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Porém, não resisto a imaginar ligar um interruptor para uma luz, difusa e não esquecida, de jazz nacional: Bernardo Sassetti, ou outros. E tu, consegues imaginar uma luz assim? O talento nacional é imenso: consigo imaginar cada um dos novos talentos nacionais a desfilar numa fila de luminosidade incandescente, sem precedentes. Porque, tal como nós, eles foram lá fora, e lutam para vencer. Porque, tal como nós, eles elevam Portugal lá fora. Se o jazz fosse lacado, dourado e esférico; se o jazz fosse tubos de latão, mármore de Carrara e banhos de ouro; se o jazz fosse um candeeiro de chão, mesa, parede ou teto; se o jazz fosse a excelência dos materiais, a nobreza das formas e perfeição dos acabamentos, ele seria obrigatoriamente Delightfull. Só és Delightfull porque exiges ser o melhor, o mais que perfeito, o unique e exquisite... Com Tina

TURNER a entoar you’re simply the best, indago, por fim: algum dia o pop, ou indie quiçá, serão Delightfull? O mundo é um livro aberto: a Delightfull também o é. Apesar do nosso conceito base vintage, há novas estrelas no cosmos que chamam por nós. Chegar até elas – é uma questão de tempo, de um tic tac sem controlo humano. E agora que já é dia... 5, 4, 3, 2, 1. Desligamos as luzes. Abrimos as portadas e deixamos o sol iluminar as tuas formas retro que nos deixam delighted... Porque um candeeiro também brilha mesmo sem estar ligado, certo? É premissa incontornável. Concordo. O brilho está na essência; a luz está na alma. Sai um black coffee com ELLA Fitzgerald e luz só Delightfull. d

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candeeiros de mesa e pé amy

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Mutante 15  

Anka Zhuravleva • Delightfull • Bordallo Pinheiro • Herdade da Cortesia • Fernanda Lamelas • Six Senses • New York • Palácio de Seteais • Mo...

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