von t plu s s e prO -


P E T I T E F A T I G U E - — P É C U L E , ETC. mener en ville avec des costumes de fantaisie;

ils ne

213 chantent

plus dans les concerts, ne courent plus le cachet, et s'ils font des éducations, c'est dans l'intérieur de leur localité. J'ai dit à quelles fonctions on les appelait, et quel profit moral on

pouvait retirer de cet adoucissement.

Des administrateurs

éclairés ont cherché à étendre cotte action moralisante, en réveillant dans l'âme du condamné le sentiment de la famille; et bien des hommes qui vivaient oubliés et déshérités de l'affection des leurs, ont vu revenir à eux des affections qu'ils croyaient éteintes pour jamais. J'ai raconté le fait suivant dans mon précédent ouvrage : Dans mon séjour à Rochefort, j ' a i m a i s à me promener dans les sombres avenues du jardin public. Assis sur la terrasse qui domine le port, je regardais les couples de forçats qui charrient de lourds fardeaux et achètent, à la sueur de leur front, l'avantage d'échapper quelques heures à l'air méphitique du bagne. J'avais

remarqué

une jeune tille qui passait et repassait devant moi, et prolongeait ses regards avec une curiosité avide sur le bâtiment de la Corderie. La jeune tille portait le costume vendéen. Elle s'assit sur un banc adossé aux charmilles, et là resta rêveuse. Je m'approchai, j e la r e c o n n u s : j e l'avais vue la veille chez le concierge du jardin, et j'avais appris le but de son voyage. La jeune fille allait se marier, et son père était au bagne. Eutrope était le prétendu de la paysanne; il connaissait le crime de son beau-père futur. Habitant le même village, il savait tout ce qu'il pouvait perdre en considération en épousant la fille d'un condamné; mais Tien nette était aimée, et la passion cachait à Eutrope les conséquences de ce mariage. I1 voulait épouser la jeune tille, mais il désirait qu'en ne parlât plus de ce père qui était mort aux veux de la loi, qui n'avait plus aucun droit sur sa fille, et dont il fallait éloigner le souvenir. Tiennette aimait son père, et son affection pour lui se doublait par le mépris dont les autres frappaient l'auteur de ses j o u r s ; elle voulait qu'il signât le consentement à son mariage et qu'il lui d o n nât sa bénédiction. Eutrope avait longtemps combattu le désir de Tiennette; il se refusait encore a la démarche qu'elle desirait faire,


214

LES

BAGNES.

et ce n'était qu'avec regret qu'il avait entrepris le voyage de Rochetort. Eutrope était un garçon de bonne mine, qui avait des m a nières tranches et ouvertes, et dont l'abord prévenait au premier coup d'œil; il ne tarda pas à venir se joindre à n o u s ; il avait été faire quelque emplette. Je servis d'interprète aux sentiments de Tiennette. Je dis à Eutrope qu'un père n'est jamais coupable aux yeux de sa fille; qu'il n'y a point de lois, point de juges, point de j u r y , p o i n t de cour prévôtale,qui puissent nous dégager des liens de la nature, et que la piété filiale de Tiennette devait être pour lui un gage précieux des vertus de son épouse. Tiennette ne disait rien, mais ses regards étaient attachés sur le visage d'Eutrope; elle épiait tous ses mouvements, comme pour saisir un acquiescement à ses désirs. Eutrope m'écoutait les yeux baissés : dès que j ' e u s fini de parler, sans répondre, sans faire la moindre objection, il prit la main de Tiennette, et les deux amants s'acheminèrent vers le bagne. Je les suivis, et la j e u n e fille, qui apparemment regardait ma présence comme un appui contre l'hésitation d'Eutrope, m'encourageait du regard à ne pas les quitter. Cependant le vieux forçat était malade depuis plusieurs j o u r s ; il n'était plus au b a g n e : il avait été conduit à l'hôpital. Nous traversâmes silencieusement la longue cour, nous montâmes les degrés de l'escalier. A l'entrée des salles, un tremblement violent agita la jeune tille; ses joues étaient pâles, son cœur devait être bien serré. Eutrope et son amant furent introduits jusqu'au lit du forçat. Un garde-chiourme me repoussa, et j e ne pus suivre que de loin les détails de ce tableau. Au pied du lit du condamné se tenait E u trope; la j e u n e fille approcha avec un mouvement de crainte qu'elle ne put c o m p r i m e r . Le condamné

leva sa

tourna un regard éteint et laissa échapper un dents, dont la blancheur

contrastait avec

tète affaiblie,

sourire entre ses

son teint b r u n i . Un

garde-chiourme avait conduit les deux j e u n e s gens ; il était resté comme témoin à cette scène. Une bonne sœur de la charité soutenait le malade ; il prit la plume qu'on lui présenta, il regarda l'acte dressé d'avance, et, soutenu, il apposa au bas son nom déshonoré. Etendant vers Tiennette ses bras décharnés, il l'attira sur


LES FIANÇAILLE S AU X BAGNES .


P E T I T E F A T I G U E . — P É C U L E , ETC . 11

8

son c œ u r ; l e mouvemen t qu'i l lit donn a un e secouss e a s a chaîne, dont Eutrop e avai t pri s u n annea u qu'i l regardai t d'u n œi l hébét é ; Tiennette saisi t ce momen t pou r glisse r furtivement , en tremblant , sa mai n sou s l e drap . U n regar d qu'ell e prolonge a su r l e garde chiourme, qu i s e détournait, trahit , heureusemen t pou r mo i seul , l'offrande qu e l a j e u n e fill e laissai t à so n père . Après un e demi-heur e d'entrevue , Eutrope , qu i semblai t ma l a son aise , li t u n sign e à Tiennette ; l a jeun e fill e donn a l e baise r d'adieu a u condamné . E n s e retirant , u n de s anneau x d e l a c haîne qui retenai t l e moribond su r l e li t d e souffranc e froiss a l a rob e d e la Vendéenne ; un e larm e mouill a ce s fers rouilles. Le s deux fiancés sortirent lentement , tèt e baissée . Prè s d e l a porte , Tiennett e port a un dernie r cou p d 'œil su r l e vieillard , e t peut-êtr e e n c e momen t son cœu r demanda-t-i l a u cie l d'abrége r le s torture s d e so n père , en l 'appelant, d e l 'asile o ù l'o n souffre , dan s celu i o ù l'o n par donne. Quand le s deu x amant s euren t descend u l'escalie r des salles , l a jeune fill e saut a a u co u d'Eutrope . « Cett e démarche , lu i dit-elle , nou s porter a bonheur , » Les deu x jeunes gen s entrèren t ensuit e dan s l a chapell e de l'hos pice civil , y firent un e court e prière , m e saluèren t ave c recon naissance, e t montèren t dan s un e carriol e qu i le s conduisi t dan s leur village . Oui, Die u a d û t e bénir , pauvr e fille qu i n 'as pa s abandonn é l'auteur d e te s j o u r s, qu i n 'as pa s cr u qu e tout étai t romp u entr e lu i et toi , parc e qu'i l étai t coupabl e ; e t te s enfant s rendront à l a v e r t u l'hommage don t t u n 'as pa s crain t d 'honorer u n pèr e criminel. Quand de s homme s éclairé s on t ét é placé s a l a têt e de s chiour mes, e t on t regard é l e commissaria t comm e un e fonctio n qu i leur imposai t un e nobl e tâch e a u del à du cercl e d e l a surveillance, on a p u s e rendr e compt e d e l'influenc e qu e peu t avoi r su r u n grand nombr e d e condamné s l e souveni r de s bienfait s o u de s bon s traitements. La mass e entièr e mêm e n'es t pa s inaccessibl e a quelque s bon s sentiments; et , à ce t égard , voic i u n fai t racont e pa r u n M.*** avocat d e Brest .


216 LE

S BAGNE S

En 1 8 1 9 , mon confrèr e P s

e t moi , nou s défendîme s deu x

forçats accusé s d e fabricatio n d e fauss e m o n n a i e ; no s efforts , se condés pa r l'humanit é de s juges , réussiren t à fair e écarte r l a pein e capitale. Quelques moi s après , M.B

,

voyageu r d e Lyon , m'engage a

à l'accompagne r pou r visite r l e bagne . Quoiqu e bie n a u fai t de s usages d e ce t établissement , j e trouvai s étrang e qu e le s forçai s qu i rentraient e n c e momen t d e l a fatigu e s e tapissen t l e lon g de s mur s et formassen t un e sort e d e bai e su r notr e passage ; tou s avaien t l e bonnet à l a main . A l'extrémit é d e l a salle , nou s nou s arrêtâme s au ban c d'u n graveu r d e cocos , et , pendan t qu e nou s examinion s ses ouvrages , j e senti s tou t à cou p quelqu e chos e qu i m'enlaçai t les pieds . J e cru s qu e c'étai t quelqu e chaîne , e t j'allai s m'e n dépê trer, lorsqu' à m a grand e surpris e e t à m a grand e confusion , j ' a perçois u n homm e étend u d e tou t so n long , qu i s'efforçai t d e baiser m a chaussure . J e m'empress e d e l e fair e relever , malgr é ses instances , e t j e reconnai s l e força t qu e j'avai s défend u q u e l ques moi s auparavant . Pendan t qu e j e lu i adress e de s reproche s sur so n aptitud e tro p humiliant e e t l a form e d e se s remerciements , nous apercevon s u n group e qu i s'avançai t ver s nou s a u milie u d e la haie . A l a tète , s e présent e u n homm e d'asse z bell e physio n o m i e , qu i m'adress e u n discour s for t bie n tourné , don t l a s u b stance étai t qu e se s compagnons , quoiqu e repoussé s pa r l a société , savaient encor e pratique r l a reconnaissance , e t qu'il s venaient , a u nom d e tout e l a salle , m'adresse r de s remerciement s pou r l e s e r vice qu e j ' a v a i s rend u à leu r camarade . Cett e cérémonie , nou s dit-il, étai t préparé e depui s si x m o i s ; o n attendai t impatiemmen t ma prochain e visit e a u bagne . 1

I I es t impossibl e d e décrir e le s impression s diverse s qu e tiren t

sur no s âmes , profondément émues , l'aspect de ces six cents homme s dans l'attitud e l a plu s respectueuse , témoignant un e auss i unanim e reconnaissance pou r u n lége r bienfai t don t l'acquittemen t m'avai t déjà récompens é amplement ; e t quel s homme s encore ! e t dan s quels lieu x ! Jamais un e pareill e scèn e n e s'effacer a d e mo n souvenir . J e n e puis voi r u n força t san s qu'i l l a rappell e à m a mémoir e ; ell e m'in -


P E T I T E F A T I G U E . — P É C U L E , ETC . 21

7

spire toujour s de s réflexion s e t de s vœu x pou r l'amélioratio n d u soit et d e la moralit é d e ce s malheureux . Puiss e un e administra tion sag e e t éclairé e s'occupe r enfi n sérieusemen t e t efficacemen t de ce s deu x objet s ! Dans une visit e qu e M . Apper t li t a u bagn e d e Rochefort , pen dant un e n u i t , i l fu t reconn u pa r u n condamn é qu i éveill a so n compagnon d e chaîn e e t lu i li t par t d e s a découverte . Celui -ci communiqua l a nouvell e à so n voisin , e t bientô t tout e l a chiourm e fut éveillé e et su t qu e l'homm e charitabl e qu i portai t de s consola lions dan s c e lie u d e misère s étai t là . Peu d 'instants après , l e silenc e d u bagn e fu t interromp u pa r une douc e sérénade : le s artistes étaien t de s condamnés . «J e ne pui s exprimer, di t M . Appert , l'effe t qu e produisi t su r mo n imaginatio n ce concer t improvisé ; l a mesur e battu e pa r de s pied s enchaînés , tous le s regard s de s forçat s fixé s su r nous , l'applicatio n de s musi ciens, l a physionomi e de s gardiens , étonné s d e cett e scène , tou t concourait à présente r u n cou p d 'œil d'un e originalit é extraor dinaire. » Quand o n s e livr e à l'étud e spécial e de s classe s réprouvée s , a chaque instan t u n trai t saillan t s e révèl e qu i s e me t e n oppositio n avec tou s le s acte s précédent s d'un e natur e qu'o n croi t connaître , et l e problèm e d'instinc t qu'o n s e flattait d'avoi r trouvé , devien t tout à cou p insoluble . Qu i dir a pourquoi , parm i ce s nombreuse s libres d u cœu r qu i semblen t détendue s e t que rie n n e peu t fair e vibrer, i l s'e n trouv e un e qui , touché e pa r hasar d o u ave c intelli gence, s e me t à résonner , e t galvanise , pou r ains i dire , un e âm e qu'on croi t mort e au x noble s instincts ? Au nombr e de s ouvrier s libre s d u por t d e Toulon , s e trouvait , il y a quelque s années , u n Génois . Ce t homme , comm e l a plupar t de se s semblable s qu i viven t presqu e e n communaut é d e travai l avec le s condamné s d e l a petit e fatigue , laissai t perce r l e sentimen t de commisératio n qu e lu i inspirai t l a position de s coupables . Parm i les forçai s ave c lesquel s i l étai t e n rappor t journalier , i l e n étai t un qu'i l avai t pri s e n plu s grand e pitié . Souven t i l lu i arrivai t d e partager ave c lu i se s vivres ; plu s d'un e fois , l a gourd e qu i conte tenait l e vi n d e l'ouvrie r libr e s'étai t placé e su r le s lèvre s d u con 28


218

LES BAGNES.

damné. Quand venait l'heure où l'ouvrier libre regagnait son logis en ville , le Génois offrait au forçat le morceau de pain qu'il avait ménagé pendant la journée, et il ajoutait ce supplément à la m o dique ration du bagne. Le condamné trouvait un adoucissement a sa peine dans cette sympathie que manifestait pour lui l'ouvrier. Les heures étaient moins longues quand le Génois était au travail ; les pensées étaient aussi moins tristes, car l'ouvrier parlait au condamné de ses affaires, il l'entretenait de détails du ménage : cela brisait un peu la monotonie de celle vie incessamment la même que mène l'homme des chiourmes. Le Génois était père de famille. Chaque année sa femme allait passer quelque temps au pays et y portait les économies de l'ouvrier. Déjà plusieurs fois, aux premiers jours d'automne, le Génois avait dit au forçat : Compagnonne est partie pour l'Italie. La compagnonne est le nom familier que les riverains de la Méditerranée donnent à la femme qui partage leur vie active et laborieuse. Une nouvelle année s'écoula ; l'équinoxe était venu ; la femme du Génois avait coutume de partir avant celte époque, que redoutent les passagers, et l'ouvrier n'avait pas annoncé l'absence de sa femme au forçat. Celui-ci interrogea l'étranger, et l'étranger lui apprit que la compagnonne n'avait plus besoin au pays: que n'avait plus d'économie à y p o r t e r . . . Il y avait à peu près six mois que l'ouvrier, cédant à un mouvement d'ambition , avait risqué ses épargnes dans une spéculation de cabotage faite de moitié avec un patron de barque de Livourne. Le petit navire avait péri, et il ne restait plus au Génois que ses bras pour toute ressource. L'Ouvrier eût trouvé encore du courage dans sa position d'homme libre et dans l'assurance qu'il avait de trouver du travail dans le p o r t ; mais sa pauvre femme n'avait pas eu la force morale de supporter le sinistre qui l'avait frappée dans sa petite fortune. La compagnonne était tombée malade, elle avait fait des dettes, les créanciers réclamaient leur prêt, un propriétaire intraitable parlait de faire vendre quelques modestes meubles pourse payer d'un loyer de vingt é c u s . . . et l'ouvrier, abattu, et pensant a chaque heure à la maladie de sa femme et aux embarras du m é n a g e ne cessait de répéter : Poura

compagnonne.


PETITE FATIGUE.—PÉCULE,

ETC.

219

Un incident vint un moment distraire le Génois de ses tristes préoccupations. Le condamné, qui jusqu'alors avait paru prendre son supplice eu patience, et qui jamais n'avait fait entendre une plainte sur sa position, fut saisi tout à coup d'une profonde aversion pour cette vie qu'il traînait en expiation de sa faute. Le découragement sembla L'atteindre, et plus d'une lois il s'exposa à la bastonnade, à laquelle il n'échappa que parce qu'on tint compte de ses bons antécédents. La pensée de la fuite devint fixe chez lui, et il obtint du Génois qu'il favorisât son évasion en lui apportant un costume d'ouvrier. Le condamné avait bien mûri son plan. Il s'était assure d'une cache dans le port où il resterait deux ou trois nuits à l'abri des recherchés. Ce temps écoulé, il savait comment gagner une retraite' qui lui avait été révélée par un camarade qu'elle avait longtemps protégé. Le forçai indiqua au Génois la position de cette demeure secrète, et il lui fit promettre de venir lui faire visite le cinquième jour qui suivrait son évasion. Toutes les circonstances servirent a souhait le condamné. Il s'évada, gagna un lieu solitaire dans les profondes gorges des vaux d'Ollioules. Il descendit à l'aide d'une corde dans une grotte n a turelle, lieu de refuge des nombreux malfaiteurs q u i , à des époques éloignées, infestèrent ces contrées. Le forçat était depuis quelques heures en possession de son asile; le sol résonna sur sa tète : un homme gravissait ces escarpements dont il semblait avoir connaissance exacte; le signal convenu fut donné; la pierre qui cachait l'entrée de la grotte tourna sur elle-même, l'échelle de corde fut tendue, et le nouveau venu descendit : c'était le Génois qui venait accomplir sa promesse. L'ouvrier, oubliant sa misère, avait apporté quelques pièces de monnaie au fugitif. Le condamné les prit en souriant et il dit au Génois : Merci, vous avez lait pour moi tout ce que vous avez pu, à mon tour je vais faire ce que je pourrai. J'ai compté sur vous pour m'aider; je ne puis rester ici; je suis encore dans le département du Var, il faut marcher vers Marseille, car j'aime mieux être repris dans le département des Bouches-du-Rhône. — I1 faut espérer, dit le Génois, que vous ne le serez pas plus


220 LE

S BAGNES .

là qu'ici; ca r si vou s deviez êtr e pris , autan t vaudrai! pour vous être découvert maintenant . — No n pas , fit l e forçat ; cel a ferai t auss i Lie n mo n affaire , mai s cela n e ferai t pa s l a vôtre . L e força t n e vau t ic i qu e soixante-quinz e francs, l'am i ; plu s loi n i l vau t cen t francs . 1

Le Génoi s n e comprenai t rie n a u langag e d u fugitif . L e força t fut oblig é d e lu i révéle r s a pensée entière . Jamais l e bagn e n e l'avai t effrayé, jamai s l'amou r d e l a libert é n'avai t inquiét é s a vi e d e 1

Voi r l e chapitre Évasions .


P E T I T E FATIGUE: — P É C U L E , ETC.

221

captif; forçat, il s'était habitué à sa position, et jamais la pensée de s'évader ne lui

serait venue; s'il

n'avait pas eu l'espérance de

faire une spéculation au profit de l'ouvrier. Dans les fers, le forçat ne pouvait, avec les Quinze ou vingt centimes de pécule, venir au secours du Génois malheureux ; mais, évadé, son corps acquérait une valeur positive, valeur qui se capitalisait par l'éloignement ; et quand son corps vaudrait cent francs, alors il pourrait dire au Génois : Prends-le, livre-le, donne-le aux autorités; tu recevras cent francs;

avec cet argent tu paieras ton propriétaire,

et ta

femme ne manquera plus de bouillon ni de tisane. Le Génois dut se trouver bien surpris d'entendre un pareil l a n gage ; il dut croire

que la joie de retrouver la liberté avait dé-

rangé les organes du fugitif; m a i s , cependant, il fallut qu'il finît par comprendre l'acte de dévouement du condamné, quand celuici le menaça de l'attacher à lui avec une corde et de le ramener ainsi à la première résidence de gendarmerie. On verra, se d i t - i l , garrottés ensemble un honnête homme et un forçat; on ne pourra pas croire que c'est le forçat qui ramène l'honnête homme, il faudra bien, bon gré malgré, qu'on dise : C'est l'honnête homme qui a pris le forçat... L'éloquence du condamné persuada sans doute l'ouvrier, et au souvenir de la compagnonne, une transaction se lit entre les scrupules du Génois et la bonne volonté du fugitif, que le plaisir d'une bonne action séduisait plus que la liberté. Le commissaire eut bientôt connaissance des nobles motifs de cette évasion; et, après quelques j o u r s , le fugitif avait repris, par une faveur spéciale, sa place aux travaux de la petite fatigue. Un forçat meurt à l'hôpital de Brest. A ses derniers moments, une pensée accablante le préoccupe : il laisse dans le monde un fils encore enfant que sa mère a amené depuis quelque

temps

dans le lieu d'expiation où son père subit sa peine. L'orphelin va rester sans appui, sans affections, avec l'héritage du mépris pub l i c , et c'est là le sujet des poignantes angoisses du moribond. Un condamné, qui a été le complice des crimes de l'agonisant et le compagnon de sa vie de débauche, s'approche et lui promet solennellement est le forçat

de le remplacer près de son fils... Cet homme

Drouillet, employé à la pharmacie

de l'hospice et


2 2 2 LE

S BAGNES .

condamné à ving t an s d e travau x forcé s pou r vo l ave c escalade . Drouillet tien t religieusemen t so n engagement . I l partage chaque j o u r s a pitanc e ave c l'orphelin ; i l lu i donn e lui-mêm e quelque s préceptes élémentaire s d e grammaire . Au x heure s o ù l'enfan t ap proche d e lui , aucu n propo s malséan t n e s e fai t entendr e , l'argo t se tait . Le s compagnons d e Drouille t semblen t comprendre l e respect qu'il s doiven t à l'actio n méritoir e d u pèr e adoptif . Quan d l e maître s e voi t dépass e pa r l'élèv e dan s le s connaissances primaires , il l e confi e au x soin s d'u n instituteur , e t pren d su r le s profit s d e son post e d'infirmie r le s frai s d e deu x année s d'éducation . A onz e a n s , l'enfan t d u bagn e excit a l 'intérêt d e plusieur s officiers d e l a marine , i l fu t plac é à b ord d'un e frégate , où , pa r l a protection d u c o m m a n d a n t , so n éducatio n s e c o n t i n u a , e t i l r é pondit à toute s le s bonté s don t o n l e combla.

« Que ce t enfan t fass e so n chemi n , écrivai t Drouille t à M . Ap pert, j'oubliera i alors mo n esclavage , e t j e croira i n'avoi r jamai s été malheureux . C e n'es t pa s e n récompens e d e c e qu e j ' a i l'ai l pour ce t enfan t qu e j e v OUS demand e un e g r â c e , mai s j e voudrai s être à mêm e d e pouvoi r continuer'c e qu e j'ai c o m m e n c é , deveni r le pèr e d'u n malheureu x qu i perdi t l e sie n à l'âg e d e cin q ans , lu i


PETITE FATIGUE. — P É C U L E , ETC.

223

enseigner le bien et lui faire éviter le mal, dont j e connais si parfaitement les suites funestes. » « Ce condamné , ajoute M. Appert, m'intéressa au delà de toute expression ; aussi j e ne négligeai rien pour le rendre à la liberté. Au bout de quelque temps, mes efforts furent couronnés d'un plein succès, et Drouillet quitta le bagne, où il avait toujours tenu la conduite la plus régulière. Revenu à Paris , il s'occupa activement de son jeune élevé, et personne n'eut jamais à se plaindre de lui. Quel ne fut pas mon étonnement lorsque j'entendis son nom retentir une seconde fois aux assises, dans l'affaire du vol des médailles ! Je ne savais à quoi attribuer ce nouveau crime de la part de Drouillet; j e ne pouvais même croire à sa complicité, lorsque l'arrêt de la c o u r , rendu sur des faits dont il était impossible de nier l'évidence, me convainquit enfin de sa culpabilité.» A cette époque, le j e u n e Pierre L . . . était embarqué et n'avait plus besoin des secours de Drouillet, et lorsque j e vis ce dernier à Bicètre, il me dit avec un accent de vérité: « Mon orphelin pouvait se passer de moi et de mes conseils; rien ne m'attachait plus à la vie, celui pour lequel je la supportais n'ayant désormais aucun besoin de mes services. J'ai cédé aux pernicieux avis de mes complices, et j e dois mourir dans les fers. » En effet, Drouillet, atteint d'une grave affection de poitrine, succomba dans cette prison. La vie de ce condamné offre, comme on le voit, un assemblage bizarre de bons et de mauvais sentiments. Il fallait un aliment puissant à son cœur pour empêcher son esprit de retomber dans ses coupables h a b i t u d e s . . . I1 fallait cette promesse d'adopter l'enfant de son ami expirant dans ses b r a s ; il fallait son dévouement à cet orphelin , pour que le crime perdit sur lui sa fatale influence. Combien cette remarque doit faire penser les hommes qui croient que des châtiments suffisent pour empêcher l'exercice de la dépravation! Qu'ils sont loin de la vérité, ceux qui refusent d'espérer, même des plus grands coupables, un retour vers la morale! Si Drouillet avait eu près de lui, comme au bagne, son fils adoptif, cet enfant, né sous une si triste étoile, tout en recevant des preuves touchantes de sa bonté, l'eût préserve d'une

nouvelle rechute.


LES BAGNES.

224

et peut-être aujourd'hui ils vivraient

tous deux sans reproches.

Je ne crains donc pas d'affirmer, malgré la culpabilité de Drouillet, qu'il existait en lui une tendance vers le bien presque aussi Forte que celle qui le portait au m a l , et que les circonstances pour l u i , comme pour la plupart des condamnes, sont entrées au moins pour moitié dans le c r i m e , qui a terminé sa vie ayant le temps. Dans une prison qui renfermait des condamnés des deux sexes se trouvait un jeune homme appartenant a une honnête famille d'ouvriers. I1 avait été recommandé à M. B. ., directeur, et cet a d m i nistrateur, malgre les penchants a la plus honteuse déhanche qui entraînait sans cesse le prisonnier, ne désespérait pas encore de lui. Jusqu'alors aucun châtiment, aucune douce parole, n'avaient pu vaincre la paresse du détenu. L'obscénité de ses paroles, le désordre et la malpropreté affectés de sa tenue en faisaient vraiment un personnage hideux. Cet homme avait encore une année de captivité à subir Dans la division

des femmes se trouvait une jeune

faute d'une éducation

tille qui,

première et des soins intelligents d'une

m è r e , avait vécu pendant les premiers jours de sa vie comme si elle eût été orpheline; le vice s'était emparé d'elle avant

même

qu'elle pût apprécier les avantages qu'il y avait à fuir le désordre. La captive était laborieuse et résignée ; et, en la voyant assidue aux travaux de la prison, régulière dans l'observance des règlements, on plaignait cette détenue. L'entraînement, l'abandon, la misère, avaient étouffé en cette enfant d'heureuses dispositions, et elle n ' a vait plus qu'un pas à faire pour franchir la ligne qui la séparait de la prostitution. Un j o u r , par l'effet du hasard ou par suite d'un calcul du d i recteur, qui aimait à faire des expériences sur les natures perverties, la jeune fille fut appelée au greffe en même temps que D u . . . . ( ce sont les initiales du nom du détenu auquel M. B., s'intéressait). La vue de la j e u n e fille produisit quelque effet sur le prisonnier; il compara, d'un

coup d'œil rapide, la souillure de ses vêtements

avec la propreté du costume de la détenue ; son orgueil fut h u milie, et le lendemain, avant été rappelé au greffe, il s'y rendit


225

PETITE FATIGUE. — PÉCULE , ETC .

avec l'espoi r d e retrouve r l a jeune fille, e t alor s l'œi l observateu r de M . H.. . remarqu a l e changemen t d e tenu e qui s'étai t opér é : Du étai

t presqu

Du étai

e deven u coquet .

t bo n dessinateur . Sou s l e prétext e d e vouloi r in -

troduire u n travai l d e broderie s dan s L 'atelier des femmes , l e directeur offri t a u déten u d e donne r a u parloi r d u greff e quelque s leçons d e dessi n a l a jeun e fille, don t i l s e proposai t d e fair e un e contre-maîtresse. D u bondi

t d e joie , niai s l e directeu r mit un e

condition à celt e faveu r : i l fallu t qu e l e déten u subi t u n moi s d'épreuve, pendan t leque l i l devai t n e donne r aucu n suje t d e mécontentement. Le pact e fut consenti , cl . à l'époqu e dite , D u s

e présent a a u

greffe : c e n'étai t déj à plu s l e mêm e homme . Pendan t plusieur s semaines, i l enseign a à l a jeun e fill e à trace r de s ornement s su r l e canevas. Un jou r qu e l e directeu r assistai t à l a séance , i l lu i échappa ce s parole s : Tous le s deux , s i vou s voulie z êtr e sage s , vous ferie z u n bo n établissement . Douce d e quelque s qualité s qu e l a priso n n'avai t pa s encor e effacées, conservan t asse z d'orguei l pou r rougi r d e s a position , l a jeune fill e qu i avai t bie n vit e compri s l'intérê t qu'ell e inspirai ! a u détenu, s e relevai t dan s s a propr e estime e n pensan t qu e l'amou r qu'elle inspirai t avai t ét é asse z for t pou r convertir un mauvai s suje t et l e rappele r à de s habitude s laborieuses . De so n côté , D u étai

t tou t étonn é d e l a transformatio n qu i

s'était opéré e e n lu i ; ses goût s d e désordr e et d'insoumissio n n'exi staient plus . I l s'étai t surpri s à fair e de s économie s su r l e pri x d e son travail , e t i l avai t pri é l a jeun e fill e d'êtr e s a caissière ; et quand l e momen t d e l a mis e e n libert é d u déten u arriva , i l de manda à so n élèv e s i ell e voulai t joindr e se s ressource s ave c le s siennes e t constitue r un e petit e do t à leu r profi t mutuel . L'élève , reconnaissante de s soin s d u maîtr e , accept a l a proposition , e t le s deux fiancé s étan t devenu s libre s le mêm e jou r pa r l a généreus e intercession d u directeur , qu i obtin t pou r l a jeun e fill e l a dis pense d e quelque s moi s d e captivité , u n mariag e s e célébr a dan s la chapell e d e l a prison , e t M . B . . . , l e directeur , signa comm e pre mier témoin . 29


226

LES BAGNES.

Ce fut là. m'a dit M. B— une de ses plus heureuses expériences. Il conserva jusqu'à sa mort des relations intimes avec ses deux protégés, qui fondèrent une petite maison de commerce qui prospéra et prit plus tard de l'extension. Les vieux porte—clefs des prisons de Paris ont conservé le souvenir d'un ancien guichetier nommé

Marillac, qui, avant d'être

employé dans les geôles, avait vécu dans les Pyrenées, où il exerçait la profession d'éleveur d'ours. Cet homme était d'une force athlétique; on prétendait qu'il avait dans le regard une puissance magnétique qui domptait les bêtes carnassières et apprivoisait les animaux les plus sauvages. Marillac avait amené plusieur ours a la ménagerie impériale, et pour récompense avait obtenu une place de gardien a Bicêtre. Cet h o m m e , habitué aux relations avec les hôtes des montagnes, sembla s'attacher de préférence aux détenus les plus terribles. Il se sentit [tris d'une vive sympathie p o u r J a q . . . . le plus insoumis des prisonniers, chez lequel la conformation c r â nienne indiquait les instincts de la fauve; à sa vue, Marillac se sentit ému; car il retrouvait une ressemblance frappante entre cet homme et ses animaux de prédilection. Un vol d'argent fut commis à Bicêtre au préjudice d'un nouveau venu; les soupçons tombèrent sur 1'Ours de Marillac : c était ainsi qu'on nommait le favori du guichetier. Marillac était absent, il avait profité de son tour de sortie. Le lendemain on lui lit part de l'aventure. Il ne dit mot, et se contenta de passer dans la cour OÙ le prisonnier faisait sa promenade Marillac se mit à marcher dans la direction opposée à celle que suivait J a q . . . ; il n'adressa pas la parole au détenu , mais son œil darda sur le sien, il le poursuivit de sa fixité. Le prisonnier, que ce regard foudroyait, fit volte-face et marcha alors de front avec le guichetier. Marillac imita le mouvement, et, par un demi-tour, replaça comme auparavant les yeux de J a q . . . sous le feu de ses regards. J a q . . . fut vaincu, et quelques moments après, le prisonnier volé raconta que l'argent qui lui avait été soustrait venait de rentrer habilement dans la poche de sa veste. J'ai eu occasion de voir Marillac. devenu un des vétérans des porte-clefs. Je lui parlai de cette anecdote, qu'un des administra-


PETITE FATIGUE. — P É C U L E , ETC.

227

leurs m'avait racontée. Je voulus éclaircir ce qu'il pouvait y avoir de merveilleux dans le fait. « .Mon Dieu, monsieur, me dit Marillac, la chose était toute simple. J a q . . . , par sa force, imposait à presque tous les guichetiers, et dans un accès de colère il eût tué un employé comme un moucheron. Un jour, en riant, je lui pris le poignet et je le serrai assez fortement pour qu'il ne cherchât pas même à se débarrasser de cette espèce de manchette ; puis, de temps en temps, j e lui montrai, sans emphase et tout bonnement, comment j'étreignais mes ours dans la montagne, j e lui serrai les f l a n c s vigoureusement; je nie servais habilement devant lui de mon mouchoir, que je transformais en nœud coulant. Mon homme comprit qu'il avait affaire a partie plus forte que lui. Jusque-là, j e n'avais fait preuve que de force : il restait à prouver que le péril ne m'effrayait pas, et quand j'eus fait compter à J a q . . . trente et quelques cicatrices remportées de mes duels avec les ours, il connut que j'étais de nature à faire ma partie avec qui que ce fût. Le prisonnier me prit en admiration , il me fallait davantage. Ce n'était pas assez de me faire craindre: je désirais, je ne sais pas pourquoi, que cet homme m'aimât; je voulais l'apprivoiser au bien petit à petit. « J a q . . , à travers ses vices, avait conservé la plus tendre affection pour sa vieille mère, qui habitait le faubourg Saint-Victor. La pauvre femme ignorait le sort de son fils, elle lé croyait en tournée de compagnonnage. Quelquefois J a q . . . devenait soucieux, et la pensée qui en ce moment le dominait, était la crainte que quelque camarade en liberté ne révélât, par vengeance ou indiscrétion , sa position a sa mère. Je me promis d'exploiter ce bon sentiment du condamné. Après un jour de congé que j'avais pris, j e revins à Bicètre et j e dis à J a q . . . : « J ' a i vu votre m è r e , elle vous croit à Pontoise dans un atelier. — Mon Dieu! fit J a q . . . tout ému et inquiet, vous êtes allé chez ma mère aavecvotre uniforme... — Non , dis-je, j'avais pris soin de le quitter pour ne pas laisser voir qui je suis; je portais une veste. » J a q . . . se rassura et me remercia. J'ajoutai que je m'étais fait passer pour un voiturier, avant besoin chaque semaine a Paris, et que sa mère m'avait prié dé venir lui donner, a chaque voyage, des nouvelles de son fils. — « Qu'avez-vous ré-


228

LES BAGNES.

pondu? me dit J a q . . . avec empressement. — J'ai promis, mais c'est a la condition

que vous vous conduirez comme il

faut,

ou bien pour vous pas de nouvelles de la mère, et pour la mère pas de nouvelles de son f i l s . . . » A partir de ce moment,

je

lis, ajoute Marillac, tout ce que j e voulus de mon prisonnier, et ce fut cette soumission qui lui valut le sobriquet de l'Ours. Tant que j'étais présent, me dit Marillac, jamais J a q . . . ne m a n qua au traité passe entre nous; mon regard , auquel la crédulité a bien voulu accorder une puissance surnaturelle, n'avait qu'un pouvoir : c'était de rappeler à J a q . . . les conditions auxquelles j e consentirais à voir sa m è r e . « Le j o u r du Vol, J a q . . . avait cédé à un instinct nourri par l ' h a bitude ; mais il comprit le soupçon que je gardais contre lui quand il me vit en sa présence, il calcula les chances de la partie qu'il risquait. En gardant l'argent dérobé, il perdait des nouvelles qu'il eût payées du double de la somme qu'il venait de s'approprier. Le combat ne fut pas de longue durée. Entre ses mauvais penchants et son affection pour sa mère, le bon sentiment eut le dessus et la restitution de l'argent fut immédiate. S'il prit des précautions pour le remboursement, c'était dans la crainte du seul châtiment que seul j e pouvais lui infliger : la privation de nouvelles de celle qui lui était c h è r e ; toute autre peine eût été sur lui sans effet. » Après la libération de J a q . . . ,

si Marillac n'eût pas quitté

le

libéré, s'il eût conservé son inspection sur lui, on peut croire qu'il en eût fait un bon o u v r i e r , un bon p è r e , un honnête homme ; mais quand le regard de l'éleveur d'ours ne perça plus cette enveloppe humaine pour arriver au cœur et réveiller le sentiment filial. l'ancien détenu de Bicêtre se livra à tous les écarts d'une vie d é réglée. Le bagne le reçut. Ce sentiment qui contint la nature fougueuse de J a q . . . se r é vèle souvent chez de grands criminels; mais il faudrait qu'un être intelligent le devinât et le dirigeât. Quand on l'aperçoit, il est presque toujours trop tard pour en tirer parti. Ce terrible Poulmann, cet homme-tigre dont le sang fume encore, renie Dieu au pied de l'échafaud... On lui parle de sa mère, il s'émeut, rappelle le prêtre, et presse le Christ sur ses lèvres..


PETITE

FATIGUE,-

P É C U L E , ETC.

229

Pourquoi a - t - o n attendu que l'homme fût si près des dernières limites de sa vie criminelle pour évoquer un nom qui avait tant de puissance sur cette nature d'exception? «En plusieurs circonstances,» me disait Marillac, « j ' e u s o c c a sion d'exercer mon goût pour l'éducation des natures rebelles : j ' a i obtenu quelques succès, mais c'est un métier difficile, et, à bien prendre, j e crois qu'il y a plus de chances de réussite à travailler sur l'ours que sur l ' h o m m e . L'ours, nouvelles

habitudes,

quelle

une fois dressé, obéit à de

que soit la voix qui commande.

L'homme, au contraire, semble ne faire sa soumission qu'au profit de celui qui le dompte. Quand le maître n'est plus là, nul ne peut le remplacer ni reprendre influence. » Marillac me donnait là, sans le savoir, le grand mot de la prospérité si peu durable de ces institutions tant vantées, dont la copie est impossible parce qu'il manque presque toujours à l'homme qui succède la haute intelligence et la moralité de celui qui a fonde. Cependant, on ne peut le nier, il y a dans l'organisme moral des fils mystérieux à l'aide desquels une main habile opérera des réactions tenant du prodige. 11 faut savoir toucher juste et c o n naître le moment opportun. Dans les bagnes, l'amélioration

matérielle de l'existence peut

produire de bons résultats moraux par le sentiment de reconnaissance qu'elle excite. Mais, au milieu de cette corruption, il y a des germes encore sains qu'on pourrait développer avec protit ; c'est surtout en rapprochant des liens de famille brisés qu'on peut e s pérer de bons résultats. Peut-être trouverait-on dans les codes criminels de la vieille m o narchie quelques dispositions plus moralisatrices que les coutumes pratiquées de nos j o u r s . Car notre loi actuelle n'est-elle pas complice du vice? Ne c o n v i e - t - e l l e pas le condamné à des alliances monstrueuses, par l'état d'isolement qu'elle impose? N'est-elle pas sacrilège quand elle brise l'union

que la loi religieuse déclare

indissoluble ? Dans les anciennes galères, la mère pouvait vivre près de son fds, la femme près de son époux. Le scandale a amené plus tard la réforme; mais c'est l'abus qu'on aurait du frapper, et non la


230 LE

S BAGNE S

t o l é r a n c e q u i , clan s de s c o n d i t i o n s bie n r é g l é e s , p o u v a i t t o u r n e r a la r é g é n é r a t i o n d e l ' e s p è c e e x c e p t i o n n e l l e q u e n o u s é t u d i o n s . Dans l e s b a g n es d e n o t r e é p o q u e , c e fut u n v i f s t i m u l a nt q u e l a c r é a t i o n d e s r é c o m p e n s e s p o u r l ' h o m m e q u i vivai t loi n d e tou t c e n t r e d ' é m u l a t i o n . C 'est u n b i e n f a i t q u i peu t p o r t e r b é n é f i c e mo ral, q u e le s e m p l o is a c c o r d é s à l a b o n n e c o n d u i t e e t au t r a v a i l , Une place d e p a y o l e , u n e cantine , u n dépô t d e l a i t a g e , c o n c é d é s à u n

condamné, peuven t avoi r un e actio n puissant e su r s a régénératio n ; c'est pou r lu i l a premièr e lueu r d e l'espérance . A u bou t d e l ' é chelle progressiv e qu'il peu t monter , i l aperçoi t l a lettre d e grâce.. . Mais pou r le s homme s qu i s e vouen t à l'étud e sérieus e de s con damnés, i l y a

plu s à fair e encore , e t j e voudrai s voi r s e renou -

veler le s expérience s semblable s a celle s d u directeu r B Marillac l 'éleveur d'ours.

e

td e


XII

TOULON, —

LE PORT VU AVEC UN PLANTON.

l'ai dit les premières difficultés que je rencontrai

quand

je

visitai le bagne de Brest, et je dus alors à quelques ruses que le hasard protégea, et depuis à quelques circonstances particulières, d'avoir recueilli des notes exactes à l'aide desquelles j ' a i composé ce livre. L'écrivain

qui voudra étudier les bagnes et leur population

trouvera cependant moins de difficultés insurmontables à Brest que dans toute autre localité. L'accès du port est facile, la consigne qui prescrit aux étrangers l'obligation d'une permission peut être éludée avec un peu d'adresse et de précaution. Il est plusieurs moyens que je ne puis indiquer i c i , mais que l'aspect des lieux inspirera, qui faciliteront l'approche des condamnés. L'étendue du terrain sur lequel les forçats travaillent, et qui se prolonge à près de deux kilomètres sur le ruisseau de Penfeld, est coupée d'espace en espace par des portes où l'on trouve assez facilement passage, malgré la surveillance des gardes-portiers. Le condamné peut, j e crois, s'échapper plus facilement du port de Toulon que du port de Brest ; mais le curieux cl l'homme d'étude s'introduiront plus difficilement dans l'arsenal du midi que dans celui de l'ouest. Je lis l'expérience des difficultés dès mon arrivée à Toulon , et si des incidents fortuits ne m'étaient venus en aide, je


232 LES

BAGNES

.

serais encor e à m e promene r a u pie d d e l a muraill e d e l a corderi e qui limit e l a plac e d'Armes , suivan t à traver s le s ruelle s étroite s quelques forçat s chargé s d e fer s e t conduit s pa r de s gardes-chiour mes a u cabine t d u jug e d'instruction . Il n'es t pa s rar e d e fair e d e ce s rencontre s dan s le s rue s d e Tou lon. Quan d le s condamné s n e son t pa s dirigé s ver s l e tribunal , il s vont e n escouad e travaille r à l'hôpita l o u dan s d'autre s localité s dépendantes d u servic e maritime . S i u n regar d s e port e su r e u x , ce n e peu t êtr e qu e celu i d'u n étranger , ca r l'habitan t d e Toulo n n'a jamai s arrêt é s a pensé e su r u n força t ; c'est pou r lu i un e chos e moins qu'u n être ; i l a coutum e d e laisse r passe r ave c une profond e indifférence l a vest e rouge , l e bonne t v e r t ; e t à l 'exception d'un e petite chevrièr e qu e j ' a i v u arrête r e n plei n j o u r so n troupea u

pour donne r grati s à u n vieu x condamn é un e tass e d e lait , j e n'a i jamais remarqu é dan s l a populatio n aucu n sign e qu i trahî t l e m é pris, l'intérêt , l e dégoû t o u l a piti é caus é pa r l e galérien .


TOULON. — LE PORT VU AVEC UN PLANTON.

233

Le ciel de Provence a pu inspirer les poètes, mais il n'a pas encore révélé aux autorités locales le sentiment hospitalier, qui a bien aussi sa poésie. Le touriste qui n'est pas initié au patois provençal est absolument à Toulon comme un déporté. Nul n'a souci de son ignorance des localités. Bien que la ville ne soit pas très—étendue, et que sa population vive très à l'étroit dans son enceinte de murailles et de flots, il est fort difficile au promeneur

de se diriger; il n'a

aucun

signe

pour se reconnaître. Aucun monument ou établissement,

si ce

n'est l'arsenal, ne porte d'inscription; les rues elles-mêmes n'ont d'indication qu'à leurs pôles; l'hôtel de ville est illustré d'une belle œuvre du Puget, mais il faut chercher derrière des ruelles la porte d'entrée; le jardin des plantes se révèle par hasard, et vous passeriez devant le palais de justice, si la parole sonore et accentuée des avocats ne trahissait le prétoire. Il n'est pas besoin de séjourner longtemps à Toulon pour r e marquer l'attraction mutuelle qu'il y a entre la taverne et le gardechiourme. C'est un mouvement perpétuel de va-et-vient de l ' a r senal au cabaret. Le climat est sans doute pour quelque chose dans cette excitation de la soif, car, à Brest, la rencontre d'un garde-chiourme ivre est un fait assez rare. A Toulon, autres mœurs. Je pensai qu'il serait possible de faire tourner au profit de mes recherches cet état normal du gardien des chiourmes. J'appelai à mon aide quelques

sous-officiers

et

matelots

intelligents,

j'en

formai

comme un corps d'éclaireurs chargé d'aller en quête des faits qui pouvaient m'être utiles, et chacun, malgré la consigne qui défend la fréquentation des gardes-chiourmes et l'approche des c o n d a m n é s , s'en allait racolant avec adresse le garde ou l'esclave, prenant l'un à la taverne, l'autre dans l'entre-pont navire en charge ou dans une localité

d'un

où la surveillance est

moins active; et chaque j o u r , à l'heure que j'avais désignée pour le rapport, j e recevais les notes de mes collaborateurs marins. Cette

manière de faire de la statistique n'est

p e u t - ê t r e pas la

plus é c o n o m i q u e , mais elle n'est pas la plus mauvaise, et j ' a i dû à mes auxiliaires, qui avaient pris à cœur cette tâche, des docu30


234

LES

BAGNES.

ments que j'aurais obtenus bien difficilement d'une autre manière. Une difficulté assez grave faillit compromettre l'œuvre de l ' a s sociation. A Toulon, la plupart des gardes-chiourmes, peut-être dans la légion étrangère, parlent allemand,

recrutés beaucoup

d'autres le patois de l'est de la France, et pendant les premiers jours mes éclaireurs se trouvèrent presque toujours, par le hasard des rencontres, en tête à tête avec des gens dont ils ne comprenaient pas le langage. J'en fus quitte pour renforcer ma brigade de deux marins strasbourgeois; ils servirent de truchements aux autres, et les travaux statistiques ne furent plus entravés. J'avais établi mes premières observations sur une échelle restreinte que j ' a u r a i s élargie par la suite. Le travail était satisfaisant, quand un matin tous mes collaborateurs vinrent m'annoncer que le lendemain ils devaient s'embarquer sur les bâtiments qui allaient faire la guerre au Maroc. Avec eux j e vis s'éloigner mes projets de statistique secrète. Il f a l lut recourir à un autre moyen. Un j o u r , après avoir réglé la tâche de mes auxiliaires, j ' e u s la pensée de parcourir le port pour j u g e r de l'aspect général, que j e n'avais encore pu saisir que du haut des montagnes qui forment au nord la ceinture de la ville. Je me résignai à suivre la route commune pour obtenir une autorisation. Je me présentai à la m a jorité, et après un assez long pourparler avec les gardes consignes et les garçons de bureaux, il me fut permis de pénétrer dans l'administration et d'aller présenter verbalement ma demande. Un o f f i cier faisant les fonctions de sous-aide-major me donna une permission à l'aide de laquelle j e pus visiter le port, accompagné

d'un

planton. Je redoutais d'être mis en caravane et de me trouver adjoint, dixième ou vingtième, à quelque bande de curieux arrivés par la diligence; j ' e n fus quitte pour la peur. La chaleur du soleil de Provence, qui devait être ce jour-Là de trente-cinq à trente-six degrés, effraya sans doute les touristes, et j e me trouvai seul à profiter de la faveur que l'administration n'accorde, aux termes du règlement, qu'à une heure où la température de Toulon est à peu près égale à celle d'Afrique. Le planton auquel j ' é c h u s eu partage était un matelot en dispo-


TOULON.—LE PORT VU AVEC UN PLANTON.

235

nibililé qui avait déjà attiré plusieurs fois mon attention par l'expression de bien-être que donnait à sa ligure le repos continuel qu'il savourait. A quelque heure que je passasse, je le remarquais, immobile sur une chaise, comme s'il eût été aux arrêts sur une vergue. Quand on le désigna pour me conduire, il secoua la tête en signe du déplaisir que lui causait son déplacement. I1 eût été beaucoup plus désireux de continuer son far niente, que de gagner la prime que tout curieux alloue à son cicerone. I1 prit son chapeau d'assez mauvaise humeur, et nous nous acheminâmes vers l'arsenal. Aux premières paroles que j'avançai, il comprit que j'étais familier avec quelques détails d'un port m i l i taire, et il ne se fit pas faute de faire tourner cette révélation au profit de sa paresse. Ainsi,

arrivé

devant le grand bâtiment

les condamnés

travaillent à la confection des câbles et des cordages, mon cicerone me dit d'un air insouciant : « Monsieur n'est pas sans savoir ce que c'est qu'une corderie?» Et il allait passer outre sans s'arrêter, quand j e manifestai la volonté de visiter ce vaste établissement. Le planton

me

précéda, et à peine eut-il fait quelques pas, il

s'arrêta et dit avec un geste d'insouciance : « C'est toujours jusqu'au bout la même chose. » Comme j e me promettais de revoir en détail ces ateliers, je n'insistai pas et j e cédai au désir que manifestait mon conducteur. Cependant, je lui fis observer qu'il y avait plusieurs étages. « Q u i a vu l'un a vu l ' a u t r e , » répondit-il avec flegme, et il sortit. Je le suivis. Arrivés au magasin général, une des localités les plus curieuses du port, immense entrepôt où chaque partie du matériel maritime a sa case ou plutôt son comptoir, le planton s'arrêta à l'entrée, et prononça à voix basse ces mots : Magasin général,

comme s'il eût

eu peur d'animer en moi une trop vive curiosité. Je lis comme à la corderie, et, après avoir jeté un coup d'oeil rapide, je me relirai. Quand je passai près de ce bassin merveilleux, pour la créalion duquel

1 ingénieur a vaincu les difficultés sous-marines, en


236

LES BAGNES.

plaçant dans la mer une immense cuve de bronze qui la dominât par sa hauteur et reçût les constructions contre lesquelles la vague fût impuissante. Mon cicerone passa, comme si cette œuvre grandiose

était un

travail fort ordinaire. Ailleurs, mon guide, regardant du coin de l'œil une ligne de vaisseaux de haut bord, dit, en prenant une direction contraire : « Monsieur n'est pas sans savoir ce que c'est qu'un vaisseau à trois p o n t s ? » et, avant que j ' e u s s e dit que mon intention n'était pas de m o n t e r a bord, mon matelot avait déjà pris place dans la barque de service qui conduit à la localité des c h i ô u r m e s . 11 pensa, sans doute, que là il n'y avait pas moyen d'éluder la visite, et il dit assez piteusement : « Monsieur verra sans doute le bagne? « Oui, dis-je, si c'est p o s s i b l e . » Nous arrivâmes à la grille où se trouve le petit bazar des objets fabriqués par les condamnés. 11 fallait faire viser la permission par le commissaire du bagne, ou plutôt il fallait obtenir de cet administrateur une autorisation pour visiter les salles de la localité. Le moment ne me paraissant pas opportun pour entrer en relation directe avec ce fonctionnaire, j e dis au matelot d'aller demander l'autorisation, et pendant son a b sence j e restai avec les forçats marchands, qui me firent les h o n neurs de leur magasin. Le travail de fantaisie est d'une grande ressource pour beaucoup de condamnés. Le travailleur à la grande fatigue n'a point de sal a i r e ; le forçat invalide, le convalescent, seraient souvent bien m a l heureux, si l'administration ne tolérait pas l'industrie privée dans les chiourmes. L'administration du port laisse quelques moments de loisir poulies repas, pour le repos. Après la rentrée au bagne, avant l'heure du silence, il y a encore un espace de temps que le travailleur adroit peut employer à son profit, et c'est pendant ces m o m e n t s là que se font ces nombreux objets qu'on offre aux visiteurs dans les bagnes. C'est le crin qui se tresse pour faire des boucles d'oreilles, des chaînes, des bagues dans lesquelles la verroterie s ' e n châsse avec a r t ; c'est l'aloès qui se tisse ou se file et se transforme


TOULON. — L E P O R T VU AVE C U N PLANTON . 23

7

en cabas , e n soulier s à j o u r . L a paille pren d mill e formes , l e gaïa c s'arrondit e n boîtes , l a noi x d u cocotier , dépouillé e d e so n écorce .

polie, ciselée , s e montr e e n tabatières , e n flacons , e n coupes , e n étuis, e n bénitiers , e n christ , e n madone . Le bagn e a se s artistes , se s apprentis , se s ébauche urs. A côt é de l'organisatio n e n gran d d u travail , organisatio n souven t bie n vicieuse, i l y a un e organisatio n d'un e petit e industri e qu i s e s o u tient pa r un e bonn e constitution ; chacu n s e trouve rétribu é s u i vant se s œuvres . J e reviendra i sur c e détail , qu i es t u n progrè s grâce a l'espri t d o droitur e e t au x lumière s d'u n administrateu r dont j ' a u r a i bientô t occasio n d e parler .


238 LE

S BAGNES .

En regardan t ce s objet s sculpte s pa r le s condamnés, on a pein e à croir e qu'il s viennen t d'u n lie u d e misère , e t qu e le s main s qu i les produisen t aien t tremp é dan s l e sang . L e buri n n e reprodui t sur ce s objet s qu e d e tendre s symboles , de s colombe s s e becquetant, de s fiancés prè s d e l'aute l d e l 'hymen, d e pieuse s jeunes filles soutenant de s vieillard s dan s leu r marche , o u bie n c e son t de s épisodes d e l a vi e paisibl e de s campagnes ; c'est l e pâtr e qu i jou e de l a flûte , l a chevrièr e veillan t so n troupeau . Souvent , l a religio n semble avoi r inspir é l'artist e : c'es t l e Christ , accomplissan t le s actes d e s a charit é divine , c'es t l a Vierge , prè s d e laquell e vien t prier l a fill e o u l a femm e d u marin . La nécessit é ren d l e condamn é ingénieux , e t multipli e pa r so n intelligence l e secour s qu'i l sai t tire r de s objets . Ains i l e força t achète à l a cantin e l a moiti é d'un e têt e d e mouto n bouillie , i l e u l'ait u n repas , pui s i l appliqu e l 'os su r u n moul e e t confectionn e quelques bouton s don t i l tirer a profit ; pui s i l serr e ave c soi n dan s un sa c le s déchets , qu'i l vendr a plu s tar d pou r fair e d u noi r d ' i voire, quan d i l e n aur a ramass é un e quantit é appréciable . Après avoi r fai t quelque s emplettes , j ' e n t r a i e n conversatio n avec un de s vendeur s : so n bonne t et s a veste l e désignaien t comm e devant êtr e prochainemen t libéré . Ce t homm e étai t Suisse ; i l s'ex primait correctement . J e lui demanda i quell e impressio n causaien t au bagn e le s projet s d e l a réform e pénal e , e t s i le s condamné s voyaient ave c terreu r l e nouvea u régim e qu'o n préparait . Il allai t m e répondre , quan d u n forçat , couch é su r le s dalle s d e la port e d'un e de s salles du bagne, relev a l a tète l a plu s hideus e qu e j ' e u s s e encor e entrevu e dan s l a localité , et i l laissa échapper e n l e vant le s épaules , un e phras e qu e j e n e compri s pas , e t plusieur s condamnés couché s prè s d e lu i s e miren t à rire . L'homme à l a vest e brun e m e di t qu e so n camarad e le chargeai t de m e répondr e qu e l e changemen t don t o n le s menaçai t étai t un e ruse de s commissaire s de s bagne s pou r effraye r le s poltron s ; qu'o n n'y croyai t pas . C e qu i avai t excit é l'hilarit é d e l a bande , c'es t qu e l'orateur avai t ajouté , Qu e d u temp s d e Henr i I V on disai t déj à cel a aux galères , e t qu 'il l e savai t pa r l a successio n san s interruptio n d e ses parent s qui , depui s cett e époque , n'avaien t pa s quitt é l a chaîne.


TOULON. —LE PORT VU AVEC UN PLANTON.

239

Mon cicerone revint, et, voulant faire valoir son influence, il me dit que le commissaire était absent, mais que cependant il avait obtenu une permission de visiter le bagne. Le garde-chiourme auquel il remit le bulletin regarda l'écriture avec une attention digne d'un expert en calligraphie ; il porta sur moi son regard sévère, il m'enjoignit

de quitter ma canne. Je

pensai que c'était une mesure de prudente nécessité, peut-être par la crainte que quelque monomane ne s'en fit une a r m e ; et quand le gardien fut bien certain que le laissez-passer était de bon aloi, et que nous ne portions aucun instrument contondant dont un malfaiteur put se saisir, il ouvrit la porte de la salle n° 5. Au delà de la porte, une grille tourna, et j e fus admis dans une localité où il n'y avait pas un seul condamné. Un chat gris se promenant sur un tollard, une grosse araignée sur un des vitraux de fenêtre, furent, avec le garde-chiourme, les seuls êtres dont j'aurais pu étudier les mœurs. Cette salle vide avait une forte haleine qui ne m'engagea pas à y séjourner. Je lis le tour du lit de camp, dont les hôtes étaient absents. Je repris ma canne et je sortis. « Monsieur a vu le b a g n e , me dit le planton. » Je regardai cet homme, et comme il conservait son sérieux, j e crus devoir c o n server le mien. Cependant j e répliquai : « Il y a d'autres localités, la salle des Éprouvés, la salle de la double Chaîne ! » Le planton était déjà l o i n ; j e pense qu'il n'entendit même pas ma réponse. Il prit, presque au pas gymnastique, la direction de la porte Royale; il me ramena au point de départ, aux bureaux de la Majorité, reçut machinalement la prime de son déplacement et se remit sur sa chaise. Bien des hommes d'Etat qui parlent du bagne à la tribune, bien des publicistes qui peignent dans de longues colonnes ces lieux exceptionnels, bien des novateurs qui escomptent les abus au profit des utopies, n'ont pas vu le bagne mieux que moi le j o u r où, pour sortir de mes habitudes, j ' a i voulu le visiter avec un planton. Cependant, je dois rendre justice à mon cicerone; il a laisse échapper à la salle d'Armes une observation assez singulière. Il me


2 4 0 LE

S BAGNE S

lit remarque r qu e dan s l a collectio n des arme s i l y avait un e baïon nette d u temp s de Françoi s l , absolument semblabl e a u sabre qu'o n e r

on a invent é d e no s jour s pou r le s tirailleur s d e Vincennes . J'ai tiré d e c e l'ai t l a conséquenc e qu e l e progrè s es t comm e l a terre , qu'il tourn e su r l u i - m ê m e . I 1 e n ser a peut-êtr e d u systèm e péna l comme de s baïonnettes , nou s reviendron s au x torture s !

Les bagnes : Histoire, Types, Mœurs, Mystères  

Auteur : Maurice Alhoy / Partie 1 d'un ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Universit...

Les bagnes : Histoire, Types, Mœurs, Mystères  

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